Foram encontradas 1.358 questões.
Leia o texto para responder a questão.

Quando chegou a Paris, a princesa bizantina Teodora causou escândalo no jantar, ao usar um objeto esquisito para comer. Era um garfo. Entre os pobres, o hábito era comer com as mãos e virar o prato na boca. (Superinteressante, novembro de 2017)
A leitura comparativa do texto da Superinteressante e do infográfico da natação mostra que eles se diferenciam quanto
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder a questão.
Quando chegou a Paris, a princesa bizantina Teodora
causou escândalo no jantar, ao usar um objeto esquisito para
comer. Era um garfo. Entre os pobres, o hábito era comer
com as mãos e virar o prato na boca.
(Superinteressante, novembro de 2017)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto e responda à questão.
Metade dos artigos científicos
no Brasil são escritos por mulheres
Recentemente circulou com força pelas redes sociais um
relatório que destaca o Brasil como um dos exemplos de sucesso em promover a igualdade entre homens e mulheres no
ambiente acadêmico. O documento, feito pela editora Elsevier, é de 2017 e leva em conta dados de artigos científicos
escritos entre 1995 e 2015.
Nesses 20 anos, as mulheres brasileiras passaram a assinar a mesma proporção de artigos científicos que os homens
– um crescimento considerável, já que, entre 1996 e 2000, só
38% dos artigos publicados tinham sido escritos por mulher.
Outras facetas positivas do Brasil aparecem no relatório.
Aumentou o número de inventoras brasileiras: elas registram
17% das patentes criadas desde 2000. A única notícia ruim
do relatório é que as mulheres permanecem sendo menos citadas que seus colegas homens em outros artigos – e isso é
verdade não apenas no Brasil, mas em outros países latinos,
como Chile e México.
(Ana Carolina Leonardi. https://super.abril.com.br. 28.03.2018. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Elas vão substituir você
Quando, em 1956, o cientista da computação americano
John McCarthy cunhou o termo “inteligência artificial”, durante
uma conferência na universidade de Dartmouth, nos Estados
Unidos, a intenção já era desenvolver máquinas capazes de
livrar os seres humanos de tarefas de alguma complexidade,
porém largamente enfadonhas.
“A proposta é usar todo o nosso conhecimento para
construir um programa de computador que saiba e, também,
conheça”, resumiu McCarthy, expressando uma ambição
que vem de muito antes de ele proferir tais palavras. Uma
narrativa mitológica judaica, por exemplo, já apresentava,
milênios atrás, a ideia de um ser artificial pensante, o Golem,
feito de barro e que serviria os humanos. Na Idade Média,
alquimistas chegaram a sonhar em dar vida à criatura por
eles batizada de Homunculus. Era apenas um devaneio que
o tempo e a ciência se encarregaram de trazer para o plano
das realidades.
E a inteligência artificial (IA) de hoje em dia, tal como foi
formulada por McCarthy, é a concretização dessa aspiração
que se confunde com a história. No entanto, no momento em
que a humanidade parece estar perto de construir um robô
capaz de substituir o homem em um sem-número de atividades – o Golem do século XXI –, o que poderia ser motivo de
unânime comemoração arrasta consigo o pavor de que tais
softwares deixem milhões de seres humanos desempregados. A preocupação é tamanha que o tema ganhou lugar de
destaque na agenda do Fórum Econômico Mundial – evento
anual que reúne líderes políticos e empresariais em Davos.
Segundo levantamento feito pela organização do fórum, a
soma de empregos perdidos para a IA será de 5 milhões nos
próximos dois anos. No estudo, as áreas de negócios mais
afetadas serão as administrativas e as industriais.
Um estudo publicado pela consultoria americana
McKinsey avalia que em torno de 50% das atividades tidas
como repetitivas serão automatizadas na próxima década.
Nesse período, no Brasil, 15,7 milhões de trabalhadores
serão afetados pela automação. Em todo o mundo, o legado
da mecanização avançada será de até 800 milhões de
pessoas à procura de oportunidades de trabalho. Desse
total, boa parte terá de se readaptar, mas 375 milhões deverão aprender competências inteiramente novas para não cair
no desemprego.
Nem tudo, entretanto, é pessimismo. Os economistas
ingleses Richard e Daniel Susskind, ambos professores de
Oxford, defendem a ideia de que quando atribuições são
extintas, ou modificadas, os seres humanos se transformam
no mesmo ritmo. “O benefício é que os profissionais farão
mais, em menos tempo”, defendem. Para eles, a bonança
tecnológica levará à criação de novos tipos de emprego.
(Veja, 31.01.2018. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
- Interpretação de Textos
Chovia demais naquela manhã, uma chuva calma que
molhava o piso de vermelhão da varanda da casa onde morávamos, naquela época já de aluguel. Uma casa velha de
madeira, a varanda circundada pela mureta de alvenaria. A
chuva alagando o território onde aquele que fui brincava de
escorregar no piso. Depois, ao longo da infância, eu ia continuar preferindo estas brincadeiras em pisos molhados aos
rios e às piscinas, sendo esta, inclusive, uma das razões de
nunca ter aprendido a nadar.
Havia umas figurinhas de decalque a água, provavelmente presente de meu pai, e comecei a molhá-las no chão e
transferi-las para a parede da casa. A chuva continuava seu
trabalho lá fora, e eu fazia minhas pequenas mágicas, deixando inscrita nas paredes uma mensagem qualquer.
Não sei do que tratavam aquelas figurinhas, não me lembro nem da cor, nem da quantidade, nem da procedência,
mas tudo isso não importa, o que marcou como minha primeira lembrança foi este ato primitivo de desenhar nas paredes
da caverna, de deixar uma mensagem. Meus três anos não
permitiam mais do que o ato vazio de tentar uma comunicação. Sozinho na varanda, a chuva a me isolar dos amigos e
da família, a sensação de abandono me punha a escrever
nas paredes, náufrago de um tempo lutando para estabelecer
contatos.
Quem seria este interlocutor que o menino procurava?
Um amigo? Alguém da família? O pai sempre ausente,
sempre fazendo negócios em outra cidade? As meninas que
moravam na casa ao lado? Talvez todos, mas principalmente
o adulto que a criança se tornaria. Essa criança queria falar
comigo, por isso a imagem me ficou tão nítida na lembrança.
Há algumas cenas da rua que não consigo descrever.
Mas a rua está perdida, lembro-me de um armazém grande
numa esquina, a Casa Verde, de um portão que dava para
um pátio, de algumas cercas de balaústres, e só. É melhor
esquecer a geografia, ela não ficou arquivada em fotos – não
tínhamos o hábito de fotografar.
(Chove sobre minha infância. Record, 2014. Adaptado)
As formas verbais destacadas apresentam, correta e respectivamente:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Os mortos
Esse dia que ainda se reserva aos Finados é quase desnecessário em seu simbolismo, porque os moços não reparam nele, e os maduros e os velhos têm já formado o seu
sentimento da morte e dos mortos. Esta é uma conquista do
tempo, e prescinde de comemorações para se consolidar.
Basta o exercício de viver, para nos desprender capciosamente da vida, ou, pelo menos, para entrelaçá-la de tal jeito
com a morte que passamos a sentir essa última como forma
daquela, e forma talvez mais apurada, à maneira de uma gravura que só se completa depois de provas sucessivas. Falo
em gravura, e vejo à minha frente um desses originais de
Goeldi*, em que o esplendor noturno é raiado de vermelho ou
verde, numa condensação de treva tão intensa e compacta
que não se sabe como a penetra esse facho de luz deslumbrante, coexistindo daí por diante numa espécie de casamento sinistro, à primeira impressão. Não, não é sinistro. Posso
informar pessoalmente que a imbricação da ideia de morte
na ideia de vida não é arrasadora para o homem, senão que
constitui uma das sínteses morais a que o tempo nos conduz,
como parte da experiência individual.
Os que eram do mesmo sangue, os amigos e companheiros que ainda há pouco sorriam a nosso lado ou mesmo
nos impacientavam lá de vez em quando (mas era tão bom
que nos impacientassem, agora que nem isso recebemos
deles), onde estão, onde estão? Voltamo-nos para fora de
nós e não os recuperamos; mas se nos aprofundarmos um
pouco, vamos encontrá-los fundidos em nosso conhecimento
das coisas, incorporados à nossa maneira de andar, comer e
dormir; intatos, mesmo sob a camada de esquecimento em
que outra vez os sepultamos, porque, contraditoriamente,
eles não se deixaram ficar esquecidos, e brincam de se fazer
lembrados nas horas mais imprevistas.
(Carlos Drummond de Andrade, Fala, amendoeira)
* Oswaldo Goeldi, ilustrador, gravurista, desenhista brasileiro.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o poema de Carlos Pena Filho para responder à questão.
A solidão e sua porta
Quando mais nada resistir que valha
a pena de viver e a dor de amar
e quando nada mais interessar
(nem o torpor do sono que se espalha).
Quando pelo desuso da navalha
a barba livremente caminhar
e até Deus em silêncio se afastar
deixando-te sozinho na batalha
a arquitetar na sombra a despedida
do mundo que te foi contraditório,
lembra-te que afinal te resta a vida
com tudo que é insolvente e provisório
e de que ainda tens uma saída:
entrar no acaso e amar o transitório.
(Livro geral. Olinda: Gráfica Vitória, 1977)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa em que a colocação dos pronomes
está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considere a charge e responda a questão.

Provas
Questão presente nas seguintes provas
O sinal indicativo de crase está empregado corretamente
na frase:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container