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Qual o limite do humor?

Fazer rir é uma arte e como em toda arte há bons artistas e maus artistas. Há bons músicos e maus músicos, há bons pintores e maus pintores, há bons humoristas e maus humoristas. O estranho é que, mesmo assim, quando publicam uma música de mau gosto, que transforma a mulher em objeto sexual, por exemplo, não se fala em proibi-la, retirá-la de circulação; quando o artista elabora uma pintura obscena, que ofende os bons costumes, às vezes vira vanguardista, transgressor, e faz sucesso. O humorista, por outro lado, é o alvo da vez.
Talvez porque haja exageros. No pretexto de fazer humor, piadistas chegam a extravasar essa esfera e atingir a dignidade, a reputação e a imagem alheia, causando danos sociais muitas vezes irreparáveis.
Há um forte argumento que diz que a piada com base em diferenças físicas, de sexo, de orientação sexual e congêneres reflete o preconceito das elites e das maiorias em desfavor dos oprimidos. Será? Sei que um erro não justifica outro, mas é fato que o humor sempre foi assim e, até pouquíssimo tempo atrás, ninguém processava humoristas por piadas de mau gosto. “Os Trapalhões" era recheado de piadas infames e racistas por meio do Mussum e contra os calvos tendo como alvo Zacarias. E Renato Aragão é, até hoje, embaixador da ONU. O acesso à justiça e a luta por direitos representa um enorme avanço social que o Brasil conseguiu nos últimos anos, mas algo mudou de lá para cá na sociedade em si?
Instigado o debate, deixo minha contribuição: penso que o limite do humor é a individualidade. Não se pode tolher o humorista de fazer graça com diferenças genéricas, atribuíveis a pessoas indeterminadas. Há abuso a ser coibido, contudo, a partir do momento em que o comediante aponta especificamente o “Fulano de Tal" e, com base em uma característica que lhe é própria, tira sarro, diminui, ridiculariza aquela pessoa determinada. Aí cabe ao Poder Judiciário impor as sanções cabíveis para desincentivar condutas desse jaez. De resto, que se permita o humor para alegrar nossas vidas.
(SUBI, Henrique. Disponível em: http://www.estudeatualidades.com.br/2013/11/qual-o-limite-do-humor/. Acesso em: 05/12/2014. Adaptado.)
Em relação à classe de palavras, assinale a alternativa que apresenta a relação INCORRETA.
 

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Qual o limite do humor?

Fazer rir é uma arte e como em toda arte há bons artistas e maus artistas. Há bons músicos e maus músicos, há bons pintores e maus pintores, há bons humoristas e maus humoristas. O estranho é que, mesmo assim, quando publicam uma música de mau gosto, que transforma a mulher em objeto sexual, por exemplo, não se fala em proibi-la, retirá-la de circulação; quando o artista elabora uma pintura obscena, que ofende os bons costumes, às vezes vira vanguardista, transgressor, e faz sucesso. O humorista, por outro lado, é o alvo da vez.
Talvez porque haja exageros. No pretexto de fazer humor, piadistas chegam a extravasar essa esfera e atingir a dignidade, a reputação e a imagem alheia, causando danos sociais muitas vezes irreparáveis.
Há um forte argumento que diz que a piada com base em diferenças físicas, de sexo, de orientação sexual e congêneres reflete o preconceito das elites e das maiorias em desfavor dos oprimidos. Será? Sei que um erro não justifica outro, mas é fato que o humor sempre foi assim e, até pouquíssimo tempo atrás, ninguém processava humoristas por piadas de mau gosto. “Os Trapalhões" era recheado de piadas infames e racistas por meio do Mussum e contra os calvos tendo como alvo Zacarias. E Renato Aragão é, até hoje, embaixador da ONU. O acesso à justiça e a luta por direitos representa um enorme avanço social que o Brasil conseguiu nos últimos anos, mas algo mudou de lá para cá na sociedade em si?
Instigado o debate, deixo minha contribuição: penso que o limite do humor é a individualidade. Não se pode tolher o humorista de fazer graça com diferenças genéricas, atribuíveis a pessoas indeterminadas. Há abuso a ser coibido, contudo, a partir do momento em que o comediante aponta especificamente o “Fulano de Tal" e, com base em uma característica que lhe é própria, tira sarro, diminui, ridiculariza aquela pessoa determinada. Aí cabe ao Poder Judiciário impor as sanções cabíveis para desincentivar condutas desse jaez. De resto, que se permita o humor para alegrar nossas vidas.
(SUBI, Henrique. Disponível em: http://www.estudeatualidades.com.br/2013/11/qual-o-limite-do-humor/. Acesso em: 05/12/2014. Adaptado.)
De acordo com as ideias do texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.


( ) Há bons artistas e maus artistas.
( ) Há um forte argumento que diz que a piada com base em diferenças físicas reflete o preconceito das elites e das maiorias em desfavor dos oprimidos.
( ) “Os Trapalhões" era recheado de piadas infames e racistas.


A sequência está correta em


 

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Fazer rir é uma arte e como em toda arte há bons artistas e maus artistas. Há bons músicos e maus músicos, há bons pintores e maus pintores, há bons humoristas e maus humoristas. O estranho é que, mesmo assim, quando publicam uma música de mau gosto, que transforma a mulher em objeto sexual, por exemplo, não se fala em proibi-la, retirá-la de circulação; quando o artista elabora uma pintura obscena, que ofende os bons costumes, às vezes vira vanguardista, transgressor, e faz sucesso. O humorista, por outro lado, é o alvo da vez.
Talvez porque haja exageros. No pretexto de fazer humor, piadistas chegam a extravasar essa esfera e atingir a dignidade, a reputação e a imagem alheia, causando danos sociais muitas vezes irreparáveis.
Há um forte argumento que diz que a piada com base em diferenças físicas, de sexo, de orientação sexual e congêneres reflete o preconceito das elites e das maiorias em desfavor dos oprimidos. Será? Sei que um erro não justifica outro, mas é fato que o humor sempre foi assim e, até pouquíssimo tempo atrás, ninguém processava humoristas por piadas de mau gosto. “Os Trapalhões" era recheado de piadas infames e racistas por meio do Mussum e contra os calvos tendo como alvo Zacarias. E Renato Aragão é, até hoje, embaixador da ONU. O acesso à justiça e a luta por direitos representa um enorme avanço social que o Brasil conseguiu nos últimos anos, mas algo mudou de lá para cá na sociedade em si?
Instigado o debate, deixo minha contribuição: penso que o limite do humor é a individualidade. Não se pode tolher o humorista de fazer graça com diferenças genéricas, atribuíveis a pessoas indeterminadas. Há abuso a ser coibido, contudo, a partir do momento em que o comediante aponta especificamente o “Fulano de Tal" e, com base em uma característica que lhe é própria, tira sarro, diminui, ridiculariza aquela pessoa determinada. Aí cabe ao Poder Judiciário impor as sanções cabíveis para desincentivar condutas desse jaez. De resto, que se permita o humor para alegrar nossas vidas.
(SUBI, Henrique. Disponível em: http://www.estudeatualidades.com.br/2013/11/qual-o-limite-do-humor/. Acesso em: 05/12/2014. Adaptado.)
Em “Aí cabe ao Poder Judiciário impor as sanções cabíveis para desincentivar condutas desse jaez." (4º§), a palavra destacada pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
 

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Fazer rir é uma arte e como em toda arte há bons artistas e maus artistas. Há bons músicos e maus músicos, há bons pintores e maus pintores, há bons humoristas e maus humoristas. O estranho é que, mesmo assim, quando publicam uma música de mau gosto, que transforma a mulher em objeto sexual, por exemplo, não se fala em proibi-la, retirá-la de circulação; quando o artista elabora uma pintura obscena, que ofende os bons costumes, às vezes vira vanguardista, transgressor, e faz sucesso. O humorista, por outro lado, é o alvo da vez.
Talvez porque haja exageros. No pretexto de fazer humor, piadistas chegam a extravasar essa esfera e atingir a dignidade, a reputação e a imagem alheia, causando danos sociais muitas vezes irreparáveis.
Há um forte argumento que diz que a piada com base em diferenças físicas, de sexo, de orientação sexual e congêneres reflete o preconceito das elites e das maiorias em desfavor dos oprimidos. Será? Sei que um erro não justifica outro, mas é fato que o humor sempre foi assim e, até pouquíssimo tempo atrás, ninguém processava humoristas por piadas de mau gosto. “Os Trapalhões" era recheado de piadas infames e racistas por meio do Mussum e contra os calvos tendo como alvo Zacarias. E Renato Aragão é, até hoje, embaixador da ONU. O acesso à justiça e a luta por direitos representa um enorme avanço social que o Brasil conseguiu nos últimos anos, mas algo mudou de lá para cá na sociedade em si?
Instigado o debate, deixo minha contribuição: penso que o limite do humor é a individualidade. Não se pode tolher o humorista de fazer graça com diferenças genéricas, atribuíveis a pessoas indeterminadas. Há abuso a ser coibido, contudo, a partir do momento em que o comediante aponta especificamente o “Fulano de Tal" e, com base em uma característica que lhe é própria, tira sarro, diminui, ridiculariza aquela pessoa determinada. Aí cabe ao Poder Judiciário impor as sanções cabíveis para desincentivar condutas desse jaez. De resto, que se permita o humor para alegrar nossas vidas.
(SUBI, Henrique. Disponível em: http://www.estudeatualidades.com.br/2013/11/qual-o-limite-do-humor/. Acesso em: 05/12/2014. Adaptado.)
De acordo com o contexto textual, afirma-se que o autor expressou sua opinião em relação ao limite do humor em:
 

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Leia a tirinha a seguir.

enunciado 941134-1 (Disponível em: http://www.culturamix.com/humor/tirinhas/tirinhas-mafalda.)


Nos trechos “Deus ajuda quem cedo madruga." e “Amanhã de manhã Deus vai ter o que fazer!", as expressões destacadas exprimem circunstância de


 

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Fazer rir é uma arte e como em toda arte há bons artistas e maus artistas. Há bons músicos e maus músicos, hábons pintores e maus pintores, há bons humoristas e maus humoristas. O estranho é que, mesmo assim, quandopublicam uma música de mau gosto, que transforma a mulher em objeto sexual, por exemplo, não se fala em proibi-la,retirá-la de circulação; quando o artista elabora uma pintura obscena, que ofende os bons costumes, às vezes viravanguardista, transgressor, e faz sucesso. O humorista, por outro lado, é o alvo da vez.
Talvez porque haja exageros. No pretexto de fazer humor, piadistas chegam a extravasar essa esfera e atingir adignidade, a reputação e a imagem alheia, causando danos sociais muitas vezes irreparáveis.
Há um forte argumento que diz que a piada com base em diferenças físicas, de sexo, de orientação sexual econgêneres reflete o preconceito das elites e das maiorias em desfavor dos oprimidos. Será? Sei que um erro nãojustifica outro, mas é fato que o humor sempre foi assim e, até pouquíssimo tempo atrás, ninguém processavahumoristas por piadas de mau gosto. “Os Trapalhões" era recheado de piadas infames e racistas por meio do Mussum econtra os calvos tendo como alvo Zacarias. E Renato Aragão é, até hoje, embaixador da ONU. O acesso à justiça e a lutapor direitos representa um enorme avanço social que o Brasil conseguiu nos últimos anos, mas algo mudou de lá para cána sociedade em si?
Instigado o debate, deixo minha contribuição: penso que o limite do humor é a individualidade. Não se podetolher o humorista de fazer graça com diferenças genéricas, atribuíveis a pessoas indeterminadas. Há abuso a sercoibido, contudo, a partir do momento em que o comediante aponta especificamente o “Fulano de Tal" e, com baseem uma característica que lhe é própria, tira sarro, diminui, ridiculariza aquela pessoa determinada. Aí cabe ao PoderJudiciário impor as sanções cabíveis para desincentivar condutas desse jaez. De resto, que se permita o humor paraalegrar nossas vidas.
(SUBI, Henrique. Disponível em: http://www.estudeatualidades.com.br/2013/11/qual-o-limite-do-humor/. Acesso em: 05/12/2014. Adaptado.)
São palavras, transcritas do texto, que apresentam dígrafos, EXCETO:
 

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O Iluminismo foi um movimento intelectual que surgiu durante o século XVIII na Europa, que defendia o uso da razão (luz) contra o antigo regime (trevas) e pregava maior liberdade econômica e política. Os iluministas defendiam a criação de escolas para que o povo fosse educado e a liberdade religiosa. Para divulgar o conhecimento, os iluministas idealiza- ram e concretizaram a ideia da Enciclopédia (impressa entre 1751 e 1780), uma obra composta por 35 volumes, na qual estava resumido todo o conhecimento existente até então.

Foram nomes de pensadores iluministas europeus desse período, EXCETO:

 

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“Por definição, ____________________ é o nome dado a um modelo de organização econômica em que se destacam quatro aspectos principais: latifúndio, monocultura, mão de obra escrava e produção voltada para o mercado externo. Durante o período colonial brasileiro, este foi o modelo adotado em larga escala, sendo a cana de açúcar o principal produto cultivado até meados do século XVIII.”

Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.

 

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O início da década de 90 foi marcado por diversas mudanças no campo político, econômico, científico e social, tanto no Brasil quanto no mundo. Foram fatos relevantes ocorridos na década de 90 no Brasil e no mundo, EXCETO:
 

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