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Foram encontradas 1.836 questões.

2240079 Ano: 2015
Disciplina: Economia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Considerando um aumento na oferta de moeda de uma economia, segundo o modelo IS-LM, a consequência provável é que:

 

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2240078 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Segundo o Ministério da Saúde (2013), no caso de necessidade do uso da insulina regular para tratamento da hiperglicemia pós-prandial a administração deve ocorrer:

 

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2240077 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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TECNOLOGIA E INFÂNCIA COMBINAM?

Há tempos a relação entre crianças e tecnologia divide opiniões e concepções educativas de famílias e escolas. Mas se antes a questão resumia-se a deixar os pequenos assistirem ou não a tevê ou a horas despendidas diante do computador, hoje – em tempos de novas tecnologias e dispositivos móveis – o debate ganha maior complexidade e escala.

Um estudo americano, de 2013, revela que 38% das crianças com menos de 2 anos utilizavam gadgets1, ante 10%, em 2011. Na faixa etária de 2 a 4 anos, o índice subiu de 39% para 80% nesse mesmo intervalo de tempo e, de 5 a 8 anos, de 52% para 83%.

Dados como esses têm suscitado a seguinte questão: o uso prematuro de tecnologia benefi cia ou prejudica o desenvolvimento da criança? “Tudo depende do uso que pais e educadores fazem deles”, responde Andréa Jotta, psicóloga da PUC-SP. “Óbvio que se você oferecer aplicativos que estão de acordo com a faixa etária da criança isso vai despertar o interesse dela e até aí tudo bem. Mas começa a ser ruim quando algo da rotina dela passa a ser vinculado ao uso da tecnologia. Por exemplo, a criança só almoça ou só dorme depois que vê uma historinha no tablet”, explica.

Neurologista no Hospital Pequeno Príncipe, Antonio Carlos de Farias manifesta opinião semelhante. Para ele, não se trata de malefícios intrínsecos aos dispositivos eletrônicos, mas da quantidade de tempo que é despendido em seu uso. “É aquela história da diferença entre o remédio e o veneno. Tem de saber dosar, estabelecer um tempo adequado para cada faixa etária”, diz.

Para Luciano Meira, consultor em educação e multimídia do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR), longe de proibir o uso, o mais adequado é que pais e educadores possam apoiá-lo, orientá-lo. “É a mesma coisa com a tevê. Mas, pelo menos, no caso do tablet e outros aparelhos parecidos, há responsividade, uma arquitetura de engajamento, uma imersão em um ambiente mais dinâmico”, pondera. Segundo Meira, não se trata de dar um tablet na mão da criança e estabelecer um tempo de uso. “É preciso ter bom senso e não se apropriar da tecnologia de maneira aleatória, mas por meio de uma apropriação dialogada, que visa uma aprendizagem”, alerta.

Na escola, a preocupação deve ser a mesma. “A tecnologia é parte da rotina delas e isso é irreversível, não adianta nadar contra a maré. Eu não posso fazer uma dicotomia entre o que a criança vivencia lá fora e o que a escola apresenta. Essa dicotomia faz com que a criança se desmotive”, defende Quézia Bombonatto, psicopedagoga e diretora da Associação Brasileira de Psicopedagogia. Para ela, o ponto-chave da questão é o equilíbrio. “Quando eu coloco o tablet, por exemplo, como a única ferramenta a orientar o processo de alfabetização, isso não é legal. É bom que ela tenha a oportunidade de manusear essa ferramenta, mas uma criança de 3 anos precisa de outros estímulos psicomotores. É preciso prepará-la para a escrita, para segurar um lápis, fazer um recorte e explorar o espaço do papel.”

Essa preocupação é endossada por Rodrigo Nejm, diretor da SaferNet. “Temos acompanhado esse movimento de incorporação dos tablets na Educação Infantil e vemos que têm algumas escolas que fazem isso por uma questão de marketing, para apresentar isso como um diferencial”, conta. Apesar desses casos, Nejm apoia a tendência.

Entre as recomendações dos especialistas, está evitar o uso por mais de uma hora contínua. “Ficar três, quatro horas conectado direto é péssimo. No máximo, uma hora. Pode até ficar mais se fizer o uso em mais de um turno”, aconselha Farias. Outro aspecto que precisa ser considerado é o horário em que o dispositivo tecnológico é utilizado. Por exemplo, ficar no tablet antes de dormir causa estímulo visual excessivo, o que prejudica o sono. “Mas o mais importante é passar para as famílias e educadores que o tablet ou qualquer outro recurso tecnológico não são babá eletrônica. Ou seja, não pode cair naquela coisa de dar o aparelho quando precisam de silêncio”, aponta o neurologista.

Vocabulário: 1 gadgets: dispositivo com função específica e útil no cotidiano, a exemplo de celulares entre outros aparelhos.

Thais Paiva (cartafundamental.com.br)

“É a mesma coisa com a tevê”. A palavra “mesmo” é variável na seguinte frase:

 

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2240076 Ano: 2015
Disciplina: Turismo
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ

Nos eventos como um todo, é bastante comum o hasteamento de bandeiras. E, no turismo, não é diferente. Quando há o hasteamento das bandeiras Nacional, Estadual e Municipal, deve-se colocá-las de acordo com os mastros afixados para esta finalidade. A bandeira Nacional, em relação as outras, é colocada:

 

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2240075 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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A taxa construída e a taxa ocupada em relação ao terreno valem, aproximadamente e nessa ordem:

 

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2240074 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Os símbolos abaixo são muito empregados em projetos de instalações elétricas.

Enunciado 2713835-1

Os símbolos (a) e (b) se referem, respectivamente a:

 

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2240073 Ano: 2015
Disciplina: Economia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Dado o modelo IS-LM, a amplitude do multiplicador da demanda agregada depende:

 

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2240072 Ano: 2015
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Durante a prática da massagem relaxante, o excesso de óleo ou lubrificante pode evoluir para o efeito de:

 

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2240071 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ

O território é a base do trabalho do Agente Comunitário de Saúde. Trabalhar com essa lógica implica processo de coleta e sistematização de dados. Ao fazer o levantamento, na sua região, do número de pessoas por sexo, por faixa etária, religião e a distribuição da população por áreas, o Agente Comunitário de Saúde estará coletando dados:

 

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2240070 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Neves e Marinho- Araujo mostram que, no Brasil, as dificuldades escolares são, entre as demandas, a queixa mais frequente no encaminhamento de crianças e adolescentes para psicólogos. Segundo essas autoras, a atuação do psicólogo escolar nesses casos vem recebendo muitas críticas, dentre as quais, destaca-se a percepção dos atendimentos como:

 

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