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“(...) Uma das razões da popularidade do Teatro do Oprimido está no fato de não se tratar de uma cartilha dogmática. Publicado pela primeira vez em 1973, traduzido para mais de 25 idiomas e utilizado em mais de 70 países, o Teatro do Oprimido é um método de pesquisa e criatividade que tem como objetivo a transformação pessoal, política e social e que pode ser usado por todos aqueles que se enquadrem na categoria de “oprimidos”, sejam operários, camponeses, mulheres, negros, homossexuais. (...)”.
BOAL, Augusto. Teatro do oprimido. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1991.
No Teatro do Oprimido, a ideia de transformar o espectador em elemento ativo na encenação pretende:
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Disciplina: Educação Artística
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. São Lourenço Serra-SP
“(...) Não mais se pretende desenvolver apenas uma vaga sensibilidade nos alunos por meio da Arte, mas também se aspira influir positivamente no desenvolvimento cultural dos estudantes (...) Não podemos entender a Cultura de um país sem conhecer sua arte. Relembrando Fanon, eu diria que a Arte capacita um homem ou uma mulher a não ser estranho em seu meio ambiente nem estrangeiro no seu próprio país. Ela supera o estado de despersonalização, inserindo o indivíduo no lugar ao qual pertence, reforçando e ampliando seus lugares no mundo. (...) O compromisso com a diversidade cultural é enfatizado pela Arte-Educação Pós-moderna. Não mais somente aos códigos europeus e norte-americanos brancos, porém mais atenção à diversidade de códigos em função de raças, etnias, gênero, classe social etc. (...) Enquanto os termos “Multicultural” e “Pluricultural” pressupõem a coexistência e o mútuo entendimento de diferentes culturas na mesma sociedade, o termo “Intercultural” significa a interação entre as diferentes culturas. Esse deveria ser o objetivo da Arte-Educação interessada no desenvolvimento cultural. (...)”.
BARBOSA, Ana Mae (org.), Inquietações e mudanças no ensino da arte. São Paulo: Cortez, 2002.
Na perspectiva de Ana Mae Barbosa, para que se alcance tal objetivo é necessário que:
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Disciplina: Educação Artística
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. São Lourenço Serra-SP
“(...) Até o início dos anos 80 o compromisso da Arte na Escola era apenas com o desenvolvimento da expressão pessoal do estudante. Hoje, à livre-expressão, a Arte-Educação acrescenta a livre-interpretação da obra de Arte como objetivo de ensino. O slogan modernista de que todos somos artistas era utópico e foi substituído pela ideia de que todos podemos compreender e usufruir da Arte. (...) Outro aspecto importante da Arte na Escola em nossos dias é o fato de se reconhecer que o conhecimento da imagem é de fundamental importância não só para o desenvolvimento da subjetividade mas também para o desenvolvimento profissional. (...)”.
BARBOSA, Ana Mae (org.), Inquietações e mudanças
no ensino da arte. São Paulo: Cortez, 2002.
Considerando que muitas profissões estão direta ou indiretamente relacionadas à arte comercial e à propaganda, incluindo todos os campos do design para a moda e a indústria têxtil, a autora sugere que:
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Disciplina: Educação Artística
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. São Lourenço Serra-SP
No Brasil, a aprendizagem de Arte é obrigatória pela LDB no Ensino Fundamental e no Ensino Médio. Ana Mae Barbosa, no entanto, afirma que a mera obrigatoriedade não é suficiente para garantir a existência da Arte no currículo. Em Inquietações e mudanças no ensino da arte (Cortez, 2002), a autora observa que algumas escolas incluem a Arte em apenas uma das séries porque a LDB não explicitou que o ensino de Arte é obrigatório em todas. No caso do Ensino Médio, algumas Secretarias de Educação usam o subterfúgio da interdisciplinaridade e incluem todas as Artes na disciplina de Literatura, “fazendo prevalecer o espírito educacional hierárquico da importância suprema da linguagem verbal e consequente desprezo pela linguagem visual”.
Nesse contexto, segundo a autora:
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Ricardo Cravo Albin aponta a geração de músicos da qual Pixinguinha fez parte como a responsável pelas raízes do samba e do choro. Resumos biográficos de personagens de relevância para a música popular brasileira podem ser encontrados na obra “O livro de ouro da MPB”, publicada pela Ediouro em 2003. Os trechos que destacam aspectos da biografia de Pixinguinha estão situados no primeiro capítulo, “O nascimento da música popular brasileira”. De acordo com Cravo Albin, o músico foi o “estruturador e o patriarca de toda a música que viria depois dele”.
Nas palavras do autor, a geração de Pixinguinha, “figura da realeza do choro”, é:
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Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. São Lourenço Serra-SP
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Disciplina: Informática
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. São Lourenço Serra-SP
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Disciplina: Informática
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. São Lourenço Serra-SP
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Disciplina: Informática
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. São Lourenço Serra-SP
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Disciplina: Informática
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. São Lourenço Serra-SP
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