Foram encontradas 659 questões.
Vanessa está usando o Microsoft Excel 365 para
registrar as notas dos colegas da turma. Ao abrir o
programa, observou uma área com células organizadas
em linhas e colunas, guias na parte superior e barras de
rolagem. Com base na estrutura padrão do Excel 365,
assinale a alternativa correta:
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Durante uma aula de informática, a professora pediu que
os alunos criassem um gráfico no Excel com os dados de
vendas mensais. Beatriz usou um gráfico de colunas,
com os meses no eixo horizontal e os valores de vendas
no eixo vertical, mas as cores estavam muito
semelhantes e o título não indicava claramente o
conteúdo. Usando os recursos de apresentação de
gráficos no Excel, o que Beatriz poderia fazer para
melhorar a visualização?
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Ricardo trabalha em uma loja de acessórios eletrônicos e
registra diariamente o total de vendas em uma planilha
do Excel. Para acompanhar o desempenho do mês, ele
quer calcular a média das vendas diárias. Os valores
estão na coluna B, entre as células B2 e B31.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a fórmula que ele deve usar para calcular essa média:
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a fórmula que ele deve usar para calcular essa média:
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Analise as afirmativas abaixo sobre a interface gráfica do ambiente Windows, que envolve o uso de janelas,
ícones, menus, área de trabalho e barra de tarefas:
I. A área de trabalho é o espaço principal da tela, onde ficam os ícones de atalhos, pastas e arquivos, podendo ser personalizada com papel de parede e widgets.
II. As janelas permitem a interação com programas e arquivos, e podem ser redimensionadas, minimizadas ou maximizadas conforme a necessidade do usuário.
III. A barra de tarefas serve apenas para mostrar o relógio e a data, não tendo nenhuma função de acesso rápido a programas abertos ou fixados.
IV. Os menus de contexto, acionados normalmente com o botão direito do mouse, apresentam opções específicas relacionadas ao item selecionado.
V. Os ícones são representações gráficas de arquivos, programas ou atalhos, e ao serem clicados executam uma ação associada, como abrir um aplicativo ou documento.
Com base nessas afirmativas, assinale a alternativa correta:
I. A área de trabalho é o espaço principal da tela, onde ficam os ícones de atalhos, pastas e arquivos, podendo ser personalizada com papel de parede e widgets.
II. As janelas permitem a interação com programas e arquivos, e podem ser redimensionadas, minimizadas ou maximizadas conforme a necessidade do usuário.
III. A barra de tarefas serve apenas para mostrar o relógio e a data, não tendo nenhuma função de acesso rápido a programas abertos ou fixados.
IV. Os menus de contexto, acionados normalmente com o botão direito do mouse, apresentam opções específicas relacionadas ao item selecionado.
V. Os ícones são representações gráficas de arquivos, programas ou atalhos, e ao serem clicados executam uma ação associada, como abrir um aplicativo ou documento.
Com base nessas afirmativas, assinale a alternativa correta:
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Analise as afirmativas a seguir sobre o uso de Tabelas
Dinâmicas e Formatação Condicional no Microsoft Excel:
I. A Tabela Dinâmica permite resumir grandes quantidades de dados e agrupar informações por categorias, sem precisar usar fórmulas.
II. A formatação condicional serve apenas para alterar a cor das bordas e não pode ser usada com números.
III. É possível atualizar uma Tabela Dinâmica automaticamente quando novos dados são adicionados à planilha, desde que a origem esteja corretamente definida.
IV. Na formatação condicional, é possível usar regras prontas, como "Maior que" ou "Entre", para destacar valores conforme critérios definidos.
V. A criação de Tabelas Dinâmicas exige o uso da função PROCV para gerar os resumos e totais.
Com base nessas afirmativas, assinale a alternativa correta:
I. A Tabela Dinâmica permite resumir grandes quantidades de dados e agrupar informações por categorias, sem precisar usar fórmulas.
II. A formatação condicional serve apenas para alterar a cor das bordas e não pode ser usada com números.
III. É possível atualizar uma Tabela Dinâmica automaticamente quando novos dados são adicionados à planilha, desde que a origem esteja corretamente definida.
IV. Na formatação condicional, é possível usar regras prontas, como "Maior que" ou "Entre", para destacar valores conforme critérios definidos.
V. A criação de Tabelas Dinâmicas exige o uso da função PROCV para gerar os resumos e totais.
Com base nessas afirmativas, assinale a alternativa correta:
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3967168
Ano: 2025
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. São José Seridó-RN
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. São José Seridó-RN
Provas:
Durante uma palestra sobre uso consciente da Internet, o palestrante pediu aos ouvintes que refletissem sobre
atitudes que poderiam ajudar a proteger seus dados
pessoais e evitar golpes virtuais. Em seguida, ele
apresentou algumas afirmações para discussão:
I. Evitar acessar contas bancárias em redes Wi-Fi públicas é uma forma de se proteger contra invasões e roubo de dados.
II. Clicar em links recebidos por e-mail ou redes sociais é sempre seguro se o remetente aparentar ser uma empresa conhecida.
III. Utilizar senhas fortes, com letras, números e símbolos, reduz as chances de alguém invadir suas contas.
IV. Compartilhar fotos e informações pessoais livremente nas redes sociais não traz riscos reais, pois as plataformas já protegem todos os dados dos usuários.
V. Manter o antivírus atualizado ajuda a identificar sites e arquivos suspeitos antes que causem danos ao computador.
Com base nessas afirmativas, assinale a alternativa correta:
I. Evitar acessar contas bancárias em redes Wi-Fi públicas é uma forma de se proteger contra invasões e roubo de dados.
II. Clicar em links recebidos por e-mail ou redes sociais é sempre seguro se o remetente aparentar ser uma empresa conhecida.
III. Utilizar senhas fortes, com letras, números e símbolos, reduz as chances de alguém invadir suas contas.
IV. Compartilhar fotos e informações pessoais livremente nas redes sociais não traz riscos reais, pois as plataformas já protegem todos os dados dos usuários.
V. Manter o antivírus atualizado ajuda a identificar sites e arquivos suspeitos antes que causem danos ao computador.
Com base nessas afirmativas, assinale a alternativa correta:
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3967167
Ano: 2025
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. São José Seridó-RN
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. São José Seridó-RN
Provas:
Analise as afirmativas abaixo sobre autenticação em dois
fatores (2FA) e sua importância para a segurança na
internet e a proteção digital, marcando V, para as
verdadeiras, e F, para as falsas:
(__) A autenticação em dois fatores adiciona uma camada extra de segurança, exigindo uma segunda forma de verificação além da senha.
(__) O segundo fator de autenticação pode ser um código enviado por SMS, aplicativo autenticador ou uma chave física.
(__) A 2FA só é necessária para contas bancárias e não tem utilidade em redes sociais ou e-mails pessoais.
(__) Mesmo que alguém descubra sua senha, a autenticação em dois fatores pode impedir o acesso não autorizado.
(__) Utilizar a autenticação em dois fatores reduz significativamente o risco de invasões por roubo de senhas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(__) A autenticação em dois fatores adiciona uma camada extra de segurança, exigindo uma segunda forma de verificação além da senha.
(__) O segundo fator de autenticação pode ser um código enviado por SMS, aplicativo autenticador ou uma chave física.
(__) A 2FA só é necessária para contas bancárias e não tem utilidade em redes sociais ou e-mails pessoais.
(__) Mesmo que alguém descubra sua senha, a autenticação em dois fatores pode impedir o acesso não autorizado.
(__) Utilizar a autenticação em dois fatores reduz significativamente o risco de invasões por roubo de senhas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
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Ao digitar um trabalho escolar no Microsoft Word, João
percebeu que os títulos dos capítulos estavam todos
com tamanhos e fontes diferentes, e que o sumário não
se atualizava automaticamente quando ele fazia
alterações no texto. Um colega explicou que isso ocorre
por ele não usar "estilos" corretamente.
Com base nessa situação, assinale a alternativa correta sobre o uso de estilos no Microsoft Word:
Com base nessa situação, assinale a alternativa correta sobre o uso de estilos no Microsoft Word:
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Por que a queda dos preços nem sempre é tão boa
quanto parece
Um índice de aumento de preços abaixo de 0% pode
parecer uma ótima notícia para o bolso dos
consumidores. No entanto, a deflação — isto é, a
inflação negativa — nem sempre representa um cenário
favorável, pois pode desencadear efeitos econômicos e
sociais indesejáveis.
A América Latina, historicamente marcada por longos
períodos de alta inflação, hoje vive uma situação
inusitada: alguns países registram queda nos preços. A
Costa Rica apresentou índice de -1%, e o Panamá,
-0,3%, conforme os dados de setembro em relação ao
ano anterior. Embora as causas variem, há fatores
comuns. Odalis Marte, secretário-executivo do Conselho
Monetário Centro-Americano, explica que a redução dos
preços dos combustíveis e a queda no valor de
alimentos no mercado internacional contribuíram para o
fenômeno.
El Salvador, após cinco meses de deflação, voltou a
registrar inflação positiva de 0,3%, resultado
influenciado, entre outros fatores, pela redução de
impostos sobre importações de alimentos e por ajustes
fiscais internos. Já na Costa Rica, a valorização da
moeda local em relação ao dólar teve papel decisivo.
Para Carlos Acevedo, ex-presidente do Banco Central de
El Salvador, as baixas atuais refletem um "efeito
pós-pandemia": o custo de vida havia atingido níveis tão
altos que a queda dos preços representa apenas uma
correção, e não uma crise. Assim, a deflação observada
nesses países não é motivo de alarme, mas um ajuste
natural.
A Costa Rica acumula cinco meses consecutivos de
redução de preços, e o Panamá completa um ano de
índice negativo. No Brasil, embora o IBGE tenha
registrado leve recuo de 0,11% em agosto, não há sinais
de deflação persistente. De acordo com o pesquisador
Benjamin Gedan, da Universidade Johns Hopkins, a
deflação não deve ser meta de política econômica,
especialmente quando ocorre devido à desaceleração da
produção e do consumo.
A princípio, a deflação pode agradar os consumidores,
pois aumenta o poder de compra. No entanto, no médio
prazo, tende a estagnar salários, reduzir o consumo,
desestimular a produção e frear o crescimento
econômico. Cria-se, assim, um ciclo negativo: os preços
caem, mas o poder aquisitivo permanece restrito. Sem
geração de empregos ou com rendimentos congelados,
as famílias acabam mais vulneráveis.
Nos casos da Costa Rica e do Panamá, Marte ressalta
que a deflação atual não é preocupante, pois ocorre em
economias que continuam crescendo. Trata-se de um
processo de ajuste associado a fatores internos e externos, como a estrutura dos gastos familiares e o
peso de combustíveis e alimentos na composição do
Índice de Preços ao Consumidor. Além disso, políticas
governamentais, como subsídios, influenciam
diretamente. Em El Salvador, por exemplo, o governo
subsidia combustíveis, o que ajuda a conter a alta dos
preços internacionais.
Ainda assim, muitas famílias não percebem uma real
redução no custo de vida. Em países como a Costa Rica,
considerada uma nação cara, as quedas são pequenas
diante dos altos preços praticados antes da pandemia. O
fenômeno é, portanto, mais técnico do que perceptível
para o cidadão comum.
A história mostra que a deflação prolongada pode se
transformar em um grave problema. O exemplo clássico
é o do Japão, que, nos anos 1990, viveu a chamada
"década perdida". O país enfrentou forte retração
econômica, juros muito baixos, endividamento elevado e
queda do consumo, o que gerou estagnação e falências
em cadeia. Com uma população envelhecida e mais
inclinada a poupar do que a consumir, o ciclo
deflacionário se intensificou, e o Japão levou anos para
se recuperar.
Em contextos assim, os consumidores costumam adiar
compras, esperando preços ainda menores, o que
agrava o círculo vicioso: o consumo cai, a produção
retrai e os investimentos diminuem. Por isso,
economistas afirmam que nem inflação elevada nem
deflação prolongada são desejáveis. O ideal é manter
uma inflação moderada, entre 2% e 4% ao ano,
considerada saudável para a economia.
Atualmente, a deflação observada na Costa Rica, em El
Salvador e no Panamá é tida como passageira e ocorre
em economias em expansão, distantes da recessão. A
América Latina, que no passado sofreu com
hiperinflações, demonstra hoje maior estabilidade graças
a reformas que fortaleceram os bancos centrais e
consolidaram políticas monetárias responsáveis.
Ainda que o desafio de manter o equilíbrio entre inflação
e crescimento persista, as lições do passado deixaram
marcas positivas. A região demonstra, hoje, mais
maturidade econômica e maior capacidade de reagir a
variações de preços sem perder de vista a estabilidade,
condição essencial para o desenvolvimento sustentável.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy5qkdk56v3o.adaptado.
De acordo com o texto, a principal preocupação em relação à deflação é que ela:
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Por que a queda dos preços nem sempre é tão boa
quanto parece
Um índice de aumento de preços abaixo de 0% pode
parecer uma ótima notícia para o bolso dos
consumidores. No entanto, a deflação — isto é, a
inflação negativa — nem sempre representa um cenário
favorável, pois pode desencadear efeitos econômicos e
sociais indesejáveis.
A América Latina, historicamente marcada por longos
períodos de alta inflação, hoje vive uma situação
inusitada: alguns países registram queda nos preços. A
Costa Rica apresentou índice de -1%, e o Panamá,
-0,3%, conforme os dados de setembro em relação ao
ano anterior. Embora as causas variem, há fatores
comuns. Odalis Marte, secretário-executivo do Conselho
Monetário Centro-Americano, explica que a redução dos
preços dos combustíveis e a queda no valor de
alimentos no mercado internacional contribuíram para o
fenômeno.
El Salvador, após cinco meses de deflação, voltou a
registrar inflação positiva de 0,3%, resultado
influenciado, entre outros fatores, pela redução de
impostos sobre importações de alimentos e por ajustes
fiscais internos. Já na Costa Rica, a valorização da
moeda local em relação ao dólar teve papel decisivo.
Para Carlos Acevedo, ex-presidente do Banco Central de
El Salvador, as baixas atuais refletem um "efeito
pós-pandemia": o custo de vida havia atingido níveis tão
altos que a queda dos preços representa apenas uma
correção, e não uma crise. Assim, a deflação observada
nesses países não é motivo de alarme, mas um ajuste
natural.
A Costa Rica acumula cinco meses consecutivos de
redução de preços, e o Panamá completa um ano de
índice negativo. No Brasil, embora o IBGE tenha
registrado leve recuo de 0,11% em agosto, não há sinais
de deflação persistente. De acordo com o pesquisador
Benjamin Gedan, da Universidade Johns Hopkins, a
deflação não deve ser meta de política econômica,
especialmente quando ocorre devido à desaceleração da
produção e do consumo.
A princípio, a deflação pode agradar os consumidores,
pois aumenta o poder de compra. No entanto, no médio
prazo, tende a estagnar salários, reduzir o consumo,
desestimular a produção e frear o crescimento
econômico. Cria-se, assim, um ciclo negativo: os preços
caem, mas o poder aquisitivo permanece restrito. Sem
geração de empregos ou com rendimentos congelados,
as famílias acabam mais vulneráveis.
Nos casos da Costa Rica e do Panamá, Marte ressalta
que a deflação atual não é preocupante, pois ocorre em
economias que continuam crescendo. Trata-se de um
processo de ajuste associado a fatores internos e externos, como a estrutura dos gastos familiares e o
peso de combustíveis e alimentos na composição do
Índice de Preços ao Consumidor. Além disso, políticas
governamentais, como subsídios, influenciam
diretamente. Em El Salvador, por exemplo, o governo
subsidia combustíveis, o que ajuda a conter a alta dos
preços internacionais.
Ainda assim, muitas famílias não percebem uma real
redução no custo de vida. Em países como a Costa Rica,
considerada uma nação cara, as quedas são pequenas
diante dos altos preços praticados antes da pandemia. O
fenômeno é, portanto, mais técnico do que perceptível
para o cidadão comum.
A história mostra que a deflação prolongada pode se
transformar em um grave problema. O exemplo clássico
é o do Japão, que, nos anos 1990, viveu a chamada
"década perdida". O país enfrentou forte retração
econômica, juros muito baixos, endividamento elevado e
queda do consumo, o que gerou estagnação e falências
em cadeia. Com uma população envelhecida e mais
inclinada a poupar do que a consumir, o ciclo
deflacionário se intensificou, e o Japão levou anos para
se recuperar.
Em contextos assim, os consumidores costumam adiar
compras, esperando preços ainda menores, o que
agrava o círculo vicioso: o consumo cai, a produção
retrai e os investimentos diminuem. Por isso,
economistas afirmam que nem inflação elevada nem
deflação prolongada são desejáveis. O ideal é manter
uma inflação moderada, entre 2% e 4% ao ano,
considerada saudável para a economia.
Atualmente, a deflação observada na Costa Rica, em El
Salvador e no Panamá é tida como passageira e ocorre
em economias em expansão, distantes da recessão. A
América Latina, que no passado sofreu com
hiperinflações, demonstra hoje maior estabilidade graças
a reformas que fortaleceram os bancos centrais e
consolidaram políticas monetárias responsáveis.
Ainda que o desafio de manter o equilíbrio entre inflação
e crescimento persista, as lições do passado deixaram
marcas positivas. A região demonstra, hoje, mais
maturidade econômica e maior capacidade de reagir a
variações de preços sem perder de vista a estabilidade,
condição essencial para o desenvolvimento sustentável.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy5qkdk56v3o.adaptado.
Com base nesse trecho e nas ideias desenvolvidas ao longo do texto, é CORRETO concluir que o autor reconhece que:
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