Foram encontradas 50 questões.
4029369
Ano: 2026
Disciplina: Saúde Pública
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
Disciplina: Saúde Pública
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Nos últimos anos, observa-se um crescimento expressivo da população em situação de rua nas grandes
cidades brasileiras, o que tem ampliado a demanda por
ações de atenção integral e estratégias específicas de
cuidado no âmbito da Atenção Primária à Saúde. Entre
essas estratégias, destaca-se a atuação das equipes
dos Consultórios na Rua, responsáveis por desenvolver
ações itinerantes e articular o cuidado intersetorialmente.
Nesse sentido, é correto afirmar:
Nesse sentido, é correto afirmar:
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4029368
Ano: 2026
Disciplina: Saúde Pública
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
Disciplina: Saúde Pública
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Uma mulher de 62 anos de idade, usuária do SUS,
sofre um acidente vascular cerebral (AVC) e é internada em um hospital, do qual recebe alta com uma leve
sequela motora, necessitando de um programa de fisioterapia e reabilitação.
Nesse caso, é correto afirmar que
Nesse caso, é correto afirmar que
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4029367
Ano: 2026
Disciplina: Saúde Pública
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
Disciplina: Saúde Pública
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Assinale a alternativa que correta com relação à forma
de participação da comunidade na gestão do SUS, em
âmbito estadual, segundo a Lei nº
8.142/90.
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4029366
Ano: 2026
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
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Durante o planejamento de um grande evento, a Prefeitura incluiu no contrato com a empresa que fará a montagem do palco e da arquibancada cláusulas de proteção
à saúde dos trabalhadores, entre elas a apresentação
de uma análise ergonômica do trabalho (AET), conforme a NR-17, e um plano de trabalho com cronograma
adequado e organização da jornada de trabalho. A AET
recomendou jornada diária de 9 horas, intervalo de 60 minutos para almoço e duas pausas de 10 minutos, além
de outras orientações. O contrato também previa a comunicação imediata dos acidentes ao serviço municipal de
vigilância em saúde, para acompanhamento e notificação
compulsória pelo SUS, quando aplicável. Ao longo dos
dez dias de montagem, participaram cinquenta trabalhadores e ocorreram cinco acidentes: Luiz, Antônio e Jaime
sofreram cortes superficiais durante a execução das atividades; Leo sofreu fratura ao retornar para casa, após o
expediente, em uma colisão de ônibus; e Lino apresentou
entorse no polegar ao carregar peça pesada, necessitando de afastamento por cinco dias.
Considerando o exposto, assinale a alternativa correta.
Considerando o exposto, assinale a alternativa correta.
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4029365
Ano: 2026
Disciplina: Saúde Pública
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
Disciplina: Saúde Pública
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
Provas:
De acordo com o Decreto nº
7.508/2011, é correto afirmar
que os serviços especiais de acesso aberto são serviços
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A Velha
A velha era felicíssima. Pois não é verdade que tinha
uma boa vida e nada lhe faltava? Só nessa manhã tinha
encontrado um lugar vago num banco de jardim, nem
demasiado à sombra nem demasiado ao sol, o elétrico1
não
vinha excessivamente cheio e também conseguiu lugar, o
padeiro disse-lhe bom dia com um ar tão simpático, quando
ela deixou em cima do balcão o dinheiro de três carcaças2
,
e o empregado da mercearia ficou a conversar depois de lhe
dar o troco e perguntou-lhe se gostava daquela nova marca
de café.
Nos meses mais quentes tirava um passe de terceira
idade e passeava. No inverno não valia a pena, estava frio
e vinha logo a chuva e preferia não sair, por causa do reumatismo.
Mas, saindo só nos meses mais bonitos, o passe ficava
ainda mais barato. Se fizesse a conta do preço a dividir por
doze (ah, sabia bem fazer contas, sempre tinha sido esperta
na escola) pois se fizesse a conta a dividir por doze ainda
era menos que pagava pelo passe.
Gostava sobretudo do elétrico da circulação, dava a volta
à cidade sem ter de sair, e ainda por cima bem instalada,
conseguia ficar quase sempre ao pé da janela. Ou, se não
conseguisse na primeira volta, era certo que conseguia na
segunda, porque, entretanto, sairia quem fosse à janela e era
só empurrar-se um pouco e ocupar o lugar do outro, e então
sim, via tudo como se estivesse no cinema.
Ao cinema propriamente ia pouco, há vários anos até que
já não ia. Não era só por ser caro, é que às vezes as cadeiras
estavam gastas e faziam-lhe doer as costas, e também nunca
sabia se ia gostar dos filmes. E se não gostasse não podia
fazer como na televisão e mudar de canal ou desligar, tinha de aguentar até ao fim, ou sair. E era um grande desconsolo sair
a meio, já lhe tinha acontecido mais do que uma vez.
Por isso não ia cinema. Televisão via bastante, claro,
mas dava-lhe mais gozo andar de elétrico. Em vez de ficar
fechada em casa, andava no meio das pessoas e das ruas,
mas sem se cansar, bem sentada. Gozando o espetáculo dos
outros — olha ali aquela montra3
iluminada, aquele homem
a correr, aquela mulher ajoujada4
com o cesto das couves.
E ela ali, recostada na cadeira, sem carregar pesos, nem
sequer o peso do seu próprio corpo — dava-lhe vontade de
rir, tamanha facilidade.
(Teolinda Gersão. Histórias de Ver e Andar, 2002. Adaptado)
1 bonde
2 pãezinhos
3 vitrine
4 sobrecarregada
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A Velha
A velha era felicíssima. Pois não é verdade que tinha
uma boa vida e nada lhe faltava? Só nessa manhã tinha
encontrado um lugar vago num banco de jardim, nem
demasiado à sombra nem demasiado ao sol, o elétrico1
não
vinha excessivamente cheio e também conseguiu lugar, o
padeiro disse-lhe bom dia com um ar tão simpático, quando
ela deixou em cima do balcão o dinheiro de três carcaças2
,
e o empregado da mercearia ficou a conversar depois de lhe
dar o troco e perguntou-lhe se gostava daquela nova marca
de café.
Nos meses mais quentes tirava um passe de terceira
idade e passeava. No inverno não valia a pena, estava frio
e vinha logo a chuva e preferia não sair, por causa do reumatismo.
Mas, saindo só nos meses mais bonitos, o passe ficava
ainda mais barato. Se fizesse a conta do preço a dividir por
doze (ah, sabia bem fazer contas, sempre tinha sido esperta
na escola) pois se fizesse a conta a dividir por doze ainda
era menos que pagava pelo passe.
Gostava sobretudo do elétrico da circulação, dava a volta
à cidade sem ter de sair, e ainda por cima bem instalada,
conseguia ficar quase sempre ao pé da janela. Ou, se não
conseguisse na primeira volta, era certo que conseguia na
segunda, porque, entretanto, sairia quem fosse à janela e era
só empurrar-se um pouco e ocupar o lugar do outro, e então
sim, via tudo como se estivesse no cinema.
Ao cinema propriamente ia pouco, há vários anos até que
já não ia. Não era só por ser caro, é que às vezes as cadeiras
estavam gastas e faziam-lhe doer as costas, e também nunca
sabia se ia gostar dos filmes. E se não gostasse não podia
fazer como na televisão e mudar de canal ou desligar, tinha de aguentar até ao fim, ou sair. E era um grande desconsolo sair
a meio, já lhe tinha acontecido mais do que uma vez.
Por isso não ia cinema. Televisão via bastante, claro,
mas dava-lhe mais gozo andar de elétrico. Em vez de ficar
fechada em casa, andava no meio das pessoas e das ruas,
mas sem se cansar, bem sentada. Gozando o espetáculo dos
outros — olha ali aquela montra3
iluminada, aquele homem
a correr, aquela mulher ajoujada4
com o cesto das couves.
E ela ali, recostada na cadeira, sem carregar pesos, nem
sequer o peso do seu próprio corpo — dava-lhe vontade de
rir, tamanha facilidade.
(Teolinda Gersão. Histórias de Ver e Andar, 2002. Adaptado)
1 bonde
2 pãezinhos
3 vitrine
4 sobrecarregada
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A Velha
A velha era felicíssima. Pois não é verdade que tinha
uma boa vida e nada lhe faltava? Só nessa manhã tinha
encontrado um lugar vago num banco de jardim, nem
demasiado à sombra nem demasiado ao sol, o elétrico1
não
vinha excessivamente cheio e também conseguiu lugar, o
padeiro disse-lhe bom dia com um ar tão simpático, quando
ela deixou em cima do balcão o dinheiro de três carcaças2
,
e o empregado da mercearia ficou a conversar depois de lhe
dar o troco e perguntou-lhe se gostava daquela nova marca
de café.
Nos meses mais quentes tirava um passe de terceira
idade e passeava. No inverno não valia a pena, estava frio
e vinha logo a chuva e preferia não sair, por causa do reumatismo.
Mas, saindo só nos meses mais bonitos, o passe ficava
ainda mais barato. Se fizesse a conta do preço a dividir por
doze (ah, sabia bem fazer contas, sempre tinha sido esperta
na escola) pois se fizesse a conta a dividir por doze ainda
era menos que pagava pelo passe.
Gostava sobretudo do elétrico da circulação, dava a volta
à cidade sem ter de sair, e ainda por cima bem instalada,
conseguia ficar quase sempre ao pé da janela. Ou, se não
conseguisse na primeira volta, era certo que conseguia na
segunda, porque, entretanto, sairia quem fosse à janela e era
só empurrar-se um pouco e ocupar o lugar do outro, e então
sim, via tudo como se estivesse no cinema.
Ao cinema propriamente ia pouco, há vários anos até que
já não ia. Não era só por ser caro, é que às vezes as cadeiras
estavam gastas e faziam-lhe doer as costas, e também nunca
sabia se ia gostar dos filmes. E se não gostasse não podia
fazer como na televisão e mudar de canal ou desligar, tinha de aguentar até ao fim, ou sair. E era um grande desconsolo sair
a meio, já lhe tinha acontecido mais do que uma vez.
Por isso não ia cinema. Televisão via bastante, claro,
mas dava-lhe mais gozo andar de elétrico. Em vez de ficar
fechada em casa, andava no meio das pessoas e das ruas,
mas sem se cansar, bem sentada. Gozando o espetáculo dos
outros — olha ali aquela montra3
iluminada, aquele homem
a correr, aquela mulher ajoujada4
com o cesto das couves.
E ela ali, recostada na cadeira, sem carregar pesos, nem
sequer o peso do seu próprio corpo — dava-lhe vontade de
rir, tamanha facilidade.
(Teolinda Gersão. Histórias de Ver e Andar, 2002. Adaptado)
1 bonde
2 pãezinhos
3 vitrine
4 sobrecarregada
• Só nessa manhã tinha encontrado um lugar vago num banco de jardim… (1º parágrafo)
• Mas, saindo só nos meses mais bonitos, o passe ficava ainda mais barato. (3º parágrafo)
• Gostava sobretudo do elétrico da circulação, dava a volta à cidade sem ter de sair… (4º parágrafo)
• Não era só por ser caro, é que às vezes as cadeiras estavam gastas… (5º parágrafo)
Sem prejuízo de sentido ao texto, as expressões destacadas podem ser substituídas, correta e respectivamente, por:
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A Velha
A velha era felicíssima. Pois não é verdade que tinha
uma boa vida e nada lhe faltava? Só nessa manhã tinha
encontrado um lugar vago num banco de jardim, nem
demasiado à sombra nem demasiado ao sol, o elétrico1
não
vinha excessivamente cheio e também conseguiu lugar, o
padeiro disse-lhe bom dia com um ar tão simpático, quando
ela deixou em cima do balcão o dinheiro de três carcaças2
,
e o empregado da mercearia ficou a conversar depois de lhe
dar o troco e perguntou-lhe se gostava daquela nova marca
de café.
Nos meses mais quentes tirava um passe de terceira
idade e passeava. No inverno não valia a pena, estava frio
e vinha logo a chuva e preferia não sair, por causa do reumatismo.
Mas, saindo só nos meses mais bonitos, o passe ficava
ainda mais barato. Se fizesse a conta do preço a dividir por
doze (ah, sabia bem fazer contas, sempre tinha sido esperta
na escola) pois se fizesse a conta a dividir por doze ainda
era menos que pagava pelo passe.
Gostava sobretudo do elétrico da circulação, dava a volta
à cidade sem ter de sair, e ainda por cima bem instalada,
conseguia ficar quase sempre ao pé da janela. Ou, se não
conseguisse na primeira volta, era certo que conseguia na
segunda, porque, entretanto, sairia quem fosse à janela e era
só empurrar-se um pouco e ocupar o lugar do outro, e então
sim, via tudo como se estivesse no cinema.
Ao cinema propriamente ia pouco, há vários anos até que
já não ia. Não era só por ser caro, é que às vezes as cadeiras
estavam gastas e faziam-lhe doer as costas, e também nunca
sabia se ia gostar dos filmes. E se não gostasse não podia
fazer como na televisão e mudar de canal ou desligar, tinha de aguentar até ao fim, ou sair. E era um grande desconsolo sair
a meio, já lhe tinha acontecido mais do que uma vez.
Por isso não ia cinema. Televisão via bastante, claro,
mas dava-lhe mais gozo andar de elétrico. Em vez de ficar
fechada em casa, andava no meio das pessoas e das ruas,
mas sem se cansar, bem sentada. Gozando o espetáculo dos
outros — olha ali aquela montra3
iluminada, aquele homem
a correr, aquela mulher ajoujada4
com o cesto das couves.
E ela ali, recostada na cadeira, sem carregar pesos, nem
sequer o peso do seu próprio corpo — dava-lhe vontade de
rir, tamanha facilidade.
(Teolinda Gersão. Histórias de Ver e Andar, 2002. Adaptado)
1 bonde
2 pãezinhos
3 vitrine
4 sobrecarregada
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Questão presente nas seguintes provas
A Velha
A velha era felicíssima. Pois não é verdade que tinha
uma boa vida e nada lhe faltava? Só nessa manhã tinha
encontrado um lugar vago num banco de jardim, nem
demasiado à sombra nem demasiado ao sol, o elétrico1
não
vinha excessivamente cheio e também conseguiu lugar, o
padeiro disse-lhe bom dia com um ar tão simpático, quando
ela deixou em cima do balcão o dinheiro de três carcaças2
,
e o empregado da mercearia ficou a conversar depois de lhe
dar o troco e perguntou-lhe se gostava daquela nova marca
de café.
Nos meses mais quentes tirava um passe de terceira
idade e passeava. No inverno não valia a pena, estava frio
e vinha logo a chuva e preferia não sair, por causa do reumatismo.
Mas, saindo só nos meses mais bonitos, o passe ficava
ainda mais barato. Se fizesse a conta do preço a dividir por
doze (ah, sabia bem fazer contas, sempre tinha sido esperta
na escola) pois se fizesse a conta a dividir por doze ainda
era menos que pagava pelo passe.
Gostava sobretudo do elétrico da circulação, dava a volta
à cidade sem ter de sair, e ainda por cima bem instalada,
conseguia ficar quase sempre ao pé da janela. Ou, se não
conseguisse na primeira volta, era certo que conseguia na
segunda, porque, entretanto, sairia quem fosse à janela e era
só empurrar-se um pouco e ocupar o lugar do outro, e então
sim, via tudo como se estivesse no cinema.
Ao cinema propriamente ia pouco, há vários anos até que
já não ia. Não era só por ser caro, é que às vezes as cadeiras
estavam gastas e faziam-lhe doer as costas, e também nunca
sabia se ia gostar dos filmes. E se não gostasse não podia
fazer como na televisão e mudar de canal ou desligar, tinha de aguentar até ao fim, ou sair. E era um grande desconsolo sair
a meio, já lhe tinha acontecido mais do que uma vez.
Por isso não ia cinema. Televisão via bastante, claro,
mas dava-lhe mais gozo andar de elétrico. Em vez de ficar
fechada em casa, andava no meio das pessoas e das ruas,
mas sem se cansar, bem sentada. Gozando o espetáculo dos
outros — olha ali aquela montra3
iluminada, aquele homem
a correr, aquela mulher ajoujada4
com o cesto das couves.
E ela ali, recostada na cadeira, sem carregar pesos, nem
sequer o peso do seu próprio corpo — dava-lhe vontade de
rir, tamanha facilidade.
(Teolinda Gersão. Histórias de Ver e Andar, 2002. Adaptado)
1 bonde
2 pãezinhos
3 vitrine
4 sobrecarregada
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