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No trecho abaixo, propositadamente, alterou-se a grafia de alguns vocábulos, de modo que passaram a não estar registrados de acordo com a gramática normativa e o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa.
Faz alguma diferença para o comportamento das pessoas imaginar que Deus está monitorando suas ações e é capas de punir quem aje de forma contrária às regras morais? Bem, já existe uma literatura científica considerável relatando tentativas de investigar essa questão experimentalmente, e um dos maiores estudos sobre o tema foi o mote desta reportagem recente que fiz para a edissão impressa da Folha. A resposta curta é: as pessoas parecem, de fato, ajir de um jeito um pouco mais honesto quando afirmam crer em divindades que monitoram e punem maufeitores — ao menos quando estão lidando com outras pessoas da mesma religião que elas.
Compilado de artigo de Reinaldo José Lopes- "Deus tá vendo?" - jornal Folha de São Paulo, edição de 15/2115.
Para que o texto esteja em consonância com a norma culta da língua, deverá ser modificada a grafia de:
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O Município pode cobrar preços públicos pela utilização de seus bens e de seus serviços e por atividades municipais. De acordo com o que especifica a Lei Orgânica Municipal, os preços são estabelecidos por meio do seguinte ato:
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- Lei de Responsabilidade FiscalTransparência, Controle e Fiscalização (arts. 48 ao 59)RGF: Do Relatório de Gestão Fiscal (arts. 54 e 55)
Por força do que determina a Lei de Responsabilidade Fiscal, a cada quadrimestre será emitido o Relatório de Gestão Fiscal. No âmbito municipal, esse Relatório diz respeito:
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Antônio é um prestador de serviços autônomo que contratou um empréstimo pelo qual aceitou pagar uma taxa de juros simples de 4,5% ao mês durante 36 meses. Ao final deste período, calculou em R$ 29.970,00 o total dos juros incorridos na operação. Diante de tais informações, conclui-se que o valor, expresso em R$, , do empréstimo foi de:
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- Elementos OrçamentáriosReceita OrçamentáriaClassificação da Receita OrçamentáriaClassificação por Natureza da Receita
A receita, no âmbito da gestão pública, pode ser resultante do Poder Coercitivo, como também pode ser originada do poder de gestão. Nesse contexto, a classificação das receitas tem como objetivo a identificação da origem dos recursos orçamentários. De acordo com o artigo 11 da Lei nº 4.320/64, tratando se dos aspectos relacionados às categorias econômicas, as entradas provenientes da cobrança de tributos são classificadas como receitas:
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Quando a entidade fornece bens ou serviços dentro de um ciclo operacional claramente identificável, a classificação separada de ativos e passivos, segundo sua ordem de liquidez, no balanço patrimonial, proporciona informação útil ao distinguir os ativos líquidos que estejam continuamente em circulação como capital circulante dos que são utilizados nas operações de longo prazo da entidade. O Ativo mantido essencialmente com o propósito de ser negociado deve ser classificado como:
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BALANÇO
Por que hei de agradar o rude sofrimento e mais rude torná-lo, na desesperança? Por que proclamar a tristeza inútil diante das coisas que secretamente e melhor compreendo? Não falarei do desamparo que finamente me aperta os dedos na garganta. Não citarei o sentimento peculiar aos que têm propensão para o desengano e, mais do que nunca, ao crepúsculo, sentem-se traídos e ultrajados sem motivo. Não mais me referirei a estados de alma que nada contêm além de um vazio cinzento e interminável, um abismo de sombra e de abstrato, onde a tristeza rumina o seu cadáver.
Todos os gestos seriam inúteis. Nada salva e tudo nos perde e atraiçoa. O temor sustenta minhas interrogações e de repente me sinto só, perdidamente só e anterior a todos, como se ninguém mais houvesse. Tudo desaparece na refração das águas da memória. Vejo as imagens deformadas, mas que persistem, fantasmas íntimos. Rio e já não entendo; choro e me dilacero lentamente no tempo em que tudo está pesadamente mergulhado. Não grito porque o hábito se forma e o pudor defende. Conheço e entendo. Algumas vezes adivinho, mas não devasso. O que sabe deve calar-se para não ferir. Se digo, as palavras nada significam senão o prazer de proferi-las e achá-las bem achadas, não para que exprimam, mas simples jogo colorido que diverte. Não proporei normas, nem direi o que abomino. Deu-nos Deus a palavra para melhor silenciar. No inarticulado, me descubro um homem, com um nome, certos hábitos, fisionomia, alguns cacoetes e muitas possibilidades. Mas sobretudo vivendo por conta própria.
Foi um ato irresponsável confiar-me a mim mesmo. Meu destino gira nos meus dedos. Não me pertenço e nem me encontro. O tormento da lembrança, como cãibra, paralisa os gestos e sobrepõe ao que é o que já foi. Calculadamente percorro o caminho da fatalidade, onde os abismos espreitam e aguardam a imagem quebrada, e cem vezes traída.
Oito Lara Resende, texto publicado originalmente no jornal Folha de S. Paulo, edição de 5110102, disponível em {http:llwww.releituras.com/olresende_balanco.asp].
"Deu-nos Deus a palavra para melhor silenciar".
A transposição do trecho acima para a voz passiva resultará na forma verbal:
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CALENDÁRIO EMOCIONAL
Sabe aquele relógio que há dentro do celular e dos computadores, que mesmo que o aparelho esteja desligado mantém o horário e a agenda atualizados? Nosso inconsciente é igual. Ele tem um calendário infalível, que jaz com que tenhamos. sensações ou pensamentos "comemorativos" de datas que nem se quer sabíamos que lembrávamos.
Quando somos tomados por uma tristeza incompreensível, um desânimo fora de sentido, um choro estranho, uma brabeza despropositada, enfim, algo aparentemente fora de lugar, talvez seja o tal "calendário emocional". Algo pode estar sendo evocado nessa data. Sem ter consciência, fazemos o luto de aniversários de morte, de separação, da saída de um emprego, da partida de um filho, de um aborto ou qualquer outro evento significativo, duro ou doido. Todas as datas estão registradas em nosso relógio interno.
Para fazer você acreditar nisso, vou recorrer à história que aconteceu com uma paciente minha. História essa que foi surpreendente até para mim, mesmo depois de décadas de trabalho como psicanalista. Ela acordava todos os dias às três da manhã, depois demorava para dormir. Olhar o relógio e confirmar a infalibilidade do despertador interno só piorava as coisas. A sensação era de estar sendo vitima de um complô. Havia anos que quebrávamos a cabeça tentando entender o porquê dessa persistente repetição. Sua vida mudou e isso passou. Andávamos esquecidas do enigma, quando ela se pôs a falar sobre um período muito solitário e difícil em que, a trabalho, vivera na Coreia. Foi lá que essa maldição das três da manhã começou e, nas noites insones, costumava pensar que aqui eram três horas da tarde. Dessa vez, ao contar a história lembrou que durante sua infância, o pai, que era viajante e passava a semana fora, partia sempre aos domingos às três da tarde. Na sua ausência, a paciente ficava à mercê da mãe, cuja agressividade se expressava principalmente com ela.
A filha sabia que a saída do pai era o começo de uma jornada semanal de gritos e castigos. Muitos anos depois, soube-se que esse homem tinha duas familias e, mesmo sem ter consciência disso, a filha intuía que sua partida era muito mais significativa do que apenas trabalho. O hábito de despertar às três da madrugada, sentindo-se abandonada, como ocorria naquele lugar estrangeiro de fuso horário invertido, era um reencontro com a desolação que chegava quando ele partia.
Essa história lembra a força das emoções internas que governam nossa vida. Elas serão ainda mais persistentes quanto menos tivermos acesso a seu significado. Podemos combater uma insônia como essa usando uma medicação ou qualquer outro recurso. Mas não custa ir um pouco mais a fundo e descobrir o sentido oculto desses acontecimentos psíquicos, aparentemente bizarros. Decifrá-los possibilita que nos maravilhemos frente à eficácia da máquina psíquica que nos move. Sua precisão pode até ser assustadora, mas a familiaridade com sua lógica possibilita que certas maldições deixem de nos assombrar.
Diana Corso, Revista Vida Simples, disponível em {http://vidasimples.uol.com. brlnoticiaslpensarlcalendario-emocional.phtml#. Vs Tbm/K_PKO] .
Analise as proposições abaixo.
I. Após anos de terapia, a paciente mencionada no texto e a autora, sua psicanalista, conseguiram concluir que a insônia daquela estava relacionada a um período bastante turbulento, em que vivia na Coreia e era submetida, constantemente, à agressividade física e verbal dos pais.
II. Diana Corso adverte que as emoções internas governam nossa vida, se assim o permitirmos e, por isso mesmo, recomenda que tenhamos o mínimo acesso a elas e a seu significado.
III. A autora também avalia que devemos combater a insônia usando medicações específicas, caminho mais eficaz e seguro do que tentar ir a fundo nas emoções e desvendar-lhes o sentido oculto, que além de, muitas vezes, bizarro, pode revelar maldições que passarão a nos assombrar em definitivo.
Está em consonância com o texto o que se afirmou:
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BALANÇO
Por que hei de agradar o rude sofrimento e mais rude torná-lo, na desesperança? Por que proclamar a tristeza inútil diante das coisas que secretamente e melhor compreendo? Não falarei do desamparo que finamente me aperta os dedos na garganta. Não citarei o sentimento peculiar aos que têm propensão para o desengano e, mais do que nunca, ao crepúsculo, sentem-se traídos e ultrajados sem motivo. Não mais me referirei a estados de alma que nada contêm além de um vazio cinzento e interminável, um abismo de sombra e de abstrato, onde a tristeza rumina o seu cadáver.
Todos os gestos seriam inúteis. Nada salva e tudo nos perde e atraiçoa. O temor sustenta minhas interrogações e de repente me sinto só, perdidamente só e anterior a todos, como se ninguém mais houvesse. Tudo desaparece na refração das águas da memória. Vejo as imagens deformadas, mas que persistem, fantasmas íntimos. Rio e já não entendo; choro e me dilacero lentamente no tempo em que tudo está pesadamente mergulhado. Não grito porque o hábito se forma e o pudor defende. Conheço e entendo. Algumas vezes adivinho, mas não devasso. O que sabe deve calar-se para não ferir. Se digo, as palavras nada significam senão o prazer de proferi-las e achá-las bem achadas, não para que exprimam, mas simples jogo colorido que diverte. Não proporei normas, nem direi o que abomino. Deu-nos Deus a palavra para melhor silenciar. No inarticulado, me descubro um homem, com um nome, certos hábitos, fisionomia, alguns cacoetes e muitas possibilidades. Mas sobretudo vivendo por conta própria.
Foi um ato irresponsável confiar-me a mim mesmo. Meu destino gira nos meus dedos. Não me pertenço e nem me encontro. O tormento da lembrança, como cãibra, paralisa os gestos e sobrepõe ao que é o que já foi. Calculadamente percorro o caminho da fatalidade, onde os abismos espreitam e aguardam a imagem quebrada, e cem vezes traída.
Oito Lara Resende, texto publicado originalmente no jornal Folha de S. Paulo, edição de 5110102, disponível em {http:llwww.releituras.com/olresende_balanco.asp] .
Leia os períodos a seguir.
I. "Por que proclamar a tristeza inútil diante das coisas que secretamente e melhor compreendo?"
II. "Não citarei o sentimento peculiar aos que têm propensão para o desengano".
III. "Não mais me referirei a estados de alma".
IV. "Mas sobretudo vivendo por conta própria".
Analisando-se os períodos acima sob a ótica da gramática normativa, é válido asseverar que:
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BALANÇO
Por que hei de agradar o rude sofrimento e mais rude torná-lo, na desesperança? Por que proclamar a tristeza inútil diante das coisas que secretamente e melhor compreendo? Não falarei do desamparo que finamente me aperta os dedos na garganta. Não citarei o sentimento peculiar aos que têm propensão para o desengano e, mais do que nunca, ao crepúsculo, sentem-se traídos e ultrajados sem motivo. Não mais me referirei a estados de alma que nada contêm além de um vazio cinzento e interminável, um abismo de sombra e de abstrato, onde a tristeza rumina o seu cadáver.
Todos os gestos seriam inúteis. Nada salva e tudo nos perde e atraiçoa. O temor sustenta minhas interrogações e de repente me sinto só, perdidamente só e anterior a todos, como se ninguém mais houvesse. Tudo desaparece na refração das águas da memória. Vejo as imagens deformadas, mas que persistem, fantasmas íntimos. Rio e já não entendo; choro e me dilacero lentamente no tempo em que tudo está pesadamente mergulhado. Não grito porque o hábito se forma e o pudor defende. Conheço e entendo. Algumas vezes adivinho, mas não devasso. O que sabe deve calar-se para não ferir. Se digo, as palavras nada significam senão o prazer de proferi-las e achá-las bem achadas, não para que exprimam, mas simples jogo colorido que diverte. Não proporei normas, nem direi o que abomino. Deu-nos Deus a palavra para melhor silenciar. No inarticulado, me descubro um homem, com um nome, certos hábitos, fisionomia, alguns cacoetes e muitas possibilidades. Mas sobretudo vivendo por conta própria.
Foi um ato irresponsável confiar-me a mim mesmo. Meu destino gira nos meus dedos. Não me pertenço e nem me encontro. O tormento da lembrança, como cãibra, paralisa os gestos e sobrepõe ao que é o que já foi. Calculadamente percorro o caminho da fatalidade, onde os abismos espreitam e aguardam a imagem quebrada, e cem vezes traída.
Oito Lara Resende, texto publicado originalmente no jornal Folha de S. Paulo, edição de 5110102, disponível em {http:llwww.releituras.com/olresende_balanco.asp].
"Por que hei de agradar o rude sofrimento e mais rude torná-lo, na desesperança?"
O trecho acima foi reescrito preservando-se o sentido original e respeitando o que preceitua a norma culta em qual alternativa?
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