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A avaliação é uma etapa fundamental para o processo educativo e tem sido tema obrigatório para as inúmeras abordagens metodológicas da Educação Física. Para o Currículo Cultural (Neira, 2018), as práticas avaliativas:
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“As coisas têm peso,
massa, volume, tamanho,
tempo, forma, cor,
posição, textura, duração,
densidade, cheiro, valor.
As coisas não têm paz.”
As coisas/ Arnaldo Antunes e Gilberto Gil
O olhar reflexivo sobre as coisas desperta as possibilidades de novas leituras de mundo e sobre a própria arte. É importante que essa dimensão do olhar seja trabalhada nas aulas de Arte, possibilitando que o aluno reconheça:
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De acordo com ABNT NBR 6023/2018, que dispõe sobre a elaboração de referências, está correta a seguinte referência:
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Fluxo de pessoas entre São Gonçalo e Niterói é o maior do RJ, diz IBGE
Morar em São Gonçalo e trabalhar ou estudar em Niterói: esse é um dos maiores fluxos de passageiros entre cidades no Estado do Rio.
(Disponível em: http://g1.globo.com/ rio - de -
janeiro/ noticia/2015/03/fluxo-de-pessoas-entre-sao-goncalo-e-niteroi-eo- maior-do-rj-diz-ibge.html, acesso em 01/04/2020) Adaptado.
Esse tipo de migração diária é também conhecido como:
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A IMPORTÂNCIA DA VACINAÇÃO
1 – Qual é a importância da vacinação?
José Augusto Alves de Britto: A vacinação sensibiliza o sistema imunológico do organismo, fazendo com que ele crie defesas, anticorpos especiais contra uma série de doenças que, quando ocorrem, podem acarretar a morte ou deixar graves sequelas na pessoa acometida.
A importância da vacinação não está somente na proteção individual, mas porque ela evita a propagação em massa de doenças que podem levar à morte ou a sequelas graves, comprometendo a qualidade de vida e saúde das pessoas vitimizadas.
2 – Quais os avanços no Brasil, com relação à vacinação?
Pesquisador: Em 1973, foi criado no Brasil o Programa Nacional de Imunização (PNI), com o objetivo de normatizar a imunização em nível nacional e, assim, contribuir para a erradicação ou controle de doenças transmissíveis. Ele faz parte das iniciativas da Organização Mundial de Saúde (OMS) e recebe apoio técnico do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
No mundo de hoje, globalizado, onde circulam milhões de pessoas entre diversos países, há que se ter uma atenção especial com a saúde global e essa associação do PNI com órgãos da responsabilidade, como a OMS, demonstra o compromisso do Brasil com a saúde da população nacional e global, por conseguinte.
No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza em seu calendário 19 tipos de vacina, que atendem a crianças, adolescentes, gestantes, trabalhadores, pessoas com mais de 60 anos, população indígena etc. É importante destacar que o PNI trabalha com metas importantes, como a de vacinar 90/95% da população.
O nosso país é reconhecido internacionalmente, porque, ao longo dos 35 anos do PNI, conseguiu erradicar doenças como a poliomielite, a rubéola congênita e, em 2016, recebeu da Organização Pan Americana da Saúde (Opas) o certificado de erradicação do sarampo.
3 – Algumas doenças já erradicadas no Brasil estão voltando. A que se deve isto?
Pesquisador: A partir de 1982, surgiu na Europa e nos Estados Unidos um movimento antivacina, a partir da divulgação de artigos muito polêmicos que relacionavam a vacinação com doenças cerebrais – que adiante se revelaram equívocos científicos e interesses escusos contra a indústria farmacêutica, levando, inclusive, à cassação do registro profissional dos pesquisadores envolvidos.
Adiante, surgiram movimentos, ora de cunho religioso, ora filosófico, que advogam a favor de não se sobrecarregar o sistema imunológico das crianças e considerando que a imunidade natural poderia dar conta da proteção.
No Brasil, este movimento já começa a ser observado, porém, devidamente acompanhado pela Sociedade Brasileira de Imunologia (SBI) e do Ministério da Saúde (MS). Isso tem repercutido na queda da cobertura vacinal esperada e em uma certa resistência de aderência às campanhas nacionais, como recentemente contra o sarampo.
Acredita-se que, pelo fato de a vacinação ser um sucesso, causa a falsa sensação de que as doenças não existem mais e, portanto, que não há mais a necessidade de se tomar as vacinas. Desta maneira, doenças antes controladas voltam a ocorrer na população, inclusive com riscos de epidemia, tendo-se como exemplo o caso recente de epidemias por sarampo em cidades na região Norte do Brasil.
Naquelas cidades, as taxas de cobertura da vacinação estavam abaixo do esperado.
4 – Como contornar o problema da queda na vacinação?
Pesquisador: Uma das boas estratégias para se trabalhar a recuperação das taxas de cobertura é, primeira e fundamentalmente, garantir a oferta de vacinas para a população em tempo contínuo, não somente em períodos de campanha.
Também cabe aos profissionais de saúde manterem os pais, os adultos e os idosos estimulados a essa prática de saúde, mostrando claramente os benefícios para cada um e o efeito de proteção para todos a partir dela.
É necessário, ainda, que se busque combater rápida e fortemente a divulgação pelas mídias sociais de notícias falsas (fake news) a respeito das vacinas.
5 - O Brasil vive um momento de congelamento dos gastos públicos com saúde. Como isto afeta a imunização?
Pesquisador: O congelamento dos gastos públicos com saúde podem sim impactar de um modo bastante negativo o sucesso dos programas de vacinação. Quando o cidadão busca uma unidade de saúde e não lhe é disponibilizada a vacina, isso leva a um descrédito no sistema, a um desânimo de buscar, repetidamente e sem sucesso, a vacina, gerando então ainterrupção ou o abandono de esquemas de vacinas que vinham sendo corretamente seguidos. Isto propicia o retorno das doenças até então controladas.
Além disso, o congelamento de gastos pode comprometer os investimentos em pesquisas de vacinas contra a dengue e contra o vírus da zika, por exemplo. É preciso investir.
( Disponível em: https://www.incqs.fiocruz.br/index.php? option=com_content&view=article&id=1721:a-importancia-da-vacinacao-nao-estasomente- na-protecao-individual-mas-porque-ela-evita-a-propagacao-em-massade- doencas-que-podem-levar-a-morte-ou-a-sequelas-graves&catid=114& Itemid=166)
Com base no trecho a seguir, responda à questão:
“É necessário, ainda, que se busque combater rápida e fortemente a divulgação pelas mídias sociais de notícias falsas (fake news) a respeito das vacinas”.
O modo verbal em “busque” reforça o seguinte sentido da formulação do autor:
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A IMPORTÂNCIA DA VACINAÇÃO
1 – Qual é a importância da vacinação?
José Augusto Alves de Britto: A vacinação sensibiliza o sistema imunológico do organismo, fazendo com que ele crie defesas, anticorpos especiais contra uma série de doenças que, quando ocorrem, podem acarretar a morte ou deixar graves sequelas na pessoa acometida.
A importância da vacinação não está somente na proteção individual, mas porque ela evita a propagação em massa de doenças que podem levar à morte ou a sequelas graves, comprometendo a qualidade de vida e saúde das pessoas vitimizadas.
2 – Quais os avanços no Brasil, com relação à vacinação?
Pesquisador: Em 1973, foi criado no Brasil o Programa Nacional de Imunização (PNI), com o objetivo de normatizar a imunização em nível nacional e, assim, contribuir para a erradicação ou controle de doenças transmissíveis. Ele faz parte das iniciativas da Organização Mundial de Saúde (OMS) e recebe apoio técnico do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
No mundo de hoje, globalizado, onde circulam milhões de pessoas entre diversos países, há que se ter uma atenção especial com a saúde global e essa associação do PNI com órgãos da responsabilidade, como a OMS, demonstra o compromisso do Brasil com a saúde da população nacional e global, por conseguinte.
No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza em seu calendário 19 tipos de vacina, que atendem a crianças, adolescentes, gestantes, trabalhadores, pessoas com mais de 60 anos, população indígena etc. É importante destacar que o PNI trabalha com metas importantes, como a de vacinar 90/95% da população.
O nosso país é reconhecido internacionalmente, porque, ao longo dos 35 anos do PNI, conseguiu erradicar doenças como a poliomielite, a rubéola congênita e, em 2016, recebeu da Organização Pan Americana da Saúde (Opas) o certificado de erradicação do sarampo.
3 – Algumas doenças já erradicadas no Brasil estão voltando. A que se deve isto?
Pesquisador: A partir de 1982, surgiu na Europa e nos Estados Unidos um movimento antivacina, a partir da divulgação de artigos muito polêmicos que relacionavam a vacinação com doenças cerebrais – que adiante se revelaram equívocos científicos e interesses escusos contra a indústria farmacêutica, levando, inclusive, à cassação do registro profissional dos pesquisadores envolvidos.
Adiante, surgiram movimentos, ora de cunho religioso, ora filosófico, que advogam a favor de não se sobrecarregar o sistema imunológico das crianças e considerando que a imunidade natural poderia dar conta da proteção.
No Brasil, este movimento já começa a ser observado, porém, devidamente acompanhado pela Sociedade Brasileira de Imunologia (SBI) e do Ministério da Saúde (MS). Isso tem repercutido na queda da cobertura vacinal esperada e em uma certa resistência de aderência às campanhas nacionais, como recentemente contra o sarampo.
Acredita-se que, pelo fato de a vacinação ser um sucesso, causa a falsa sensação de que as doenças não existem mais e, portanto, que não há mais a necessidade de se tomar as vacinas. Desta maneira, doenças antes controladas voltam a ocorrer na população, inclusive com riscos de epidemia, tendo-se como exemplo o caso recente de epidemias por sarampo em cidades na região Norte do Brasil.
Naquelas cidades, as taxas de cobertura da vacinação estavam abaixo do esperado.
4 – Como contornar o problema da queda na vacinação?
Pesquisador: Uma das boas estratégias para se trabalhar a recuperação das taxas de cobertura é, primeira e fundamentalmente, garantir a oferta de vacinas para a população em tempo contínuo, não somente em períodos de campanha.
Também cabe aos profissionais de saúde manterem os pais, os adultos e os idosos estimulados a essa prática de saúde, mostrando claramente os benefícios para cada um e o efeito de proteção para todos a partir dela.
É necessário, ainda, que se busque combater rápida e fortemente a divulgação pelas mídias sociais de notícias falsas (fake news) a respeito das vacinas.
5 - O Brasil vive um momento de congelamento dos gastos públicos com saúde. Como isto afeta a imunização?
Pesquisador: O congelamento dos gastos públicos com saúde podem sim impactar de um modo bastante negativo o sucesso dos programas de vacinação. Quando o cidadão busca uma unidade de saúde e não lhe é disponibilizada a vacina, isso leva a um descrédito no sistema, a um desânimo de buscar, repetidamente e sem sucesso, a vacina, gerando então ainterrupção ou o abandono de esquemas de vacinas que vinham sendo corretamente seguidos. Isto propicia o retorno das doenças até então controladas.
Além disso, o congelamento de gastos pode comprometer os investimentos em pesquisas de vacinas contra a dengue e contra o vírus da zika, por exemplo. É preciso investir.
( Disponível em: https://www.incqs.fiocruz.br/index.php? option=com_content&view=article&id=1721:a-importancia-da-vacinacao-nao-estasomente- na-protecao-individual-mas-porque-ela-evita-a-propagacao-em-massade- doencas-que-podem-levar-a-morte-ou-a-sequelas-graves&catid=114& Itemid=166)
Com base no trecho a seguir, responda à questão:
“A vacinação sensibiliza o sistema imunológico do organismo, fazendo com que ele crie defesas, anticorpos especiais contra uma série de doenças que, quando ocorrem, podem acarretar a morte ou deixar graves sequelas na pessoa acometida”.
O verbo “fazendo” encontra-se no gerúndio e introduz uma expressão com o sentido de:
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Helena Callai, autora brasileira dedicada ao ensino de Geografia na educação básica, ressalta alguns fatores essenciais de serem discutidos em sala de aula com relação à alfabetização cartográfica. Para Callai (2005), “não basta somente saber ler o espaço. É importante saber representá-lo”.
Durante uma aula com o 3º ano, o professor abordava esse tema, como demonstrado por um aluno na imagem abaixo:

Fonte: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnica Aula.html?aula=56752
Neste sentido, a proposta de representação gráfica do espaço no ensino de Geografia permite ao aluno:
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As doenças virais e bacterianas acometem grande parte dos indivíduos no mundo e, não havendo tratamento e prevenção adequadas, algumas podem ser letais. Durante muitos anos, enfermidades banais como diarreia, sarampo e amidalites dizimavam a população infantil, da mesma forma que a tuberculose se disseminava entre os adultos indefesos. No início do século 19, a milenar medicina chinesa era incapaz de assegurar ao chinês médio mais do que 30 anos de permanência nesse vale de lágrimas. Cem anos mais tarde, a expectativa de vida nos países mais desenvolvidos mal chegava aos 40 anos.
Fonte: https://drauziovarella.uol.com.br/drauzio/artigos/ogrande- salto-artigo/ (grifos nossos)
Considerando o relevante progresso da ciência ao longo do século 20, medidas preventivas e de tratamento essenciais para as doenças em destaque consistem em, respectivamente:
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Em uma aula com o 5º ano, que envolve o tema de ecologia, o professor tem como objetivo que a turma compreenda a importância das florestas no planeta, principalmente quando próximas ao perímetro urbano. Os pontos principais destacados pelo educador foram: a alta densidade de árvores, biodiversidade presente e o processo da evapotranspiração. Este último tópico citado envolve:
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Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
O órgão que tem a atribuição de averiguar se o direito à dignidade de uma criança como pessoa humana foi violado pela família é:
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