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3919179
Ano: 2025
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São Miguel Oeste-SC
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São Miguel Oeste-SC
Provas:
A Lei Orgânica do Município de São Miguel do Oeste
(SC) estabelece como objetivos fundamentais a
construção de uma sociedade livre, justa e solidária, a
erradicação da pobreza e da marginalização, além da
promoção do bem de todos sem discriminação.
Considerando esses princípios, qual abordagem de
gestão educacional municipal se alinha aos objetivos
estabelecidos na Lei Orgânica do Município de São
Miguel do Oeste (SC)?
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O combate às fake news e a promoção da alfabetização
midiática tornaram-se urgentes no contexto educacional
contemporâneo. Sobre essa temática, analise:
I.A verificação de fontes, análise crítica de informações e compreensão de algoritmos são competências fundamentais na era digital.
II.Redes sociais e plataformas digitais influenciam diretamente o processo educativo, mas são irrelevantes para o trabalho pedagógico.
III.A escola tem papel fundamental em desenvolver nos estudantes capacidade de distinguir informações confiáveis de desinformação.
IV.O letramento digital vai além do uso instrumental de tecnologias, incluindo compreensão crítica dos meios de comunicação.
Está correto o que se afirma em:
I.A verificação de fontes, análise crítica de informações e compreensão de algoritmos são competências fundamentais na era digital.
II.Redes sociais e plataformas digitais influenciam diretamente o processo educativo, mas são irrelevantes para o trabalho pedagógico.
III.A escola tem papel fundamental em desenvolver nos estudantes capacidade de distinguir informações confiáveis de desinformação.
IV.O letramento digital vai além do uso instrumental de tecnologias, incluindo compreensão crítica dos meios de comunicação.
Está correto o que se afirma em:
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3919177
Ano: 2025
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São Miguel Oeste-SC
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São Miguel Oeste-SC
Provas:
De acordo com o Estatuto dos Servidores Públicos de
São Miguel do Oeste/SC (Lei Complementar nº 9/2012),
o provimento de cargos efetivos depende da aprovação
em concurso público e da posse dentro do prazo legal. A
posse deverá ocorrer:
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Os movimentos sociais por justiça climática ganharam
destaque global nos últimos anos, especialmente após
eventos climáticos extremos. Sobre essa temática no
contexto brasileiro e global, assinale V para verdadeiro e
F para falso:
(__)As mudanças climáticas afetam desproporcionalmente populações vulneráveis, tornando a questão ambiental também uma questão de direitos humanos.
(__)O Brasil, por sua matriz energética predominantemente renovável, está relativamente isento de responsabilidades na redução de emissões de gases de efeito estufa.
(__)A educação ambiental crítica propõe que estudantes compreendam as relações entre modelo de desenvolvimento e crise climática.
(__)Eventos climáticos extremos, como enchentes e secas prolongadas, têm impactado diretamente o calendário escolar em diversas regiões do Brasil.
A sequência correta é:
(__)As mudanças climáticas afetam desproporcionalmente populações vulneráveis, tornando a questão ambiental também uma questão de direitos humanos.
(__)O Brasil, por sua matriz energética predominantemente renovável, está relativamente isento de responsabilidades na redução de emissões de gases de efeito estufa.
(__)A educação ambiental crítica propõe que estudantes compreendam as relações entre modelo de desenvolvimento e crise climática.
(__)Eventos climáticos extremos, como enchentes e secas prolongadas, têm impactado diretamente o calendário escolar em diversas regiões do Brasil.
A sequência correta é:
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As desigualdades regionais no Brasil impactam
diretamente o acesso e a qualidade da educação. Sobre
os desafios educacionais relacionados às disparidades
socioeconômicas e geográficas no país, considere:
I.Regiões com menores IDH geralmente apresentam indicadores educacionais mais críticos, como evasão escolar e baixo desempenho.
II.A infraestrutura escolar inadequada, especialmente em áreas rurais e periferias urbanas, compromete o processo de ensino-aprendizagem.
III.Políticas de equidade educacional buscam garantir condições diferenciadas para reduzir desigualdades históricas entre regiões.
IV.O Brasil superou as desigualdades educacionais regionais através do FUNDEB e demais políticas redistributivas.
Estão corretas:
I.Regiões com menores IDH geralmente apresentam indicadores educacionais mais críticos, como evasão escolar e baixo desempenho.
II.A infraestrutura escolar inadequada, especialmente em áreas rurais e periferias urbanas, compromete o processo de ensino-aprendizagem.
III.Políticas de equidade educacional buscam garantir condições diferenciadas para reduzir desigualdades históricas entre regiões.
IV.O Brasil superou as desigualdades educacionais regionais através do FUNDEB e demais políticas redistributivas.
Estão corretas:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Número de professores temporários no Brasil é
maior que na OCDE
No Brasil, aproximadamente dois a cada três professores
têm contratos permanentes nas escolas onde trabalham.
Os demais estão em cargos substitutos ou temporários
que, por vezes, têm duração de menos de 1 ano. Os
dados são da Pesquisa Internacional sobre Ensino e
Aprendizagem 2024 (Talis), divulgada nesta
segunda-feira (6) pela Organização para a Cooperação e
Desenvolvimento Econômico (OCDE).
A pesquisa, feita a partir de entrevistas com professores
e diretores, principalmente dos anos finais do ensino
fundamental, do 6º ao 9º ano, compara a educação em
53 países.
De acordo com os resultados, enquanto no Brasil 64%
dos professores têm contratos permanentes nas escolas
onde trabalham, entre os países da OCDE a média é
superior, com 81% dos docentes com contratos
permanentes. No Brasil, a porcentagem desse tipo de
contrato inclusive caiu 16 pontos percentuais em 2024,
em relação à última pesquisa, de 2018.
Segundo o estudo, contratos permanentes dão mais
segurança aos professores e, consequentemente, têm
impacto no ensino.
"Como a maior parte dos funcionários, a maioria dos
professores busca estabilidade no emprego. Um
componente importante da segurança no emprego dos
professores é a sua modalidade de contrato. Os
contratos permanentes não têm duração limitada,
enquanto os contratos por prazo determinado têm
duração específica. O emprego temporário envolve
algum grau de insegurança e imprevisibilidade, o que
pode causar tensão e impedir que alguns funcionários
funcionem de forma ideal em seu ambiente de trabalho",
aponta a pesquisa.
Entre os países com dados disponíveis, o Brasil aparece
como o quinto pior no ranking, superando apenas
Xangai, na China, com 33% dos professores das escolas
com contratos permanentes; Emirados Árabes Unidos
(34%), Bahrein (55%) e Costa Rica (56%). Na outra
ponta, estão Dinamarca, Letônia e França, com
porcentagens de contratos permanentes próximos a
100%.
Condições de trabalho
A pesquisa mostra que, no Brasil, menos de um a cada
quatro professores, 22%, estão satisfeitos com o salário
que recebem. Essa porcentagem aumentou quatro
pontos percentuais desde 2018. A parcela, no entanto,
ainda é inferior à média da OCDE, que é de 39% dos
professores satisfeitos com o que recebem.
Em relação ao salário, o Brasil aparece no quinto pior
lugar do ranking entre os países com esse dado
disponível. Na frente de Malta, em último lugar, com
menos de 10% dos professores satisfeitos, Portugal,
Islândia e Turquia.
Levando em consideração outros aspectos do contrato,
como benefícios, carga horária, entre outros, o Brasil
também aparece na parte inferior do ranking, com o
terceiro pior lugar, caindo de 52% dos professores
satisfeitos em 2018 para 44% satisfeitos com as
condições de trabalho. A média da OCDE é de 68%.
Nesse aspecto, o relatório mostra que enquanto na
Áustria, Bulgária, Colômbia, República Checa, Letônia,
Polônia, Romênia, República Eslovaca e Uzbequistão
pelo menos 80% dos professores estão satisfeitos com
as suas condições de trabalho (excluindo salários),
menos de 40% relatam o mesmo no Japão e em
Portugal, únicos países superados pelo Brasil.
"A remuneração desempenha um papel importante na
atração e retenção de professores, garantindo que seu
trabalho seja financeiramente sustentável e competitivo
com outras profissões", explica a pesquisa Talis.
A Talis foi feita no Brasil pela quarta vez, entre os meses
de junho e julho de 2024. Os estudos foram conduzidos
pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais Anísio Teixeira (Inep), com a colaboração
das secretarias de Educação das 27 Unidades
Federativas.
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-10/numero-de-p
rofessores-temporarios-no-brasil-e-maior-que-na-ocde
Com base nos tipos de predicado, identifique a alternativa CORRETA.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Número de professores temporários no Brasil é
maior que na OCDE
No Brasil, aproximadamente dois a cada três professores
têm contratos permanentes nas escolas onde trabalham.
Os demais estão em cargos substitutos ou temporários
que, por vezes, têm duração de menos de 1 ano. Os
dados são da Pesquisa Internacional sobre Ensino e
Aprendizagem 2024 (Talis), divulgada nesta
segunda-feira (6) pela Organização para a Cooperação e
Desenvolvimento Econômico (OCDE).
A pesquisa, feita a partir de entrevistas com professores
e diretores, principalmente dos anos finais do ensino
fundamental, do 6º ao 9º ano, compara a educação em
53 países.
De acordo com os resultados, enquanto no Brasil 64%
dos professores têm contratos permanentes nas escolas
onde trabalham, entre os países da OCDE a média é
superior, com 81% dos docentes com contratos
permanentes. No Brasil, a porcentagem desse tipo de
contrato inclusive caiu 16 pontos percentuais em 2024,
em relação à última pesquisa, de 2018.
Segundo o estudo, contratos permanentes dão mais
segurança aos professores e, consequentemente, têm
impacto no ensino.
"Como a maior parte dos funcionários, a maioria dos
professores busca estabilidade no emprego. Um
componente importante da segurança no emprego dos
professores é a sua modalidade de contrato. Os
contratos permanentes não têm duração limitada,
enquanto os contratos por prazo determinado têm
duração específica. O emprego temporário envolve
algum grau de insegurança e imprevisibilidade, o que
pode causar tensão e impedir que alguns funcionários
funcionem de forma ideal em seu ambiente de trabalho",
aponta a pesquisa.
Entre os países com dados disponíveis, o Brasil aparece
como o quinto pior no ranking, superando apenas
Xangai, na China, com 33% dos professores das escolas
com contratos permanentes; Emirados Árabes Unidos
(34%), Bahrein (55%) e Costa Rica (56%). Na outra
ponta, estão Dinamarca, Letônia e França, com
porcentagens de contratos permanentes próximos a
100%.
Condições de trabalho
A pesquisa mostra que, no Brasil, menos de um a cada
quatro professores, 22%, estão satisfeitos com o salário
que recebem. Essa porcentagem aumentou quatro
pontos percentuais desde 2018. A parcela, no entanto,
ainda é inferior à média da OCDE, que é de 39% dos
professores satisfeitos com o que recebem.
Em relação ao salário, o Brasil aparece no quinto pior
lugar do ranking entre os países com esse dado
disponível. Na frente de Malta, em último lugar, com
menos de 10% dos professores satisfeitos, Portugal,
Islândia e Turquia.
Levando em consideração outros aspectos do contrato,
como benefícios, carga horária, entre outros, o Brasil
também aparece na parte inferior do ranking, com o
terceiro pior lugar, caindo de 52% dos professores
satisfeitos em 2018 para 44% satisfeitos com as
condições de trabalho. A média da OCDE é de 68%.
Nesse aspecto, o relatório mostra que enquanto na
Áustria, Bulgária, Colômbia, República Checa, Letônia,
Polônia, Romênia, República Eslovaca e Uzbequistão
pelo menos 80% dos professores estão satisfeitos com
as suas condições de trabalho (excluindo salários),
menos de 40% relatam o mesmo no Japão e em
Portugal, únicos países superados pelo Brasil.
"A remuneração desempenha um papel importante na
atração e retenção de professores, garantindo que seu
trabalho seja financeiramente sustentável e competitivo
com outras profissões", explica a pesquisa Talis.
A Talis foi feita no Brasil pela quarta vez, entre os meses
de junho e julho de 2024. Os estudos foram conduzidos
pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais Anísio Teixeira (Inep), com a colaboração
das secretarias de Educação das 27 Unidades
Federativas.
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-10/numero-de-p
rofessores-temporarios-no-brasil-e-maior-que-na-ocde
(__)No trecho 'que é de 39% dos professores satisfeitos...' o 'que' retoma 'média da OCDE'.
(__)No trecho '...temporários que, por vezes, têm duração de menos de 1 ano', o 'que' retoma 'cargos substitutos ou temporários'.
(__)No trecho 'Essa porcentagem aumentou quatro pontos percentuais desde 2018.', o pronome 'essa' retoma "22% dos professores estão satisfeitos com o salário".
(__)No trecho "Enquanto no Brasil 64% dos professores têm contratos permanentes..., entre os países da OCDE a média é superior...", a conjunção 'enquanto' estabelece contraste.
(__)No trecho "No Brasil, a porcentagem desse tipo de contrato inclusive caiu 16 pontos percentuais...", o vocábulo 'inclusive' introduz ênfase e ampliação.
A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Número de professores temporários no Brasil é
maior que na OCDE
No Brasil, aproximadamente dois a cada três professores
têm contratos permanentes nas escolas onde trabalham.
Os demais estão em cargos substitutos ou temporários
que, por vezes, têm duração de menos de 1 ano. Os
dados são da Pesquisa Internacional sobre Ensino e
Aprendizagem 2024 (Talis), divulgada nesta
segunda-feira (6) pela Organização para a Cooperação e
Desenvolvimento Econômico (OCDE).
A pesquisa, feita a partir de entrevistas com professores
e diretores, principalmente dos anos finais do ensino
fundamental, do 6º ao 9º ano, compara a educação em
53 países.
De acordo com os resultados, enquanto no Brasil 64%
dos professores têm contratos permanentes nas escolas
onde trabalham, entre os países da OCDE a média é
superior, com 81% dos docentes com contratos
permanentes. No Brasil, a porcentagem desse tipo de
contrato inclusive caiu 16 pontos percentuais em 2024,
em relação à última pesquisa, de 2018.
Segundo o estudo, contratos permanentes dão mais
segurança aos professores e, consequentemente, têm
impacto no ensino.
"Como a maior parte dos funcionários, a maioria dos
professores busca estabilidade no emprego. Um
componente importante da segurança no emprego dos
professores é a sua modalidade de contrato. Os
contratos permanentes não têm duração limitada,
enquanto os contratos por prazo determinado têm
duração específica. O emprego temporário envolve
algum grau de insegurança e imprevisibilidade, o que
pode causar tensão e impedir que alguns funcionários
funcionem de forma ideal em seu ambiente de trabalho",
aponta a pesquisa.
Entre os países com dados disponíveis, o Brasil aparece
como o quinto pior no ranking, superando apenas
Xangai, na China, com 33% dos professores das escolas
com contratos permanentes; Emirados Árabes Unidos
(34%), Bahrein (55%) e Costa Rica (56%). Na outra
ponta, estão Dinamarca, Letônia e França, com
porcentagens de contratos permanentes próximos a
100%.
Condições de trabalho
A pesquisa mostra que, no Brasil, menos de um a cada
quatro professores, 22%, estão satisfeitos com o salário
que recebem. Essa porcentagem aumentou quatro
pontos percentuais desde 2018. A parcela, no entanto,
ainda é inferior à média da OCDE, que é de 39% dos
professores satisfeitos com o que recebem.
Em relação ao salário, o Brasil aparece no quinto pior
lugar do ranking entre os países com esse dado
disponível. Na frente de Malta, em último lugar, com
menos de 10% dos professores satisfeitos, Portugal,
Islândia e Turquia.
Levando em consideração outros aspectos do contrato,
como benefícios, carga horária, entre outros, o Brasil
também aparece na parte inferior do ranking, com o
terceiro pior lugar, caindo de 52% dos professores
satisfeitos em 2018 para 44% satisfeitos com as
condições de trabalho. A média da OCDE é de 68%.
Nesse aspecto, o relatório mostra que enquanto na
Áustria, Bulgária, Colômbia, República Checa, Letônia,
Polônia, Romênia, República Eslovaca e Uzbequistão
pelo menos 80% dos professores estão satisfeitos com
as suas condições de trabalho (excluindo salários),
menos de 40% relatam o mesmo no Japão e em
Portugal, únicos países superados pelo Brasil.
"A remuneração desempenha um papel importante na
atração e retenção de professores, garantindo que seu
trabalho seja financeiramente sustentável e competitivo
com outras profissões", explica a pesquisa Talis.
A Talis foi feita no Brasil pela quarta vez, entre os meses
de junho e julho de 2024. Os estudos foram conduzidos
pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais Anísio Teixeira (Inep), com a colaboração
das secretarias de Educação das 27 Unidades
Federativas.
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-10/numero-de-p
rofessores-temporarios-no-brasil-e-maior-que-na-ocde
Os vocábulos das alternativas a seguir estão grafados corretamente com hífen, assim como o vocábulo 'sexta-feira', EXCETO:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Número de professores temporários no Brasil é
maior que na OCDE
No Brasil, aproximadamente dois a cada três professores
têm contratos permanentes nas escolas onde trabalham.
Os demais estão em cargos substitutos ou temporários
que, por vezes, têm duração de menos de 1 ano. Os
dados são da Pesquisa Internacional sobre Ensino e
Aprendizagem 2024 (Talis), divulgada nesta
segunda-feira (6) pela Organização para a Cooperação e
Desenvolvimento Econômico (OCDE).
A pesquisa, feita a partir de entrevistas com professores
e diretores, principalmente dos anos finais do ensino
fundamental, do 6º ao 9º ano, compara a educação em
53 países.
De acordo com os resultados, enquanto no Brasil 64%
dos professores têm contratos permanentes nas escolas
onde trabalham, entre os países da OCDE a média é
superior, com 81% dos docentes com contratos
permanentes. No Brasil, a porcentagem desse tipo de
contrato inclusive caiu 16 pontos percentuais em 2024,
em relação à última pesquisa, de 2018.
Segundo o estudo, contratos permanentes dão mais
segurança aos professores e, consequentemente, têm
impacto no ensino.
"Como a maior parte dos funcionários, a maioria dos
professores busca estabilidade no emprego. Um
componente importante da segurança no emprego dos
professores é a sua modalidade de contrato. Os
contratos permanentes não têm duração limitada,
enquanto os contratos por prazo determinado têm
duração específica. O emprego temporário envolve
algum grau de insegurança e imprevisibilidade, o que
pode causar tensão e impedir que alguns funcionários
funcionem de forma ideal em seu ambiente de trabalho",
aponta a pesquisa.
Entre os países com dados disponíveis, o Brasil aparece
como o quinto pior no ranking, superando apenas
Xangai, na China, com 33% dos professores das escolas
com contratos permanentes; Emirados Árabes Unidos
(34%), Bahrein (55%) e Costa Rica (56%). Na outra
ponta, estão Dinamarca, Letônia e França, com
porcentagens de contratos permanentes próximos a
100%.
Condições de trabalho
A pesquisa mostra que, no Brasil, menos de um a cada
quatro professores, 22%, estão satisfeitos com o salário
que recebem. Essa porcentagem aumentou quatro
pontos percentuais desde 2018. A parcela, no entanto,
ainda é inferior à média da OCDE, que é de 39% dos
professores satisfeitos com o que recebem.
Em relação ao salário, o Brasil aparece no quinto pior
lugar do ranking entre os países com esse dado
disponível. Na frente de Malta, em último lugar, com
menos de 10% dos professores satisfeitos, Portugal,
Islândia e Turquia.
Levando em consideração outros aspectos do contrato,
como benefícios, carga horária, entre outros, o Brasil
também aparece na parte inferior do ranking, com o
terceiro pior lugar, caindo de 52% dos professores
satisfeitos em 2018 para 44% satisfeitos com as
condições de trabalho. A média da OCDE é de 68%.
Nesse aspecto, o relatório mostra que enquanto na
Áustria, Bulgária, Colômbia, República Checa, Letônia,
Polônia, Romênia, República Eslovaca e Uzbequistão
pelo menos 80% dos professores estão satisfeitos com
as suas condições de trabalho (excluindo salários),
menos de 40% relatam o mesmo no Japão e em
Portugal, únicos países superados pelo Brasil.
"A remuneração desempenha um papel importante na
atração e retenção de professores, garantindo que seu
trabalho seja financeiramente sustentável e competitivo
com outras profissões", explica a pesquisa Talis.
A Talis foi feita no Brasil pela quarta vez, entre os meses
de junho e julho de 2024. Os estudos foram conduzidos
pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais Anísio Teixeira (Inep), com a colaboração
das secretarias de Educação das 27 Unidades
Federativas.
https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-10/numero-de-p
rofessores-temporarios-no-brasil-e-maior-que-na-ocde
(__)Os vocábulos 'três' e 'têm' são monossílabos tônicos acentuados por regras distintas. O primeiro segue a regra da palavra 'mês', e o segundo segue a regra do vocábulo 'contém'.
(__)Os vocábulos 'países' e 'disponíveis' são acentuados pela regra das paroxítonas terminadas em 'e' e 'ei', seguidas de 's'.
(__)Os vocábulos 'Áustria' e 'Bulgária' seguem a mesma regra de acentuação.
(__)Embora os vocábulos 'Japão' e 'atração' não possuam acento gráfico, eles compartilham a mesma classificação quanto à acentuação tônica. O mesmo se aplica aos vocábulos 'nacional' e 'papel'.
A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Número de professores temporários no Brasil é
maior que na OCDE
No Brasil, aproximadamente dois a cada três professores
têm contratos permanentes nas escolas onde trabalham.
Os demais estão em cargos substitutos ou temporários
que, por vezes, têm duração de menos de 1 ano. Os
dados são da Pesquisa Internacional sobre Ensino e
Aprendizagem 2024 (Talis), divulgada nesta
segunda-feira (6) pela Organização para a Cooperação e
Desenvolvimento Econômico (OCDE).
A pesquisa, feita a partir de entrevistas com professores
e diretores, principalmente dos anos finais do ensino
fundamental, do 6º ao 9º ano, compara a educação em
53 países.
De acordo com os resultados, enquanto no Brasil 64%
dos professores têm contratos permanentes nas escolas
onde trabalham, entre os países da OCDE a média é
superior, com 81% dos docentes com contratos
permanentes. No Brasil, a porcentagem desse tipo de
contrato inclusive caiu 16 pontos percentuais em 2024,
em relação à última pesquisa, de 2018.
Segundo o estudo, contratos permanentes dão mais
segurança aos professores e, consequentemente, têm
impacto no ensino.
"Como a maior parte dos funcionários, a maioria dos
professores busca estabilidade no emprego. Um
componente importante da segurança no emprego dos
professores é a sua modalidade de contrato. Os
contratos permanentes não têm duração limitada,
enquanto os contratos por prazo determinado têm
duração específica. O emprego temporário envolve
algum grau de insegurança e imprevisibilidade, o que
pode causar tensão e impedir que alguns funcionários
funcionem de forma ideal em seu ambiente de trabalho",
aponta a pesquisa.
Entre os países com dados disponíveis, o Brasil aparece
como o quinto pior no ranking, superando apenas
Xangai, na China, com 33% dos professores das escolas
com contratos permanentes; Emirados Árabes Unidos
(34%), Bahrein (55%) e Costa Rica (56%). Na outra
ponta, estão Dinamarca, Letônia e França, com
porcentagens de contratos permanentes próximos a
100%.
Condições de trabalho
A pesquisa mostra que, no Brasil, menos de um a cada
quatro professores, 22%, estão satisfeitos com o salário
que recebem. Essa porcentagem aumentou quatro
pontos percentuais desde 2018. A parcela, no entanto,
ainda é inferior à média da OCDE, que é de 39% dos
professores satisfeitos com o que recebem.
Em relação ao salário, o Brasil aparece no quinto pior
lugar do ranking entre os países com esse dado
disponível. Na frente de Malta, em último lugar, com
menos de 10% dos professores satisfeitos, Portugal,
Islândia e Turquia.
Levando em consideração outros aspectos do contrato,
como benefícios, carga horária, entre outros, o Brasil
também aparece na parte inferior do ranking, com o
terceiro pior lugar, caindo de 52% dos professores
satisfeitos em 2018 para 44% satisfeitos com as
condições de trabalho. A média da OCDE é de 68%.
Nesse aspecto, o relatório mostra que enquanto na
Áustria, Bulgária, Colômbia, República Checa, Letônia,
Polônia, Romênia, República Eslovaca e Uzbequistão
pelo menos 80% dos professores estão satisfeitos com
as suas condições de trabalho (excluindo salários),
menos de 40% relatam o mesmo no Japão e em
Portugal, únicos países superados pelo Brasil.
"A remuneração desempenha um papel importante na
atração e retenção de professores, garantindo que seu
trabalho seja financeiramente sustentável e competitivo
com outras profissões", explica a pesquisa Talis.
A Talis foi feita no Brasil pela quarta vez, entre os meses
de junho e julho de 2024. Os estudos foram conduzidos
pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais Anísio Teixeira (Inep), com a colaboração
das secretarias de Educação das 27 Unidades
Federativas.
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rofessores-temporarios-no-brasil-e-maior-que-na-ocde
Caso o objeto direto do verbo 'levar' for substituído por pronome oblíquo átono a colocação pronominal adequada será:
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