Magna Concursos

Foram encontradas 20 questões.

3920012 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São Miguel Oeste-SC
Provas:
Segundo o Artigo 4º da Lei nº 9.394/96, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, assinale a alternativa que não corresponde a uma das garantias do dever do Estado com a educação escolar pública.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3920011 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São Miguel Oeste-SC
Provas:
No ensino de língua portuguesa é importante trabalhar com a diversidade dos gêneros textuais, indo além dos tradicionais, incluindo formatos próprios da cultura digital e juvenil, como memes, e charges digitais, levando em consideração os diferentes processos e ações que esses gêneros envolvem — como curar, seguir, compartilhar e remixar.

Além disso, é fundamental entender as estratégias de persuasão presentes no discurso publicitário, o incentivo ao consumo e as diferenças entre comercializar um produto e "vender" uma ideia, bem como entre anúncio publicitário e propaganda.

Com base nisso, o professor deve propor atividades que possibilitem aos alunos:

(__)Identificar e analisar os efeitos de sentido que reforçam a persuasão em textos publicitários, relacionando as estratégias de apelo ao consumo aos recursos linguístico-discursivos utilizados, como imagens, tempos verbais, jogos de palavras, figuras de linguagem, entre outros, com o objetivo de fomentar práticas de consumo conscientes.
(__)Inferir e justificar, em textos multissemióticos − tirinhas, charges, memes, gifs etc. −, os efeitos de humor, ironia e/ou crítica produzidos pelo uso ambíguo de palavras, imagens.
(__)Trabalhar com os alunos a diferenciação entre liberdade de expressão e discursos de ódio, promovendo debates, reflexões e ações que incentivem o posicionamento crítico e ético diante de discursos discriminatórios, bem como orientações sobre formas de denúncia quando necessário.

A sequência que preenche adequadamente os itens acima, de cima para baixo, é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3920010 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São Miguel Oeste-SC
Provas:
A Lei nº 7.148/2015 dispõe sobre a aprovação do Plano Municipal de Educação (PME) do Município de São Miguel do Oeste, no Estado de Santa Catarina.

Fica aprovado o Plano Municipal de Educação − PME, com vigência de 10 (dez) anos a partir da publicação desta Lei, conforme disposto nos Anexos I e II, com o objetivo de cumprir o que estabelece o art. 8º da Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014 (Lei do Plano Nacional de Educação).

São diretrizes do PME:

I.Superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da cidadania e na erradicação de todas as formas de discriminação;
II.Melhoria da qualidade da educação.
III.Formação para o trabalho e para a cidadania, com ênfase nos valores morais e éticos em que se fundamenta a sociedade.
IV.Promoção do princípio da gestão democrática da educação pública.

As alternativas que apresentam corretamente as diretrizes da PME são:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3920009 Ano: 2025
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São Miguel Oeste-SC
Provas:
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), promulgado em 13 de julho de 1990, constitui o principal marco legal no Brasil que garante os direitos das crianças e dos adolescentes.

Com base na Lei nº 8.069/90, referente ao direito à vida e à saúde, julgue a alternativa INCORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3920008 Ano: 2025
Disciplina: Pedagogia
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São Miguel Oeste-SC
Provas:
Com base na Lei nº 7.148/2015, que institui o Plano Municipal de Educação (PME) de São Miguel do Oeste/SC, e em consonância com a Lei nº 13.005/2014 (PNE), assinale a alternativa INCORRETA sobre os artigos apresentados.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3920007 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São Miguel Oeste-SC
Provas:
A expressão oral não é um complemento nem um acréscimo nas aulas de Língua Portuguesa, que devem tratar com a mesma importância as competências de falar, ler e escrever. Desenvolver os usos da linguagem oral próprios das situações formais e públicas, em que deverão ser usadas as normas urbanas de prestígio, é tarefa que contribui enormemente para a formação de cidadãos conscientes e críticos, capazes de expressar-se para reivindicar, emocionar, apelar, julgar, interpelar. Da mesma forma, as atividades de expressão oral desenvolvem habilidades sociais de cordialidade, respeito, tolerância e ensinam ao aluno formas de gestualidade e expressão corporal que contribuem para sua inserção social e a compreensão histórica do momento que vive.
(https://www.scielo.br/j/bak/a/r3rdR4q6XXwpbnCYCsXd8NM/?format=h tml&lang=pt)

Com base no trecho e no conhecimento sobre o ensino da oralidade, analise as afirmativas:

I.A oralidade deve ser compreendida como um objeto efetivo de ensino na escola, ultrapassando o caráter de atividades improvisadas ou meramente complementares.
II.A oralidade possui suas próprias regras e os gêneros orais devem ser trabalhados de forma sistemática, desde os mais espontâneos aos mais formais.
III.A entonação, a expressão corporal e a escuta devem ser vistos como elementos fundamentais na prática da oralidade.
IV.A oralidade deve ser ensinada apenas como apoio ao ensino da escrita, já que a fala espontânea é desorganizada e não possui regras claras de uso.

É correto o que se afirma em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3920006 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São Miguel Oeste-SC
Provas:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que os alienígenas provavelmente existem — mas não vão nos visitar tão cedo
Olhe para o céu à noite, pontilhado de aglomerados de estrelas e se pergunte: estamos realmente sozinhos em um universo tão vasto para ser compreendido completamente?
Provavelmente não. A Terra é um ponto minúsculo em um mar gigante de bilhões de outros pontos. Como poderíamos ser a única forma de vida nesta ou em qualquer outra vizinhança cósmica?
O que sabemos sobre a vida fora do ambiente perfeitamente regulado que é a Terra?
Muitos especialistas dizem que, mesmo sem evidências sólidas sobre a existência de alienígenas, temos que concluir que eles existem.
Os cientistas estão constantemente descobrindo planetas orbitando essas estrelas, também conhecidos como exoplanetas.
"Estamos bastante convencidos de que existe vida lá fora", disse a cientista do espaço Maggie Aderin-Pocock.
"É puramente uma questão de números. É probabilidade."
A tecnologia que temos hoje nos permite examinar esses exoplanetas em detalhes.
Cientistas conseguem ver a composição química desses corpos celestiais que orbitam as estrelas usando telescópios poderosos para analisar a composição química da luz estelar que os atravessa. Isso é chamado de espectroscopia.
O importante é encontrar uma composição química semelhante à composição da Terra — o que significaria que existe, em algum lugar, talvez a milhares de anos-luz de distância, um ambiente capaz de sustentar uma forma de vida parecida com a nossa.
Os sinais são encorajadores. "Nós conhecemos centenas de planetas potencialmente habitáveis", afirma Tim O'Brien, professor de Astrofísica da Universidade de Manchester.
"É quase certo que, dentro da próxima década, ou próximo disso, iremos descobrir um planeta que talvez até mostre indícios potenciais de vida."
Mais evidências têm sido encontradas aqui na Terra. Organismos vivos foram descobertos em locais antes considerados muito hostis para abrigar qualquer forma de vida — sem acesso à luz solar ou ao calor, por exemplo, nas fossas mais profundas dos nossos oceanos.
No passado, acreditava-se que a vida só poderia existir em um planeta que estivesse a uma certa distância de sua estrela local (devido aos níveis de radiação).
Encontrar vida na Terra prosperando em lugares onde não era considerado possível abriu os olhos dos cientistas para a possibilidade de que luas — e não apenas planetas — possam ser capazes de sustentar vida.
Isso não significa que elas abrigariam os estereotipados seres verdes alienígenas do imaginário popular, apenas que a vida lá é possível.
Especialistas alertam que embora haja chances bem altas de existir vida lá fora, é difícil — talvez impossível —, hoje, saber se é uma vida inteligente.
"Durante grande parte da história da vida na Terra, a vida era muito simples. Na verdade, foram bilhões de anos de vida bacteriana", explica O'Brien.
E foi uma série de eventos que levou ao desenvolvimento da vida multicelular no nosso planeta.
Para que uma vida alienígena faça contato, ela precisa ser fisicamente e tecnologicamente avançada.
Visitantes esperados?
Se não estamos sozinhos, isso significa que devemos esperar a visita de uma vida alienígena? É complicado.
É difícil acreditar que nenhuma forma de vida jamais tenha chegado ao ponto de poder viajar por distâncias interestelares. Então, até onde sabemos, por que isso ainda não aconteceu?
"Nosso maior problema é que temos apenas um exemplo de vida, e essa vida é a vida neste planeta", diz Aderin-Pocock.
Mas isso provavelmente não é um modelo para outros lugares no universo.
"Se você vive perto de uma estrela que é muito ativa, você pode viver abaixo do solo... isso não significa que não haja vida inteligente lá fora, mas você pode não ter formas de transmissão porque vive abaixo da superfície."
Ou poderia simplesmente ser o fato de não falarmos a mesma língua, cientificamente, é claro.
"Nos acostumamos a usar radiotelescópios para detectar sinais de civilizações extraterrestres desde 1960", diz O'Brien.
Contudo, há tantas maneiras diferentes pelas quais uma forma de vida poderia enviar sinais, que nunca poderíamos ouvir algo de volta.
E mesmo que estejamos na mesma sintonia que outra vida no universo, poderia levar milhares de anos para as mensagens serem transmitidas e então respondidas, diante das grandes distâncias envolvidas.
Por meio de um novo projeto chamado Breakthrough Listen, da Universidade da Califórnia, cientistas estão buscando um milhões das estrelas mais próximas na esperança de se comunicar com algo que seja capaz de enviar mensagens de volta à Terra.
Eles também estão observando estrelas que estão no centro da Via Láctea, a 25 mil anos-luz de distância.
Isso significa que uma mensagem enviada por uma dessas estrelas precisaria viajar por aproximadamente 25 mil anos antes de nos alcançar.
Então, se há vida alienígena lá fora, pode levar milhares de anos até que tenhamos alguma notícia.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c36j38r7gexo
Observe a colocação pronominal nos trechos apresentados a seguir e julgue as proposições que tratam do assunto:

I."A tecnologia que temos hoje nos permite examinar esses exoplanetas em detalhes."
A colocação pronominal está adequada, pois quando há justificativa para a próclise o pronome pode ser colocado antes do verbo auxiliar.
II."... orbitam as estrelas usando telescópios poderosos para analisar a composição química da luz estelar que os atravessa."
A colocação em próclise está adequada, pois o pronome relativo atrai o pronome.
III."Nos acostumamos a usar radiotelescópios para detectar sinais de civilizações extraterrestres desde 1960", diz O'Brien."
A próclise está adequada , pois o pronome 'nos' já é aceito pela norma exemplar proclítico ao verbo, quando o sujeito está oculto e o pronome representa a forma átona desse sujeito.
IV."...mas não vão nos visitar tão cedo...".
A forma como o pronome foi colocado no trecho acima reflete um uso informal da norma culta, comum na linguagem coloquial.

É correto o que se afirma em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3920005 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São Miguel Oeste-SC
Provas:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que os alienígenas provavelmente existem — mas não vão nos visitar tão cedo
Olhe para o céu à noite, pontilhado de aglomerados de estrelas e se pergunte: estamos realmente sozinhos em um universo tão vasto para ser compreendido completamente?
Provavelmente não. A Terra é um ponto minúsculo em um mar gigante de bilhões de outros pontos. Como poderíamos ser a única forma de vida nesta ou em qualquer outra vizinhança cósmica?
O que sabemos sobre a vida fora do ambiente perfeitamente regulado que é a Terra?
Muitos especialistas dizem que, mesmo sem evidências sólidas sobre a existência de alienígenas, temos que concluir que eles existem.
Os cientistas estão constantemente descobrindo planetas orbitando essas estrelas, também conhecidos como exoplanetas.
"Estamos bastante convencidos de que existe vida lá fora", disse a cientista do espaço Maggie Aderin-Pocock.
"É puramente uma questão de números. É probabilidade."
A tecnologia que temos hoje nos permite examinar esses exoplanetas em detalhes.
Cientistas conseguem ver a composição química desses corpos celestiais que orbitam as estrelas usando telescópios poderosos para analisar a composição química da luz estelar que os atravessa. Isso é chamado de espectroscopia.
O importante é encontrar uma composição química semelhante à composição da Terra — o que significaria que existe, em algum lugar, talvez a milhares de anos-luz de distância, um ambiente capaz de sustentar uma forma de vida parecida com a nossa.
Os sinais são encorajadores. "Nós conhecemos centenas de planetas potencialmente habitáveis", afirma Tim O'Brien, professor de Astrofísica da Universidade de Manchester.
"É quase certo que, dentro da próxima década, ou próximo disso, iremos descobrir um planeta que talvez até mostre indícios potenciais de vida."
Mais evidências têm sido encontradas aqui na Terra. Organismos vivos foram descobertos em locais antes considerados muito hostis para abrigar qualquer forma de vida — sem acesso à luz solar ou ao calor, por exemplo, nas fossas mais profundas dos nossos oceanos.
No passado, acreditava-se que a vida só poderia existir em um planeta que estivesse a uma certa distância de sua estrela local (devido aos níveis de radiação).
Encontrar vida na Terra prosperando em lugares onde não era considerado possível abriu os olhos dos cientistas para a possibilidade de que luas — e não apenas planetas — possam ser capazes de sustentar vida.
Isso não significa que elas abrigariam os estereotipados seres verdes alienígenas do imaginário popular, apenas que a vida lá é possível.
Especialistas alertam que embora haja chances bem altas de existir vida lá fora, é difícil — talvez impossível —, hoje, saber se é uma vida inteligente.
"Durante grande parte da história da vida na Terra, a vida era muito simples. Na verdade, foram bilhões de anos de vida bacteriana", explica O'Brien.
E foi uma série de eventos que levou ao desenvolvimento da vida multicelular no nosso planeta.
Para que uma vida alienígena faça contato, ela precisa ser fisicamente e tecnologicamente avançada.
Visitantes esperados?
Se não estamos sozinhos, isso significa que devemos esperar a visita de uma vida alienígena? É complicado.
É difícil acreditar que nenhuma forma de vida jamais tenha chegado ao ponto de poder viajar por distâncias interestelares. Então, até onde sabemos, por que isso ainda não aconteceu?
"Nosso maior problema é que temos apenas um exemplo de vida, e essa vida é a vida neste planeta", diz Aderin-Pocock.
Mas isso provavelmente não é um modelo para outros lugares no universo.
"Se você vive perto de uma estrela que é muito ativa, você pode viver abaixo do solo... isso não significa que não haja vida inteligente lá fora, mas você pode não ter formas de transmissão porque vive abaixo da superfície."
Ou poderia simplesmente ser o fato de não falarmos a mesma língua, cientificamente, é claro.
"Nos acostumamos a usar radiotelescópios para detectar sinais de civilizações extraterrestres desde 1960", diz O'Brien.
Contudo, há tantas maneiras diferentes pelas quais uma forma de vida poderia enviar sinais, que nunca poderíamos ouvir algo de volta.
E mesmo que estejamos na mesma sintonia que outra vida no universo, poderia levar milhares de anos para as mensagens serem transmitidas e então respondidas, diante das grandes distâncias envolvidas.
Por meio de um novo projeto chamado Breakthrough Listen, da Universidade da Califórnia, cientistas estão buscando um milhões das estrelas mais próximas na esperança de se comunicar com algo que seja capaz de enviar mensagens de volta à Terra.
Eles também estão observando estrelas que estão no centro da Via Láctea, a 25 mil anos-luz de distância.
Isso significa que uma mensagem enviada por uma dessas estrelas precisaria viajar por aproximadamente 25 mil anos antes de nos alcançar.
Então, se há vida alienígena lá fora, pode levar milhares de anos até que tenhamos alguma notícia.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c36j38r7gexo
"O que significaria que existe, em algum lugar, talvez a milhares de anos-luz de distância, um ambiente capaz de sustentar uma forma de vida parecida com a nossa."

As alternativas a seguir apresentam palavras compostas com emprego do hífen adequadamente, assim como o vocábulo 'anos-luz', EXCETO:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3920004 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São Miguel Oeste-SC
Provas:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que os alienígenas provavelmente existem — mas não vão nos visitar tão cedo
Olhe para o céu à noite, pontilhado de aglomerados de estrelas e se pergunte: estamos realmente sozinhos em um universo tão vasto para ser compreendido completamente?
Provavelmente não. A Terra é um ponto minúsculo em um mar gigante de bilhões de outros pontos. Como poderíamos ser a única forma de vida nesta ou em qualquer outra vizinhança cósmica?
O que sabemos sobre a vida fora do ambiente perfeitamente regulado que é a Terra?
Muitos especialistas dizem que, mesmo sem evidências sólidas sobre a existência de alienígenas, temos que concluir que eles existem.
Os cientistas estão constantemente descobrindo planetas orbitando essas estrelas, também conhecidos como exoplanetas.
"Estamos bastante convencidos de que existe vida lá fora", disse a cientista do espaço Maggie Aderin-Pocock.
"É puramente uma questão de números. É probabilidade."
A tecnologia que temos hoje nos permite examinar esses exoplanetas em detalhes.
Cientistas conseguem ver a composição química desses corpos celestiais que orbitam as estrelas usando telescópios poderosos para analisar a composição química da luz estelar que os atravessa. Isso é chamado de espectroscopia.
O importante é encontrar uma composição química semelhante à composição da Terra — o que significaria que existe, em algum lugar, talvez a milhares de anos-luz de distância, um ambiente capaz de sustentar uma forma de vida parecida com a nossa.
Os sinais são encorajadores. "Nós conhecemos centenas de planetas potencialmente habitáveis", afirma Tim O'Brien, professor de Astrofísica da Universidade de Manchester.
"É quase certo que, dentro da próxima década, ou próximo disso, iremos descobrir um planeta que talvez até mostre indícios potenciais de vida."
Mais evidências têm sido encontradas aqui na Terra. Organismos vivos foram descobertos em locais antes considerados muito hostis para abrigar qualquer forma de vida — sem acesso à luz solar ou ao calor, por exemplo, nas fossas mais profundas dos nossos oceanos.
No passado, acreditava-se que a vida só poderia existir em um planeta que estivesse a uma certa distância de sua estrela local (devido aos níveis de radiação).
Encontrar vida na Terra prosperando em lugares onde não era considerado possível abriu os olhos dos cientistas para a possibilidade de que luas — e não apenas planetas — possam ser capazes de sustentar vida.
Isso não significa que elas abrigariam os estereotipados seres verdes alienígenas do imaginário popular, apenas que a vida lá é possível.
Especialistas alertam que embora haja chances bem altas de existir vida lá fora, é difícil — talvez impossível —, hoje, saber se é uma vida inteligente.
"Durante grande parte da história da vida na Terra, a vida era muito simples. Na verdade, foram bilhões de anos de vida bacteriana", explica O'Brien.
E foi uma série de eventos que levou ao desenvolvimento da vida multicelular no nosso planeta.
Para que uma vida alienígena faça contato, ela precisa ser fisicamente e tecnologicamente avançada.
Visitantes esperados?
Se não estamos sozinhos, isso significa que devemos esperar a visita de uma vida alienígena? É complicado.
É difícil acreditar que nenhuma forma de vida jamais tenha chegado ao ponto de poder viajar por distâncias interestelares. Então, até onde sabemos, por que isso ainda não aconteceu?
"Nosso maior problema é que temos apenas um exemplo de vida, e essa vida é a vida neste planeta", diz Aderin-Pocock.
Mas isso provavelmente não é um modelo para outros lugares no universo.
"Se você vive perto de uma estrela que é muito ativa, você pode viver abaixo do solo... isso não significa que não haja vida inteligente lá fora, mas você pode não ter formas de transmissão porque vive abaixo da superfície."
Ou poderia simplesmente ser o fato de não falarmos a mesma língua, cientificamente, é claro.
"Nos acostumamos a usar radiotelescópios para detectar sinais de civilizações extraterrestres desde 1960", diz O'Brien.
Contudo, há tantas maneiras diferentes pelas quais uma forma de vida poderia enviar sinais, que nunca poderíamos ouvir algo de volta.
E mesmo que estejamos na mesma sintonia que outra vida no universo, poderia levar milhares de anos para as mensagens serem transmitidas e então respondidas, diante das grandes distâncias envolvidas.
Por meio de um novo projeto chamado Breakthrough Listen, da Universidade da Califórnia, cientistas estão buscando um milhões das estrelas mais próximas na esperança de se comunicar com algo que seja capaz de enviar mensagens de volta à Terra.
Eles também estão observando estrelas que estão no centro da Via Láctea, a 25 mil anos-luz de distância.
Isso significa que uma mensagem enviada por uma dessas estrelas precisaria viajar por aproximadamente 25 mil anos antes de nos alcançar.
Então, se há vida alienígena lá fora, pode levar milhares de anos até que tenhamos alguma notícia.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c36j38r7gexo
Com base nos elementos fonéticos e fonológicos presentes nos trechos retirados do texto, marque com (V), as afirmativas verdadeiras, e com (F), as falsas.

(__)No trecho 'Olhe para o céu à noite, pontilhado de aglomerados de estrelas...', os vocábulos 'olhe' e 'para' apresentam quantidades diferentes de fonemas, embora possuam o mesmo número de letras. Já o vocábulo 'pontilhado' contém um dígrafo vocálico e um dígrafo consonantal.
(__)No trecho 'O que sabemos sobre a vida fora do ambiente perfeitamente regulado que é a Terra?', o vocábulo 'sabemos' apresenta um dígrafo vocálico, enquanto 'ambiente' apresenta dois.
(__)No trecho 'Contudo, há tantas maneiras diferentes pelas quais uma forma de vida poderia enviar sinais, que nunca poderíamos ouvir algo de volta', os vocábulos 'quais' e 'que' apresentam dígrafo consonantal, em que uma consoante e uma vogal representam o som de apenas uma consoante.
(__)No trecho 'É quase certo que, dentro da próxima década, ou próximo disso, iremos descobrir um planeta que talvez até mostre indícios potenciais de vida', os vocábulos 'quase' e 'certo' apresentam o mesmo número de letras e fonemas.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3920003 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São Miguel Oeste-SC
Provas:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que os alienígenas provavelmente existem — mas não vão nos visitar tão cedo
Olhe para o céu à noite, pontilhado de aglomerados de estrelas e se pergunte: estamos realmente sozinhos em um universo tão vasto para ser compreendido completamente?
Provavelmente não. A Terra é um ponto minúsculo em um mar gigante de bilhões de outros pontos. Como poderíamos ser a única forma de vida nesta ou em qualquer outra vizinhança cósmica?
O que sabemos sobre a vida fora do ambiente perfeitamente regulado que é a Terra?
Muitos especialistas dizem que, mesmo sem evidências sólidas sobre a existência de alienígenas, temos que concluir que eles existem.
Os cientistas estão constantemente descobrindo planetas orbitando essas estrelas, também conhecidos como exoplanetas.
"Estamos bastante convencidos de que existe vida lá fora", disse a cientista do espaço Maggie Aderin-Pocock.
"É puramente uma questão de números. É probabilidade."
A tecnologia que temos hoje nos permite examinar esses exoplanetas em detalhes.
Cientistas conseguem ver a composição química desses corpos celestiais que orbitam as estrelas usando telescópios poderosos para analisar a composição química da luz estelar que os atravessa. Isso é chamado de espectroscopia.
O importante é encontrar uma composição química semelhante à composição da Terra — o que significaria que existe, em algum lugar, talvez a milhares de anos-luz de distância, um ambiente capaz de sustentar uma forma de vida parecida com a nossa.
Os sinais são encorajadores. "Nós conhecemos centenas de planetas potencialmente habitáveis", afirma Tim O'Brien, professor de Astrofísica da Universidade de Manchester.
"É quase certo que, dentro da próxima década, ou próximo disso, iremos descobrir um planeta que talvez até mostre indícios potenciais de vida."
Mais evidências têm sido encontradas aqui na Terra. Organismos vivos foram descobertos em locais antes considerados muito hostis para abrigar qualquer forma de vida — sem acesso à luz solar ou ao calor, por exemplo, nas fossas mais profundas dos nossos oceanos.
No passado, acreditava-se que a vida só poderia existir em um planeta que estivesse a uma certa distância de sua estrela local (devido aos níveis de radiação).
Encontrar vida na Terra prosperando em lugares onde não era considerado possível abriu os olhos dos cientistas para a possibilidade de que luas — e não apenas planetas — possam ser capazes de sustentar vida.
Isso não significa que elas abrigariam os estereotipados seres verdes alienígenas do imaginário popular, apenas que a vida lá é possível.
Especialistas alertam que embora haja chances bem altas de existir vida lá fora, é difícil — talvez impossível —, hoje, saber se é uma vida inteligente.
"Durante grande parte da história da vida na Terra, a vida era muito simples. Na verdade, foram bilhões de anos de vida bacteriana", explica O'Brien.
E foi uma série de eventos que levou ao desenvolvimento da vida multicelular no nosso planeta.
Para que uma vida alienígena faça contato, ela precisa ser fisicamente e tecnologicamente avançada.
Visitantes esperados?
Se não estamos sozinhos, isso significa que devemos esperar a visita de uma vida alienígena? É complicado.
É difícil acreditar que nenhuma forma de vida jamais tenha chegado ao ponto de poder viajar por distâncias interestelares. Então, até onde sabemos, por que isso ainda não aconteceu?
"Nosso maior problema é que temos apenas um exemplo de vida, e essa vida é a vida neste planeta", diz Aderin-Pocock.
Mas isso provavelmente não é um modelo para outros lugares no universo.
"Se você vive perto de uma estrela que é muito ativa, você pode viver abaixo do solo... isso não significa que não haja vida inteligente lá fora, mas você pode não ter formas de transmissão porque vive abaixo da superfície."
Ou poderia simplesmente ser o fato de não falarmos a mesma língua, cientificamente, é claro.
"Nos acostumamos a usar radiotelescópios para detectar sinais de civilizações extraterrestres desde 1960", diz O'Brien.
Contudo, há tantas maneiras diferentes pelas quais uma forma de vida poderia enviar sinais, que nunca poderíamos ouvir algo de volta.
E mesmo que estejamos na mesma sintonia que outra vida no universo, poderia levar milhares de anos para as mensagens serem transmitidas e então respondidas, diante das grandes distâncias envolvidas.
Por meio de um novo projeto chamado Breakthrough Listen, da Universidade da Califórnia, cientistas estão buscando um milhões das estrelas mais próximas na esperança de se comunicar com algo que seja capaz de enviar mensagens de volta à Terra.
Eles também estão observando estrelas que estão no centro da Via Láctea, a 25 mil anos-luz de distância.
Isso significa que uma mensagem enviada por uma dessas estrelas precisaria viajar por aproximadamente 25 mil anos antes de nos alcançar.
Então, se há vida alienígena lá fora, pode levar milhares de anos até que tenhamos alguma notícia.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c36j38r7gexo
"Mais evidências têm sido encontradas aqui na Terra. Organismos vivos foram descobertos em locais antes considerados muito hostis para abrigar qualquer forma de vida."

As formas nominais 'encontradas' e 'descobertos' estão corretamente flexionadas, de acordo com os substantivos que acompanham, assim como ocorre nos enunciados a seguir, EXCETO:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas