Foram encontradas 60 questões.
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Leia o texto para responder à questão.
Compadre meu Quelemém reprovou minhas incertezas. Que, por certo, noutra vida revirada, os meninos também tinham sido os mais malvados, da massa e peça do pai, demônios do mesmo caldeirão de lugar. Senhor o que acha? E o velhinho assassinado? – eu sei que o senhor vai discutir. Pois, também. Em ordem que ele tinha um pecado de crime, no corpo, por pagar. Se a gente – conforme meu compadre Quelemém é quem diz – se a gente torna a encarnar renovado, eu cismo até que inimigo de morte pode vir como filho do inimigo. Mire veja: se me digo, tem um sujeito Pedro Pindó, vizinho daqui mais seis léguas, homem de bem por tudo em tudo, ele e a mulher dele, sempre sidos bons, de bem. Eles têm um filho duns dez anos, chamado Valtêi – nome moderno, é o que o povo daqui agora apreceia, o senhor sabe. Pois essezinho, essezim, desde que algum entendimento alumiou nele, feito mostrou o que é: pedido madrasto, azedo queimador, gostoso de ruim de dentro do fundo das espécies de sua natureza. Em qual que judia, ao devagar, de todo bicho ou criaçãozinha pequena que pega; uma vez encontrou uma crioula benta-bêbada dormindo, arranjou um caco de garrafa, lanhou em três pontos a popa da perna dela. O que esse menino babeja vendo, é sangrarem galinha ou esfaquear porco. – “Eu gosto de matar...” – uma ocasião ele pequenino me disse.
(Guimarães Rosa, Grande Sertão: Veredas)
Analisando-se a linguagem do narrador, constata-se que ela é
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Leia a charge.

(Folha de S.Paulo, 30.08.2014)
Considerando-se o processo de formação do neologismo “desindustrialização”, é correto afirmar que corresponde a uma
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Twitter Abre sua Gaiola
Quinhentos milhões de mensagens são transmitidas diariamente em todo o mundo através do Twitter. Com tantos detalhes sobre vidas pessoais, esse site de mídia social representa um tesouro de dados para cientistas que procuram encontrar padrões de comportamento humanos, detectar fatores de risco para condições de saúde e rastrear a propagação de doenças infecciosas. Ao analisar dicas emocionais encontradas nos tuítes de gestantes, por exemplo, pesquisadores da Microsoft desenvolveram um algoritmo que prevê quais mulheres correm risco de sofrer de depressão pós-parto. E o Serviço Geológico dos Estados Unidos utiliza o Twitter para rastrear a localização de terremotos à medida que as pessoas se referem a tremores.
Até agora, a maioria dos cientistas envolvidos tem trabalhado com um número limitado de tuítes. Embora a maioria dessas mensagens seja pública, quando cientistas querem pesquisar livremente o lote disponível, eles fazem isso através da interface de programação de aplicativos do Twitter, que atualmente só examina detalhadamente 1% do arquivo. Mas isso está para mudar: em fevereiro passado, a empresa anunciou que oferecerá gratuitamente todos os seus tuítes, desde 2006, para pesquisadores. Agora que tudo está liberado para acesso, a utilização do Twitter como uma ferramenta de pesquisa provavelmente disparará. Com mais pontos de dados para explorar, cientistas podem fazer perguntas mais complexas e específicas.
O anúncio é empolgante, mas também levanta questões delicadas. O Twitter terá direitos legais sobre descobertas científicas? Sua utilização como ferramenta de pesquisa é ética, dado que os usuários não têm a intenção de contribuir para pesquisas?
(Scientific American Brasil, julho de 2014. Adaptado)
Na oração do segundo parágrafo – Mas isso está para mudar... –, o pronome em destaque retoma a ideia de fazer pesquisa com
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Twitter Abre sua Gaiola
Quinhentos milhões de mensagens são transmitidas diariamente em todo o mundo através do Twitter. Com tantos detalhes sobre vidas pessoais, esse site de mídia social representa um tesouro de dados para cientistas que procuram encontrar padrões de comportamento humanos, detectar fatores de risco para condições de saúde e rastrear a propagação de doenças infecciosas. Ao analisar dicas emocionais encontradas nos tuítes de gestantes, por exemplo, pesquisadores da Microsoft desenvolveram um algoritmo que prevê quais mulheres correm risco de sofrer de depressão pós-parto. E o Serviço Geológico dos Estados Unidos utiliza o Twitter para rastrear a localização de terremotos à medida que as pessoas se referem a tremores.
Até agora, a maioria dos cientistas envolvidos tem trabalhado com um número limitado de tuítes. Embora a maioria dessas mensagens seja pública, quando cientistas querem pesquisar livremente o lote disponível, eles fazem isso através da interface de programação de aplicativos do Twitter, que atualmente só examina detalhadamente 1% do arquivo. Mas isso está para mudar: em fevereiro passado, a empresa anunciou que oferecerá gratuitamente todos os seus tuítes, desde 2006, para pesquisadores. Agora que tudo está liberado para acesso, a utilização do Twitter como uma ferramenta de pesquisa provavelmente disparará. Com mais pontos de dados para explorar, cientistas podem fazer perguntas mais complexas e específicas.
O anúncio é empolgante, mas também levanta questões delicadas. O Twitter terá direitos legais sobre descobertas científicas? Sua utilização como ferramenta de pesquisa é ética, dado que os usuários não têm a intenção de contribuir para pesquisas?
(Scientific American Brasil, julho de 2014. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a reescrita mantém a coesão e a coerência textuais.
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Twitter Abre sua Gaiola
Quinhentos milhões de mensagens são transmitidas diariamente em todo o mundo através do Twitter. Com tantos detalhes sobre vidas pessoais, esse site de mídia social representa um tesouro de dados para cientistas que procuram encontrar padrões de comportamento humanos, detectar fatores de risco para condições de saúde e rastrear a propagação de doenças infecciosas. Ao analisar dicas emocionais encontradas nos tuítes de gestantes, por exemplo, pesquisadores da Microsoft desenvolveram um algoritmo que prevê quais mulheres correm risco de sofrer de depressão pós-parto. E o Serviço Geológico dos Estados Unidos utiliza o Twitter para rastrear a localização de terremotos à medida que as pessoas se referem a tremores.
Até agora, a maioria dos cientistas envolvidos tem trabalhado com um número limitado de tuítes. Embora a maioria dessas mensagens seja pública, quando cientistas querem pesquisar livremente o lote disponível, eles fazem isso através da interface de programação de aplicativos do Twitter, que atualmente só examina detalhadamente 1% do arquivo. Mas isso está para mudar: em fevereiro passado, a empresa anunciou que oferecerá gratuitamente todos os seus tuítes, desde 2006, para pesquisadores. Agora que tudo está liberado para acesso, a utilização do Twitter como uma ferramenta de pesquisa provavelmente disparará. Com mais pontos de dados para explorar, cientistas podem fazer perguntas mais complexas e específicas.
O anúncio é empolgante, mas também levanta questões delicadas. O Twitter terá direitos legais sobre descobertas científicas? Sua utilização como ferramenta de pesquisa é ética, dado que os usuários não têm a intenção de contribuir para pesquisas?
(Scientific American Brasil, julho de 2014. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho atende à norma-padrão e aos sentidos do texto.
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Leia o texto para responder à questão.
Twitter Abre sua Gaiola
Quinhentos milhões de mensagens são transmitidas diariamente em todo o mundo através do Twitter. Com tantos detalhes sobre vidas pessoais, esse site de mídia social representa um tesouro de dados para cientistas que procuram encontrar padrões de comportamento humanos, detectar fatores de risco para condições de saúde e rastrear a propagação de doenças infecciosas. Ao analisar dicas emocionais encontradas nos tuítes de gestantes, por exemplo, pesquisadores da Microsoft desenvolveram um algoritmo que prevê quais mulheres correm risco de sofrer de depressão pós-parto. E o Serviço Geológico dos Estados Unidos utiliza o Twitter para rastrear a localização de terremotos à medida que as pessoas se referem a tremores.
Até agora, a maioria dos cientistas envolvidos tem trabalhado com um número limitado de tuítes. Embora a maioria dessas mensagens seja pública, quando cientistas querem pesquisar livremente o lote disponível, eles fazem isso através da interface de programação de aplicativos do Twitter, que atualmente só examina detalhadamente 1% do arquivo. Mas isso está para mudar: em fevereiro passado, a empresa anunciou que oferecerá gratuitamente todos os seus tuítes, desde 2006, para pesquisadores. Agora que tudo está liberado para acesso, a utilização do Twitter como uma ferramenta de pesquisa provavelmente disparará. Com mais pontos de dados para explorar, cientistas podem fazer perguntas mais complexas e específicas.
O anúncio é empolgante, mas também levanta questões delicadas. O Twitter terá direitos legais sobre descobertas científicas? Sua utilização como ferramenta de pesquisa é ética, dado que os usuários não têm a intenção de contribuir para pesquisas?
(Scientific American Brasil, julho de 2014. Adaptado)
Considerando-se o suporte textual e os dados apresentados, conclui-se que o objetivo do texto é
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Leia os quadrinhos.

(Folha de S.Paulo, 28.09.2014)
No plano da linguagem verbal, a produção de sentido dos quadrinhos se dá por meio
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