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Foram encontradas 50 questões.

Duas amigas, Carla e Bete, foram a uma loja comprar canecas que estavam em promoção, todas pelo mesmo preço. Carla comprou 20 canecas e gastou mais R$ 100,00 em outros artigos, e Bete comprou 35 canecas e obteve um desconto de R$ 20,00. Se ambas gastaram a mesma quantia de dinheiro, então o valor de uma caneca era
 

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1389433 Ano: 2010
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP
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A rotina é um elemento importante na Educação Infantil. Deve ser rica, alegre e prazerosa, proporcionando espaço para a construção diária do projeto político- pedagógico da escola. Deve, ainda, proporcionar à criança sentimentos de estabilidade e segurança envolvendo os cuidados, as brincadeiras e as situações de aprendizagem. Pode-se dizer que a rotina favorece
 

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Gordura de fígado
Esteatose hepática. Fígado gordo. Gordura no fígado. Diagnósticos frequentes em pessoas que fazem exames de imagem do abdome: ultrassonografia, tomografia computadorizada ou ressonância nuclear magnética. Muitos médicos e pacientes não levam a sério essa condição, mas ela pode acarretar problemas graves. Até falência do funcionamento adequado do fígado.
O acúmulo progressivo de gordura, basicamente triglicérides, entre as células do fígado é geralmente assintomático. Os indivíduos não têm percepção dessa condição clínica, até a realização, por qualquer motivo, de um exame radiológico do abdome.
Apesar de não provocar nenhum sinal ou sintoma, a esteatose pode se associar à elevação significativa dos riscos de morte por doenças diversas, como infarto ou derrame cerebral, doenças do fígado e até por tumores malignos. A esteatose é ainda mais comum em pessoas obesas, ou que sofram de diabetes. Mas sua ocorrência não é restrita a esse grupo de pacientes.
Curiosamente, no entanto, muitas pessoas que comem ou bebem em excesso não têm nenhum sinal de gordura no fígado, e não é raro encontrar pessoas magras, com dietas balanceadas e sem excessos com esteatose hepática importante.
Um estudo recentemente publicado na revista New England Journal of Medicine conseguiu encontrar uma pista que explica a suscetibilidade diferenciada entre os indivíduos. Pesquisadores examinaram um grupo de voluntários do sexo masculino, que não apresentavam fatores de risco claros para a doença. Não eram obesos, alcoólatras ou diabéticos. Pesquisaram nessas pessoas a presença de um gene chamado Apoc3 e solicitaram que avaliassem a quantidade de gordura em seus fígados. Quando foi correlacionada a presença da doença com as alterações genéticas do Apoc3, os cientistas observaram que nos indivíduos sem essas alterações do gene não havia nenhum caso de gordura no fígado.
Por outro lado, nos indivíduos com presença das alterações genéticas do gene, 38% tinham infiltração gordurosa significativa no fígado e também apresentavam maiores concentrações de triglicérides no sangue.
Em relação à observação de que pessoas com esteatose hepática extensa podem desenvolver inflamação do fígado, a chamada hepatite, o significado dos resultados obtidos nesse estudo ficam ainda mais óbvios. Existe a possibilidade de identificar as pessoas com maior risco de gordura no fígado; e nesse grupo, as pessoas que podem apresentar quadro de hepatite grave. Os autores dessa publicação alertam para a necessidade de portadores da doença passarem por uma avaliação detalhada por especialistas, para reverter o quadro e evitar complicações potencialmente graves.
(Riad Younes, CartaCapital, 28 julho, 2010. Adaptado)
Segundo o texto, pode-se concluir que
 

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Leia o texto para responder à questão.
Até hoje permanece certa confusão em torno da morte de Quincas Berro D’Água. Dúvidas por explicar, detalhes absurdos, contradições no depoimento das testemunhas, lacunas diversas. Não há clareza sobre hora, local e frase derradeira. A família, apoiada por vizinhos e conhecidos, mantém-se intransigente na versão da tranquila morte matinal, sem testemunhas, sem aparato, sem frase, acontecida quase vinte horas antes daquela outra propalada e comentada morte na agonia da noite, quando a lua se desfez sobre o mar e aconteceram mistérios na orla do cais da Bahia. Presenciada, no entanto, por testemunhas idôneas, largamente falada nas ladeiras e becos escusos, a frase final repetida de boca em boca representou, na opinião daquela gente, mais que uma simples despedida do mundo, um testemunho profético, mensagem do profundo conteúdo (como escrevia um jovem autor de nosso tempo).
(Jorge Amado, A Morte e a morte de Quincas Berro D’Água.)
A morte de Quincas Berro D’Água
 

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Gordura de fígado
Esteatose hepática. Fígado gordo. Gordura no fígado. Diagnósticos frequentes em pessoas que fazem exames de imagem do abdome: ultrassonografia, tomografia computadorizada ou ressonância nuclear magnética. Muitos médicos e pacientes não levam a sério essa condição, mas ela pode acarretar problemas graves. Até falência do funcionamento adequado do fígado.
O acúmulo progressivo de gordura, basicamente triglicérides, entre as células do fígado é geralmente assintomático. Os indivíduos não têm percepção dessa condição clínica, até a realização, por qualquer motivo, de um exame radiológico do abdome.
Apesar de não provocar nenhum sinal ou sintoma, a esteatose pode se associar à elevação significativa dos riscos de morte por doenças diversas, como infarto ou derrame cerebral, doenças do fígado e até por tumores malignos. A esteatose é ainda mais comum em pessoas obesas, ou que sofram de diabetes. Mas sua ocorrência não é restrita a esse grupo de pacientes.
Curiosamente, no entanto, muitas pessoas que comem ou bebem em excesso não têm nenhum sinal de gordura no fígado, e não é raro encontrar pessoas magras, com dietas balanceadas e sem excessos com esteatose hepática importante.
Um estudo recentemente publicado na revista New England Journal of Medicine conseguiu encontrar uma pista que explica a suscetibilidade diferenciada entre os indivíduos. Pesquisadores examinaram um grupo de voluntários do sexo masculino, que não apresentavam fatores de risco claros para a doença. Não eram obesos, alcoólatras ou diabéticos. Pesquisaram nessas pessoas a presença de um gene chamado Apoc3 e solicitaram que avaliassem a quantidade de gordura em seus fígados. Quando foi correlacionada a presença da doença com as alterações genéticas do Apoc3, os cientistas observaram que nos indivíduos sem essas alterações do gene não havia nenhum caso de gordura no fígado.
Por outro lado, nos indivíduos com presença das alterações genéticas do gene, 38% tinham infiltração gordurosa significativa no fígado e também apresentavam maiores concentrações de triglicérides no sangue.
Em relação à observação de que pessoas com esteatose hepática extensa podem desenvolver inflamação do fígado, a chamada hepatite, o significado dos resultados obtidos nesse estudo ficam ainda mais óbvios. Existe a possibilidade de identificar as pessoas com maior risco de gordura no fígado; e nesse grupo, as pessoas que podem apresentar quadro de hepatite grave. Os autores dessa publicação alertam para a necessidade de portadores da doença passarem por uma avaliação detalhada por especialistas, para reverter o quadro e evitar complicações potencialmente graves.
(Riad Younes, CartaCapital, 28 julho, 2010. Adaptado)
Leia as frases.
I. Ainda não se chegou a conclusões quanto à causa da esteatose.
II. À partir dos diagnósticos feitos com exames de imagem, pode-se evitar a esteatose.
III. O estudo referia-se à suscetibilidade diferenciada que ocorre entre os indivíduos.
IV. Pessoas que têm diabetes são mais propensas à essa doença.
Quanto ao uso ou não do acento indicativo da crase, estão corretas, apenas, as frases
 

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Gordura de fígado
Esteatose hepática. Fígado gordo. Gordura no fígado. Diagnósticos frequentes em pessoas que fazem exames de imagem do abdome: ultrassonografia, tomografia computadorizada ou ressonância nuclear magnética. Muitos médicos e pacientes não levam a sério essa condição, mas ela pode acarretar problemas graves. Até falência do funcionamento adequado do fígado.
O acúmulo progressivo de gordura, basicamente triglicérides, entre as células do fígado é geralmente assintomático. Os indivíduos não têm percepção dessa condição clínica, até a realização, por qualquer motivo, de um exame radiológico do abdome.
Apesar de não provocar nenhum sinal ou sintoma, a esteatose pode se associar à elevação significativa dos riscos de morte por doenças diversas, como infarto ou derrame cerebral, doenças do fígado e até por tumores malignos. A esteatose é ainda mais comum em pessoas obesas, ou que sofram de diabetes. Mas sua ocorrência não é restrita a esse grupo de pacientes.
Curiosamente, no entanto, muitas pessoas que comem ou bebem em excesso não têm nenhum sinal de gordura no fígado, e não é raro encontrar pessoas magras, com dietas balanceadas e sem excessos com esteatose hepática importante.
Um estudo recentemente publicado na revista New England Journal of Medicine conseguiu encontrar uma pista que explica a suscetibilidade diferenciada entre os indivíduos. Pesquisadores examinaram um grupo de voluntários do sexo masculino, que não apresentavam fatores de risco claros para a doença. Não eram obesos, alcoólatras ou diabéticos. Pesquisaram nessas pessoas a presença de um gene chamado Apoc3 e solicitaram que avaliassem a quantidade de gordura em seus fígados. Quando foi correlacionada a presença da doença com as alterações genéticas do Apoc3, os cientistas observaram que nos indivíduos sem essas alterações do gene não havia nenhum caso de gordura no fígado.
Por outro lado, nos indivíduos com presença das alterações genéticas do gene, 38% tinham infiltração gordurosa significativa no fígado e também apresentavam maiores concentrações de triglicérides no sangue.
Em relação à observação de que pessoas com esteatose hepática extensa podem desenvolver inflamação do fígado, a chamada hepatite, o significado dos resultados obtidos nesse estudo ficam ainda mais óbvios. Existe a possibilidade de identificar as pessoas com maior risco de gordura no fígado; e nesse grupo, as pessoas que podem apresentar quadro de hepatite grave. Os autores dessa publicação alertam para a necessidade de portadores da doença passarem por uma avaliação detalhada por especialistas, para reverter o quadro e evitar complicações potencialmente graves.
(Riad Younes, CartaCapital, 28 julho, 2010. Adaptado)
De acordo com as informações contidas no texto, a esteatose hepática
 

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1387519 Ano: 2010
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP
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A diversidade de etnias, crenças, costumes, valores etc. que caracterizam a população brasileira marca, também, as instituições de educação infantil. Assim, os profissionais da educação devem, prioritariamente, desenvolver a capacidade de
 

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1386777 Ano: 2010
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP
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A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na escola e em outras instâncias. As instituições escolares devem
 

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1386537 Ano: 2010
Disciplina: Pedagogia
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São Bernardo do Campo-SP
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As diferenças que caracterizam cada fase de desenvolvimento das crianças são bastante grandes, assim, a organização homogêneados agrupamentos na educação infantil está relacionada muito mais
 

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Gordura de fígado
Esteatose hepática. Fígado gordo. Gordura no fígado. Diagnósticos frequentes em pessoas que fazem exames de imagem do abdome: ultrassonografia, tomografia computadorizada ou ressonância nuclear magnética. Muitos médicos e pacientes não levam a sério essa condição, mas ela pode acarretar problemas graves. Até falência do funcionamento adequado do fígado.
O acúmulo progressivo de gordura, basicamente triglicérides, entre as células do fígado é geralmente assintomático. Os indivíduos não têm percepção dessa condição clínica, até a realização, por qualquer motivo, de um exame radiológico do abdome.
Apesar de não provocar nenhum sinal ou sintoma, a esteatose pode se associar à elevação significativa dos riscos de morte por doenças diversas, como infarto ou derrame cerebral, doenças do fígado e até por tumores malignos. A esteatose é ainda mais comum em pessoas obesas, ou que sofram de diabetes. Mas sua ocorrência não é restrita a esse grupo de pacientes.
Curiosamente, no entanto, muitas pessoas que comem ou bebem em excesso não têm nenhum sinal de gordura no fígado, e não é raro encontrar pessoas magras, com dietas balanceadas e sem excessos com esteatose hepática importante.
Um estudo recentemente publicado na revista New England Journal of Medicine conseguiu encontrar uma pista que explica a suscetibilidade diferenciada entre os indivíduos. Pesquisadores examinaram um grupo de voluntários do sexo masculino, que não apresentavam fatores de risco claros para a doença. Não eram obesos, alcoólatras ou diabéticos. Pesquisaram nessas pessoas a presença de um gene chamado Apoc3 e solicitaram que avaliassem a quantidade de gordura em seus fígados. Quando foi correlacionada a presença da doença com as alterações genéticas do Apoc3, os cientistas observaram que nos indivíduos sem essas alterações do gene não havia nenhum caso de gordura no fígado.
Por outro lado, nos indivíduos com presença das alterações genéticas do gene, 38% tinham infiltração gordurosa significativa no fígado e também apresentavam maiores concentrações de triglicérides no sangue.
Em relação à observação de que pessoas com esteatose hepática extensa podem desenvolver inflamação do fígado, a chamada hepatite, o significado dos resultados obtidos nesse estudo ficam ainda mais óbvios. Existe a possibilidade de identificar as pessoas com maior risco de gordura no fígado; e nesse grupo, as pessoas que podem apresentar quadro de hepatite grave. Os autores dessa publicação alertam para a necessidade de portadores da doença passarem por uma avaliação detalhada por especialistas, para reverter o quadro e evitar complicações potencialmente graves.
(Riad Younes, CartaCapital, 28 julho, 2010. Adaptado)
Tendo-se em conta a flexão e o emprego dos verbos, assinale a alternativa em que a forma entre parênteses completa corretamente a lacuna da frase.
 

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