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A herança do tratamento moral, na psiquiatria, somada a partir de 1960 a uma nova concepção que buscava o reconhecimento científico, trouxe outra forma de compreender e lidar co m as atividades no campo da Terapia Ocupacional. Com isso, a ênfase do tratamento do paciente psiquiátrico passou a ser dada:
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Medeiros (2010) afirma que não é possível estabelecer comparações acerca da utilização de atividades como um instrumento terapêutico, ao longo da história da humanidade, pois, essa utilização varia de acordo com:
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Segundo Jung, o sujeito nasce com uma herança biológica à qual, após, soma-se outra, a psicológica. Na herança psicológica encontram-se materiais psíquicos não provenientes da experiência pessoal, mas que formam uma estrutura que esculpe e conduz todo o desenvolvimento e interação do sujeito com o ambiente e que é denominada:
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Em relação ao ciclo hidrológico da água, pode se afirmar que:
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A correta escolha do local para a realização de um evento é ponto fundamental na soma de probabilidades de sucesso. Sua adequação aos objetivos e porte é imprescindível. O local não envolve apenas o espaço físico onde o evento acontecerá, mas também a própria localização geográfica em que se encontra, ou seja, o estado da federação e a cidade sede. Com relação à área geográfica, vários aspectos devem ser analisados, como:
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Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
A Resolução nº 269/2006 do Conselho Nacional de Assistência Social, a qual institui a Norma Operacional Básica de Recursos Humanos do Sistema Único de Assistência Social NOB-RH/SUAS 2006, destaca uma ação essencial no âmbito do SUAS, a qual se refere a uma política de:
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O prosseguimento da luta para expulsar os muçulmanos, só concluída com a tomada do Reino de Granada, que se deu em 1492, é um fator que explica porque, no episódio da expansão marítima e comercial europeia, determinada nação perdeu a primazia e acabou se lançando em segundo lugar na direção de obter conquistas coloniais fora do território europeu. Estamos nos referindo ao Estado Nacional europeu:
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TECNOLOGIA E INFÂNCIA COMBINAM?
Há tempos a relação entre crianças e tecnologia divide opiniões e concepções educativas de famílias e escolas. Mas se antes a questão resumia-se a deixar os pequenos assistirem ou não a tevê ou a horas despendidas diante do computador, hoje – em tempos de novas tecnologias e dispositivos móveis – o debate ganha maior complexidade e escala.
Um estudo americano, de 2013, revela que 38% das crianças com menos de 2 anos utilizavam gadgets1, ante 10%, em 2011. Na faixa etária de 2 a 4 anos, o índice subiu de 39% para 80% nesse mesmo intervalo de tempo e, de 5 a 8 anos, de 52% para 83%.
Dados como esses têm suscitado a seguinte questão: o uso prematuro de tecnologia benefi cia ou prejudica o desenvolvimento da criança? “Tudo depende do uso que pais e educadores fazem deles”, responde Andréa Jotta, psicóloga da PUC-SP. “Óbvio que se você oferecer aplicativos que estão de acordo com a faixa etária da criança isso vai despertar o interesse dela e até aí tudo bem. Mas começa a ser ruim quando algo da rotina dela passa a ser vinculado ao uso da tecnologia. Por exemplo, a criança só almoça ou só dorme depois que vê uma historinha no tablet”, explica.
Neurologista no Hospital Pequeno Príncipe, Antonio Carlos de Farias manifesta opinião semelhante. Para ele, não se trata de malefícios intrínsecos aos dispositivos eletrônicos, mas da quantidade de tempo que é despendido em seu uso. “É aquela história da diferença entre o remédio e o veneno. Tem de saber dosar, estabelecer um tempo adequado para cada faixa etária”, diz.
Para Luciano Meira, consultor em educação e multimídia do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR), longe de proibir o uso, o mais adequado é que pais e educadores possam apoiá-lo, orientá-lo. “É a mesma coisa com a tevê. Mas, pelo menos, no caso do tablet e outros aparelhos parecidos, há responsividade, uma arquitetura de engajamento, uma imersão em um ambiente mais dinâmico”, pondera. Segundo Meira, não se trata de dar um tablet na mão da criança e estabelecer um tempo de uso. “É preciso ter bom senso e não se apropriar da tecnologia de maneira aleatória, mas por meio de uma apropriação dialogada, que visa uma aprendizagem”, alerta.
Na escola, a preocupação deve ser a mesma. “A tecnologia é parte da rotina delas e isso é irreversível, não adianta nadar contra a maré. Eu não posso fazer uma dicotomia entre o que a criança vivencia lá fora e o que a escola apresenta. Essa dicotomia faz com que a criança se desmotive”, defende Quézia Bombonatto, psicopedagoga e diretora da Associação Brasileira de Psicopedagogia. Para ela, o ponto-chave da questão é o equilíbrio. “Quando eu coloco o tablet, por exemplo, como a única ferramenta a orientar o processo de alfabetização, isso não é legal. É bom que ela tenha a oportunidade de manusear essa ferramenta, mas uma criança de 3 anos precisa de outros estímulos psicomotores. É preciso prepará-la para a escrita, para segurar um lápis, fazer um recorte e explorar o espaço do papel.”
Essa preocupação é endossada por Rodrigo Nejm, diretor da SaferNet. “Temos acompanhado esse movimento de incorporação dos tablets na Educação Infantil e vemos que têm algumas escolas que fazem isso por uma questão de marketing, para apresentar isso como um diferencial”, conta. Apesar desses casos, Nejm apoia a tendência.
Entre as recomendações dos especialistas, está evitar o uso por mais de uma hora contínua. “Ficar três, quatro horas conectado direto é péssimo. No máximo, uma hora. Pode até ficar mais se fizer o uso em mais de um turno”, aconselha Farias. Outro aspecto que precisa ser considerado é o horário em que o dispositivo tecnológico é utilizado. Por exemplo, ficar no tablet antes de dormir causa estímulo visual excessivo, o que prejudica o sono. “Mas o mais importante é passar para as famílias e educadores que o tablet ou qualquer outro recurso tecnológico não são babá eletrônica. Ou seja, não pode cair naquela coisa de dar o aparelho quando precisam de silêncio”, aponta o neurologista.
Vocabulário: 1 gadgets: dispositivo com função específica e útil no cotidiano, a exemplo de celulares entre outros aparelhos.
Thais Paiva (cartafundamental.com.br)
No primeiro parágrafo, o emprego do travessão estabelece, com a sequência da frase, a seguinte relação:
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Netto (2001), ao analisar a expressão “questão social”, refere que esta, a partir da segunda metade do século XXI, deixa de ser usada indistintamente por críticos sociais de diferenciados lugares do espectro ideopolítico. Nesse contexto, o autor ressalta que essa expressão desliza para o vocabulário próprio do pensamento:
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O conceito de letramento relaciona-se:
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