"O silêncio torna-se uma barreira entre surdos e ouvintes, mas a língua de sinais pode quebrá-la." (autor desconhecido)
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Conforme a Lei Nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais-Libras:
I. É reconhecida como meio legal de comunicação e expressão a Língua Brasileira de Sinais-Libras e outros recursos de expressão a ela associados.
II. Entende-se como Língua Brasileira de Sinais-Libras a forma de comunicação e expressão em que o sistema linguístico de natureza visual-oral, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil.
III. Deve ser garantido, por parte do poder público em geral e empresas concessionárias de serviços públicos, formas institucionalizadas de apoiar o uso e difusão da Língua Brasileira de Sinais-Libras como meio de comunicação objetiva e de utilização corrente das comunidades surdas do Brasil e dos demais países.
IV. As instituições públicas e empresas concessionárias de serviços públicos de assistência à saúde devem garantir atendimento e tratamento adequado aos portadores de deficiência auditiva, de acordo com as normas legais em vigor.
V. A Língua Brasileira de Sinais-Libras poderá substituir a modalidade escrita da Língua Portuguesa.
Estão corretas:
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O Decreto 5.626, de 22 de dezembro de 2005, em seu Capítulo III, art. 6º, aborda aspectos referentes à formação do Instrutor de Libras, em nível médio, a qual deve ser realizada por meio de:
I. Cursos de educação profissional.
II. Cursos de formação continuada promovidos por instituições de ensino superior.
III. Cursos de formação continuada promovidos por instituições credenciadas por secretarias de educação.
IV. A formação do instrutor de Libras não pode ser promovida por organizações da sociedade civil representativa da comunidade surda, mesmo que o certificado seja convalidado por pelo menos uma das instituições referidas nos itens II e III.
Assinale a alternativa correta:
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De acordo com o disposto no Capítulo II, do Decreto 5.626, de 22 de dezembro de 2005, que dispõe da inclusão da Língua Brasileira de Sinais-Libras como disciplina Curricular, analise as afirmações a seguir:
I. A Libras deve ser inserida como disciplina curricular optativa nos cursos de formação de professores para o exercício do magistério, em nível médio e superior, e nos cursos de Fonoaudiologia, de instituições de ensino públicas e privadas, do sistema federal de ensino e dos sistemas de ensino dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
II. A Libras deve ser inserida como disciplina curricular obrigatória nos cursos de formação de professores para o exercício do magistério, em nível médio e superior, e nos cursos de Fonoaudiologia, de instituições de ensino públicas e privadas, do sistema federal de ensino e dos sistemas de ensino dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
III. Todos os cursos de licenciatura, nas diferentes áreas do conhecimento, o curso normal de nível médio, o curso normal superior, o curso de Pedagogia e o curso de Educação Especial são considerados cursos de formação de professores e profissionais da educação para o exercício do magistério.
IV. Conforme o disposto no Decreto 5.626, a Libras passou a ser disciplina curricular optativa nos demais cursos de educação superior e na educação profissional, a partir de um ano da publicação do referido Decreto.
Estão corretos os itens:
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A inclusão de pessoas com deficiência é, ao mesmo tempo, um desafio, uma necessidade e uma grande oportunidade para as empresas. No Brasil a chamada Lei de Cotas (art. 93 da Lei nº 8.213/91) estabelece a obrigatoriedade de que empresas com cem ou mais empregados preencham uma parcela de seus cargos com pessoas com deficiência. A porcentagem varia de acordo com a quantidade geral de funcionários, com o mínimo de 2% e o máximo de 5% (para organizações a partir de mil colaboradores).
Porém, independente da obrigatoriedade, este processo de inclusão tem uma série de impactos tanto do ponto de vista social quanto econômico. Para os portadores de deficiência, a atuação nas empresas significa uma forma de exercer uma atividade laboral remunerada de maneira digna. É, ainda, a possibilidade de estabelecerem uma interação constante com outros profissionais. Trata-se de um caminho para a independência e a construção de uma autoestima mais saudável, o que favorece todo o processo de sociabilidade desses indivíduos, inclusive em outros ambientes.
Outro ponto positivo é o fato de as empresas, seus gestores e colaboradores terem a oportunidade de conhecer de perto as necessidades dos portadores de deficiências, o que favorece a desmistificação dessa condição, diminuindo e até eliminando possíveis preconceitos preexistentes. Do ponto de vista econômico, esse processo de inclusão também funciona como um propulsor positivo. Afinal, quanto mais pessoas estiverem exercendo atividades remuneradas – adquirindo poder de consumo – mais aquecida será a economia.
Fonte: http://blog.isocial.com.br/importancia-da-inclusao-de-pessoas-com-deficiencia-mercado-de-trabalho/
Use a letra C para indicar os itens certos acerca do texto III e a letra E para os errados.
( ) As vírgulas empregadas no primeiro período do primeiro parágrafo separam termos de mesma função sintática.
( ) Acrescentando a desinência de plural na palavra processo no fragmento: “Do ponto de vista econômico, esse processo de inclusão também funciona como um propulsor positivo”, com exceção das preposições e da palavra também, todas as demais palavras deverão obrigatoriamente ser empregadas no plural.
( ) A conjunção que inicia o segundo parágrafo do texto expressa sentido de conclusão, podendo ser substituída por Portanto.
( ) O termo as necessidades dos portadores de deficiências completa o sentido do verbo conhecer, assim como possíveis preconceitos preexistentes completa a transitividade dos verbos diminuir e eliminar.
( ) Nos fragmentos: “Trata-se de um caminho para a independência e a construção de uma autoestima...” e “... mais aquecida será a economia”, as palavras negritadas estão empregadas no sentido conotativo.
( ) As palavras deficiência, funcionários e máximo recebem acento gráfico em atenção à mesma regra.
A ordem correta das letras, de cima para baixo é a da alternativa:
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A inclusão de pessoas com deficiência é, ao mesmo tempo, um desafio, uma necessidade e uma grande oportunidade para as empresas. No Brasil a chamada Lei de Cotas (art. 93 da Lei nº 8.213/91) estabelece a obrigatoriedade de que empresas com cem ou mais empregados preencham uma parcela de seus cargos com pessoas com deficiência. A porcentagem varia de acordo com a quantidade geral de funcionários, com o mínimo de 2% e o máximo de 5% (para organizações a partir de mil colaboradores).
Porém, independente da obrigatoriedade, este processo de inclusão tem uma série de impactos tanto do ponto de vista social quanto econômico. Para os portadores de deficiência, a atuação nas empresas significa uma forma de exercer uma atividade laboral remunerada de maneira digna. É, ainda, a possibilidade de estabelecerem uma interação constante com outros profissionais. Trata-se de um caminho para a independência e a construção de uma autoestima mais saudável, o que favorece todo o processo de sociabilidade desses indivíduos, inclusive em outros ambientes.
Outro ponto positivo é o fato de as empresas, seus gestores e colaboradores terem a oportunidade de conhecer de perto as necessidades dos portadores de deficiências, o que favorece a desmistificação dessa condição, diminuindo e até eliminando possíveis preconceitos preexistentes. Do ponto de vista econômico, esse processo de inclusão também funciona como um propulsor positivo. Afinal, quanto mais pessoas estiverem exercendo atividades remuneradas – adquirindo poder de consumo – mais aquecida será a economia.
Fonte: http://blog.isocial.com.br/importancia-da-inclusao-de-pessoas-com-deficiencia-mercado-de-trabalho/
Analise as assertivas a seguir de acordo com o texto III, indicando-as como verdadeiras (V) ou falsas (F). Após, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta das letras, de cima para baixo.
( ) A inclusão de pessoas com deficiência nas empresas brasileiras está vinculada à Lei de Cotas, a qual estabelece a obrigatoriedade de as empresas destinarem uma parcela das vagas para essas pessoas, em consonância com o número total de funcionários.
( ) A inclusão de pessoas com deficiência tem impactos positivos para as empresas, gestores e colabores, pois possibilita que conheçam de forma mais efetiva as necessidades dos portadores de deficiências, contribuindo para que se eliminem possíveis preconceitos preexistentes contra eles.
( ) A possibilidade de inclusão dos portadores de deficiência nas empresas não só lhes proporciona uma forma de remuneração por meio da atividade laboral, como também propicia a interação com outros profissionais, contribuindo para sua independência, melhor socialização e para elevar sua autoestima.
( ) Do ponto de vista econômico, o processo de inclusão apresenta-se, em alguns aspectos, como um impeditivo para o desenvolvimento das empresas, visto que a capacidade produtiva dos portadores de deficiência, em alguns casos, é menor do que a dos demais colaboradores, resultando em menor produtividade.
( ) Considerando que os surdos são usuários de uma linguagem própria, a LIBRAS, eles não se enquadram na chamada Lei de Cotas, independentemente do número de colaboradores das empresas brasileiras.
( ) O aquecimento da economia está relacionado ao poder de consumo, assim como o poder de consumo está vinculado ao exercício de atividades laborais remuneradas.
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Considere as afirmações abaixo:
I. I. O “silêncio” referido acima no texto II pode ser interpretado como uma justificativa da afirmação do texto I de que “Poucos são os projetos efetivos de ensino de Libras para alunos surdos e ouvintes” e de que “São precárias as condições de formação e de elaboração de um Projeto Escolar de educação bilíngue e de formação de surdos... ”.
II. O verbo tornar-se, conforme o texto II, tem o sentido de transfigurar-se. No entanto, para ter o mesmo sentido de tornar-se deve ser empregado no tempo pretérito.
III. A palavra barreira (texto II) pode ser entendida como um obstáculo entre surdos e ouvintes, o que corrobora a afirmação do texto I sobre a “crença de que as pesquisas e metodologias de ensino de línguas orais não poderiam auxiliar a reflexão sobre o processo de ensino-aprendizagem de línguas de modalidade viso-gestual como a Libras...”.
IV. A conjunção que liga as orações do texto II expressa ideia de oposição.
V. O pronome oblíquo, presente na segunda oração do texto II, retoma o substantivo barreira.
Está (estão) certa(s):
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A política educacional e política linguística têm apontado para a consolidação de uma Educação bilíngue de surdos e para o reconhecimento e ações afirmativas em favor da Libras como língua da comunidade surda brasileira (BRASIL, 2002; 2005). Todavia, sobre a formação de instrutores ou professores de Libras e sobre modos de ensinar uma língua de modalidade gestual-visual ainda há muito que se pesquisar/fazer.
Poucos são os projetos efetivos de ensino de Libras para alunos surdos e ouvintes. São precárias as condições de formação e de elaboração de um Projeto Escolar de educação bilíngue e de formação de surdos como parte da equipe pedagógica em grande parte dos municípios brasileiros (QUADROS, 2006; LODI e LACERDA, 2009; LEBEDEFF, 2010).
Desde a publicação do decreto 5.626/2005 a demanda por professores ou instrutores de Libras surdos em escolas vem crescendo; entretanto é preciso atentar para o fato de que a formação inicial (curso de licenciatura em Pedagogia, em Letras Libras ou curso de capacitação de instrutores pela FENEIS), a certificação (POLIBRAS) ou a formação continuada (cursos de extensão, aperfeiçoamento, especialização ou participação em grupo de estudos) são fundamentais, como critério para contratação/atuação desses profissionais.
Até o presente momento, no Brasil, os professores de Libras tiveram pouco acesso às discussões teórico-metodológicas sobre ensino de línguas. Isso aconteceu pelo menos por três fatores: primeiro, pela falta de espaço acadêmico para esse tipo de discussão/formação que fosse acessível linguística e culturalmente a essa comunidade; segundo, pela concepção inadequada de que para se ensinar uma língua basta ser proficiente ou ser falante nativo dela e; terceiro, pela crença de que as pesquisas e metodologias de ensino de línguas orais não poderiam auxiliar a reflexão sobre o processo de ensino-aprendizagem de línguas de modalidade viso-gestual como a Libras (LEITE, 2004; LACERDA, LODI E CAPORALI, 2004; GESSER, 2012).
Neiva de Aquino Albres - Fonoaudióloga
Formação de instrutores de libras surdos: Relatos sobre a apropriação de modos de conduzir uma aula
http://www.porsinal.pt/index.php?ps=artigos&idt=artc&cat=23&idart=377
Assinale a única alternativa que apresenta erro.
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A política educacional e política linguística têm apontado para a consolidação de uma Educação bilíngue de surdos e para o reconhecimento e ações afirmativas em favor da Libras como língua da comunidade surda brasileira (BRASIL, 2002; 2005). Todavia, sobre a formação de instrutores ou professores de Libras e sobre modos de ensinar uma língua de modalidade gestual-visual ainda há muito que se pesquisar/fazer.
Poucos são os projetos efetivos de ensino de Libras para alunos surdos e ouvintes. São precárias as condições de formação e de elaboração de um Projeto Escolar de educação bilíngue e de formação de surdos como parte da equipe pedagógica em grande parte dos municípios brasileiros (QUADROS, 2006; LODI e LACERDA, 2009; LEBEDEFF, 2010).
Desde a publicação do decreto 5.626/2005 a demanda por professores ou instrutores de Libras surdos em escolas vem crescendo; entretanto é preciso atentar para o fato de que a formação inicial (curso de licenciatura em Pedagogia, em Letras Libras ou curso de capacitação de instrutores pela FENEIS), a certificação (POLIBRAS) ou a formação continuada (cursos de extensão, aperfeiçoamento, especialização ou participação em grupo de estudos) são fundamentais, como critério para contratação/atuação desses profissionais.
Até o presente momento, no Brasil, os professores de Libras tiveram pouco acesso às discussões teórico-metodológicas sobre ensino de línguas. Isso aconteceu pelo menos por três fatores: primeiro, pela falta de espaço acadêmico para esse tipo de discussão/formação que fosse acessível linguística e culturalmente a essa comunidade; segundo, pela concepção inadequada de que para se ensinar uma língua basta ser proficiente ou ser falante nativo dela e; terceiro, pela crença de que as pesquisas e metodologias de ensino de línguas orais não poderiam auxiliar a reflexão sobre o processo de ensino-aprendizagem de línguas de modalidade viso-gestual como a Libras (LEITE, 2004; LACERDA, LODI E CAPORALI, 2004; GESSER, 2012).
Neiva de Aquino Albres - Fonoaudióloga
Formação de instrutores de libras surdos: Relatos sobre a apropriação de modos de conduzir uma aula
http://www.porsinal.pt/index.php?ps=artigos&idt=artc&cat=23&idart=377
Analise os itens a seguir acerca do texto I:
I. O texto, por dispor sobre a política educacional e política linguística para a consolidação de uma Educação bilíngue de surdos, pertence à tipologia descritiva.
II. As condições de precariedade acerca da formação e da elaboração de projetos escolares de educação bilíngue estão presentes na totalidade dos municípios brasileiros.
III. A conjunção que inicia o segundo período do primeiro parágrafo do texto tem o mesmo sentido que a conjunção entretanto.
IV. A conjunção ou expressa, no contexto em que está inserida, valor de exclusão.
V. Substituindo o verbo haver pelo verbo existir, o mesmo deverá ser empregado no futuro do pretérito do modo indicado e corresponder à terceira pessoa do plural.
Conforme o texto:
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A política educacional e política linguística têm apontado para a consolidação de uma Educação bilíngue de surdos e para o reconhecimento e ações afirmativas em favor da Libras como língua da comunidade surda brasileira (BRASIL, 2002; 2005). Todavia, sobre a formação de instrutores ou professores de Libras e sobre modos de ensinar uma língua de modalidade gestual-visual ainda há muito que se pesquisar/fazer.
Poucos são os projetos efetivos de ensino de Libras para alunos surdos e ouvintes. São precárias as condições de formação e de elaboração de um Projeto Escolar de educação bilíngue e de formação de surdos como parte da equipe pedagógica em grande parte dos municípios brasileiros (QUADROS, 2006; LODI e LACERDA, 2009; LEBEDEFF, 2010).
Desde a publicação do decreto 5.626/2005 a demanda por professores ou instrutores de Libras surdos em escolas vem crescendo; entretanto é preciso atentar para o fato de que a formação inicial (curso de licenciatura em Pedagogia, em Letras Libras ou curso de capacitação de instrutores pela FENEIS), a certificação (POLIBRAS) ou a formação continuada (cursos de extensão, aperfeiçoamento, especialização ou participação em grupo de estudos) são fundamentais, como critério para contratação/atuação desses profissionais.
Até o presente momento, no Brasil, os professores de Libras tiveram pouco acesso às discussões teórico-metodológicas sobre ensino de línguas. Isso aconteceu pelo menos por três fatores: primeiro, pela falta de espaço acadêmico para esse tipo de discussão/formação que fosse acessível linguística e culturalmente a essa comunidade; segundo, pela concepção inadequada de que para se ensinar uma língua basta ser proficiente ou ser falante nativo dela e; terceiro, pela crença de que as pesquisas e metodologias de ensino de línguas orais não poderiam auxiliar a reflexão sobre o processo de ensino-aprendizagem de línguas de modalidade viso-gestual como a Libras (LEITE, 2004; LACERDA, LODI E CAPORALI, 2004; GESSER, 2012).
Neiva de Aquino Albres - Fonoaudióloga
Formação de instrutores de libras surdos: Relatos sobre a apropriação de modos de conduzir uma aula
http://www.porsinal.pt/index.php?ps=artigos&idt=artc&cat=23&idart=377
Considere as seguintes afirmações sobre o texto I:
I. A formação de instrutores ou professores de Libras e os modos sobre como ensinar uma língua de modalidade gestual-visual estão nas mesmas condições e proporções que apontam para a consolidação de uma Educação bilíngue de surdos e para o reconhecimento e ações afirmativas em favor da Libras como língua da comunidade surda brasileira.
II. Devido à crescente procura por professores ou instrutores de Libras surdos em escolas, muitos profissionais são contratados mesmo que não tenham curso de especialização na área. Nesse caso, a maior preocupação das escolas é atender ao disposto no decreto 5.626/2005, o qual regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000.
III. A crença de que as pesquisas e metodologias de ensino de línguas orais não poderiam auxiliar a reflexão sobre o processo de ensino-aprendizagem de línguas de modalidade viso-gestual como a Libras é um dos fatores que mantiveram os professores de Libras afastados das discussões teórico-metodológicas acerca do ensino de línguas.
De acordo com o texto:
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A política educacional e política linguística ............................ apontado para a consolidação de uma Educação bilíngue de surdos e para o reconhecimento e ações afirmativas em favor da Libras como língua da comunidade surda brasileira (BRASIL, 2002; 2005). Todavia, sobre a formação de instrutores ou professores de Libras e sobre modos de ensinar uma língua de modalidade gestual-visual ainda há muito que se pesquisar/fazer.
Poucos são os projetos efetivos de ensino de Libras para alunos surdos e ouvintes. São precárias as condições de formação e de elaboração de um Projeto Escolar de educação bilíngue e de formação de surdos como parte da equipe pedagógica em grande parte dos municípios brasileiros (QUADROS, 2006; LODI e LACERDA, 2009; LEBEDEFF, 2010).
Desde a publicação do decreto 5.626/2005 a demanda por professores ou instrutores de Libras surdos em escolas ............................ crescendo; entretanto é preciso atentar para o fato de que a formação inicial (curso de licenciatura em Pedagogia, em Letras Libras ou curso de capacitação de instrutores pela FENEIS), a certificação (POLIBRAS) ou a formação continuada (cursos de extensão, aperfeiçoamento, especialização ou participação em grupo de estudos) são fundamentais, como critério para contratação/atuação .................................... profissionais.
Até o presente momento, no Brasil, os professores de Libras tiveram pouco acesso............. discussões teórico-metodológicas sobre ensino de línguas. Isso aconteceu pelo menos por três fatores: primeiro, pela falta de espaço acadêmico para esse tipo de discussão/formação que fosse acessível linguística e culturalmente a essa comunidade; segundo, pela concepção inadequada de que para se ensinar uma língua basta ser ..................................... ou ser falante nativo dela e; terceiro, pela crença de que as pesquisas e metodologias de ensino de línguas orais não poderiam auxiliar a reflexão sobre o processo de ensino-aprendizagem de línguas de modalidade viso-gestual como a Libras (LEITE, 2004; LACERDA, LODI E CAPORALI, 2004; GESSER, 2012).
Neiva de Aquino Albres - Fonoaudióloga
Formação de instrutores de libras surdos: Relatos sobre a apropriação de modos de conduzir uma aula
http://www.porsinal.pt/index.php?ps=artigos&idt=artc&cat=23&idart=377
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente os espaços pontilhados do texto.
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