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Foram encontradas 160 questões.

3429024 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. Serra-ES

Leia com atenção as colunas abaixo:

Coluna 01

(__) Ele caminhou até o parque para relaxar.

(__) Estudamos sobre a Revolução Industrial.

(__) Conforme as instruções, siga em frente.

(__) Vamos para a festa depois do jantar.

(__) Segundo o professor, a prova será difícil.

Coluna 02

I. Preposição acidental.

II. Preposição essencial.

Correlacione ambas as colunas de acordo com o tipo de Preposição empregada. Após análise, assinale a alternativa com a sequência correta:

 

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3429023 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. Serra-ES

Leia com atenção o período abaixo:

O rei do pop esteve pela última vez no Brasil em 1996.

No período lido, há a presença de uma figura de linguagem conhecida pela substituição de uma ou mais palavras por outra que a identifique. Assinale a alternativa que a indique:

 

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3429022 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. Serra-ES

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Modelo de Inteligência Artificial consegue estimar data da morte em estudo

Uma inteligência artificial desenvolvida para modelar a linguagem escrita pode ser usada para prever eventos na vida das pessoas e até apontar a data da morte, segundo um projeto de pesquisa internacional, desenvolvido por Universidade Técnica da Dinamarca (DTU), Universidade de Copenhague (ITU) e Universidade Northeastern, nos Estados Unidos.

Os pesquisadores mostraram que usando grandes quantidades de dados a respeito da condição social e outros aspectos da vida das pessoas para treinar os chamados "modelos de transformadores", que, assim como o ChatGPT, processam linguagem, as informações podem ser organizadas sistematicamente para prever o que acontecerá na vida de alguém e em que momento o fato pode se desenrolar — incluindo a data da morte.

Em novo artigo científico, publicado na revista Nature Computational Science, os cientistas analisaram dados de saúde e mercado de trabalho de 6 milhões de dinamarqueses num modelo denominado life2vec.

Depois que o modelo foi treinado em uma fase inicial, ou seja, aprendeu os padrões nos dados, foi demonstrado que ele supera outras redes neurais avançadas e prevê resultados como personalidade e hora da morte com alta precisão.

"Usamos o modelo para abordar a questão fundamental: até que ponto podemos prever eventos no seu futuro com base nas condições e eventos do seu passado? Cientificamente, o que é emocionante para nós não é tanto a previsão em si, mas os aspectos dos dados que permitem ao modelo fornecer respostas tão precisas", diz Sune Lehmann, professor da DTU e principal autor do artigo em um comunicado.

As previsões do modelo respondem a questões mais abrangentes, como "morte dentro de quantos anos"? De acordo com os pesquisadores, as estimativas apresentadas pela IA estão de acordo com o conhecimento de outras áreas sobre duração da vida. Por exemplo, pessoas com renda mais alta vivem mais; já individuos com diagnóstico de doença mental, vivem menos.

"O que é emocionante é considerar a vida humana como uma longa sequência de eventos, semelhante a como uma frase em uma linguagem consiste em uma série de palavras. Este é geralmente o tipo de tarefa para a qual os modelos de transformadores em IA são usados, mas em nossos experimentos nós os usamos para analisar o que chamamos de sequências de vida, ou seja, eventos que aconteceram na vida humana", diz Sune Lehmann.

A proteção de dados confidenciais, a privacidade e o papel do preconceito nos dados são preocupações éticas levantadas pelos pesquisadores.

"O modelo abre importantes perspectivas positivas e negativas para discutir e abordar politicamente. Tecnologias semelhantes para prever eventos de vida e comportamento humano já são usadas hoje dentro de empresas de tecnologia que, por exemplo, rastreiam nosso comportamento nas redes sociais, traçam nossos perfis com extrema precisão", afirma Sune Lehmann.

"Utilizamos estes perfis para prever o nosso comportamento e influenciar-nos. Esta discussão precisa de fazer parte da conversa democrática para que possamos considerar para onde a tecnologia nos está a levar e se este é um desenvolvimento que queremos", segundo a pesquisadora.

O próximo passo é incorporar outros tipos de dados, como textos e imagens ou informações sobre conexões sociais ao banco já disponível. O acréscimo desses dados vai permitir novas interações entre ciências sociais e de saúde que podem abrir caminho para previsões ainda mais precisas.

https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/modelo-deinteligencia- artificial-consegue-estimar-data-damorte- em-estudo/.

De acordo com o projeto de pesquisa internacional mencionado no texto, qual é o principal método utilizado para treinar os "modelos de transformadores" na previsão de eventos na vida das pessoas, incluindo a data da morte?

 

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3429021 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. Serra-ES

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Modelo de Inteligência Artificial consegue estimar data da morte em estudo

Uma inteligência artificial desenvolvida para modelar a linguagem escrita pode ser usada para prever eventos na vida das pessoas e até apontar a data da morte, segundo um projeto de pesquisa internacional, desenvolvido por Universidade Técnica da Dinamarca (DTU), Universidade de Copenhague (ITU) e Universidade Northeastern, nos Estados Unidos.

Os pesquisadores mostraram que usando grandes quantidades de dados a respeito da condição social e outros aspectos da vida das pessoas para treinar os chamados "modelos de transformadores", que, assim como o ChatGPT, processam linguagem, as informações podem ser organizadas sistematicamente para prever o que acontecerá na vida de alguém e em que momento o fato pode se desenrolar — incluindo a data da morte.

Em novo artigo científico, publicado na revista Nature Computational Science, os cientistas analisaram dados de saúde e mercado de trabalho de 6 milhões de dinamarqueses num modelo denominado life2vec.

Depois que o modelo foi treinado em uma fase inicial, ou seja, aprendeu os padrões nos dados, foi demonstrado que ele supera outras redes neurais avançadas e prevê resultados como personalidade e hora da morte com alta precisão.

"Usamos o modelo para abordar a questão fundamental: até que ponto podemos prever eventos no seu futuro com base nas condições e eventos do seu passado? Cientificamente, o que é emocionante para nós não é tanto a previsão em si, mas os aspectos dos dados que permitem ao modelo fornecer respostas tão precisas", diz Sune Lehmann, professor da DTU e principal autor do artigo em um comunicado.

As previsões do modelo respondem a questões mais abrangentes, como "morte dentro de quantos anos"? De acordo com os pesquisadores, as estimativas apresentadas pela IA estão de acordo com o conhecimento de outras áreas sobre duração da vida. Por exemplo, pessoas com renda mais alta vivem mais; já individuos com diagnóstico de doença mental, vivem menos.

"O que é emocionante é considerar a vida humana como uma longa sequência de eventos, semelhante a como uma frase em uma linguagem consiste em uma série de palavras. Este é geralmente o tipo de tarefa para a qual os modelos de transformadores em IA são usados, mas em nossos experimentos nós os usamos para analisar o que chamamos de sequências de vida, ou seja, eventos que aconteceram na vida humana", diz Sune Lehmann.

A proteção de dados confidenciais, a privacidade e o papel do preconceito nos dados são preocupações éticas levantadas pelos pesquisadores.

"O modelo abre importantes perspectivas positivas e negativas para discutir e abordar politicamente. Tecnologias semelhantes para prever eventos de vida e comportamento humano já são usadas hoje dentro de empresas de tecnologia que, por exemplo, rastreiam nosso comportamento nas redes sociais, traçam nossos perfis com extrema precisão", afirma Sune Lehmann.

"Utilizamos estes perfis para prever o nosso comportamento e influenciar-nos. Esta discussão precisa de fazer parte da conversa democrática para que possamos considerar para onde a tecnologia nos está a levar e se este é um desenvolvimento que queremos", segundo a pesquisadora.

O próximo passo é incorporar outros tipos de dados, como textos e imagens ou informações sobre conexões sociais ao banco já disponível. O acréscimo desses dados vai permitir novas interações entre ciências sociais e de saúde que podem abrir caminho para previsões ainda mais precisas.

https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/modelo-deinteligencia- artificial-consegue-estimar-data-damorte- em-estudo/.

De acordo com o texto, como as previsões do modelo respondem a questões sobre a vida humana?

 

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3429020 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. Serra-ES

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Modelo de Inteligência Artificial consegue estimar data da morte em estudo

Uma inteligência artificial desenvolvida para modelar a linguagem escrita pode ser usada para prever eventos na vida das pessoas e até apontar a data da morte, segundo um projeto de pesquisa internacional, desenvolvido por Universidade Técnica da Dinamarca (DTU), Universidade de Copenhague (ITU) e Universidade Northeastern, nos Estados Unidos.

Os pesquisadores mostraram que usando grandes quantidades de dados a respeito da condição social e outros aspectos da vida das pessoas para treinar os chamados "modelos de transformadores", que, assim como o ChatGPT, processam linguagem, as informações podem ser organizadas sistematicamente para prever o que acontecerá na vida de alguém e em que momento o fato pode se desenrolar — incluindo a data da morte.

Em novo artigo científico, publicado na revista Nature Computational Science, os cientistas analisaram dados de saúde e mercado de trabalho de 6 milhões de dinamarqueses num modelo denominado life2vec.

Depois que o modelo foi treinado em uma fase inicial, ou seja, aprendeu os padrões nos dados, foi demonstrado que ele supera outras redes neurais avançadas e prevê resultados como personalidade e hora da morte com alta precisão.

"Usamos o modelo para abordar a questão fundamental: até que ponto podemos prever eventos no seu futuro com base nas condições e eventos do seu passado? Cientificamente, o que é emocionante para nós não é tanto a previsão em si, mas os aspectos dos dados que permitem ao modelo fornecer respostas tão precisas", diz Sune Lehmann, professor da DTU e principal autor do artigo em um comunicado.

As previsões do modelo respondem a questões mais abrangentes, como "morte dentro de quantos anos"? De acordo com os pesquisadores, as estimativas apresentadas pela IA estão de acordo com o conhecimento de outras áreas sobre duração da vida. Por exemplo, pessoas com renda mais alta vivem mais; já individuos com diagnóstico de doença mental, vivem menos.

"O que é emocionante é considerar a vida humana como uma longa sequência de eventos, semelhante a como uma frase em uma linguagem consiste em uma série de palavras. Este é geralmente o tipo de tarefa para a qual os modelos de transformadores em IA são usados, mas em nossos experimentos nós os usamos para analisar o que chamamos de sequências de vida, ou seja, eventos que aconteceram na vida humana", diz Sune Lehmann.

A proteção de dados confidenciais, a privacidade e o papel do preconceito nos dados são preocupações éticas levantadas pelos pesquisadores.

"O modelo abre importantes perspectivas positivas e negativas para discutir e abordar politicamente. Tecnologias semelhantes para prever eventos de vida e comportamento humano já são usadas hoje dentro de empresas de tecnologia que, por exemplo, rastreiam nosso comportamento nas redes sociais, traçam nossos perfis com extrema precisão", afirma Sune Lehmann.

"Utilizamos estes perfis para prever o nosso comportamento e influenciar-nos. Esta discussão precisa de fazer parte da conversa democrática para que possamos considerar para onde a tecnologia nos está a levar e se este é um desenvolvimento que queremos", segundo a pesquisadora.

O próximo passo é incorporar outros tipos de dados, como textos e imagens ou informações sobre conexões sociais ao banco já disponível. O acréscimo desses dados vai permitir novas interações entre ciências sociais e de saúde que podem abrir caminho para previsões ainda mais precisas.

https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/modelo-deinteligencia- artificial-consegue-estimar-data-damorte- em-estudo/ .

Qual é o objetivo principal da pesquisadora ao mencionar a necessidade de incluir a discussão sobre a previsão do comportamento baseada em perfis na conversa democrática?

 

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3429019 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. Serra-ES

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Modelo de Inteligência Artificial consegue estimar data da morte em estudo

Uma inteligência artificial desenvolvida para modelar a linguagem escrita pode ser usada para prever eventos na vida das pessoas e até apontar a data da morte, segundo um projeto de pesquisa internacional, desenvolvido por Universidade Técnica da Dinamarca (DTU), Universidade de Copenhague (ITU) e Universidade Northeastern, nos Estados Unidos.

Os pesquisadores mostraram que usando grandes quantidades de dados a respeito da condição social e outros aspectos da vida das pessoas para treinar os chamados "modelos de transformadores", que, assim como o ChatGPT, processam linguagem, as informações podem ser organizadas sistematicamente para prever o que acontecerá na vida de alguém e em que momento o fato pode se desenrolar — incluindo a data da morte.

Em novo artigo científico, publicado na revista Nature Computational Science, os cientistas analisaram dados de saúde e mercado de trabalho de 6 milhões de dinamarqueses num modelo denominado life2vec.

Depois que o modelo foi treinado em uma fase inicial, ou seja, aprendeu os padrões nos dados, foi demonstrado que ele supera outras redes neurais avançadas e prevê resultados como personalidade e hora da morte com alta precisão.

"Usamos o modelo para abordar a questão fundamental: até que ponto podemos prever eventos no seu futuro com base nas condições e eventos do seu passado? Cientificamente, o que é emocionante para nós não é tanto a previsão em si, mas os aspectos dos dados que permitem ao modelo fornecer respostas tão precisas", diz Sune Lehmann, professor da DTU e principal autor do artigo em um comunicado.

As previsões do modelo respondem a questões mais abrangentes, como "morte dentro de quantos anos"? De acordo com os pesquisadores, as estimativas apresentadas pela IA estão de acordo com o conhecimento de outras áreas sobre duração da vida. Por exemplo, pessoas com renda mais alta vivem mais; já individuos com diagnóstico de doença mental, vivem menos.

"O que é emocionante é considerar a vida humana como uma longa sequência de eventos, semelhante a como uma frase em uma linguagem consiste em uma série de palavras. Este é geralmente o tipo de tarefa para a qual os modelos de transformadores em IA são usados, mas em nossos experimentos nós os usamos para analisar o que chamamos de sequências de vida, ou seja, eventos que aconteceram na vida humana", diz Sune Lehmann.

A proteção de dados confidenciais, a privacidade e o papel do preconceito nos dados são preocupações éticas levantadas pelos pesquisadores.

"O modelo abre importantes perspectivas positivas e negativas para discutir e abordar politicamente. Tecnologias semelhantes para prever eventos de vida e comportamento humano já são usadas hoje dentro de empresas de tecnologia que, por exemplo, rastreiam nosso comportamento nas redes sociais, traçam nossos perfis com extrema precisão", afirma Sune Lehmann.

"Utilizamos estes perfis para prever o nosso comportamento e influenciar-nos. Esta discussão precisa de fazer parte da conversa democrática para que possamos considerar para onde a tecnologia nos está a levar e se este é um desenvolvimento que queremos", segundo a pesquisadora.

O próximo passo é incorporar outros tipos de dados, como textos e imagens ou informações sobre conexões sociais ao banco já disponível. O acréscimo desses dados vai permitir novas interações entre ciências sociais e de saúde que podem abrir caminho para previsões ainda mais precisas.

https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/modelo-deinteligencia- artificial-consegue-estimar-data-damorte- em-estudo/ .

Quais são algumas das preocupações éticas levantadas pelos pesquisadores em relação ao modelo mencionado no texto?

 

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3429018 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. Serra-ES

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Modelo de Inteligência Artificial consegue estimar data da morte em estudo

Uma inteligência artificial desenvolvida para modelar a linguagem escrita pode ser usada para prever eventos na vida das pessoas e até apontar a data da morte, segundo um projeto de pesquisa internacional, desenvolvido por Universidade Técnica da Dinamarca (DTU), Universidade de Copenhague (ITU) e Universidade Northeastern, nos Estados Unidos.

Os pesquisadores mostraram que usando grandes quantidades de dados a respeito da condição social e outros aspectos da vida das pessoas para treinar os chamados "modelos de transformadores", que, assim como o ChatGPT, processam linguagem, as informações podem ser organizadas sistematicamente para prever o que acontecerá na vida de alguém e em que momento o fato pode se desenrolar — incluindo a data da morte.

Em novo artigo científico, publicado na revista Nature Computational Science, os cientistas analisaram dados de saúde e mercado de trabalho de 6 milhões de dinamarqueses num modelo denominado life2vec.

Depois que o modelo foi treinado em uma fase inicial, ou seja, aprendeu os padrões nos dados, foi demonstrado que ele supera outras redes neurais avançadas e prevê resultados como personalidade e hora da morte com alta precisão.

"Usamos o modelo para abordar a questão fundamental: até que ponto podemos prever eventos no seu futuro com base nas condições e eventos do seu passado? Cientificamente, o que é emocionante para nós não é tanto a previsão em si, mas os aspectos dos dados que permitem ao modelo fornecer respostas tão precisas", diz Sune Lehmann, professor da DTU e principal autor do artigo em um comunicado.

As previsões do modelo respondem a questões mais abrangentes, como "morte dentro de quantos anos"? De acordo com os pesquisadores, as estimativas apresentadas pela IA estão de acordo com o conhecimento de outras áreas sobre duração da vida. Por exemplo, pessoas com renda mais alta vivem mais; já individuos com diagnóstico de doença mental, vivem menos.

"O que é emocionante é considerar a vida humana como uma longa sequência de eventos, semelhante a como uma frase em uma linguagem consiste em uma série de palavras. Este é geralmente o tipo de tarefa para a qual os modelos de transformadores em IA são usados, mas em nossos experimentos nós os usamos para analisar o que chamamos de sequências de vida, ou seja, eventos que aconteceram na vida humana", diz Sune Lehmann.

A proteção de dados confidenciais, a privacidade e o papel do preconceito nos dados são preocupações éticas levantadas pelos pesquisadores.

"O modelo abre importantes perspectivas positivas e negativas para discutir e abordar politicamente. Tecnologias semelhantes para prever eventos de vida e comportamento humano já são usadas hoje dentro de empresas de tecnologia que, por exemplo, rastreiam nosso comportamento nas redes sociais, traçam nossos perfis com extrema precisão", afirma Sune Lehmann.

"Utilizamos estes perfis para prever o nosso comportamento e influenciar-nos. Esta discussão precisa de fazer parte da conversa democrática para que possamos considerar para onde a tecnologia nos está a levar e se este é um desenvolvimento que queremos", segundo a pesquisadora.

O próximo passo é incorporar outros tipos de dados, como textos e imagens ou informações sobre conexões sociais ao banco já disponível. O acréscimo desses dados vai permitir novas interações entre ciências sociais e de saúde que podem abrir caminho para previsões ainda mais precisas.

https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/modelo-deinteligencia- artificial-consegue-estimar-data-damorte- em-estudo/ .

De acordo com o texto, qual é a característica distintiva do modelo life2vec em comparação com outras redes neurais avançadas?

 

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3429017 Ano: 2024
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. Serra-ES

De acordo com a Lei Municipal nº 5.879, de 17 de novembro de 2023, são requisitos para o exercício da atividade do Agente Comunitário de Saúde:

I. Residir na área da comunidade em que atuar, desde a data da publicação do edital do processo seletivo público.

II. Ter concluído, com aproveitamento, curso de formação inicial, com carga horária mínima de quarenta horas.

III. Ter concluído o ensino superior.

É CORRETO o que se afirma em:

 

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3429016 Ano: 2024
Disciplina: Enfermagem
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. Serra-ES

As neoplasias (câncer in situ e câncer invasivo) correspondem a essa forma não controlada de crescimento celular e, na prática, são denominados tumores. Em relação a classificação das neoplasias, registre V, para verdadeiro, e F, para falso:

(__)As neoplasias podem ser benignas ou malignas.

(__)As neoplasias benignas ou tumores benignos têm seu crescimento de forma desorganizada, geralmente rápido, expansivo e apresentam limites bem nítidos.

(__)As neoplasias malignas ou tumores malignos manifestam um maior grau de autonomia e são capazes de invadir tecidos vizinhos e provocar metástases, podendo ser resistentes ao tratamento e causar a morte do hospedeiro.

Fonte: https://bvsms.saude.gov.br/bvs

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA.

 

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3429015 Ano: 2024
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. Serra-ES

De acordo com a Lei Federal nº 11.350/2006, no modelo de atenção em saúde fundamentado na assistência multiprofissional em saúde da família, desde que o Agente Comunitário de Saúde tenha concluído curso técnico e tenha disponíveis os equipamentos adequados, são atividades do Agente, em sua área geográfica de atuação, assistidas por profissional de saúde de nível superior, membro da equipe:

I. A aferição da pressão arterial, durante a visita domiciliar, em caráter excepcional, encaminhando o paciente para a unidade de saúde de referência.

II. A medição de glicemia capilar, durante a visita domiciliar, em caráter excepcional, encaminhando o paciente para a unidade de saúde de referência.

III. A aferição de temperatura axilar, durante a visita domiciliar, em caráter excepcional, com o devido encaminhamento do paciente, quando necessário, para a unidade de saúde de referência.

É CORRETO o que se afirma em:

 

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