Foram encontradas 20 questões.
Segundo o Artigo 4º da Lei nº 9.394/96, que estabelece
as diretrizes e bases da educação nacional, assinale a
alternativa que não corresponde a uma das garantias do
dever do Estado com a educação escolar pública.
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No ensino de língua portuguesa é importante trabalhar
com a diversidade dos gêneros textuais, indo além dos
tradicionais, incluindo formatos próprios da cultura digital
e juvenil, como memes, e charges digitais, levando em
consideração os diferentes processos e ações que esses
gêneros envolvem — como curar, seguir, compartilhar e
remixar.
Além disso, é fundamental entender as estratégias de persuasão presentes no discurso publicitário, o incentivo ao consumo e as diferenças entre comercializar um produto e "vender" uma ideia, bem como entre anúncio publicitário e propaganda.
Com base nisso, o professor deve propor atividades que possibilitem aos alunos:
(__)Identificar e analisar os efeitos de sentido que reforçam a persuasão em textos publicitários, relacionando as estratégias de apelo ao consumo aos recursos linguístico-discursivos utilizados, como imagens, tempos verbais, jogos de palavras, figuras de linguagem, entre outros, com o objetivo de fomentar práticas de consumo conscientes.
(__)Inferir e justificar, em textos multissemióticos − tirinhas, charges, memes, gifs etc. −, os efeitos de humor, ironia e/ou crítica produzidos pelo uso ambíguo de palavras, imagens.
(__)Trabalhar com os alunos a diferenciação entre liberdade de expressão e discursos de ódio, promovendo debates, reflexões e ações que incentivem o posicionamento crítico e ético diante de discursos discriminatórios, bem como orientações sobre formas de denúncia quando necessário.
A sequência que preenche adequadamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Além disso, é fundamental entender as estratégias de persuasão presentes no discurso publicitário, o incentivo ao consumo e as diferenças entre comercializar um produto e "vender" uma ideia, bem como entre anúncio publicitário e propaganda.
Com base nisso, o professor deve propor atividades que possibilitem aos alunos:
(__)Identificar e analisar os efeitos de sentido que reforçam a persuasão em textos publicitários, relacionando as estratégias de apelo ao consumo aos recursos linguístico-discursivos utilizados, como imagens, tempos verbais, jogos de palavras, figuras de linguagem, entre outros, com o objetivo de fomentar práticas de consumo conscientes.
(__)Inferir e justificar, em textos multissemióticos − tirinhas, charges, memes, gifs etc. −, os efeitos de humor, ironia e/ou crítica produzidos pelo uso ambíguo de palavras, imagens.
(__)Trabalhar com os alunos a diferenciação entre liberdade de expressão e discursos de ódio, promovendo debates, reflexões e ações que incentivem o posicionamento crítico e ético diante de discursos discriminatórios, bem como orientações sobre formas de denúncia quando necessário.
A sequência que preenche adequadamente os itens acima, de cima para baixo, é:
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A Lei nº 7.148/2015 dispõe sobre a aprovação do Plano
Municipal de Educação (PME) do Município de São
Miguel do Oeste, no Estado de Santa Catarina.
Fica aprovado o Plano Municipal de Educação − PME, com vigência de 10 (dez) anos a partir da publicação desta Lei, conforme disposto nos Anexos I e II, com o objetivo de cumprir o que estabelece o art. 8º da Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014 (Lei do Plano Nacional de Educação).
São diretrizes do PME:
I.Superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da cidadania e na erradicação de todas as formas de discriminação;
II.Melhoria da qualidade da educação.
III.Formação para o trabalho e para a cidadania, com ênfase nos valores morais e éticos em que se fundamenta a sociedade.
IV.Promoção do princípio da gestão democrática da educação pública.
As alternativas que apresentam corretamente as diretrizes da PME são:
Fica aprovado o Plano Municipal de Educação − PME, com vigência de 10 (dez) anos a partir da publicação desta Lei, conforme disposto nos Anexos I e II, com o objetivo de cumprir o que estabelece o art. 8º da Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014 (Lei do Plano Nacional de Educação).
São diretrizes do PME:
I.Superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da cidadania e na erradicação de todas as formas de discriminação;
II.Melhoria da qualidade da educação.
III.Formação para o trabalho e para a cidadania, com ênfase nos valores morais e éticos em que se fundamenta a sociedade.
IV.Promoção do princípio da gestão democrática da educação pública.
As alternativas que apresentam corretamente as diretrizes da PME são:
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3920009
Ano: 2025
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São Miguel Oeste-SC
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São Miguel Oeste-SC
Provas:
- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)
- ECAEspecialDas Medidas Pertinentes aos Pais ou Responsável (Art. 129 e 130)
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA),
promulgado em 13 de julho de 1990, constitui o principal
marco legal no Brasil que garante os direitos das
crianças e dos adolescentes.
Com base na Lei nº 8.069/90, referente ao direito à vida e à saúde, julgue a alternativa INCORRETA.
Com base na Lei nº 8.069/90, referente ao direito à vida e à saúde, julgue a alternativa INCORRETA.
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Com base na Lei nº 7.148/2015, que institui o Plano
Municipal de Educação (PME) de São Miguel do
Oeste/SC, e em consonância com a Lei nº 13.005/2014
(PNE), assinale a alternativa INCORRETA sobre os
artigos apresentados.
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A expressão oral não é um complemento nem um
acréscimo nas aulas de Língua Portuguesa, que devem
tratar com a mesma importância as competências de
falar, ler e escrever. Desenvolver os usos da linguagem
oral próprios das situações formais e públicas, em que
deverão ser usadas as normas urbanas de prestígio, é
tarefa que contribui enormemente para a formação de
cidadãos conscientes e críticos, capazes de
expressar-se para reivindicar, emocionar, apelar, julgar,
interpelar. Da mesma forma, as atividades de expressão
oral desenvolvem habilidades sociais de cordialidade,
respeito, tolerância e ensinam ao aluno formas de
gestualidade e expressão corporal que contribuem para
sua inserção social e a compreensão histórica do
momento que vive.
(https://www.scielo.br/j/bak/a/r3rdR4q6XXwpbnCYCsXd8NM/?format=h tml&lang=pt)
Com base no trecho e no conhecimento sobre o ensino da oralidade, analise as afirmativas:
I.A oralidade deve ser compreendida como um objeto efetivo de ensino na escola, ultrapassando o caráter de atividades improvisadas ou meramente complementares.
II.A oralidade possui suas próprias regras e os gêneros orais devem ser trabalhados de forma sistemática, desde os mais espontâneos aos mais formais.
III.A entonação, a expressão corporal e a escuta devem ser vistos como elementos fundamentais na prática da oralidade.
IV.A oralidade deve ser ensinada apenas como apoio ao ensino da escrita, já que a fala espontânea é desorganizada e não possui regras claras de uso.
É correto o que se afirma em:
(https://www.scielo.br/j/bak/a/r3rdR4q6XXwpbnCYCsXd8NM/?format=h tml&lang=pt)
Com base no trecho e no conhecimento sobre o ensino da oralidade, analise as afirmativas:
I.A oralidade deve ser compreendida como um objeto efetivo de ensino na escola, ultrapassando o caráter de atividades improvisadas ou meramente complementares.
II.A oralidade possui suas próprias regras e os gêneros orais devem ser trabalhados de forma sistemática, desde os mais espontâneos aos mais formais.
III.A entonação, a expressão corporal e a escuta devem ser vistos como elementos fundamentais na prática da oralidade.
IV.A oralidade deve ser ensinada apenas como apoio ao ensino da escrita, já que a fala espontânea é desorganizada e não possui regras claras de uso.
É correto o que se afirma em:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que os alienígenas provavelmente existem —
mas não vão nos visitar tão cedo
Olhe para o céu à noite, pontilhado de aglomerados de
estrelas e se pergunte: estamos realmente sozinhos em
um universo tão vasto para ser compreendido
completamente?
Provavelmente não. A Terra é um ponto minúsculo em
um mar gigante de bilhões de outros pontos. Como
poderíamos ser a única forma de vida nesta ou em
qualquer outra vizinhança cósmica?
O que sabemos sobre a vida fora do ambiente
perfeitamente regulado que é a Terra?
Muitos especialistas dizem que, mesmo sem evidências
sólidas sobre a existência de alienígenas, temos que
concluir que eles existem.
Os cientistas estão constantemente descobrindo
planetas orbitando essas estrelas, também conhecidos
como exoplanetas.
"Estamos bastante convencidos de que existe vida lá
fora", disse a cientista do espaço Maggie Aderin-Pocock.
"É puramente uma questão de números. É
probabilidade."
A tecnologia que temos hoje nos permite examinar esses
exoplanetas em detalhes.
Cientistas conseguem ver a composição química desses
corpos celestiais que orbitam as estrelas usando
telescópios poderosos para analisar a composição
química da luz estelar que os atravessa. Isso é chamado
de espectroscopia.
O importante é encontrar uma composição química
semelhante à composição da Terra — o que significaria
que existe, em algum lugar, talvez a milhares de anos-luz
de distância, um ambiente capaz de sustentar uma forma
de vida parecida com a nossa.
Os sinais são encorajadores. "Nós conhecemos
centenas de planetas potencialmente habitáveis", afirma
Tim O'Brien, professor de Astrofísica da Universidade de
Manchester.
"É quase certo que, dentro da próxima década, ou
próximo disso, iremos descobrir um planeta que talvez
até mostre indícios potenciais de vida."
Mais evidências têm sido encontradas aqui na Terra.
Organismos vivos foram descobertos em locais antes
considerados muito hostis para abrigar qualquer forma
de vida — sem acesso à luz solar ou ao calor, por
exemplo, nas fossas mais profundas dos nossos
oceanos.
No passado, acreditava-se que a vida só poderia existir
em um planeta que estivesse a uma certa distância de
sua estrela local (devido aos níveis de radiação).
Encontrar vida na Terra prosperando em lugares onde
não era considerado possível abriu os olhos dos
cientistas para a possibilidade de que luas — e não
apenas planetas — possam ser capazes de sustentar
vida.
Isso não significa que elas abrigariam os estereotipados
seres verdes alienígenas do imaginário popular, apenas
que a vida lá é possível.
Especialistas alertam que embora haja chances bem
altas de existir vida lá fora, é difícil — talvez impossível
—, hoje, saber se é uma vida inteligente.
"Durante grande parte da história da vida na Terra, a
vida era muito simples. Na verdade, foram bilhões de
anos de vida bacteriana", explica O'Brien.
E foi uma série de eventos que levou ao
desenvolvimento da vida multicelular no nosso planeta.
Para que uma vida alienígena faça contato, ela precisa
ser fisicamente e tecnologicamente avançada.
Visitantes esperados?
Se não estamos sozinhos, isso significa que devemos
esperar a visita de uma vida alienígena? É complicado.
É difícil acreditar que nenhuma forma de vida jamais
tenha chegado ao ponto de poder viajar por distâncias
interestelares. Então, até onde sabemos, por que isso
ainda não aconteceu?
"Nosso maior problema é que temos apenas um exemplo
de vida, e essa vida é a vida neste planeta", diz
Aderin-Pocock.
Mas isso provavelmente não é um modelo para outros
lugares no universo.
"Se você vive perto de uma estrela que é muito ativa,
você pode viver abaixo do solo... isso não significa que
não haja vida inteligente lá fora, mas você pode não ter
formas de transmissão porque vive abaixo da superfície."
Ou poderia simplesmente ser o fato de não falarmos a
mesma língua, cientificamente, é claro.
"Nos acostumamos a usar radiotelescópios para detectar
sinais de civilizações extraterrestres desde 1960", diz
O'Brien.
Contudo, há tantas maneiras diferentes pelas quais uma
forma de vida poderia enviar sinais, que nunca
poderíamos ouvir algo de volta.
E mesmo que estejamos na mesma sintonia que outra
vida no universo, poderia levar milhares de anos para as
mensagens serem transmitidas e então respondidas,
diante das grandes distâncias envolvidas.
Por meio de um novo projeto chamado Breakthrough
Listen, da Universidade da Califórnia, cientistas estão
buscando um milhões das estrelas mais próximas na
esperança de se comunicar com algo que seja capaz de
enviar mensagens de volta à Terra.
Eles também estão observando estrelas que estão no
centro da Via Láctea, a 25 mil anos-luz de distância.
Isso significa que uma mensagem enviada por uma
dessas estrelas precisaria viajar por aproximadamente
25 mil anos antes de nos alcançar.
Então, se há vida alienígena lá fora, pode levar milhares
de anos até que tenhamos alguma notícia.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c36j38r7gexo
I."A tecnologia que temos hoje nos permite examinar esses exoplanetas em detalhes."
A colocação pronominal está adequada, pois quando há justificativa para a próclise o pronome pode ser colocado antes do verbo auxiliar.
II."... orbitam as estrelas usando telescópios poderosos para analisar a composição química da luz estelar que os atravessa."
A colocação em próclise está adequada, pois o pronome relativo atrai o pronome.
III."Nos acostumamos a usar radiotelescópios para detectar sinais de civilizações extraterrestres desde 1960", diz O'Brien."
A próclise está adequada , pois o pronome 'nos' já é aceito pela norma exemplar proclítico ao verbo, quando o sujeito está oculto e o pronome representa a forma átona desse sujeito.
IV."...mas não vão nos visitar tão cedo...".
A forma como o pronome foi colocado no trecho acima reflete um uso informal da norma culta, comum na linguagem coloquial.
É correto o que se afirma em:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que os alienígenas provavelmente existem —
mas não vão nos visitar tão cedo
Olhe para o céu à noite, pontilhado de aglomerados de
estrelas e se pergunte: estamos realmente sozinhos em
um universo tão vasto para ser compreendido
completamente?
Provavelmente não. A Terra é um ponto minúsculo em
um mar gigante de bilhões de outros pontos. Como
poderíamos ser a única forma de vida nesta ou em
qualquer outra vizinhança cósmica?
O que sabemos sobre a vida fora do ambiente
perfeitamente regulado que é a Terra?
Muitos especialistas dizem que, mesmo sem evidências
sólidas sobre a existência de alienígenas, temos que
concluir que eles existem.
Os cientistas estão constantemente descobrindo
planetas orbitando essas estrelas, também conhecidos
como exoplanetas.
"Estamos bastante convencidos de que existe vida lá
fora", disse a cientista do espaço Maggie Aderin-Pocock.
"É puramente uma questão de números. É
probabilidade."
A tecnologia que temos hoje nos permite examinar esses
exoplanetas em detalhes.
Cientistas conseguem ver a composição química desses
corpos celestiais que orbitam as estrelas usando
telescópios poderosos para analisar a composição
química da luz estelar que os atravessa. Isso é chamado
de espectroscopia.
O importante é encontrar uma composição química
semelhante à composição da Terra — o que significaria
que existe, em algum lugar, talvez a milhares de anos-luz
de distância, um ambiente capaz de sustentar uma forma
de vida parecida com a nossa.
Os sinais são encorajadores. "Nós conhecemos
centenas de planetas potencialmente habitáveis", afirma
Tim O'Brien, professor de Astrofísica da Universidade de
Manchester.
"É quase certo que, dentro da próxima década, ou
próximo disso, iremos descobrir um planeta que talvez
até mostre indícios potenciais de vida."
Mais evidências têm sido encontradas aqui na Terra.
Organismos vivos foram descobertos em locais antes
considerados muito hostis para abrigar qualquer forma
de vida — sem acesso à luz solar ou ao calor, por
exemplo, nas fossas mais profundas dos nossos
oceanos.
No passado, acreditava-se que a vida só poderia existir
em um planeta que estivesse a uma certa distância de
sua estrela local (devido aos níveis de radiação).
Encontrar vida na Terra prosperando em lugares onde
não era considerado possível abriu os olhos dos
cientistas para a possibilidade de que luas — e não
apenas planetas — possam ser capazes de sustentar
vida.
Isso não significa que elas abrigariam os estereotipados
seres verdes alienígenas do imaginário popular, apenas
que a vida lá é possível.
Especialistas alertam que embora haja chances bem
altas de existir vida lá fora, é difícil — talvez impossível
—, hoje, saber se é uma vida inteligente.
"Durante grande parte da história da vida na Terra, a
vida era muito simples. Na verdade, foram bilhões de
anos de vida bacteriana", explica O'Brien.
E foi uma série de eventos que levou ao
desenvolvimento da vida multicelular no nosso planeta.
Para que uma vida alienígena faça contato, ela precisa
ser fisicamente e tecnologicamente avançada.
Visitantes esperados?
Se não estamos sozinhos, isso significa que devemos
esperar a visita de uma vida alienígena? É complicado.
É difícil acreditar que nenhuma forma de vida jamais
tenha chegado ao ponto de poder viajar por distâncias
interestelares. Então, até onde sabemos, por que isso
ainda não aconteceu?
"Nosso maior problema é que temos apenas um exemplo
de vida, e essa vida é a vida neste planeta", diz
Aderin-Pocock.
Mas isso provavelmente não é um modelo para outros
lugares no universo.
"Se você vive perto de uma estrela que é muito ativa,
você pode viver abaixo do solo... isso não significa que
não haja vida inteligente lá fora, mas você pode não ter
formas de transmissão porque vive abaixo da superfície."
Ou poderia simplesmente ser o fato de não falarmos a
mesma língua, cientificamente, é claro.
"Nos acostumamos a usar radiotelescópios para detectar
sinais de civilizações extraterrestres desde 1960", diz
O'Brien.
Contudo, há tantas maneiras diferentes pelas quais uma
forma de vida poderia enviar sinais, que nunca
poderíamos ouvir algo de volta.
E mesmo que estejamos na mesma sintonia que outra
vida no universo, poderia levar milhares de anos para as
mensagens serem transmitidas e então respondidas,
diante das grandes distâncias envolvidas.
Por meio de um novo projeto chamado Breakthrough
Listen, da Universidade da Califórnia, cientistas estão
buscando um milhões das estrelas mais próximas na
esperança de se comunicar com algo que seja capaz de
enviar mensagens de volta à Terra.
Eles também estão observando estrelas que estão no
centro da Via Láctea, a 25 mil anos-luz de distância.
Isso significa que uma mensagem enviada por uma
dessas estrelas precisaria viajar por aproximadamente
25 mil anos antes de nos alcançar.
Então, se há vida alienígena lá fora, pode levar milhares
de anos até que tenhamos alguma notícia.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c36j38r7gexo
As alternativas a seguir apresentam palavras compostas com emprego do hífen adequadamente, assim como o vocábulo 'anos-luz', EXCETO:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que os alienígenas provavelmente existem —
mas não vão nos visitar tão cedo
Olhe para o céu à noite, pontilhado de aglomerados de
estrelas e se pergunte: estamos realmente sozinhos em
um universo tão vasto para ser compreendido
completamente?
Provavelmente não. A Terra é um ponto minúsculo em
um mar gigante de bilhões de outros pontos. Como
poderíamos ser a única forma de vida nesta ou em
qualquer outra vizinhança cósmica?
O que sabemos sobre a vida fora do ambiente
perfeitamente regulado que é a Terra?
Muitos especialistas dizem que, mesmo sem evidências
sólidas sobre a existência de alienígenas, temos que
concluir que eles existem.
Os cientistas estão constantemente descobrindo
planetas orbitando essas estrelas, também conhecidos
como exoplanetas.
"Estamos bastante convencidos de que existe vida lá
fora", disse a cientista do espaço Maggie Aderin-Pocock.
"É puramente uma questão de números. É
probabilidade."
A tecnologia que temos hoje nos permite examinar esses
exoplanetas em detalhes.
Cientistas conseguem ver a composição química desses
corpos celestiais que orbitam as estrelas usando
telescópios poderosos para analisar a composição
química da luz estelar que os atravessa. Isso é chamado
de espectroscopia.
O importante é encontrar uma composição química
semelhante à composição da Terra — o que significaria
que existe, em algum lugar, talvez a milhares de anos-luz
de distância, um ambiente capaz de sustentar uma forma
de vida parecida com a nossa.
Os sinais são encorajadores. "Nós conhecemos
centenas de planetas potencialmente habitáveis", afirma
Tim O'Brien, professor de Astrofísica da Universidade de
Manchester.
"É quase certo que, dentro da próxima década, ou
próximo disso, iremos descobrir um planeta que talvez
até mostre indícios potenciais de vida."
Mais evidências têm sido encontradas aqui na Terra.
Organismos vivos foram descobertos em locais antes
considerados muito hostis para abrigar qualquer forma
de vida — sem acesso à luz solar ou ao calor, por
exemplo, nas fossas mais profundas dos nossos
oceanos.
No passado, acreditava-se que a vida só poderia existir
em um planeta que estivesse a uma certa distância de
sua estrela local (devido aos níveis de radiação).
Encontrar vida na Terra prosperando em lugares onde
não era considerado possível abriu os olhos dos
cientistas para a possibilidade de que luas — e não
apenas planetas — possam ser capazes de sustentar
vida.
Isso não significa que elas abrigariam os estereotipados
seres verdes alienígenas do imaginário popular, apenas
que a vida lá é possível.
Especialistas alertam que embora haja chances bem
altas de existir vida lá fora, é difícil — talvez impossível
—, hoje, saber se é uma vida inteligente.
"Durante grande parte da história da vida na Terra, a
vida era muito simples. Na verdade, foram bilhões de
anos de vida bacteriana", explica O'Brien.
E foi uma série de eventos que levou ao
desenvolvimento da vida multicelular no nosso planeta.
Para que uma vida alienígena faça contato, ela precisa
ser fisicamente e tecnologicamente avançada.
Visitantes esperados?
Se não estamos sozinhos, isso significa que devemos
esperar a visita de uma vida alienígena? É complicado.
É difícil acreditar que nenhuma forma de vida jamais
tenha chegado ao ponto de poder viajar por distâncias
interestelares. Então, até onde sabemos, por que isso
ainda não aconteceu?
"Nosso maior problema é que temos apenas um exemplo
de vida, e essa vida é a vida neste planeta", diz
Aderin-Pocock.
Mas isso provavelmente não é um modelo para outros
lugares no universo.
"Se você vive perto de uma estrela que é muito ativa,
você pode viver abaixo do solo... isso não significa que
não haja vida inteligente lá fora, mas você pode não ter
formas de transmissão porque vive abaixo da superfície."
Ou poderia simplesmente ser o fato de não falarmos a
mesma língua, cientificamente, é claro.
"Nos acostumamos a usar radiotelescópios para detectar
sinais de civilizações extraterrestres desde 1960", diz
O'Brien.
Contudo, há tantas maneiras diferentes pelas quais uma
forma de vida poderia enviar sinais, que nunca
poderíamos ouvir algo de volta.
E mesmo que estejamos na mesma sintonia que outra
vida no universo, poderia levar milhares de anos para as
mensagens serem transmitidas e então respondidas,
diante das grandes distâncias envolvidas.
Por meio de um novo projeto chamado Breakthrough
Listen, da Universidade da Califórnia, cientistas estão
buscando um milhões das estrelas mais próximas na
esperança de se comunicar com algo que seja capaz de
enviar mensagens de volta à Terra.
Eles também estão observando estrelas que estão no
centro da Via Láctea, a 25 mil anos-luz de distância.
Isso significa que uma mensagem enviada por uma
dessas estrelas precisaria viajar por aproximadamente
25 mil anos antes de nos alcançar.
Então, se há vida alienígena lá fora, pode levar milhares
de anos até que tenhamos alguma notícia.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c36j38r7gexo
(__)No trecho 'Olhe para o céu à noite, pontilhado de aglomerados de estrelas...', os vocábulos 'olhe' e 'para' apresentam quantidades diferentes de fonemas, embora possuam o mesmo número de letras. Já o vocábulo 'pontilhado' contém um dígrafo vocálico e um dígrafo consonantal.
(__)No trecho 'O que sabemos sobre a vida fora do ambiente perfeitamente regulado que é a Terra?', o vocábulo 'sabemos' apresenta um dígrafo vocálico, enquanto 'ambiente' apresenta dois.
(__)No trecho 'Contudo, há tantas maneiras diferentes pelas quais uma forma de vida poderia enviar sinais, que nunca poderíamos ouvir algo de volta', os vocábulos 'quais' e 'que' apresentam dígrafo consonantal, em que uma consoante e uma vogal representam o som de apenas uma consoante.
(__)No trecho 'É quase certo que, dentro da próxima década, ou próximo disso, iremos descobrir um planeta que talvez até mostre indícios potenciais de vida', os vocábulos 'quase' e 'certo' apresentam o mesmo número de letras e fonemas.
A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que os alienígenas provavelmente existem —
mas não vão nos visitar tão cedo
Olhe para o céu à noite, pontilhado de aglomerados de
estrelas e se pergunte: estamos realmente sozinhos em
um universo tão vasto para ser compreendido
completamente?
Provavelmente não. A Terra é um ponto minúsculo em
um mar gigante de bilhões de outros pontos. Como
poderíamos ser a única forma de vida nesta ou em
qualquer outra vizinhança cósmica?
O que sabemos sobre a vida fora do ambiente
perfeitamente regulado que é a Terra?
Muitos especialistas dizem que, mesmo sem evidências
sólidas sobre a existência de alienígenas, temos que
concluir que eles existem.
Os cientistas estão constantemente descobrindo
planetas orbitando essas estrelas, também conhecidos
como exoplanetas.
"Estamos bastante convencidos de que existe vida lá
fora", disse a cientista do espaço Maggie Aderin-Pocock.
"É puramente uma questão de números. É
probabilidade."
A tecnologia que temos hoje nos permite examinar esses
exoplanetas em detalhes.
Cientistas conseguem ver a composição química desses
corpos celestiais que orbitam as estrelas usando
telescópios poderosos para analisar a composição
química da luz estelar que os atravessa. Isso é chamado
de espectroscopia.
O importante é encontrar uma composição química
semelhante à composição da Terra — o que significaria
que existe, em algum lugar, talvez a milhares de anos-luz
de distância, um ambiente capaz de sustentar uma forma
de vida parecida com a nossa.
Os sinais são encorajadores. "Nós conhecemos
centenas de planetas potencialmente habitáveis", afirma
Tim O'Brien, professor de Astrofísica da Universidade de
Manchester.
"É quase certo que, dentro da próxima década, ou
próximo disso, iremos descobrir um planeta que talvez
até mostre indícios potenciais de vida."
Mais evidências têm sido encontradas aqui na Terra.
Organismos vivos foram descobertos em locais antes
considerados muito hostis para abrigar qualquer forma
de vida — sem acesso à luz solar ou ao calor, por
exemplo, nas fossas mais profundas dos nossos
oceanos.
No passado, acreditava-se que a vida só poderia existir
em um planeta que estivesse a uma certa distância de
sua estrela local (devido aos níveis de radiação).
Encontrar vida na Terra prosperando em lugares onde
não era considerado possível abriu os olhos dos
cientistas para a possibilidade de que luas — e não
apenas planetas — possam ser capazes de sustentar
vida.
Isso não significa que elas abrigariam os estereotipados
seres verdes alienígenas do imaginário popular, apenas
que a vida lá é possível.
Especialistas alertam que embora haja chances bem
altas de existir vida lá fora, é difícil — talvez impossível
—, hoje, saber se é uma vida inteligente.
"Durante grande parte da história da vida na Terra, a
vida era muito simples. Na verdade, foram bilhões de
anos de vida bacteriana", explica O'Brien.
E foi uma série de eventos que levou ao
desenvolvimento da vida multicelular no nosso planeta.
Para que uma vida alienígena faça contato, ela precisa
ser fisicamente e tecnologicamente avançada.
Visitantes esperados?
Se não estamos sozinhos, isso significa que devemos
esperar a visita de uma vida alienígena? É complicado.
É difícil acreditar que nenhuma forma de vida jamais
tenha chegado ao ponto de poder viajar por distâncias
interestelares. Então, até onde sabemos, por que isso
ainda não aconteceu?
"Nosso maior problema é que temos apenas um exemplo
de vida, e essa vida é a vida neste planeta", diz
Aderin-Pocock.
Mas isso provavelmente não é um modelo para outros
lugares no universo.
"Se você vive perto de uma estrela que é muito ativa,
você pode viver abaixo do solo... isso não significa que
não haja vida inteligente lá fora, mas você pode não ter
formas de transmissão porque vive abaixo da superfície."
Ou poderia simplesmente ser o fato de não falarmos a
mesma língua, cientificamente, é claro.
"Nos acostumamos a usar radiotelescópios para detectar
sinais de civilizações extraterrestres desde 1960", diz
O'Brien.
Contudo, há tantas maneiras diferentes pelas quais uma
forma de vida poderia enviar sinais, que nunca
poderíamos ouvir algo de volta.
E mesmo que estejamos na mesma sintonia que outra
vida no universo, poderia levar milhares de anos para as
mensagens serem transmitidas e então respondidas,
diante das grandes distâncias envolvidas.
Por meio de um novo projeto chamado Breakthrough
Listen, da Universidade da Califórnia, cientistas estão
buscando um milhões das estrelas mais próximas na
esperança de se comunicar com algo que seja capaz de
enviar mensagens de volta à Terra.
Eles também estão observando estrelas que estão no
centro da Via Láctea, a 25 mil anos-luz de distância.
Isso significa que uma mensagem enviada por uma
dessas estrelas precisaria viajar por aproximadamente
25 mil anos antes de nos alcançar.
Então, se há vida alienígena lá fora, pode levar milhares
de anos até que tenhamos alguma notícia.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c36j38r7gexo
As formas nominais 'encontradas' e 'descobertos' estão corretamente flexionadas, de acordo com os substantivos que acompanham, assim como ocorre nos enunciados a seguir, EXCETO:
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