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Assinale a alternativa em que a expressão está substituída nos parênteses conforme a norma-padrão de emprego de pronomes.
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Uma das fábulas de Esopo retrata ________ formiga como incansável trabalhadora, enquanto a cigarra é aquela que está mais voltada ________ diversão. A fábula serve para falar da importância do trabalho na hora certa, mas se perguntarmos ________ que trabalham na agricultura o que pensam da fábula, provavelmente eles prefeririam que as formigas trabalhassem menos e não atrapalhassem tanto ________ trabalho deles.
As lacunas do texto podem ser, correta e respectivamente, preenchidas por:
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Leia o texto para responder às questões de números 07 e 08.
De todos os insetos, as formigas são os mais evoluídos, dotadas de extraordinária capacidade de adaptação a qualquer ambiente, com estratégias de sobrevivência baseadas numa divisão de trabalho que deixaria embasbacado um administrador de empresas. Não é à toa que as formigas tenham sobrevivido, com poucas mudanças, a mais de 100 milhões de anos de vida como espécies. Entre as mais de 1000 espécies existentes no Brasil, as saúvas, especificamente, podem ser encontradas em toda parte, supondo-se que existam algo como 3 bilhões de indivíduos, distribuídos em 300 milhões de colônias.
Elas atraíram a atenção do paulista Mário Autuori (1907-1982), que dedicou mais de cinquenta anos de vida a pesquisá-las. Autuori, um autodidata, foi o criador de um tipo de viveiro de formigas utilizado até hoje no mundo inteiro para se observar seu trabalho subterrâneo. Diretor do Zoológico de São Paulo durante 28 anos, ele se tornou conhecido do grande público em 1976, quando participou de um programa de auditório na televisão, em que respondia a questões sobre formigas.
O que a maioria das pessoas conhece da vida das saúvas é o que podem observar nas trilhas superpovoadas de trabalhadoras carregando folhas para o interior do ninho. Pode-se ouvir o ruído do trabalho das possantes mandíbulas das operárias cortadeiras, que chegam a medir 7 milímetros, derrubando grandes pedaços de folhas no solo. Na verdade, elas constituem os principais herbívoros dos trópicos americanos, consumindo mais do que mamíferos, lagartos ou besouros. As saúvas podem cortar entre 12% e 17% das folhas e flores produzidas nas florestas tropicais, assim como 2 milhões de toneladas de cana por safra e grande quantidade de gramíneas em terrenos abertos – dez formigueiros consomem por dia 210 quilos de capim.
(Marcelo T. C. de Oliveira. A dura vida das formigas. https://super.abril.com.br, 31.07.1990. Adaptado)
Assinale a alternativa em que todas as vírgulas do trecho podem ser substituídas por parênteses, sem prejuízo da correção gramatical.
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Leia o texto para responder às questões de números 07 e 08.
De todos os insetos, as formigas são os mais evoluídos, dotadas de extraordinária capacidade de adaptação a qualquer ambiente, com estratégias de sobrevivência baseadas numa divisão de trabalho que deixaria embasbacado um administrador de empresas. Não é à toa que as formigas tenham sobrevivido, com poucas mudanças, a mais de 100 milhões de anos de vida como espécies. Entre as mais de 1000 espécies existentes no Brasil, as saúvas, especificamente, podem ser encontradas em toda parte, supondo-se que existam algo como 3 bilhões de indivíduos, distribuídos em 300 milhões de colônias.
Elas atraíram a atenção do paulista Mário Autuori (1907-1982), que dedicou mais de cinquenta anos de vida a pesquisá-las. Autuori, um autodidata, foi o criador de um tipo de viveiro de formigas utilizado até hoje no mundo inteiro para se observar seu trabalho subterrâneo. Diretor do Zoológico de São Paulo durante 28 anos, ele se tornou conhecido do grande público em 1976, quando participou de um programa de auditório na televisão, em que respondia a questões sobre formigas.
O que a maioria das pessoas conhece da vida das saúvas é o que podem observar nas trilhas superpovoadas de trabalhadoras carregando folhas para o interior do ninho. Pode-se ouvir o ruído do trabalho das possantes mandíbulas das operárias cortadeiras, que chegam a medir 7 milímetros, derrubando grandes pedaços de folhas no solo. Na verdade, elas constituem os principais herbívoros dos trópicos americanos, consumindo mais do que mamíferos, lagartos ou besouros. As saúvas podem cortar entre 12% e 17% das folhas e flores produzidas nas florestas tropicais, assim como 2 milhões de toneladas de cana por safra e grande quantidade de gramíneas em terrenos abertos – dez formigueiros consomem por dia 210 quilos de capim.
(Marcelo T. C. de Oliveira. A dura vida das formigas. https://super.abril.com.br, 31.07.1990. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta apenas afirmações corretas segundo as informações presentes no texto.
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Assinale a alternativa em que a frase está em conformidade com a norma-padrão de concordância.
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.
Ando de carro pelo interior de São Paulo. Pelas estradas, vou contemplando vastos campos de cana-de-açúcar, café, laranja e até seringueiras. Nenhuma daquelas plantas é dali. Vieram de outros continentes ou de outras partes do Brasil. Adaptaram-se a uma vontade externa que as deslocou da sua área de origem. Sabemos que a agricultura em larga escala de espécies não originais cria riquezas, mas pode conter riscos.
Educar-se é um exercício agrícola. Precisamos eliminar ervas daninhas, os hábitos pouco produtivos. Necessitamos valorizar habilidades naturais (espécies nativas) e saber quais novas merecem o cultivo. Tudo deve ser irrigado, protegido de riscos e pragas.
A maior erva daninha de hoje é a falta de foco. O vilão? O celular, com seus vídeos sedutores e mensagens contínuas. Eu me sento um minuto para ver algo e, de repente, vejo que se passou meia hora. A falta de foco mata qualquer planta promissora. O viajante Saint-Hilaire advertia há quase dois séculos: “Ou o Brasil acaba com a saúva, ou a saúva acaba com o Brasil”. A praga do celular é pior do que a da formiga voraz. O celular come pela raiz o tempo. Reaja, antes de ficar seco como um tronco abandonado.
Voltando à cena do interior de São Paulo. Trazer uma espécie exótica atrai alguns riscos ao ambiente. São necessários estudos. Nem tudo é possível. A manga e a jaca adaptaram-se tanto ao Brasil que parecem ter nascido aqui. A cana-de-açúcar fez um longo trajeto da Ásia para o sul da Europa, e ilhas atlânticas, até ocupar imensos espaços no território brasileiro. Se você quiser introduzir um hábito novo na sua vida, saiba que a adaptação será deveras complicada. É necessário persistência, reflexão e bastante cautela. Criar foco, desenvolver disciplina de trabalho, conter acessos de raiva, superar preconceitos: tudo implica muito cuidado. A tentação da volta é realmente constante. O bom agricultor sabe que não existe domingo ou feriado para uma excelente safra. A natureza é generosa e exigente. Tenha esperança de equilibrar as suas virtudes naturais e boa colheita.
(Leandro Karnal. Reaja, antes de ficar seco como um tronco. www.estadao.com.br, 08.11.2023. Adaptado)
No trecho “… tudo implica muito cuidado” (4º parágrafo), o vocábulo destacado pode ser substituído, de acordo com a norma-padrão de regência, por:
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.
Ando de carro pelo interior de São Paulo. Pelas estradas, vou contemplando vastos campos de cana-de-açúcar, café, laranja e até seringueiras. Nenhuma daquelas plantas é dali. Vieram de outros continentes ou de outras partes do Brasil. Adaptaram-se a uma vontade externa que as deslocou da sua área de origem. Sabemos que a agricultura em larga escala de espécies não originais cria riquezas, mas pode conter riscos.
Educar-se é um exercício agrícola. Precisamos eliminar ervas daninhas, os hábitos pouco produtivos. Necessitamos valorizar habilidades naturais (espécies nativas) e saber quais novas merecem o cultivo. Tudo deve ser irrigado, protegido de riscos e pragas.
A maior erva daninha de hoje é a falta de foco. O vilão? O celular, com seus vídeos sedutores e mensagens contínuas. Eu me sento um minuto para ver algo e, de repente, vejo que se passou meia hora. A falta de foco mata qualquer planta promissora. O viajante Saint-Hilaire advertia há quase dois séculos: “Ou o Brasil acaba com a saúva, ou a saúva acaba com o Brasil”. A praga do celular é pior do que a da formiga voraz. O celular come pela raiz o tempo. Reaja, antes de ficar seco como um tronco abandonado.
Voltando à cena do interior de São Paulo. Trazer uma espécie exótica atrai alguns riscos ao ambiente. São necessários estudos. Nem tudo é possível. A manga e a jaca adaptaram-se tanto ao Brasil que parecem ter nascido aqui. A cana-de-açúcar fez um longo trajeto da Ásia para o sul da Europa, e ilhas atlânticas, até ocupar imensos espaços no território brasileiro. Se você quiser introduzir um hábito novo na sua vida, saiba que a adaptação será deveras complicada. É necessário persistência, reflexão e bastante cautela. Criar foco, desenvolver disciplina de trabalho, conter acessos de raiva, superar preconceitos: tudo implica muito cuidado. A tentação da volta é realmente constante. O bom agricultor sabe que não existe domingo ou feriado para uma excelente safra. A natureza é generosa e exigente. Tenha esperança de equilibrar as suas virtudes naturais e boa colheita.
(Leandro Karnal. Reaja, antes de ficar seco como um tronco. www.estadao.com.br, 08.11.2023. Adaptado)
O vocábulo destacado foi empregado para expressar sentido de inclusão em:
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.
Ando de carro pelo interior de São Paulo. Pelas estradas, vou contemplando vastos campos de cana-de-açúcar, café, laranja e até seringueiras. Nenhuma daquelas plantas é dali. Vieram de outros continentes ou de outras partes do Brasil. Adaptaram-se a uma vontade externa que as deslocou da sua área de origem. Sabemos que a agricultura em larga escala de espécies não originais cria riquezas, mas pode conter riscos.
Educar-se é um exercício agrícola. Precisamos eliminar ervas daninhas, os hábitos pouco produtivos. Necessitamos valorizar habilidades naturais (espécies nativas) e saber quais novas merecem o cultivo. Tudo deve ser irrigado, protegido de riscos e pragas.
A maior erva daninha de hoje é a falta de foco. O vilão? O celular, com seus vídeos sedutores e mensagens contínuas. Eu me sento um minuto para ver algo e, de repente, vejo que se passou meia hora. A falta de foco mata qualquer planta promissora. O viajante Saint-Hilaire advertia há quase dois séculos: “Ou o Brasil acaba com a saúva, ou a saúva acaba com o Brasil”. A praga do celular é pior do que a da formiga voraz. O celular come pela raiz o tempo. Reaja, antes de ficar seco como um tronco abandonado.
Voltando à cena do interior de São Paulo. Trazer uma espécie exótica atrai alguns riscos ao ambiente. São necessários estudos. Nem tudo é possível. A manga e a jaca adaptaram-se tanto ao Brasil que parecem ter nascido aqui. A cana-de-açúcar fez um longo trajeto da Ásia para o sul da Europa, e ilhas atlânticas, até ocupar imensos espaços no território brasileiro. Se você quiser introduzir um hábito novo na sua vida, saiba que a adaptação será deveras complicada. É necessário persistência, reflexão e bastante cautela. Criar foco, desenvolver disciplina de trabalho, conter acessos de raiva, superar preconceitos: tudo implica muito cuidado. A tentação da volta é realmente constante. O bom agricultor sabe que não existe domingo ou feriado para uma excelente safra. A natureza é generosa e exigente. Tenha esperança de equilibrar as suas virtudes naturais e boa colheita.
(Leandro Karnal. Reaja, antes de ficar seco como um tronco. www.estadao.com.br, 08.11.2023. Adaptado)
No trecho “O viajante Saint-Hilaire advertia há quase dois séculos…” (3º parágrafo), a forma verbal do vocábulo destacado foi empregada para indicar uma ação
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.
Ando de carro pelo interior de São Paulo. Pelas estradas, vou contemplando vastos campos de cana-de-açúcar, café, laranja e até seringueiras. Nenhuma daquelas plantas é dali. Vieram de outros continentes ou de outras partes do Brasil. Adaptaram-se a uma vontade externa que as deslocou da sua área de origem. Sabemos que a agricultura em larga escala de espécies não originais cria riquezas, mas pode conter riscos.
Educar-se é um exercício agrícola. Precisamos eliminar ervas daninhas, os hábitos pouco produtivos. Necessitamos valorizar habilidades naturais (espécies nativas) e saber quais novas merecem o cultivo. Tudo deve ser irrigado, protegido de riscos e pragas.
A maior erva daninha de hoje é a falta de foco. O vilão? O celular, com seus vídeos sedutores e mensagens contínuas. Eu me sento um minuto para ver algo e, de repente, vejo que se passou meia hora. A falta de foco mata qualquer planta promissora. O viajante Saint-Hilaire advertia há quase dois séculos: “Ou o Brasil acaba com a saúva, ou a saúva acaba com o Brasil”. A praga do celular é pior do que a da formiga voraz. O celular come pela raiz o tempo. Reaja, antes de ficar seco como um tronco abandonado.
Voltando à cena do interior de São Paulo. Trazer uma espécie exótica atrai alguns riscos ao ambiente. São necessários estudos. Nem tudo é possível. A manga e a jaca adaptaram-se tanto ao Brasil que parecem ter nascido aqui. A cana-de-açúcar fez um longo trajeto da Ásia para o sul da Europa, e ilhas atlânticas, até ocupar imensos espaços no território brasileiro. Se você quiser introduzir um hábito novo na sua vida, saiba que a adaptação será deveras complicada. É necessário persistência, reflexão e bastante cautela. Criar foco, desenvolver disciplina de trabalho, conter acessos de raiva, superar preconceitos: tudo implica muito cuidado. A tentação da volta é realmente constante. O bom agricultor sabe que não existe domingo ou feriado para uma excelente safra. A natureza é generosa e exigente. Tenha esperança de equilibrar as suas virtudes naturais e boa colheita.
(Leandro Karnal. Reaja, antes de ficar seco como um tronco. www.estadao.com.br, 08.11.2023. Adaptado)
Dois vocábulos empregados no texto com sentidos equivalentes entre si são:
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.
Ando de carro pelo interior de São Paulo. Pelas estradas, vou contemplando vastos campos de cana-de-açúcar, café, laranja e até seringueiras. Nenhuma daquelas plantas é dali. Vieram de outros continentes ou de outras partes do Brasil. Adaptaram-se a uma vontade externa que as deslocou da sua área de origem. Sabemos que a agricultura em larga escala de espécies não originais cria riquezas, mas pode conter riscos.
Educar-se é um exercício agrícola. Precisamos eliminar ervas daninhas, os hábitos pouco produtivos. Necessitamos valorizar habilidades naturais (espécies nativas) e saber quais novas merecem o cultivo. Tudo deve ser irrigado, protegido de riscos e pragas.
A maior erva daninha de hoje é a falta de foco. O vilão? O celular, com seus vídeos sedutores e mensagens contínuas. Eu me sento um minuto para ver algo e, de repente, vejo que se passou meia hora. A falta de foco mata qualquer planta promissora. O viajante Saint-Hilaire advertia há quase dois séculos: “Ou o Brasil acaba com a saúva, ou a saúva acaba com o Brasil”. A praga do celular é pior do que a da formiga voraz. O celular come pela raiz o tempo. Reaja, antes de ficar seco como um tronco abandonado.
Voltando à cena do interior de São Paulo. Trazer uma espécie exótica atrai alguns riscos ao ambiente. São necessários estudos. Nem tudo é possível. A manga e a jaca adaptaram-se tanto ao Brasil que parecem ter nascido aqui. A cana-de-açúcar fez um longo trajeto da Ásia para o sul da Europa, e ilhas atlânticas, até ocupar imensos espaços no território brasileiro. Se você quiser introduzir um hábito novo na sua vida, saiba que a adaptação será deveras complicada. É necessário persistência, reflexão e bastante cautela. Criar foco, desenvolver disciplina de trabalho, conter acessos de raiva, superar preconceitos: tudo implica muito cuidado. A tentação da volta é realmente constante. O bom agricultor sabe que não existe domingo ou feriado para uma excelente safra. A natureza é generosa e exigente. Tenha esperança de equilibrar as suas virtudes naturais e boa colheita.
(Leandro Karnal. Reaja, antes de ficar seco como um tronco. www.estadao.com.br, 08.11.2023. Adaptado)
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que o autor
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