Magna Concursos

Foram encontradas 205 questões.

2295156 Ano: 2016
Disciplina: Arquivologia
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Santos-SP
Provas:
O método numérico dígito-terminal de arquivamento tem como elemento principal de identificação o número. Os documentos são numerados sequencialmente, dispostos em três grupos de dois dígitos cada um. Se considerarmos o número 193228 teremos:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2295154 Ano: 2016
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Santos-SP
Provas:
À luz a jurisprudência dos Tribunais pátrios, sobretudo do STF e do STJ, relativamente à ação civil pública disciplinada na Lei nº 7.347/1985, está incorreto afirmar que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2295149 Ano: 2016
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Santos-SP
Provas:
Vicente não costuma fazer um planejamento financeiro para enfrentar com mais tranquilidade as despesas comuns no início de cada ano. Assim, ao se deparar com suas obrigações tributárias, típicas desse periodo, procurou uma Instituição financeira e contratou um empréstimo de R$ 8.000,00 pelo prazo de seis meses à taxa de juros compostos de 5,0 % ao mês. Nestas condições, o valor total, expresso em Reais, dos juros a serem pagos nessa operação será de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2295144 Ano: 2016
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Santos-SP
Provas:
Diante do princípio da inércia da jurisdição, a petição inicial é instrumento da demanda e deve estar apto a deflagrar o processo judicial preenchendo todos os seus requisitos.
Neste toar, caso o julgador identifique neste instrumento irregularidades que dificultem o julgamento de mérito deverá:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2295138 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Santos-SP
Provas:
No Microsoft Excel 2010, o atalho de teclado Ctrl + - (hífen), é utilizado para:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2295134 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Santos-SP
Provas:
CALENDÁRIO EMOCIONAL
Sabe aquele relógio que há dentro do celular e dos computadores, que mesmo que o aparelho esteja desligado mantém o horário e a agenda atualizados? Nosso inconsciente é igual. Ele tem um calendário infalível, que jaz com que tenhamos. sensações ou pensamentos "comemorativos" de datas que nem se quer sabíamos que lembrávamos.
Quando somos tomados por uma tristeza incompreensível, um desânimo fora de sentido, um choro estranho, uma brabeza despropositada, enfim, algo aparentemente fora de lugar, talvez seja o tal "calendário emocional". Algo pode estar sendo evocado nessa data. Sem ter consciência, fazemos o luto de aniversários de morte, de separação, da saída de um emprego, da partida de um filho, de um aborto ou qualquer outro evento significativo, duro ou doido. Todas as datas estão registradas em nosso relógio interno.
Para fazer você acreditar nisso, vou recorrer à história que aconteceu com uma paciente minha. História essa que foi surpreendente até para mim, mesmo depois de décadas de trabalho como psicanalista. Ela acordava todos os dias às três da manhã, depois demorava para dormir. Olhar o relógio e confirmar a infalibilidade do despertador interno só piorava as coisas. A sensação era de estar sendo vitima de um complô. Havia anos que quebrávamos a cabeça tentando entender o porquê dessa persistente repetição. Sua vida mudou e isso passou. Andávamos esquecidas do enigma, quando ela se pôs a falar sobre um período muito solitário e difícil em que, a trabalho, vivera na Coreia. Foi lá que essa maldição das três da manhã começou e, nas noites insones, costumava pensar que aqui eram três horas da tarde. Dessa vez, ao contar a história lembrou que durante sua infância, o pai, que era viajante e passava a semana fora, partia sempre aos domingos às três da tarde. Na sua ausência, a paciente ficava à mercê da mãe, cuja agressividade se expressava principalmente com ela.
A filha sabia que a saída do pai era o começo de uma jornada semanal de gritos e castigos. Muitos anos depois, soube-se que esse homem tinha duas familias e, mesmo sem ter consciência disso, a filha intuía que sua partida era muito mais significativa do que apenas trabalho. O hábito de despertar às três da madrugada, sentindo-se abandonada, como ocorria naquele lugar estrangeiro de fuso horário invertido, era um reencontro com a desolação que chegava quando ele partia.
Essa história lembra a força das emoções internas que governam nossa vida. Elas serão ainda mais persistentes quanto menos tivermos acesso a seu significado. Podemos combater uma insônia como essa usando uma medicação ou qualquer outro recurso. Mas não custa ir um pouco mais a fundo e descobrir o sentido oculto desses acontecimentos psíquicos, aparentemente bizarros. Decifrá-los possibilita que nos maravilhemos frente à eficácia da máquina psíquica que nos move. Sua precisão pode até ser assustadora, mas a familiaridade com sua lógica possibilita que certas maldições deixem de nos assombrar.
Diana Corso, Revista Vida Simples, disponível em {http://vidasimples.uol.com. brlnoticiaslpensarlcalendario-emocional.phtml#. Vs Tbm/K_PKO].
A autora compara nosso calendário emocional ao relógio que há dentro do celular e dos computadores, no seguinte sentido:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2295124 Ano: 2016
Disciplina: Economia
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Santos-SP
Provas:
O produto interno bruto (PIB) de um pais pode ser conceituado como a renda, devida à produção dentro dos seus limites territoriais, durante um período determinado (mês, trimestre, ano etc.). Outro conceito, fortemente relacionado com o PIB, é o referente ao Produto Nacional Bruto (PNB), que vem a ser a renda que pertence efetivamente aos nacionais de um país, em um determinado período de tempo. Considerando tais conceitos e tendo como subsídios as informações apresentadas no quadro abaixo, pede-se que responda as questões.
Informações Econômicas de uma determinada região num determinado período $
Consumo privado (CP) 150
Consumo do qoverno (CG) 50
Formação bruta de capital fixo (FBCF) 25
Variação nos estoques (L\EST) 15
Exportações de Bens (X) 12
Importações de Bens (M) 8
Renda Liquida enviada ao exterior (RB) 5
Renda Liquida recebida do exterior (RR) 2
Considerando os dados expressos, no quadro de informações econômicas, podemos determinar que o PIB dessa determinada região, nesse determinado período, resultou num valor igual a:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2295115 Ano: 2016
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Santos-SP
Provas:
Um microempreendedor individual com necessidade de ampliar sua capacidade produtiva resolveu comprar novos equipamentos. Sem contar com recursos financeiros próprios, optou por realizar um empréstimo de R$ 20.000 a ser amortizado, sem carência, pelo Sistema de Amortização Francês (SAF) em 24 meses com uma taxa de juros de 5,0% ao mês. Nessas condições, o valor, em reais, das parcelas mensais será de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2295114 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Santos-SP
Provas:
O Microsoft Word 2010 permite ao usuário diversos modos de visualização do documento, como Layout de Impressão, Leitura em Tela Inteira e Rascunho. Para alternar entre esses modos o usuário pode utilizar os comandos correspondentes na Faixa de Opções, guia:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2295112 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Santos-SP
Provas:
OS SHORTINHOS E A FALTA DE DIÁLOGO
Li na coluna de Mônica Bergamo na Folha da última sexta-feira (5) a reportagem "A crise dos shortinhos no colégio Rio Branco". Trata-se do seguinte: o uniforme dessa escola pede bermudas, mas as garotas querem usar shortinhos, pois não querem ser obrigadas a "sofrer em silêncio com o calor do verão", como afirmam em um abaixo-assinado intitulado "Liberdade aos shortinhos".
Os argumentos das jovens, contidos no texto do abaixo-assinado que li na internet, passam pelas exigências diferentes feitas pela escola aos meninos e às meninas, pela falta de recursos de algumas alunas para comprar uma calça que substituiria o shortinho vetado e pelo desrespeito dos meninos, que não, sabem controlar seus hormônios, qualquer que seja a vestimenta das meninas.
Resumo da história: a direção insiste no uso do uniforme, e as jovens no uso do shortinho. Vale a pena, caro leitor, pensar a respeito desse que seria um conflito que representa muitos outros que ocorrem diariamente em todas as escolas, mas que já nasce como confronto. E quero destacar dois pontos para esta conversa.
Não é incrível que, mesmo depois do movimento de ocupação das escolas públicas de São Paulo e em outros Estados, nossas escolas continuem a ignorar a participação dos alunos, para que eles sintam de forma mais concreta que fazem parte dela? Eles precisam se sentir ativos e participativos na escola, e não somente atender às regras a eles impostas. Aliás, onde há regra, há transgressão, mas parece que as escolas não sabem o que fazer quando as transgressões ocorrem.
O grande receio da instituição escolar é o de ter de atender a todas as demandas do alunado, inclusive as impertinentes. Como a do uso do shortinho, por exemplo. Mas aí cabe discutir, à luz do conhecimento, a informalidade no mundo contemporâneo e os seus limites em ambientes profissionais, por exemplo.
Por que as escolas não discutem o uso do uniforme com seus alunos, já que serão eles que o utilizarão? Algumas poucas escolas já fizeram isso e conseguiram adesão dos alunos que, inclusive, criaram as vestimentas que usam diariamente.
O segundo ponto que quero ressaltar é que a falta de diálogo e de administração de conflitos gera jovens que nem sequer conseguem elaborar argumentos sólidos, coerentes e bem fundamentados para suas ideias.
Faz parte do papel da escola ensinar os jovens a debater, defender pontos de vista, dialogar, argumentar e contra argumentar, mas sempre à luz do conhecimento.
Hoje, porém, os alunos podem falar qualquer bobagem, que famílias e escolas aceitam, não é?
Já testemunhei mães e pais aceitarem como argumento dos filhos para fazer algo com as explicações "porque todo mundo faz" ou "porque está na moda". Já vi mães e professores aceitarem as justificativas mais esfarrapadas dos mais novos para algo que fizeram ou aceitar desculpas deles sem que estes demonstrassem o menor sinal de arrependimento. Falar por falar: é isso o que temos ensinado aos jovens, mas que não deveríamos.
Precisamos honrar nosso papel de adultos e levar a relação com os mais novos com seriedade, mas sem sisudez. O bom humor no trato com eles é fundamental para que eles não ouçam tudo o que o adulto diz como um sermão, como afirmou a diretora-geral do colégio ao qual a reportagem citada se refere.
Rosely Sayão, jornal Folha de São Paulo, edição de 9/2/16.
" ... não querem ser obrigadas a 'sofrer em silêncio"'.
A regência do verbo sublinhado repete-se naquele enfatizado em qual alternativa?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas