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Foram encontradas 80 questões.

3759959 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Legalle
Orgão: Pref. São José Inhacorá-RS
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Considere que uma jovem possui setecentos e vinte e duas moedas de cinco centavos; quatrocentos e oitenta e uma moedas de dez centavos; duzentos e setenta e três moedas de vinte e cinco centavos; cento e onze moedas de cinquenta centavos; e trinta e sete moedas de um real. Quantas moedas de cinco centavos faltariam para que fosse possível trocar todas as moedas por cinquenta cédulas de cinco reais, exatamente?

 

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3759958 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Legalle
Orgão: Pref. São José Inhacorá-RS
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Abaixo é possível observar uma sequência de números que segue um padrão de progressão. Veja:


21, 24, 27, 30...


A progressão acima é aritmética e possui uma determinada razão. Se fosse criada uma nova progressão na qual o primeiro termo é igual ao terceiro termo da progressão acima, e a razão fosse mantida, mas fosse uma progressão geométrica, qual seria a diferença entre os quintos termos dessas duas progressões?

 

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3759957 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Legalle
Orgão: Pref. São José Inhacorá-RS
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Em uma pesquisa de preço para a prestação de um serviço essencial no município, oito empresas apresentaram diferentes valores de mensalidade para a contratação dos primeiros doze meses, conforme abaixo:

R$ 821,00 R$ 799,00 R$ 815,65 R$ 798,50
R$ 800,00 R$ 852,00 R$ 865,25 R$ 822,52

Qual das alternativas apresenta a média aritmética dos valores acima mencionados?

 

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3759956 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Legalle
Orgão: Pref. São José Inhacorá-RS
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Seja uma progressão aritmética na qual a soma de seus dez primeiros termos resulta no número 435. Para além disso, são conhecidos os valores de seu vigésimo e de seu trigésimo termos, os quais são, respectivamente, '116 e 166. A partir dessas informações, assinale a alternativa que apresenta a soma dos valores dos elementos entre o quinto e o decimo quarto elemento dessa progressão, considerando ambos.

 

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3759955 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Legalle
Orgão: Pref. São José Inhacorá-RS
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Um restaurante vende pequenas porções de alimentos, para que o consumidor escolha diversos deles para formar sua refeição. Cada porção pesa exatos 136 gramas. Em certo dia, foi verificado que, para um determinado alimento, havia apenas duas embalagens de 2 quilogramas. Quantas porções completas, no máximo, é possível se obter desse alimento, nesse dia?

 

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3759954 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Legalle
Orgão: Pref. São José Inhacorá-RS
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O preço de um produto sofreu três descontos sucessivos de 10%, sendo que cada um dos descontos incidiu sobre o valor anterior à sua própria aplicação, e não somente ao valor inicial do produto. Assim, depois desses três descontos, ele passou a custar R$ 1. 786,05. A partir dessas informações, é possível afirmar que a diferença entre o preço inicial desse produto e o preço depois dos três descontos é igual a:

 

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3759953 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Legalle
Orgão: Pref. São José Inhacorá-RS
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Abaixo é possível observar as quatro palavras que formam o nome do município, desconsiderando seus acentos agudos e o til:

SAO JOSE DO INHACORA

Com cada uma das palavras acima, é possível formar uma quantidade específica de anagramas. Qual das seguintes alternativas apresenta a soma da quantidade de anagramas que podem ser obtidos com cada uma das palavras que formam o nome do município, se todas as vogais A fossem excluídas?

 

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3759952 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. São José Inhacorá-RS
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Para responder às questões 01 a 08, leia o texto abaixo.

Chover no molhado

1 No instante em que escrevo esta crônica, volta a

2 chover. Estou no décimo andar de um prédio em Porto

3 Alegre, em um bairro afastado do lago Guaíba, que a

4 gente chama de rio, e me sinto protegida, parece que

5 nada poderá atingir minha família, a não ser o

6 desabastecimento de água e luz, que não se compara

7 ao que tantas outras famílias perderam. Ainda assim,

8 a segurança é tênue, a consciência dessa tragédia nos

9 encharca também, nós que assistimos o drama pela

10 tevê e redes sociais. A nós, cabe esta lavagem a seco.

11 Parece tão insano. Trata-se de água, nosso bem

12 mais necessário, fecundo, valioso, água que é

13 sinônimo de vida. E, no entanto, ela se avoluma e

14 invade ruas, entra pelas frestas das portas e janelas,

15 se instala sobre o tapete da sala, encobre camas de

16 casal, se esconde dentro dos armários, invade lojas e

17 campos de futebol, atinge os telhados, arranca árvores

18 do lugar, não tem piedade dos hospitais nem das

19 livrarias, arrasta com ela os planos dos recém-

20 casados, os berços de quem acabou de nascer, cães

21 e gatos que não sabem para onde fugir. Devasta o

22 passado, que foi nosso tempo de construção, e dá um

23 caldo no futuro, que seria o tempo do usufruto.

24 Caudalosa, nos induz a vencer a incredulidade e a

25 desesperança, mas é um duelo injusto: por mais fortes

26 e unidos que estejamos, no fundo da alma sabemos

27 que não é um caso isolado, já aconteceu antes,

28 acontecerá de novo.

29 A chuva não decide matar. Não resolve cair por

30 quatro dias inteiros sobre a mesma cidade, não

31 escolhe aquela encosta para desmoronar, aquela

32 ponte para destruir. A chuva não pensa. Pensar é

33 tarefa nossa.

34 A novidade dos desastres climáticos está em sua

35 recorrência. Trocou-se o "de 10 em 10 anos" para o "a

36 cada três meses". Setembro, depois novembro, agora

37 em maio. Essa foi a sequência recente de alagamentos

38 no Rio Grande do Sul. Cada Estado tem seu próprio

39 calendário de calamidades previstas pela

40 meteorologia, hoje monitorada com mais precisão, só

41 que precisão não evita o dano. O que evita é

42 prevenção, realizada pelo governo, em escala ampla,

43 e por cada cidadão, em atitude individual. Menos

44 plástico, menos lixo nos mares, menos árvores

45 cortadas, menos carros nas ruas: o manual de boas

46 maneiras já é conhecido por todos, mas enquanto a

47 ordem não vem de cima, continua tudo igual.

48 Negacionismo e acomodação só nos atrasam. A

49 natureza está reagindo à nossa insensatez, não há

50 mais tempo a perder. Cobremos medidas de quem tem

51 a caneta na mão, a verba no cofre e o nosso voto. E

52 façamos a parte que nos toca, mesmo que a ordem

53 esteja demorando para vir de quem está

54 hierarquicamente acima de nós, os donos do poder

55 público. A ordem, na verdade, está vindo de alturas

56 bem maiores. Vejo nuvens carregadas no horizonte.

Autora: Martha Medeiros (GZH).

Acerca de aspectos gramaticais diversos, analise as assertivas, julgando-as V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) O sujeito do verbo Vejo (1.56) é simples.

( ) Na frase No instante em que escrevo esta crônica (l.1), a palavra esta é um pronome demonstrativo.

() A palavra lixo (l.44), considerando o som da letra x, apresenta mais fonemas do que letras.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, os parenteses, na ordem em que aparecem?

 

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3759951 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. São José Inhacorá-RS
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Para responder às questões 01 a 08, leia o texto abaixo.

Chover no molhado

1 No instante em que escrevo esta crônica, volta a

2 chover. Estou no décimo andar de um prédio em Porto

3 Alegre, em um bairro afastado do lago Guaíba, que a

4 gente chama de rio, e me sinto protegida, parece que

5 nada poderá atingir minha família, a não ser o

6 desabastecimento de água e luz, que não se compara

7 ao que tantas outras famílias perderam. Ainda assim,

8 a segurança é tênue, a consciência dessa tragédia nos

9 encharca também, nós que assistimos o drama pela

10 tevê e redes sociais. A nós, cabe esta lavagem a seco.

11 Parece tão insano. Trata-se de água, nosso bem

12 mais necessário, fecundo, valioso, água que é

13 sinônimo de vida. E, no entanto, ela se avoluma e

14 invade ruas, entra pelas frestas das portas e janelas,

15 se instala sobre o tapete da sala, encobre camas de

16 casal, se esconde dentro dos armários, invade lojas e

17 campos de futebol, atinge os telhados, arranca árvores

18 do lugar, não tem piedade dos hospitais nem das

19 livrarias, arrasta com ela os planos dos recém-

20 casados, os berços de quem acabou de nascer, cães

21 e gatos que não sabem para onde fugir. Devasta o

22 passado, que foi nosso tempo de construção, e dá um

23 caldo no futuro, que seria o tempo do usufruto.

24 Caudalosa, nos induz a vencer a incredulidade e a

25 desesperança, mas é um duelo injusto: por mais fortes

26 e unidos que estejamos, no fundo da alma sabemos

27 que não é um caso isolado, já aconteceu antes,

28 acontecerá de novo.

29 A chuva não decide matar. Não resolve cair por

30 quatro dias inteiros sobre a mesma cidade, não

31 escolhe aquela encosta para desmoronar, aquela

32 ponte para destruir. A chuva não pensa. Pensar é

33 tarefa nossa.

34 A novidade dos desastres climáticos está em sua

35 recorrência. Trocou-se o "de 10 em 10 anos" para o "a

36 cada três meses". Setembro, depois novembro, agora

37 em maio. Essa foi a sequência recente de alagamentos

38 no Rio Grande do Sul. Cada Estado tem seu próprio

39 calendário de calamidades previstas pela

40 meteorologia, hoje monitorada com mais precisão, só

41 que precisão não evita o dano. O que evita é

42 prevenção, realizada pelo governo, em escala ampla,

43 e por cada cidadão, em atitude individual. Menos

44 plástico, menos lixo nos mares, menos árvores

45 cortadas, menos carros nas ruas: o manual de boas

46 maneiras já é conhecido por todos, mas enquanto a

47 ordem não vem de cima, continua tudo igual.

48 Negacionismo e acomodação só nos atrasam. A

49 natureza está reagindo à nossa insensatez, não há

50 mais tempo a perder. Cobremos medidas de quem tem

51 a caneta na mão, a verba no cofre e o nosso voto. E

52 façamos a parte que nos toca, mesmo que a ordem

53 esteja demorando para vir de quem está

54 hierarquicamente acima de nós, os donos do poder

55 público. A ordem, na verdade, está vindo de alturas

56 bem maiores. Vejo nuvens carregadas no horizonte.

Autora: Martha Medeiros (GZH).

Na frase a segurança é tênue (1.8), o termo sublinhado cumpre a função sintática de:

 

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3759950 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. São José Inhacorá-RS
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Para responder às questões 01 a 08, leia o texto abaixo.

Chover no molhado

1 No instante em que escrevo esta crônica, volta a

2 chover. Estou no décimo andar de um prédio em Porto

3 Alegre, em um bairro afastado do lago Guaíba, que a

4 gente chama de rio, e me sinto protegida, parece que

5 nada poderá atingir minha família, a não ser o

6 desabastecimento de água e luz, que não se compara

7 ao que tantas outras famílias perderam. Ainda assim,

8 a segurança é tênue, a consciência dessa tragédia nos

9 encharca também, nós que assistimos o drama pela

10 tevê e redes sociais. A nós, cabe esta lavagem a seco.

11 Parece tão insano. Trata-se de água, nosso bem

12 mais necessário, fecundo, valioso, água que é

13 sinônimo de vida. E, no entanto, ela se avoluma e

14 invade ruas, entra pelas frestas das portas e janelas,

15 se instala sobre o tapete da sala, encobre camas de

16 casal, se esconde dentro dos armários, invade lojas e

17 campos de futebol, atinge os telhados, arranca árvores

18 do lugar, não tem piedade dos hospitais nem das

19 livrarias, arrasta com ela os planos dos recém-

20 casados, os berços de quem acabou de nascer, cães

21 e gatos que não sabem para onde fugir. Devasta o

22 passado, que foi nosso tempo de construção, e dá um

23 caldo no futuro, que seria o tempo do usufruto.

24 Caudalosa, nos induz a vencer a incredulidade e a

25 desesperança, mas é um duelo injusto: por mais fortes

26 e unidos que estejamos, no fundo da alma sabemos

27 que não é um caso isolado, já aconteceu antes,

28 acontecerá de novo.

29 A chuva não decide matar. Não resolve cair por

30 quatro dias inteiros sobre a mesma cidade, não

31 escolhe aquela encosta para desmoronar, aquela

32 ponte para destruir. A chuva não pensa. Pensar é

33 tarefa nossa.

34 A novidade dos desastres climáticos está em sua

35 recorrência. Trocou-se o "de 10 em 10 anos" para o "a

36 cada três meses". Setembro, depois novembro, agora

37 em maio. Essa foi a sequência recente de alagamentos

38 no Rio Grande do Sul. Cada Estado tem seu próprio

39 calendário de calamidades previstas pela

40 meteorologia, hoje monitorada com mais precisão, só

41 que precisão não evita o dano. O que evita é

42 prevenção, realizada pelo governo, em escala ampla,

43 e por cada cidadão, em atitude individual. Menos

44 plástico, menos lixo nos mares, menos árvores

45 cortadas, menos carros nas ruas: o manual de boas

46 maneiras já é conhecido por todos, mas enquanto a

47 ordem não vem de cima, continua tudo igual.

48 Negacionismo e acomodação só nos atrasam. A

49 natureza está reagindo à nossa insensatez, não há

50 mais tempo a perder. Cobremos medidas de quem tem

51 a caneta na mão, a verba no cofre e o nosso voto. E

52 façamos a parte que nos toca, mesmo que a ordem

53 esteja demorando para vir de quem está

54 hierarquicamente acima de nós, os donos do poder

55 público. A ordem, na verdade, está vindo de alturas

56 bem maiores. Vejo nuvens carregadas no horizonte.

Autora: Martha Medeiros (GZH).

Considere a frase Estou no décimo andar de um prédio em Porto Alegre, em um bairro afastado do lago Guaíba (l.2-3), e analise as assertivas que seguem, acerca das classes gramaticais:

I. A palavra andar é um verbo.

II. Na frase, há dois substantivos próprios.

III. A palavra décimo é um numeral cardinal.

Está(ão) CORRETA(S):

 

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