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Foram encontradas 25 questões.

2087410 Ano: 2021
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. São João Ponte-MG
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Uma paciente com queixa de dor miofascial, limitação de abertura bucal e disfunção das funções estomatognáticas iniciou o tratamento de fonoaudiologia. Como conduta, o fonoaudiólogo começou sua terapia com enfoque na redução da dor miofascial e da tensão corporal para adequação dos movimentos mandibulares e dos órgãos fonoarticulatórios, consequentemente melhorando as funções estomatognáticas. Foram passados alongamentos de todo o corpo, massagem na face e região cervical, termoterapia e adequação da função respiratória. Também foram transmitidos orientações e encaminhamentos para o serviço de odontologia e psiquiatria.

I - Pode-se afirmar que o caso é de um paciente com diagnóstico de DTM.

II - Pode-se observar que esse terapeuta teve uma conduta adequada e seu enfoque terapêutico foi o de proporcionar o relaxamento corporal e diminuir a dor nas regiões cervical e facial.

III - Em casos de pacientes com DTM, com presença de dor, tensão e limitação nos movimentos mandibulares, o primeiro objetivo da terapia deve ser a busca pelo alívio da dor e tensão e melhoras nos movimentos mandibulares.

Analisando-se a relação proposta entre a três assertivas, assinale a alternativa CORRETA.

 

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2087409 Ano: 2021
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. São João Ponte-MG
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A disfagia pode ser frequentemente observada em indivíduos com distúrbios neurológicos e prejudica a deglutição de alimentos, o que pode levar a complicações como engasgos, desnutrição e aspiração pulmonar. A disfagia é muito comum, por exemplo, em pacientes com doença de Parkinson. Após realizada a avaliação e diagnosticada a presença da disfagia, segue-se a terapia.

I - Entre as manobras facilitadoras e voluntárias da deglutição, como estratégia de reabilitação, pode ser utilizada a manobra de Masako.

II - No Brasil, o tratamento da deglutição é realizado por fonoaudiólogos, por meio da utilização de métodos que visam à compensação e à reabilitação, quando possível, das alterações no processo de deglutição.

III - Um terapeuta que solicita ao paciente disfágico que, no momento da deglutição, coloque a língua para fora e a prenda com os dentes, favorecendo, desse modo, a elevação laríngea e a constrição faríngea, de forma a promover maior proteção das vias aéreas inferior, está aplicando a manobra de Masako, como estratégia de reabilitação.

Analisando a relação proposta entre a três asserções, assinale a alternativa CORRETA.

 

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Silêncio, por favor

O ambiente é tenso. Há muitas vozes, sons artificiais, timbres monótonos, ruídos irritantes. Há barulhos e alertas. Também há o estrondo das redes sociais. Estamos imersos no caos sonoro. E mesmo quando procuramos lugares “silenciosos”, levamos o barulho conosco. Aliás, quem hoje sai de casa sem celular? Quem caminha no parque sem fones de ouvido?

Se acaso você se entristeceu com esse cenário, você pode estar pouco acompanhado. Há um contingente enorme de pessoas que prefere assim. Para esses o silêncio não é fácil. Precisam da confusão e do barulho, precisam falar e ouvir permanentemente, são prisioneiros do ruído físico e mental. E quem não aprecia esse cenário está na contramão. Tudo evolui no sentido contrário ao silêncio. Como se não bastasse o acesso fácil a todas as músicas do mundo, agora há os podcasts. A introspecção e a quietude necessária para ler um livro está perdendo terreno para os audiobooks. Hoje o silêncio é cada vez mais raro, uma espécie de luxo.

Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/silencio-por-favor/. Acesso em: 18 set. 2020. Adaptado.

De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que

 

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Sobre as coisas importantes

Já se vão seis meses desde que a pandemia nos fixou dentro de casa. A rotina que antes exigia movimentação e deslocamento, passou a pedir planejamento dentro de limites muito bem definidos. A casa passou a ser a fronteira da responsabilidade e o lugar seguro. Fomos impulsionados a olhar para ela com olhos de quem olha para um lar. A transformar o lugar de passagem do dia a dia em meio a tantas obrigações, em lugar de permanência. Uma oportunidade preciosa de observá-lo e pensar se ele nos representa.

A casa onde moramos diz muito – senão quase tudo – sobre nós. Como dividimos os ambientes, que cor têm as paredes, se entra luz natural. Que espaço ocupamos, que espaço usamos, que objetos expomos. Diz muito sobre o que consumimos, como nos alimentamos, sobre nossas prioridades.

Durante os meses de quarentena, afinal, no contato íntimo com cada uma das particularidades desse lugar, tivemos a chance de observar o que escolhemos colocar para dentro de nossas vidas, o que escolhemos consumir, como convivemos em família – se é que convivemos. Sorte de quem aproveitou essa chance. Transformar essa experiência desafiadora do isolamento em aprendizado é o pulo do gato.

Disponível em: https://vidasimples.co/conviver/. Acesso em: 18 set. 2020. Adaptado.

A autora defende que:

 

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A Microsoft recomenda a utilização nas redes sem fio que tenham uma chave de segurança de rede que ajuda a protegê-las do acesso não autorizado. Recomenda-se, na rede Wi-Fi, a segurança do Acesso Protegido 3 (WPA3) se o roteador e o computador a suportam. Entre as etapas para configurar uma chave de segurança de rede, assinale a alternativa CORRETA.

 

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