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A evasão escolar é o ato de deixar de frequentar as aulas, ou seja, abandonar o ensino em decorrência de qualquer motivo. Esse problema social que, infelizmente, é comum no Brasil, afeta principalmente os alunos do Ensino Médio. Nesse sentido, analise as assertivas abaixo:

Charge de Ivan Cabral mostra o problema da evasão escolar
I. Nos primeiros anos (ensino fundamental), a distância da escola associada à falta de transporte escolar, ou de quem possa levar e buscar a criança, é a principal causa.
II. No ensino médio, a falta de interesse é que passa a ser uma das principais causas, a qual resulta do fato de, além do conteúdo ser exagerado, ser descontextualizado, opinião que é partilhada não só por alunos como também pelos professores.
III. A situação econômica é outro fator que influencia fortemente o abandono escolar. Para ajudar os pais, que às vezes até proíbem os filhos de continuar os estudos, ou mesmo para terem certa autonomia financeira, os estudantes começam a trabalhar sem ter concluído os estudos.
IV. O aspecto social tem o seu peso nessa questão. A dificuldade para chegar à escola torna iminente a desistência de continuar os estudos. Isso é mais evidente nas zonas rurais.
Quais estão corretas?
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De acordo com Murcia, seguindo Palacios e colaboradores, são fatores que devem ser favorecidos nos jogos, EXCETO:
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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Santa Rosa-RS
De acordo com a Lei Orgânica, são Poderes do Município, independentes e harmônicos entre si, o Executivo e o Legislativo. Além disso, a lei prevê o seguinte:
I. A ação municipal desenvolve-se em todo o seu território, promovendo o bem-estar de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, credo, cor, idade e qualquer outra forma de discriminação.
II. É vedada a delegação de atribuições entre os poderes.
III. O cidadão investido na função de um dos poderes não pode exercer a de outro.
Quais estão corretas?
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Santa Rosa-RS
Para utilização de defensivos agrícolas, é fundamental utilizar os seguintes Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), EXCETO:
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Conforme Murcia, dá uma atribuição mais cognitiva aos jogos e relaciona diretamente a brincadeira com a gênese da inteligência. Em consequência, haverá uma brincadeira característica da etapa sensório-motora até chegar ao predominante das operações concretas e formais. O jogo está regulado pela assimilação, ou seja, através da brincadeira a criança adapta a realidade e os fatos às suas possibilidades e esquemas de conhecimento. Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
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De acordo com Cosenza e Guerra, analise a sentença abaixo:
O sistema nervoso é extremamente plástico nos primeiros anos de vida. A capacidade de formação de novas sinapses é muito pequena, o que é explicável pelo curto período de maturação do cérebro, que se estende até os sete anos de idade (1ª parte). O bebê humano nasce bastante imaturo, pois a maior parte das conexões em seu cérebro será feita com a ajuda das interações com o meio ambiente (2ª parte). Aos três anos a criança tem noção do passado e do futuro e já existe a capacidade de planejamento e de flexibilização de estratégias, o que estará bem aperfeiçoado em torno dos sete anos de vida (3ª parte). Quais estão corretas?
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Entre as atribuições da função de zelador, está a de preparar áreas e plantar sementes e mudas de plantas. Sabendo que o crescimento e o desenvolvimento das plantas estão diretamente relacionados à combinação de três variáveis, associe a Coluna 1 à Coluna 2, relacionando cada variável à sua descrição.
Coluna 1
1. Potencial genético.
2. Manejo cultural.
3. Fatores ambientais.
Coluna 2
( ) Características da planta, que determinam sua capacidade de desenvolver no meio ambiente.
( ) Trato realizado nas plantas, direta ou indiretamente, como manuseio do solo, irrigação e adubação (nutrição das plantas).
( ) Referente à luz, temperatura e umidade, dentre outros.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Um país que taxa livros impede que o conhecimento circule
Livros podem ser uma fonte de renda fenomenal para um país. Mas não é por meio da cobrança de impostos. As cifras que o governo obterá com a taxação de obras impressas em curto prazo são muito inferiores __ riqueza que o Brasil poderia gerar em longo prazo se essas obras circulassem. É como matar a galinha dos ovos de ouro para fazer uma canja bem magra – em vez de manter o bichinho vivo e bem alimentado para que ele forneça o metal precioso por anos. Países desenvolvidos alicerçam suas economias em conhecimento, e não em plantações de soja.
Primeiro, vamos repetir a notícia: livros são isentos por lei do Pis/Pasep e do Cofins desde 2004. Paulo Guedes e companhia querem unificar essas duas contribuições em um novo imposto sobre valor agregado – chamado Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços (CBS), cuja alíquota seria de 12% – e, então, tirar a isenção do mercado editorial. A proposta ainda será submetida __ votação no Congresso.
“[O aumento de preço] ainda não foi quantificado, até ......... o encaminhamento da proposta ao Congresso é muito recente. Mas claro que haverá elevação no preço dos livros, que impacta o mercado editorial como um todo. Além disso, a taxação pode inviabilizar as atividades de livrarias e distribuidoras”, diz Vitor Tavares, presidente da Câmara Brasileira do Livro, ao portal G1.
Ninguém nega que o País precise de uma reforma tributária, mas usá-la de pretexto para taxar livros é apenas um remendo em uma planilha de Excel – um exemplo de má-gestão. Fechar __ contas de um país com dinheiro de editoras que já se viram nos trinta para sobreviver é um ótimo jeito de garantir que o país continue sem fechar suas contas no futuro. Vamos explicar o .......... a seguir.
Em defesa da medida, Paulo Guedes argumentou o óbvio: que é melhor taxar produtos consumidos por ricos ......... eles dinheiro para arcar com os impostos. O primeiro erro da afirmação é que livros não são consumidos só por ricos. O segundo é pressupor que dê para construir um país decente adicionando mais uma barreira ao acesso do conhecimento pelos pobres. Luiz Schwarcz, editor da Cia. das Letras, resumiu bem em um artigo na Folha de S. Paulo: “Na mais recente Bienal do Livro no Rio de Janeiro, da qual participaram 600 mil pessoas, grande parte era de jovens da classe C. Na Flup (festa literária das periferias), os dados são ainda mais eloquentes: do público total do evento, 97% se declaram leitores frequentes de livros, 51% têm entre 10 e 29 anos, 72% são de não brancos e 68% pertencem às classes C, D e E”.
Esses dados demonstram que, com as políticas de acesso à educação e cultura dos governos FHC e Lula, jovens de classe C puderam finalmente se matricular no ensino superior (com frequência, em universidades públicas) e adquirir um interesse genuíno pelo consumo de livros. Essas pessoas podem não ser a principal fonte de sustento das editoras; mas sem dúvida são a fonte que mais cresce. Afinal, são jovens recém-chegados às livrarias, cujos pais e avós não tiveram acesso às mesmas oportunidades.
Em resposta, Guedes afirmou – de maneira bem genérica, sem entrar em méritos práticos – que pretende dar livros para a população de baixa renda. O problema é que a população de baixa renda não vai exatamente prosperar com os péssimos livros didáticos oferecidos nos colégios públicos brasileiros, nem com quaisquer obras paradidáticas escolhidas de antemão pelas autoridades (que eram o provável alvo da declaração).
É complicado que o pouco envolvimento que as pessoas de baixa renda com leitura além dos livros didáticos gire em torno de escolhas feitas pelos governantes, e não por si próprias. E mesmo que o Ministro da Economia tivesse outras intenções em mente, como algo na linha de um cartão vale-livros, a formulação da frase indica que ele ignora algo fundamental: as pessoas só constroem conhecimento de verdade quando liberdade para mergulhar nos assuntos que as interessam, escolher que obras vão adquirir e interpretá-las com base em outras leituras. Conhecimento não é decorar uma porção de nomes e datas; conhecimento é ter repertório e liberdade para pensar criticamente sobre o mundo. E isso, sim, é uma máquina de fazer grana, melhor que qualquer imposto.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/cultura/um-pais-que-taxa-livros-impede-que-o-conhecimentocircule- e-sai-no-prejuizo/ – Texto especialmente adaptado para esta prova.)
É um pronome relativo:
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Mentoria reversa e empatia nos tempos de pandemia
Por Marcos Ueda
Nos tempos de confinamento, os ambientes de educação precisaram se reinventar numa velocidade jamais solicitada. E muito daquilo que parecia difícil de implementar por falta de interesse, por permanência voluntária em sua zona de conforto e por falta de tempo teve que acontecer por força circunstancial. A comunicação na distância é resolvida pela tecnologia, e percebemos que não sabemos o suficiente sobre as plataformas de comunicação e ensino.
Na mentoria reversa, onde gerações mais novas tutoriam outras assim chamadas mais experientes, temos ganhos importantes de atitude: os mais jovens percebem os desafios de se ver como tutor como aquele que capacita, e como ganho vem a musculatura para ensinar gerações de imigrantes digitais e por que não falar dos analfabetos digitais.
E os mais velhos, fragilizados, descem de torres de marfim, de seminários solenes e percebem como essa relação de poder é frágil. O exercício da empatia é inevitável!
Um corpo de jovens professores se destaca como frente de treinamento e capacitação de colegas de quem receberam capacitação em metodologia e didática, por exemplo.
O treinamento reverso socializa os desafios, faz dele uma necessidade do coletivo pela sua sobrevivência.
E não tem como não pensar na economia colaborativa, onde a linearidade incômoda da hierarquia de poder se opõe à forma de rede, essa sim mais resistente, mais elástica, mais resiliente.
O “novo normal” (usando a terminologia da mídia) inclui esse ganho que espero se perpetuar: o aprendizado horizontal em oposição ao vertical, aprender com meus pares, ensinar quem precisa, num ato que momentaneamente é um caso de sobrevivência de nossas escolas, mas que no futuro se trataria do crescimento coletivo como possibilidade de inovação em si.
As temidas observações de aulas como demonstração de poder se dissolvem nessa massa crítica de solidariedade pelo bem comum.
Uma instituição que responde aos seus desafios em rede tem um diferencial no mercado.
(Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2020/06/19 - texto especialmente adaptado para esta prova.)
O vocábulo “resiliente” (l.18) só NÃO pode ser relacionado à
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Dos Crimes de Trânsito, Art. 293 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a penalidade de suspensão ou a proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor tem a duração de:
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