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Foram encontradas 588 questões.

2563213 Ano: 2018
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: URI
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS
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Os critérios tempo e temperatura são importantes no processo de cozimento dos alimentos para evitar intoxicações alimentares. No preparo das carnes, todas as partes do alimento devem atingir no mínimo a temperatura de:

 

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2563212 Ano: 2018
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: URI
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS
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Durante o cozimento de hortaliças classificadas como flores e folhas, deve-se evitar tempo prolongado e altas temperaturas, pois ambos causam desestruturação dos tecidos vegetais e perdas de vitaminas hidrossolúveis.

Para evitar a perda das vitaminas solúveis em água, deve ser adotado o método de cozimento que diminui essas perdas quando realizado de forma correta, o qual corresponde corretamente à alternativa:

 

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2563211 Ano: 2018
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: URI
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS
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Na compra de alimentos da agricultura familiar para a alimentação escolar podem ser adquiridos alguns cereais em grão ou na forma de canjica.

Assinale a alternativa incorreta em relação aos alimentos que fazem parte do grupo dos cereais:

 

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2563210 Ano: 2018
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: URI
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS
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Assinale a afirmativa que preencha corretamente a lacuna da proposição abaixo:

são fontes de aminoácidos essenciais para o crescimento e desenvolvimento de crianças e adolescentes.

 

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2563209 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: URI
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS
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Data lembra obrigatoriedade de estímulo aos hábitos saudáveis

Ministério da Educação

O Dia Nacional da Alimentação nas Escolas é comemorado em 21 de outubro. A data foi escolhida para ressaltar a importância das ações voltadas para a educação alimentar e nutricional dos estudantes de todas as etapas da educação básica. E é com esse objetivo que o Governo Federal investe no Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), que tem como finalidade garantir o consumo de alimentos saudáveis no ambiente escolar, de modo a criar bons hábitos nos estudantes para toda a vida.

Criado há 60 anos, o programa atende os alunos de toda a educação básica matriculados em escolas públicas, filantrópicas e em entidades comunitárias conveniadas com o poder público. O cardápio que é servido nas escolas deve ser elaborado por nutricionista, respeitando os hábitos alimentares locais e culturais.

Para Karine Santos, coordenadora-geral do Pnae, é essencial que o programa se preocupe com a introdução de hábitos alimentares mais saudáveis desde os primeiros anos de vida. Do total de estudantes atendidos pelo programa, 3 milhões têm entre 0 a 3 anos.

“A formação de hábitos alimentares mais saudáveis vai ter consequências em toda a vida do indivíduo. Esse trabalho deve ser feito em parceria com professores, diretores de escola, e os pais e a comunidade escolar devem participar”, completa.

A pequena Luiza de Araújo, de cinco anos, estuda no Jardim de Infância Dois, do Cruzeiro, em Brasília, e já incorporou os bons hábitos. “O que eu mais gosto de comer na escola é galinhada. Em casa eu gosto de arroz e feijão pra crescer forte e com saúde”, conta a garotinha.

A nutricionista Kellen Pedrollo, diretora do Programa de Alimentação Escolar da Secretaria de Educação do Distrito Federal, também defende a formação da consciência crítica do que será ingerido pela criança ao longo da vida o quanto antes. Por isso, uma equipe técnica composta por nutricionistas da Secretaria de Educação é responsável pela elaboração dos cardápios da alimentação escolar.

“Nós verificamos o tempo de preparo desse alimento, o tempo do cozimento do produto e a aceitação por parte do aluno. Todas essas variáveis são levadas em consideração para inserir um cardápio, uma preparação ou mesmo um produto novo na alimentação das nossas crianças”, detalha.

O Governo Federal tem investido cada vez mais para garantir uma boa alimentação nas escolas. Depois de sete anos sem aumento, em 2017, o orçamento do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) teve reajuste.

Para este ano, serão R$ 4,15 bilhões, dos quais mais de R$ 3 bilhões já foram repassados. Para os alunos dos ensinos fundamental e médio regular, o aumento ficou em 20%. Já para as demais modalidades, como escolas de tempo integral e pré-escola, por exemplo, o aumento médio é de 7%. O programa atende todos os alunos da educação básica. São mais de 50 milhões de refeições servidas por dia para 42 milhões de estudantes.

Os repasses são feitos em 10 parcelas mensais, entre fevereiro e novembro, para a cobertura de 200 dias letivos, de acordo com o número de matriculados em cada rede de ensino. Do valor total, no mínimo 30% deverão ser utilizados na aquisição de gêneros alimentícios diretamente da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural ou de suas organizações. A prioridade é para os assentamentos da reforma agrária, as comunidades tradicionais indígenas e comunidades quilombolas. A medida estimula, ainda, o desenvolvimento econômico e sustentável das comunidades.

http://portal.mec.gov.br/component/tags/tag/35407-educacao-alimentar

Marque a alternativa correta.

 

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2563208 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: URI
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS
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Data lembra obrigatoriedade de estímulo aos hábitos saudáveis

Ministério da Educação

O Dia Nacional da Alimentação nas Escolas é comemorado em 21 de outubro. A data foi escolhida para ressaltar a importância das ações voltadas para a educação alimentar e nutricional dos estudantes de todas as etapas da educação básica. E é com esse objetivo que o Governo Federal investe no Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), que tem como finalidade garantir o consumo de alimentos saudáveis no ambiente escolar, de modo a criar bons hábitos nos estudantes para toda a vida.

Criado há 60 anos, o programa atende os alunos de toda a educação básica matriculados em escolas públicas, filantrópicas e em entidades comunitárias conveniadas com o poder público. O cardápio que é servido nas escolas deve ser elaborado por nutricionista, respeitando os hábitos alimentares locais e culturais.

Para Karine Santos, coordenadora-geral do Pnae, é essencial que o programa se preocupe com a introdução de hábitos alimentares mais saudáveis desde os primeiros anos de vida. Do total de estudantes atendidos pelo programa, 3 milhões têm entre 0 a 3 anos.

“A formação de hábitos alimentares mais saudáveis vai ter consequências em toda a vida do indivíduo. Esse trabalho deve ser feito em parceria com professores, diretores de escola, e os pais e a comunidade escolar devem participar”, completa.

A pequena Luiza de Araújo, de cinco anos, estuda no Jardim de Infância Dois, do Cruzeiro, em Brasília, e já incorporou os bons hábitos. “O que eu mais gosto de comer na escola é galinhada. Em casa eu gosto de arroz e feijão pra crescer forte e com saúde”, conta a garotinha.

A nutricionista Kellen Pedrollo, diretora do Programa de Alimentação Escolar da Secretaria de Educação do Distrito Federal, também defende a formação da consciência crítica do que será ingerido pela criança ao longo da vida o quanto antes. Por isso, uma equipe técnica composta por nutricionistas da Secretaria de Educação é responsável pela elaboração dos cardápios da alimentação escolar.

“Nós verificamos o tempo de preparo desse alimento, o tempo do cozimento do produto e a aceitação por parte do aluno. Todas essas variáveis são levadas em consideração para inserir um cardápio, uma preparação ou mesmo um produto novo na alimentação das nossas crianças”, detalha.

O Governo Federal tem investido cada vez mais para garantir uma boa alimentação nas escolas. Depois de sete anos sem aumento, em 2017, o orçamento do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) teve reajuste.

Para este ano, serão R$ 4,15 bilhões, dos quais mais de R$ 3 bilhões já foram repassados. Para os alunos dos ensinos fundamental e médio regular, o aumento ficou em 20%. Já para as demais modalidades, como escolas de tempo integral e pré-escola, por exemplo, o aumento médio é de 7%. O programa atende todos os alunos da educação básica. São mais de 50 milhões de refeições servidas por dia para 42 milhões de estudantes.

Os repasses são feitos em 10 parcelas mensais, entre fevereiro e novembro, para a cobertura de 200 dias letivos, de acordo com o número de matriculados em cada rede de ensino. Do valor total, no mínimo 30% deverão ser utilizados na aquisição de gêneros alimentícios diretamente da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural ou de suas organizações. A prioridade é para os assentamentos da reforma agrária, as comunidades tradicionais indígenas e comunidades quilombolas. A medida estimula, ainda, o desenvolvimento econômico e sustentável das comunidades.

http://portal.mec.gov.br/component/tags/tag/35407-educacao-alimentar

Marque a alternativa incorreta.

 

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2563207 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: URI
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS
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Data lembra obrigatoriedade de estímulo aos hábitos saudáveis

Ministério da Educação

O Dia Nacional da Alimentação nas Escolas é comemorado em 21 de outubro. A data foi escolhida para ressaltar a importância das ações voltadas para a educação alimentar e nutricional dos estudantes de todas as etapas da educação básica. E é com esse objetivo que o Governo Federal investe no Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), que tem como finalidade garantir o consumo de alimentos saudáveis no ambiente escolar, de modo a criar bons hábitos nos estudantes para toda a vida.

Criado há 60 anos, o programa atende os alunos de toda a educação básica matriculados em escolas públicas, filantrópicas e em entidades comunitárias conveniadas com o poder público. O cardápio que é servido nas escolas deve ser elaborado por nutricionista, respeitando os hábitos alimentares locais e culturais.

Para Karine Santos, coordenadora-geral do Pnae, é essencial que o programa se preocupe com a introdução de hábitos alimentares mais saudáveis desde os primeiros anos de vida. Do total de estudantes atendidos pelo programa, 3 milhões têm entre 0 a 3 anos.

“A formação de hábitos alimentares mais saudáveis vai ter consequências em toda a vida do indivíduo. Esse trabalho deve ser feito em parceria com professores, diretores de escola, e os pais e a comunidade escolar devem participar”, completa.

A pequena Luiza de Araújo, de cinco anos, estuda no Jardim de Infância Dois, do Cruzeiro, em Brasília, e já incorporou os bons hábitos. “O que eu mais gosto de comer na escola é galinhada. Em casa eu gosto de arroz e feijão pra crescer forte e com saúde”, conta a garotinha.

A nutricionista Kellen Pedrollo, diretora do Programa de Alimentação Escolar da Secretaria de Educação do Distrito Federal, também defende a formação da consciência crítica do que será ingerido pela criança ao longo da vida o quanto antes. Por isso, uma equipe técnica composta por nutricionistas da Secretaria de Educação é responsável pela elaboração dos cardápios da alimentação escolar.

“Nós verificamos o tempo de preparo desse alimento, o tempo do cozimento do produto e a aceitação por parte do aluno. Todas essas variáveis são levadas em consideração para inserir um cardápio, uma preparação ou mesmo um produto novo na alimentação das nossas crianças”, detalha.

O Governo Federal tem investido cada vez mais para garantir uma boa alimentação nas escolas. Depois de sete anos sem aumento, em 2017, o orçamento do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) teve reajuste.

Para este ano, serão R$ 4,15 bilhões, dos quais mais de R$ 3 bilhões já foram repassados. Para os alunos dos ensinos fundamental e médio regular, o aumento ficou em 20%. Já para as demais modalidades, como escolas de tempo integral e pré-escola, por exemplo, o aumento médio é de 7%. O programa atende todos os alunos da educação básica. São mais de 50 milhões de refeições servidas por dia para 42 milhões de estudantes.

Os repasses são feitos em 10 parcelas mensais, entre fevereiro e novembro, para a cobertura de 200 dias letivos, de acordo com o número de matriculados em cada rede de ensino. Do valor total, no mínimo 30% deverão ser utilizados na aquisição de gêneros alimentícios diretamente da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural ou de suas organizações. A prioridade é para os assentamentos da reforma agrária, as comunidades tradicionais indígenas e comunidades quilombolas. A medida estimula, ainda, o desenvolvimento econômico e sustentável das comunidades.

http://portal.mec.gov.br/component/tags/tag/35407-educacao-alimentar

Leia as afirmativas.

I O Programa Nacional de Alimentação Escolar, com seis décadas de existência, atende estudantes da educação básica não só de escolas públicas como também filantrópicas e entidades comunitárias que tenham convênio com o poder público.

II No Distrito Federal, nutricionistas compõem uma equipe técnica a qual tem a responsabilidade de elaborar cardápios da alimentação escolar para os estudantes da educação básica.

III De acordo com o texto, o Governo Federal paga às escolas públicas e privadas o repasse da verba para a alimentação escolar nos meses de fevereiro e novembro.

IV O Pnae estipula a obrigatoriedade do cardápio, seja não só elaborado por nutricionista como também que respeite os hábitos alimentares dos estudantes conforme a região em que vivem.

Assinale a alternativa correta.

 

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2563206 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: URI
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS
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Data lembra obrigatoriedade de estímulo aos hábitos saudáveis

Ministério da Educação

O Dia Nacional da Alimentação nas Escolas é comemorado em 21 de outubro. A data foi escolhida para a importância das ações voltadas para a educação alimentar e nutricional dos estudantes de todas as etapas da educação básica. E é com objetivo que o Governo Federal investe no Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), que tem como finalidade garantir o consumo de alimentos saudáveis no ambiente escolar, de modo criar bons hábitos nos estudantes para toda a vida.

Criado há 60 anos, o programa atende os alunos de toda a educação básica matriculados em escolas públicas, filantrópicas e em entidades comunitárias conveniadas com o poder público. O cardápio que é servido nas escolas deve ser elaborado por nutricionista, respeitando os hábitos alimentares locais e culturais.

Para Karine Santos, coordenadora-geral do Pnae, é essencial que o programa se preocupe com a introdução de hábitos alimentares mais saudáveis desde os primeiros anos de vida. Do total de estudantes atendidos pelo programa, 3 milhões entre 0 a 3 anos.

“A formação de hábitos alimentares mais saudáveis vai ter consequências em toda a vida do indivíduo. Esse trabalho deve ser feito em parceria com professores, diretores de escola, e os pais e a comunidade escolar devem participar”, completa.

A pequena Luiza de Araújo, de cinco anos, estuda no Jardim de Infância Dois, do Cruzeiro, em Brasília, e já incorporou os bons hábitos. “O que eu mais gosto de comer na escola é galinhada. Em casa eu gosto de arroz e feijão pra crescer forte e com saúde”, conta a garotinha.

A nutricionista Kellen Pedrollo, diretora do Programa de Alimentação Escolar da Secretaria de Educação do Distrito Federal, também defende a formação da consciência crítica do que será ingerido pela criança ao longo da vida o quanto antes. Por isso, uma equipe técnica composta por nutricionistas da Secretaria de Educação é responsável pela elaboração dos cardápios da alimentação escolar.

“Nós verificamos o tempo de preparo desse alimento, o tempo do cozimento do produto e a aceitação por parte do aluno. Todas essas variáveis são levadas em consideração para inserir um cardápio, uma preparação ou mesmo um produto novo na alimentação das nossas crianças”, detalha.

O Governo Federal investido cada vez mais para garantir uma boa alimentação nas escolas. Depois de sete anos sem aumento, em 2017, o orçamento do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) teve reajuste.

Para este ano, serão R$ 4,15 bilhões, dos quais mais de R$ 3 bilhões já foram repassados. Para os alunos dos ensinos fundamental e médio regular, o aumento ficou em 20%. Já para as demais modalidades, como escolas de tempo integral e pré-escola, por exemplo, o aumento médio é de 7%. O programa atende todos os alunos da educação básica. São mais de 50 milhões de refeições servidas por dia para 42 milhões de estudantes.

Os repasses são feitos em 10 parcelas mensais, entre fevereiro e novembro, para a cobertura de 200 dias letivos, de acordo com o número de matriculados em cada rede de ensino. Do valor total, no mínimo 30% deverão ser utilizados na aquisição de gêneros alimentícios diretamente da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural ou de suas organizações. A prioridade é para os assentamentos da reforma agrária, as comunidades tradicionais indígenas e comunidades quilombolas. A medida estimula, ainda, o desenvolvimento econômico e sustentável das comunidades.

http://portal.mec.gov.br/component/tags/tag/35407-educacao-alimentar

Marque a alternativa que completa, correta e respectivamente, os espaços em destaque no texto.

 

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2563205 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: URI
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS
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Data lembra obrigatoriedade de estímulo aos hábitos saudáveis

Ministério da Educação

O Dia Nacional da Alimentação nas Escolas é comemorado em 21 de outubro. A data foi escolhida para ressaltar a importância das ações voltadas para a educação alimentar e nutricional dos estudantes de todas as etapas da educação básica. E é com esse objetivo que o Governo Federal investe no Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), que tem como finalidade garantir o consumo de alimentos saudáveis no ambiente escolar, de modo a criar bons hábitos nos estudantes para toda a vida.

Criado há 60 anos, o programa atende os alunos de toda a educação básica matriculados em escolas públicas, filantrópicas e em entidades comunitárias conveniadas com o poder público. O cardápio que é servido nas escolas deve ser elaborado por nutricionista, respeitando os hábitos alimentares locais e culturais.

Para Karine Santos, coordenadora-geral do Pnae, é essencial que o programa se preocupe com a introdução de hábitos alimentares mais saudáveis desde os primeiros anos de vida. Do total de estudantes atendidos pelo programa, 3 milhões têm entre 0 a 3 anos.

“A formação de hábitos alimentares mais saudáveis vai ter consequências em toda a vida do indivíduo. Esse trabalho deve ser feito em parceria com professores, diretores de escola, e os pais e a comunidade escolar devem participar”, completa.

A pequena Luiza de Araújo, de cinco anos, estuda no Jardim de Infância Dois, do Cruzeiro, em Brasília, e já incorporou os bons hábitos. “O que eu mais gosto de comer na escola é galinhada. Em casa eu gosto de arroz e feijão pra crescer forte e com saúde”, conta a garotinha.

A nutricionista Kellen Pedrollo, diretora do Programa de Alimentação Escolar da Secretaria de Educação do Distrito Federal, também defende a formação da consciência crítica do que será ingerido pela criança ao longo da vida o quanto antes. Por isso, uma equipe técnica composta por nutricionistas da Secretaria de Educação é responsável pela elaboração dos cardápios da alimentação escolar.

“Nós verificamos o tempo de preparo desse alimento, o tempo do cozimento do produto e a aceitação por parte do aluno. Todas essas variáveis são levadas em consideração para inserir um cardápio, uma preparação ou mesmo um produto novo na alimentação das nossas crianças”, detalha.

O Governo Federal tem investido cada vez mais para garantir uma boa alimentação nas escolas. Depois de sete anos sem aumento, em 2017, o orçamento do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) teve reajuste.

Para este ano, serão R$ 4,15 bilhões, dos quais mais de R$ 3 bilhões já foram repassados. Para os alunos dos ensinos fundamental e médio regular, o aumento ficou em 20%. Já para as demais modalidades, como escolas de tempo integral e pré-escola, por exemplo, o aumento médio é de 7%. O programa atende todos os alunos da educação básica. São mais de 50 milhões de refeições servidas por dia para 42 milhões de estudantes.

Os repasses são feitos em 10 parcelas mensais, entre fevereiro e novembro, para a cobertura de 200 dias letivos, de acordo com o número de matriculados em cada rede de ensino. Do valor total, no mínimo 30% deverão ser utilizados na aquisição de gêneros alimentícios diretamente da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural ou de suas organizações. A prioridade é para os assentamentos da reforma agrária, as comunidades tradicionais indígenas e comunidades quilombolas. A medida estimula, ainda, o desenvolvimento econômico e sustentável das comunidades.

http://portal.mec.gov.br/component/tags/tag/35407-educacao-alimentar

Considere V para a(s) afirmativa(s) verdadeira(s) e F para a(s) afirmativa(s) falsa(s).

( ) A escolha da data para o Dia Nacional da Alimentação nas Escolas, 21 de outubro, foi com a finalidade de salientar a importância da alimentação, bem como da nutrição de todos os estudantes da educação básica.

( ) Kellen Pedrollo salienta que é fundamental que o Pnae se preocupe com os hábitos alimentares saudáveis, principalmente para os estudantes que estão na escola a partir do primeiro ano do ensino fundamental.

( ) Karine Santos declara que ela e a equipe verificam não só o tempo de preparo como também o do cozimento dos alimentos para que haja maior aceitabilidade por parte do aluno.

( ) De acordo com o texto, o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) teve, após sete anos, um reajuste orçamentário com o intuito de promover uma boa alimentação nas escolas.

( ) As escolas são obrigadas a adquirir, no mínimo, 30% de gêneros alimentícios ligados à agricultura familiar como uma forma de priorizar as comunidades indígenas, os assentamentos da reforma agrária e comunidades quilombolas.

Assinale a alternativa que apresenta, de baixo para cima, a sequência correta.

 

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2563204 Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: URI
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS
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As ações e serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou conveniados que integram o SUS são desenvolvidos de acordo com as diretrizes previstas no Art. 198 da Constituição Federal, obedecendo a alguns princípios. Dentre esses princípios, qual é o que garante o atendimento sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie?

 

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