Foram encontradas 80 questões.
Considere que uma jovem possui setecentos e vinte e duas moedas de cinco centavos; quatrocentos e oitenta e uma moedas de dez centavos; duzentos e setenta e três moedas de vinte e cinco centavos; cento e onze moedas de cinquenta centavos; e trinta e sete moedas de um real. Quantas moedas de cinco centavos faltariam para que fosse possível trocar todas as moedas por cinquenta cédulas de cinco reais, exatamente?
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Abaixo é possível observar uma sequência de números que segue um padrão de progressão. Veja:
21, 24, 27, 30...
A progressão acima é aritmética e possui uma determinada razão. Se fosse criada uma nova progressão na qual o primeiro termo é igual ao terceiro termo da progressão acima, e a razão fosse mantida, mas fosse uma progressão geométrica, qual seria a diferença entre os quintos termos dessas duas progressões?
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Em uma pesquisa de preço para a prestação de um serviço essencial no município, oito empresas apresentaram diferentes valores de mensalidade para a contratação dos primeiros doze meses, conforme abaixo:
| R$ 821,00 | R$ 799,00 | R$ 815,65 | R$ 798,50 |
| R$ 800,00 | R$ 852,00 | R$ 865,25 | R$ 822,52 |
Qual das alternativas apresenta a média aritmética dos valores acima mencionados?
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Seja uma progressão aritmética na qual a soma de seus dez primeiros termos resulta no número 435. Para além disso, são conhecidos os valores de seu vigésimo e de seu trigésimo termos, os quais são, respectivamente, '116 e 166. A partir dessas informações, assinale a alternativa que apresenta a soma dos valores dos elementos entre o quinto e o decimo quarto elemento dessa progressão, considerando ambos.
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Um restaurante vende pequenas porções de alimentos, para que o consumidor escolha diversos deles para formar sua refeição. Cada porção pesa exatos 136 gramas. Em certo dia, foi verificado que, para um determinado alimento, havia apenas duas embalagens de 2 quilogramas. Quantas porções completas, no máximo, é possível se obter desse alimento, nesse dia?
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O preço de um produto sofreu três descontos sucessivos de 10%, sendo que cada um dos descontos incidiu sobre o valor anterior à sua própria aplicação, e não somente ao valor inicial do produto. Assim, depois desses três descontos, ele passou a custar R$ 1. 786,05. A partir dessas informações, é possível afirmar que a diferença entre o preço inicial desse produto e o preço depois dos três descontos é igual a:
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Abaixo é possível observar as quatro palavras que formam o nome do município, desconsiderando seus acentos agudos e o til:
SAO JOSE DO INHACORA
Com cada uma das palavras acima, é possível formar uma quantidade específica de anagramas. Qual das seguintes alternativas apresenta a soma da quantidade de anagramas que podem ser obtidos com cada uma das palavras que formam o nome do município, se todas as vogais A fossem excluídas?
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Para responder às questões 01 a 08, leia o texto abaixo.
Chover no molhado
1 No instante em que escrevo esta crônica, volta a
2 chover. Estou no décimo andar de um prédio em Porto
3 Alegre, em um bairro afastado do lago Guaíba, que a
4 gente chama de rio, e me sinto protegida, parece que
5 nada poderá atingir minha família, a não ser o
6 desabastecimento de água e luz, que não se compara
7 ao que tantas outras famílias perderam. Ainda assim,
8 a segurança é tênue, a consciência dessa tragédia nos
9 encharca também, nós que assistimos o drama pela
10 tevê e redes sociais. A nós, cabe esta lavagem a seco.
11 Parece tão insano. Trata-se de água, nosso bem
12 mais necessário, fecundo, valioso, água que é
13 sinônimo de vida. E, no entanto, ela se avoluma e
14 invade ruas, entra pelas frestas das portas e janelas,
15 se instala sobre o tapete da sala, encobre camas de
16 casal, se esconde dentro dos armários, invade lojas e
17 campos de futebol, atinge os telhados, arranca árvores
18 do lugar, não tem piedade dos hospitais nem das
19 livrarias, arrasta com ela os planos dos recém-
20 casados, os berços de quem acabou de nascer, cães
21 e gatos que não sabem para onde fugir. Devasta o
22 passado, que foi nosso tempo de construção, e dá um
23 caldo no futuro, que seria o tempo do usufruto.
24 Caudalosa, nos induz a vencer a incredulidade e a
25 desesperança, mas é um duelo injusto: por mais fortes
26 e unidos que estejamos, no fundo da alma sabemos
27 que não é um caso isolado, já aconteceu antes,
28 acontecerá de novo.
29 A chuva não decide matar. Não resolve cair por
30 quatro dias inteiros sobre a mesma cidade, não
31 escolhe aquela encosta para desmoronar, aquela
32 ponte para destruir. A chuva não pensa. Pensar é
33 tarefa nossa.
34 A novidade dos desastres climáticos está em sua
35 recorrência. Trocou-se o "de 10 em 10 anos" para o "a
36 cada três meses". Setembro, depois novembro, agora
37 em maio. Essa foi a sequência recente de alagamentos
38 no Rio Grande do Sul. Cada Estado tem seu próprio
39 calendário de calamidades previstas pela
40 meteorologia, hoje monitorada com mais precisão, só
41 que precisão não evita o dano. O que evita é
42 prevenção, realizada pelo governo, em escala ampla,
43 e por cada cidadão, em atitude individual. Menos
44 plástico, menos lixo nos mares, menos árvores
45 cortadas, menos carros nas ruas: o manual de boas
46 maneiras já é conhecido por todos, mas enquanto a
47 ordem não vem de cima, continua tudo igual.
48 Negacionismo e acomodação só nos atrasam. A
49 natureza está reagindo à nossa insensatez, não há
50 mais tempo a perder. Cobremos medidas de quem tem
51 a caneta na mão, a verba no cofre e o nosso voto. E
52 façamos a parte que nos toca, mesmo que a ordem
53 esteja demorando para vir de quem está
54 hierarquicamente acima de nós, os donos do poder
55 público. A ordem, na verdade, está vindo de alturas
56 bem maiores. Vejo nuvens carregadas no horizonte.
Autora: Martha Medeiros (GZH).
Acerca de aspectos gramaticais diversos, analise as assertivas, julgando-as V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O sujeito do verbo Vejo (1.56) é simples.
( ) Na frase No instante em que escrevo esta crônica (l.1), a palavra esta é um pronome demonstrativo.
() A palavra lixo (l.44), considerando o som da letra x, apresenta mais fonemas do que letras.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, os parenteses, na ordem em que aparecem?
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- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicativo
- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicado
- SintaxeTermos Integrantes da OraçãoComplementos VerbaisObjeto Indireto
- SintaxeTermos Acessórios e IndependentesTermos AcessóriosAdjunto Adverbial
Para responder às questões 01 a 08, leia o texto abaixo.
Chover no molhado
1 No instante em que escrevo esta crônica, volta a
2 chover. Estou no décimo andar de um prédio em Porto
3 Alegre, em um bairro afastado do lago Guaíba, que a
4 gente chama de rio, e me sinto protegida, parece que
5 nada poderá atingir minha família, a não ser o
6 desabastecimento de água e luz, que não se compara
7 ao que tantas outras famílias perderam. Ainda assim,
8 a segurança é tênue, a consciência dessa tragédia nos
9 encharca também, nós que assistimos o drama pela
10 tevê e redes sociais. A nós, cabe esta lavagem a seco.
11 Parece tão insano. Trata-se de água, nosso bem
12 mais necessário, fecundo, valioso, água que é
13 sinônimo de vida. E, no entanto, ela se avoluma e
14 invade ruas, entra pelas frestas das portas e janelas,
15 se instala sobre o tapete da sala, encobre camas de
16 casal, se esconde dentro dos armários, invade lojas e
17 campos de futebol, atinge os telhados, arranca árvores
18 do lugar, não tem piedade dos hospitais nem das
19 livrarias, arrasta com ela os planos dos recém-
20 casados, os berços de quem acabou de nascer, cães
21 e gatos que não sabem para onde fugir. Devasta o
22 passado, que foi nosso tempo de construção, e dá um
23 caldo no futuro, que seria o tempo do usufruto.
24 Caudalosa, nos induz a vencer a incredulidade e a
25 desesperança, mas é um duelo injusto: por mais fortes
26 e unidos que estejamos, no fundo da alma sabemos
27 que não é um caso isolado, já aconteceu antes,
28 acontecerá de novo.
29 A chuva não decide matar. Não resolve cair por
30 quatro dias inteiros sobre a mesma cidade, não
31 escolhe aquela encosta para desmoronar, aquela
32 ponte para destruir. A chuva não pensa. Pensar é
33 tarefa nossa.
34 A novidade dos desastres climáticos está em sua
35 recorrência. Trocou-se o "de 10 em 10 anos" para o "a
36 cada três meses". Setembro, depois novembro, agora
37 em maio. Essa foi a sequência recente de alagamentos
38 no Rio Grande do Sul. Cada Estado tem seu próprio
39 calendário de calamidades previstas pela
40 meteorologia, hoje monitorada com mais precisão, só
41 que precisão não evita o dano. O que evita é
42 prevenção, realizada pelo governo, em escala ampla,
43 e por cada cidadão, em atitude individual. Menos
44 plástico, menos lixo nos mares, menos árvores
45 cortadas, menos carros nas ruas: o manual de boas
46 maneiras já é conhecido por todos, mas enquanto a
47 ordem não vem de cima, continua tudo igual.
48 Negacionismo e acomodação só nos atrasam. A
49 natureza está reagindo à nossa insensatez, não há
50 mais tempo a perder. Cobremos medidas de quem tem
51 a caneta na mão, a verba no cofre e o nosso voto. E
52 façamos a parte que nos toca, mesmo que a ordem
53 esteja demorando para vir de quem está
54 hierarquicamente acima de nós, os donos do poder
55 público. A ordem, na verdade, está vindo de alturas
56 bem maiores. Vejo nuvens carregadas no horizonte.
Autora: Martha Medeiros (GZH).
Na frase a segurança é tênue (1.8), o termo sublinhado cumpre a função sintática de:
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Para responder às questões 01 a 08, leia o texto abaixo.
Chover no molhado
1 No instante em que escrevo esta crônica, volta a
2 chover. Estou no décimo andar de um prédio em Porto
3 Alegre, em um bairro afastado do lago Guaíba, que a
4 gente chama de rio, e me sinto protegida, parece que
5 nada poderá atingir minha família, a não ser o
6 desabastecimento de água e luz, que não se compara
7 ao que tantas outras famílias perderam. Ainda assim,
8 a segurança é tênue, a consciência dessa tragédia nos
9 encharca também, nós que assistimos o drama pela
10 tevê e redes sociais. A nós, cabe esta lavagem a seco.
11 Parece tão insano. Trata-se de água, nosso bem
12 mais necessário, fecundo, valioso, água que é
13 sinônimo de vida. E, no entanto, ela se avoluma e
14 invade ruas, entra pelas frestas das portas e janelas,
15 se instala sobre o tapete da sala, encobre camas de
16 casal, se esconde dentro dos armários, invade lojas e
17 campos de futebol, atinge os telhados, arranca árvores
18 do lugar, não tem piedade dos hospitais nem das
19 livrarias, arrasta com ela os planos dos recém-
20 casados, os berços de quem acabou de nascer, cães
21 e gatos que não sabem para onde fugir. Devasta o
22 passado, que foi nosso tempo de construção, e dá um
23 caldo no futuro, que seria o tempo do usufruto.
24 Caudalosa, nos induz a vencer a incredulidade e a
25 desesperança, mas é um duelo injusto: por mais fortes
26 e unidos que estejamos, no fundo da alma sabemos
27 que não é um caso isolado, já aconteceu antes,
28 acontecerá de novo.
29 A chuva não decide matar. Não resolve cair por
30 quatro dias inteiros sobre a mesma cidade, não
31 escolhe aquela encosta para desmoronar, aquela
32 ponte para destruir. A chuva não pensa. Pensar é
33 tarefa nossa.
34 A novidade dos desastres climáticos está em sua
35 recorrência. Trocou-se o "de 10 em 10 anos" para o "a
36 cada três meses". Setembro, depois novembro, agora
37 em maio. Essa foi a sequência recente de alagamentos
38 no Rio Grande do Sul. Cada Estado tem seu próprio
39 calendário de calamidades previstas pela
40 meteorologia, hoje monitorada com mais precisão, só
41 que precisão não evita o dano. O que evita é
42 prevenção, realizada pelo governo, em escala ampla,
43 e por cada cidadão, em atitude individual. Menos
44 plástico, menos lixo nos mares, menos árvores
45 cortadas, menos carros nas ruas: o manual de boas
46 maneiras já é conhecido por todos, mas enquanto a
47 ordem não vem de cima, continua tudo igual.
48 Negacionismo e acomodação só nos atrasam. A
49 natureza está reagindo à nossa insensatez, não há
50 mais tempo a perder. Cobremos medidas de quem tem
51 a caneta na mão, a verba no cofre e o nosso voto. E
52 façamos a parte que nos toca, mesmo que a ordem
53 esteja demorando para vir de quem está
54 hierarquicamente acima de nós, os donos do poder
55 público. A ordem, na verdade, está vindo de alturas
56 bem maiores. Vejo nuvens carregadas no horizonte.
Autora: Martha Medeiros (GZH).
Considere a frase Estou no décimo andar de um prédio em Porto Alegre, em um bairro afastado do lago Guaíba (l.2-3), e analise as assertivas que seguem, acerca das classes gramaticais:
I. A palavra andar é um verbo.
II. Na frase, há dois substantivos próprios.
III. A palavra décimo é um numeral cardinal.
Está(ão) CORRETA(S):
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