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2415000 Ano: 2011
Disciplina: Geografia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
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Observe o gráfico abaixo.
Enunciado 2860710-1
Fonte: TERRA, Lygia, ARAUJO, Regina e GUIMARÃES, Raul Borges.
Conexões – Estudos de Geografia do Brasil. São Paulo: Moderna, 2009.
Uma importante característica da balança comercial brasileira, de meados da década de 1990 até os dias de hoje, é:
 

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2414993 Ano: 2011
Disciplina: Medicina
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
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Em relação à neutropenia febril, é correto afirmar que:
 

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Leia o texto a seguir e responda à questão.
POR QUE O BRASILEIRO COMPRA LIVROS, MAS NÃO LÊ
Dos grandes autores, Saramago foi o mais comprado no ano que termina. Mas não terá sido o mais lido – Faulkner, Guimarães Rosa, Euclides da Cunha também tiveram mais compradores que leitores. Por quê? São autores difíceis. Difíceis em quê? Eles propõem problemas aos leitores, a começar pelo problema da forma. O leitor médio brasileiro só alcança o nível dos autores de entretenimento puro, de autoajuda ou curiosidades. Não o constato para me vangloriar, pois a cultura intelectual não confere em si qualquer superioridade.
E por que a maioria dos brasileiros compradores de livros não consegue ler autores “de proposta”, que nos fazem estranhar a realidade, usando para isso alguma criatividade formal? A primeira resposta é óbvia: o nível da educação brasileira é baixo. Assim continuará nas próximas décadas, se não reformarmos o ensino.
Uma segunda resposta é que a filosofia morreu. Filosofia, como sabe o leitor, tem muitas acepções. A mais elementar é a de sabedoria. Uma acepção mais elevada é a disciplinar, sinônima de história da filosofia: sucessão de escolas, grandes pensadores e sistemas de pensamento que nos empurravam no antigo colegial. Nesses dois sentidos, a filosofia continuará viva por muito tempo. Mas não é em qualquer deles que falo ao dizer que a filosofia morreu; e sua morte é uma razão de os leitores brasileiros não conseguirem curtir autores como Saramago. É na acepção seguinte.
A filosofia que morreu foi a arte de interpelar o mundo, a começar por si mesmo, elaborando narrativas críticas da vida. Uma crença das últimas gerações é a do presente contínuo: passado e futuro, experiência e projeto, fundamento e destino, não servem para nada. Não o constato com saudade do tempo em que as humanidades entupiam os currículos; não há nada no passado que deva ser trazido de volta.
Saramago vendeu muito, mas foi pouco lido. O português é um autor filosófico. Cada um dos seus romances propõe, sem resolver, um problema, a começar pela forma com que nos apresenta suas interpelações. É um autor difícil. Nós é que de uns anos para cá ficamos fáceis.
(Joel Rufino dos Santos, Revista Época, 28 de dezembro de 2010, com adaptações)
No trecho “Filosofia, como sabe o leitor, tem muitas acepções. A mais elementar é a de sabedoria.”, na afirmativa em destaque, faz-se uma referência:
 

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Leia o texto a seguir e responda à questão.
OS QUATRO CAMINHOS
O povo San, os primeiros habitantes do Sul da África, acreditava que depois da morte o espírito humano se defrontava com quatro caminhos. Três dos quatro caminhos eram estradas magníficas com chão liso, sombreadas por árvores altas, que levavam ao Inferno. O quarto caminho era uma estrada calcinada de pedras soltas que levava ao Paraíso. O espírito precisava escolher, e sua escolha não era entre o Inferno e o Céu, era entre o caminho e o destino. Andar por uma das três estradas largas e prazerosas engrandeceria o espírito, mesmo que levasse à perdição. Escolher o caminho mais difícil castigaria o espírito mas o levaria à salvação. O que era uma opção para os mortos era um enigma para os vivos: vale mais a viagem ou o seu fim? O que se aproveita da vida se ela for apenas uma provação para a alma?
Fiquei sabendo da crença dos San num cenário adequado para reflexões sobre a sabedoria antiga, o Museu das Origens, na grande Universidade de Witwatersrand, em Johannesburg. É um museu arqueológico com natural ênfase em evidências de que a África foi mesmo o berço da humanidade (...)
Talvez impressionado com a rede de avenidas, elevados e minhocões que se entrecruzam ao redor de Johannesburg, achei que havia uma metáfora aproveitável na parábola dos quatro caminhos de San – só ainda não concluí qual é. Johannesburg decididamente escolheu seu destino, que não é mais do que ser uma nova América, ou um aglomerado de shopping centers e condomínios fechados interligados por grandes estradas.
Resta saber se perdeu sua alma no caminho. Pois a opção pelas grandes estradas também deu em universidades públicas como a Witwatersrand, onde vimos o que parecia ser uma maioria de estudantes negros, e em vários Prêmios Nobel em física, medicina e literatura.
(Luís Fernando Veríssimo, Jornal O Globo, 18 de julho de 2010, com adaptações)
O segmento “...de que a África foi mesmo o berço da humanidade.” poderia ser reescrito, com coerência e sem alteração de sentido, por:
 

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2414936 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
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A figura abaixo apresenta, esquematicamente, um tipo de interruptor utilizado em instalações elétricas.
Enunciado 2858403-1
Esse interruptor é conhecido como:
 

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Para proteger Hospitais, Escolas, Asilos e Prédios Públicos, o Código de Posturas estabelece proibição de ruídos que perturbem o sossego público no horário compreendido entre 22 horas e sete horas do dia imediato, salvo as exceções nele previstas, num raio de:
 

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Leia o texto a seguir e responda à questão.
POR QUE O BRASILEIRO COMPRA LIVROS, MAS NÃO LÊ
Dos grandes autores, Saramago foi o mais comprado no ano que termina. A) Mas não terá sido o mais lido B) – Faulkner, Guimarães Rosa, Euclides da Cunha também tiveram mais compradores que leitores. Por quê? São autores difíceis. Difíceis em quê? Eles propõem problemas aos leitores, a começar pelo problema da forma. O leitor médio brasileiro só alcança o nível dos autores de entretenimento puro, de autoajuda ou curiosidades. Não o constato para me vangloriar, pois a cultura intelectual não confere em si qualquer superioridade.
E por que a maioria dos brasileiros compradores de livros não consegue ler autores “de proposta”, que nos fazem estranhar a realidade, usando para isso alguma criatividade formal? A primeira resposta é óbvia: o nível da educação brasileira é baixo. Assim continuará nas próximas décadas, se não reformarmos o ensino.
Uma segunda resposta é que a filosofia morreu. Filosofia, como sabe o leitor, tem muitas acepções. A mais elementar é a de sabedoria. Uma acepção mais elevada é a disciplinar, sinônima de história da filosofia: sucessão de escolas, grandes pensadores e sistemas de pensamento que nos empurravam no antigo colegial. Nesses dois sentidos, a filosofia continuará viva por muito tempo. Mas não é em qualquer deles que falo ao dizer C) que a filosofia morreu; e sua morte é uma razão de os leitores brasileiros não conseguirem curtir autores como Saramago. É na acepção seguinte.
A filosofia que morreu foi a arte de interpelar o mundo D), a começar por si mesmo, elaborando narrativas críticas da vida. Uma crença das últimas gerações é a do presente contínuo: passado e futuro, experiência e projeto, fundamento e destino, não servem para nada. Não o constato com saudade do tempo em que as humanidades entupiam os currículos; não há nada no passado que deva ser trazido de volta.
Saramago vendeu muito, mas foi pouco lido. O português é um autor filosófico. Cada um dos seus romances propõe, sem resolver, um problema E), a começar pela forma com que nos apresenta suas interpelações. É um autor difícil. Nós é que de uns anos para cá ficamos fáceis.
(Joel Rufino dos Santos, Revista Época, 28 de dezembro de 2010, com adaptações)
Contém expressão expletiva ou de realce o segmento:
 

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2414891 Ano: 2011
Disciplina: Educação Física
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
Lovisolo (1995) denomina o professor de Educação Física “mediador” quando ele não se relaciona apenas como articulador entre as disciplinas. A concepção e a análise da história e o contexto social de suas atividades são conhecimentos centrais em suas propostas pedagógicas e na elaboração de seu planejamento. Nesse sentido, para o autor, a “arte da mediação” constrói dois tipos de profissionais da Educação Física, quais sejam:
 

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No Brasil, a história da Educação Especial inicia-se com o atendimento a pessoas com deficiências, com a criação de duas instituições no Rio de Janeiro, que são:
 

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2414884 Ano: 2011
Disciplina: Pedagogia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
Analise a sequência de atividades apresentada abaixo, estudada por Zabala em “A Prática Educativa”:
1. Apresentação à turma, pela professora, de uma situação problemática;
2. Solicitação aos alunos de sugestões para a solução da situação apresentada;
3. Exposição do conceito abordado;
4. Generalização;
5. Aplicação;
6. Exercitação;
7. Prova ou exame;
8. Avaliação.
Segundo o autor, a professora pode perceber os conhecimentos que os alunos já têm sobre o tema em questão (conhecimentos prévios) durante a atividade de número:
 

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