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Em “Avaliar para promover”, Hoffmann destaca a questão da arbitrariedade na avaliação. Para a autora, o autoritarismo na avaliação decorre de:
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De acordo com Souza e Paiva (in Monteiro e Cupollilo, 2011), a avaliação está inserida num contexto sócio- histórico e, na área educacional, pode ser vista como uma permanente construção humana, efetivando-se a partir do desenvolvimento das atividades propostas, das relações entre a equipe pedagógica, os docentes e a comunidade envolvida. O estudo destacou que no processo de avaliação do ensino- aprendizagem na formação de professores de Educação Física alguns aspectos precisam ser repensados; entre eles destacam-se:
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Darido (2003), refere-se a uma abordagem que se opõe à proposta mecanicista e não considera as diferenças pessoais e tampouco as experiências vividas pelos alunos. Ainda segundo a autora, seu idealizador baseia-se nos trabalhos de Jean Piaget e tem a intenção de construir conhecimento a partir da interação do sujeito com o mundo, considerando a criança uma especialista em brinquedo. A abordagem apontada pela autora refere-se à concepção:
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A psicomotricidade foi o primeiro movimento mais articulado que surgiu na década de 1970, em contraposição aos modelos anteriores. Para esta abordagem, o envolvimento da Educação Física se caracteriza pelo desenvolvimento da criança e seu ato de aprender com os processos cognitivos, afetivos e psicomotores. Entretanto, uma de suas fragilidades, anunciadas por Darido (2003), é que esse movimento:
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Darido e Souza JR. (2007), defendem que a avaliação deve mostrar-se útil para as partes envolvidas, contribuir para o autoconhecimento e para análise das etapas, no sentido de alcançar objetivos previamente traçados. Quando o professor de Educação Física utiliza provas escritas, está avaliando, com relação aos conteúdos, a dimensão:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
Em conformidade com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), Lei nº 9.394/96, em seu art. 26, que trata do currículo do ensino fundamental, este deve ter uma base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e estabelecimento escolar, por uma parte diversificada que leve em conta as exigências ditadas pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e da clientela. Considerando o disposto na LDB em relação ao currículo do ensino fundamental, é correto afirmar, no que concerne à História do Brasil que:
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Cipriano Luckesi, em “Avaliação da Aprendizagem”, afirma que, na escola brasileira nos últimos 40 anos, passou-se a utilizar o termo avaliação; contudo, as práticas escolares permaneceram predominantemente marcadas pelo ato de examinar. Para o autor, o ato de avaliar envolve necessariamente a adoção de uma dimensão:
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A ERA DAS GRANDES TRANSFORMAÇÕES
Vivemos na era das Grandes Transformações. Entre tantas, destaco apenas duas: a primeira no campo da economia e a segunda no campo da consciência.
A primeira na economia: começou partir de 1834 quando se consolidou a revolução industrial na Inglaterra. Consiste na passagem de uma economia de mercado para uma sociedade de mercado. Mercado sempre existiu na história da humanidade, mas nunca uma sociedade só de mercado. Quer dizer, a economia é o que conta, o resto deve servir a ela.
Diz-se que mercado deve ser livre e o Estado é visto como seu grande empecilho. Missão deste, na verdade, é ordenar com leis e normas a sociedade, também o campo econômico e coordenar a busca comum do bem comum. A Grande Transformação postula um Estado mínimo, limitado praticamente às questões ligadas à infraestrutura da sociedade, ao fisco e à segurança. Tudo o mais pertence e é regulado pelo mercado.
Tudo pode ser levado ao mercado como água potável, sementes, alimentos e até órgãos humanos. Esta mercantilização penetrou em todos os setores da sociedade: a saúde, a educação, o esporte, o mundo das artes e do entretenimento e até nos grupos importantes das religiões e das igrejas com seus programas de TV e de rádio.
Essa forma de organizar a sociedade unicamente ao redor dos interesses econômicos do mercado cindiu a humanidade de cima a baixo: um fosso enorme se criou entre os poucos ricos e os muitos pobres.
Essa voracidade encontrou o limite da própria Terra. Ela não possui todos os bens e serviços suficientes e renováveis. Não é um baú sem fundo. Tal fato dificulta senão impede a reprodução do sistema produtivista/capitalista. É sua crise.
Essa Transformação, por sua lógica interna, está se tornando biocida, ecocida e geocida. A vida corre risco e a Terra poderá não nos querer mais sobre ela, porque somos demasiadamente destruitivos.
A segunda Grande Transformação está se dando no campo da consciência. Na medida em que crescem os danos à natureza que afetam a qualidade de vida, cresce simultaneamente a consciência de que, na ordem de 90%, tais danos se devem à atividade irresponsável e irracional dos seres humanos, mais especificamente, daquelas elites de poder econômico, político, cultural e mediático que se constituem em grandes corporações multilaterais e que assumiram os rumos do mundo.
Temos, com urgência, que fazer alguma coisa que interrompa o percurso para o precipício. O primeiro estudo global foi feito em 1972. Revelou-se que ela está doente. A causa principal é o tipo de desenvolvimento que as sociedades assumiram. Ele acaba ultrapassando os limites de suportabilidade da natureza e da Terra. Temos que produzir, sim, para alimentar a humanidade. Mas de outro jeito, respeitando os ritmos da natureza e seus limites, permitindo que ela descanse e se refaça.
A reflexão ecológica se complexificou. Não se pode reduzi-la apenas à preservação do meio ambiente. A totalidade do sistema mundo está em jogo. Assim surgiu uma ecologia ambiental que tem como meta a qualidade de vida; uma ecologia social que visa um modo sustentável de vida (produção, distribuição, consumo e tratamento dos dejetos); uma ecologia mental que se propõe criticar preconceitos e visões de mundo hostis à vida e formular um novo design civilizatório, à base de princípios e de valores para uma nova forma de habitar a Casa Comum; e por fim uma ecologia integral que se dá conta de que a Terra é parte de um universo em evolução e que devemos viver em harmonia com o Todo, uno, complexo e carregado de propósito. Daí resulta a paz.
Se triunfar a consciência do cuidado e da nossa responsabilidade coletiva pela Terra e por nossa civilização, seguramente teremos ainda futuro.
Leonardo Boff (http://cartamaior.com.br/?/Coluna/A-era-das-grandes-transformacoes/33427)
Em “Consiste na passagem de uma economia de mercado para uma sociedade de mercado”, observa-se a repetição de uma estrutura semelhante, com a substituição de uma palavra por outra. Essa substituição ressalta a seguinte ideia do parágrafo:
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Ao analisar a Educação Física escolar com perspectivas voltadas ao século XXI, Moreira (1992) observa que a pedagogia do movimento, de acordo com a visão sistêmica, levará o professor a rever suas concepções em relação às expressões corporais dos alunos, em que não mais caberá a padronização de movimentos, pois estes são fruto de identidades e personalidades diferentes. Portanto, de acordo com o autor, a pedagogia do movimento provavelmente privilegiará:
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Segundo Gallahue e Ozmun (2003), o período mais inicial da adolescência em que as características sexuais secundárias começam a aparecer, os órgãos sexuais amadurecem, acontecem alterações no sistema endócrino e inicia-se o surto de crescimento adolescente é denominado de:
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