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Leia o texto para responder a questão.
Sempre alerta!
Grande espírito, o daquele escoteiro. Estava na rua,
segurando seu feroz cão policial, quando viu parar um ônibus.
Os passageiros desceram, subiram, o ônibus pôs-se a andar.
No momento em que o ônibus ia andando, apareceu um velhinho tentando pegá-lo. Correu atrás do ônibus. Quando já o ia
pegando, o ônibus aumentou a velocidade. No instante exato
em que o velhinho, aborrecido, ia desistir do ônibus, o escoteiro não teve dúvida: soltou o cachorro policial em cima dele.
O velho pôs-se a correr desesperadamente e, como única salvação, pegou o ônibus que já ia quinhentos metros adiante.
O escoteiro segurou de novo o cão e voltou para casa, feliz,
tendo praticado sua boa ação do dia.
Moral: No cerne da violência nem sempre há violência.
(Millôr Fernandes, Fábulas Fabulosas, 1991. Adaptado)
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Sempre alerta!
Grande espírito, o daquele escoteiro. Estava na rua,
segurando seu feroz cão policial, quando viu parar um ônibus.
Os passageiros desceram, subiram, o ônibus pôs-se a andar.
No momento em que o ônibus ia andando, apareceu um velhinho tentando pegá-lo. Correu atrás do ônibus. Quando já o ia
pegando, o ônibus aumentou a velocidade. No instante exato
em que o velhinho, aborrecido, ia desistir do ônibus, o escoteiro não teve dúvida: soltou o cachorro policial em cima dele.
O velho pôs-se a correr desesperadamente e, como única salvação, pegou o ônibus que já ia quinhentos metros adiante.
O escoteiro segurou de novo o cão e voltou para casa, feliz,
tendo praticado sua boa ação do dia.
Moral: No cerne da violência nem sempre há violência.
(Millôr Fernandes, Fábulas Fabulosas, 1991. Adaptado)
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Leia o texto para responder a questão.
… constitui uma forma peculiar de representação e estilo
em que predominam a força criativa da imaginação e a intenção estética. Não é mera fantasia que nada tem a ver com
o que se entende por realidade, nem é puro exercício lúdico
sobre as formas e sentidos da linguagem e da língua.
Como representação – um modo particular de dar forma
às experiências humanas –, não está limitado a critérios de
observação fatual (ao que ocorre e ao que se testemunha),
nem às categorias e relações que constituem os padrões
dos modos de ver a realidade e, menos ainda, às famílias
de noções/conceitos com que se pretende descrever e
explicar diferentes planos da realidade (o discurso científico).
Ele os ultrapassa e transgride para constituir outra mediação
de sentidos entre o sujeito e o mundo, entre a imagem e o
objeto, mediação que autoriza a ficção e a reinterpretação do
mundo atual e dos mundos possíveis.
(Parâmetros Curriculares Nacionais – Língua Portuguesa: 1998. Adaptado)
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Leia a charge para responder a questão.

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De acordo com Marcuschi (2008), a língua como “atividade sociointerativa situada” é representada pelo
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… constitui uma forma peculiar de representação e estilo
em que predominam a força criativa da imaginação e a intenção estética. Não é mera fantasia que nada tem a ver com
o que se entende por realidade, nem é puro exercício lúdico
sobre as formas e sentidos da linguagem e da língua.
Como representação – um modo particular de dar forma
às experiências humanas –, não está limitado a critérios de
observação fatual (ao que ocorre e ao que se testemunha),
nem às categorias e relações que constituem os padrões
dos modos de ver a realidade e, menos ainda, às famílias
de noções/conceitos com que se pretende descrever e
explicar diferentes planos da realidade (o discurso científico).
Ele os ultrapassa e transgride para constituir outra mediação
de sentidos entre o sujeito e o mundo, entre a imagem e o
objeto, mediação que autoriza a ficção e a reinterpretação do
mundo atual e dos mundos possíveis.
(Parâmetros Curriculares Nacionais – Língua Portuguesa: 1998. Adaptado)
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Em O texto na sala de aula, João Wanderley Geraldi, ao
discutir a questão da leitura, analisa tanto a importância
das narrativas curtas quanto a das narrativas longas.
Para ele, estas últimas
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Leia o texto para responder a questão.
Ligeiro e nasalado, sotaque paulista teve influência de
índios e migrantes
Ligeiro e nasalado, o português paulista tem pressa. Atropela os plurais das frases e suprime o “lh” das palavras.
Em São Paulo se toma dois café com dois pão na chapa
por quinze real. E filha, milho, velho e mulher são reduzidos
a fia, mio, véio e muié.
Ainda que incomodem os ouvidos mais sensíveis, esses
usos da língua têm origem na mistura do português dos colonizadores com algumas das 350 línguas indígenas que existiam no território brasileiro à época do descobrimento – hoje
são cerca de 180.
O cruzamento do idioma de Portugal com o tupi deu origem à chamada língua geral, utilizada no cotidiano da nova
colônia até a segunda metade do século 18.
Uma de suas marcas, que hoje caracteriza o português
paulista, era o “r” retroflexo, também conhecido como ‘r”
caipira. Ele substituiu o “r” chiado dos portugueses, que os
índios não conseguiam pronunciar. Na sintaxe indígena,
o plural não redunda ao longo da sentença, o que poderia
explicar o hábito paulista.
(https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano. 23.04.2018. Adaptado)
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Ligeiro e nasalado, sotaque paulista teve influência de
índios e migrantes
Ligeiro e nasalado, o português paulista tem pressa. Atropela os plurais das frases e suprime o “lh” das palavras.
Em São Paulo se toma dois café com dois pão na chapa
por quinze real. E filha, milho, velho e mulher são reduzidos
a fia, mio, véio e muié.
Ainda que incomodem os ouvidos mais sensíveis, esses
usos da língua têm origem na mistura do português dos colonizadores com algumas das 350 línguas indígenas que existiam no território brasileiro à época do descobrimento – hoje
são cerca de 180.
O cruzamento do idioma de Portugal com o tupi deu origem à chamada língua geral, utilizada no cotidiano da nova
colônia até a segunda metade do século 18.
Uma de suas marcas, que hoje caracteriza o português
paulista, era o “r” retroflexo, também conhecido como ‘r”
caipira. Ele substituiu o “r” chiado dos portugueses, que os
índios não conseguiam pronunciar. Na sintaxe indígena,
o plural não redunda ao longo da sentença, o que poderia
explicar o hábito paulista.
(https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano. 23.04.2018. Adaptado)
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