Foram encontradas 205 questões.
Para converter um intervalo de células vertical em um intervalo horizontal, ou vice-versa, em uma planilha do Microsoft Excel 2010 o usuário poderá utilizar a função:
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José deve dois titulos no valor de R$ 35.000 e R$ 65.000 cada. O título de R$ 35.000 vence de hoje a dois meses, já o título de R$ 65.000 vencerá de hoje a três meses. José deseja propor a substituição dos dois titulos por um único pagamento ao final do sexto mês. Considerando 4% ao mês a taxa corrente de juros simples, o valor, expresso em Reais, do pagamento único proposto por José deverá ser de:
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Na gestão de suas mercadorias para revenda, uma empresa do ramo comercial mantinha, no início de janeiro de 2016, um estoque de 80 unidades de cartuchos de tinta para impressão, adquiridos ao custo unitário de R$ 10,00. Ainda durante o mês de janeiro, ocorreram outras movimentações, sendo todos os preços já expressos livres dos impostos recuperáveis:
1) Aquisição de 150 unidades, ao preço de R$ 15,00
2) Venda de 180 unidades, ao preço de R$ 37,00.
3) Aquisição de 100 unidades, ao preço de R$ 13,00
4) Venda de 90 unidades, ao preço de R$ 34,00.
Sabendo-se que a empresa utiliza o método PEPS, para avaliação de seus estoques, é correto afirmar que o estoque no encerramento do mês de janeiro de 2016, dos referidos cartuchos de tinta, correspondia, em R$, a:
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AS FLORES
Há dois meses que lracema recebia flores, sem cartão. Colocava tudo nas jarras, vasos, copos; mesas, janelas, banheiro e até na cozinha . Quando o marido lhe perguntava por que tantas flores , todos os dias, ela sorria:
- Deixe de brincadeira, Epitácio.
Ele não percebia bem o que ela queria dizer, até que um dia:
- Epitácio, acho bom você parar de comprar tantas flores, já não tenho mais onde colocar.
Foi ai que ele compreendeu tudo:
- O quê? Você quer insinuar que não sabia que não sou eu quem manda essas flores?
Foi o diabo, ela não sabia explicar quem mandava, ele não conseguia convencê-la de que não era ele.
- Um de nós dois está mentindo - gritou, furioso.
- Então é você - rebateu e la .
No dia seguinte, de manhã, ele decidiu não sair, pra desvendar o mistério. Assim que as flores chegassem, a pessoa que as trouxesse seria interpelada. Mas não veio ninguém :
- Já são duas horas da tarde e as flores não chegaram, Epitácio. É muita coincidência. Vai me dizer que não era você.
Ele não tinha por onde escapar. Insinuou muito de leve que a mulher devia ter conhecido alguém na sua ausência. Ela chegou a chorar e se trancou no quarto. A discussão entrou pela noite até o dia seguinte. Epitácio saiu cedo, sem mesmo tomar café. Bateu a porta com força e levou o mistério para o trabalho.
Meia hora depois, a mulher saiu e foi ao florista.
- Como vai, Dona lracema? A senhora ontem não veio, heim? Aconteceu alguma coisa?
À noite, Epitácio viu as flores e não disse uma palavra, mas a mulher não parou:
- Seu cínico. Bastou você sair para as flores aparecerem e ainda tem coragem de dizer que não foi você.
Nessa noite ele teve insônia .
Leon Eliachar, texto extraído do livro "O homem ao zero", Editora Expressão e Cultura - Rio de Janeiro, 1968.
A fúria de Epitácio, quando a esposa pediu que ele parasse de comprar tantas flores se deu pelo motivo explicado em qual alternativa?
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Um administrador público, ao construir sua casa, utilizou veículos, materiais e equipamentos públicos. De acordo com o que prevê as leis brasileiras, poderá ser acusado de cometer um ato:
I. de imoralidade administrativa.
II. de improbidade administrativa
III. de enriquecimento ilícito.
Está correto o que se afirmou em:
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A necessidade da atuação, economia do setor público está relacionada à constatação de que o sistema de livre mercado não consegue cumprir adequadamente algumas tarefas ou funções. Dentre as funções desempenhadas pelo governo, no desempenho de suas atividades econômicas, está aquela associada ao fornecimento de bens e serviços não oferecidos adequadamente pelo sistema de mercado. Tal função é a :
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2295275
Ano: 2016
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Santos-SP
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Santos-SP
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Responda a questão a seguir considerando a Lei nº 9.394, de 20/12/96 que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
A classificação em qualquer série ou etapa, exceto a primeira do ensino fundamental, não pode ser feita:
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2295270
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Santos-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Santos-SP
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Em dezembro de 2015, o então ministro da fazenda, Joaquim Levy, foi substituído, o que causou forte apreensão entre grande parte de analistas e profissionais ligados ao mercado financeiro.
Assinale, entre as alternativas abaixo, aquela que apresenta o nome do ministro que substituiu Joaquim Levy e algumas das razões que provocaram a apreensão dos referidos analistas.
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2295257
Ano: 2016
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Santos-SP
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Santos-SP
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Responda a questão a seguir considerando a Lei nº 9.394, de 20/12/96 que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
Leia os itens a seguir.
I. Elaborar e executar sua proposta pedagógica.
II. Baixar normas complementares para o seu sistema de ensino.
III. Administrar seu pessoal e seus recursos materiais e financeiros.
IV. Assegurar o cumprimento dos dias letivos e horas-aula estabelecidas.
V. Assumir o transporte escolar dos alunos da rede estadual.
As incumbências dos estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de ensino, estão descritas em:
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OS SHORTINHOS E A FALTA DE DIÁLOGO
Li na coluna de Mônica Bergamo na Folha da última sexta-feira (5) a reportagem "A crise dos shortinhos no colégio Rio Branco". Trata-se do seguinte: o uniforme dessa escola pede bermudas, mas as garotas querem usar shortinhos, pois não querem ser obrigadas a "sofrer em silêncio com o calor do verão", como afirmam em um abaixo-assinado intitulado "Liberdade aos shortinhos".
Os argumentos das jovens, contidos no texto do abaixo-assinado que li na internet, passam pelas exigências diferentes feitas pela escola aos meninos e às meninas, pela falta de recursos de algumas alunas para comprar uma calça que substituiria o shortinho vetado e pelo desrespeito dos meninos, que não, sabem controlar seus hormônios, qualquer que seja a vestimenta das meninas.
Resumo da história: a direção insiste no uso do uniforme, e as jovens no uso do shortinho. Vale a pena, caro leitor, pensar a respeito desse que seria um conflito que representa muitos outros que ocorrem diariamente em todas as escolas, mas que já nasce como confronto. E quero destacar dois pontos para esta conversa.
Não é incrível que, mesmo depois do movimento de ocupação das escolas públicas de São Paulo e em outros Estados, nossas escolas continuem a ignorar a participação dos alunos, para que eles sintam de forma mais concreta que fazem parte dela? Eles precisam se sentir ativos e participativos na escola, e não somente atender às regras a eles impostas. Aliás, onde há regra, há transgressão, mas parece que as escolas não sabem o que fazer quando as transgressões ocorrem.
O grande receio da instituição escolar é o de ter de atender a todas as demandas do alunado, inclusive as impertinentes. Como a do uso do shortinho, por exemplo. Mas aí cabe discutir, à luz do conhecimento, a informalidade no mundo contemporâneo e os seus limites em ambientes profissionais, por exemplo.
Por que as escolas não discutem o uso do uniforme com seus alunos, já que serão eles que o utilizarão? Algumas poucas escolas já fizeram isso e conseguiram adesão dos alunos que, inclusive, criaram as vestimentas que usam diariamente.
O segundo ponto que quero ressaltar é que a falta de diálogo e de administração de conflitos gera jovens que nem sequer conseguem elaborar argumentos sólidos, coerentes e bem fundamentados para suas ideias.
Faz parte do papel da escola ensinar os jovens a debater, defender pontos de vista, dialogar, argumentar e contra argumentar, mas sempre à luz do conhecimento.
Hoje, porém, os alunos podem falar qualquer bobagem, que famílias e escolas aceitam, não é?
Já testemunhei mães e pais aceitarem como argumento dos filhos para fazer algo com as explicações "porque todo mundo faz" ou "porque está na moda". Já vi mães e professores aceitarem as justificativas mais esfarrapadas dos mais novos para algo que fizeram ou aceitar desculpas deles sem que estes demonstrassem o menor sinal de arrependimento. Falar por falar: é isso o que temos ensinado aos jovens, mas que não deveríamos.
Precisamos honrar nosso papel de adultos e levar a relação com os mais novos com seriedade, mas sem sisudez. O bom humor no trato com eles é fundamental para que eles não ouçam tudo o que o adulto diz como um sermão, como afirmou a diretora-geral do colégio ao qual a reportagem citada se refere.
Rosely Sayão, jornal Folha de São Paulo, edição de 9/2/16.
Rosely Sayão entende que a crise no colégio Rio Branco:
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