Foram encontradas 430 questões.
Em 2003, o Ministério do Esporte criou o Programa Esporte e Lazer da Cidade (PELC), que proporciona a prática de atividades físicas, culturais e de lazer. Quanto à faixa etária, o público-alvo desse programa são
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No gráfico a seguir são apresentadas curvas de mortalidade proporcional por idades em quatro diferentes situações.

A curva que indica uma situação de nível de saúde regular (Índice de Moraes) é representada
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927956
Ano: 2016
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
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O Agente de Inspeção do Trabalho, com base em critérios técnicos, poderá notificar os empregadores, concedendo prazos para a correção das irregularidades encontradas por ocasião da fiscalização do cumprimento das disposições legais e/ou regulamentares sobre segurança e saúde no trabalho. O prazo para o cumprimento dos itens notificados deverá ser limitado a, no máximo,
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Observe na tabela a seguir os preços de alguns livros na livraria “Bom de letra”.
| Destaques da semana | Preço |
| A orquídea dourada | 58 reais |
| Amigas para sempre | 49 reais |
| Meu avô e eu | 65 reais |
| Um cão trapalhão | 57 reais |
Júlia tem 28 reais e precisa comprar o livro Um cão trapalhão. Para Júlia comprar o livro pretendido, faltam
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Constranger alguém com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual, prevalecendo-se o agente da sua condição de superior hierárquico ou ascendência inerentes ao exercício de emprego, cargo ou função constitui conduta
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Uma torneira que despeja 2 litros de água por minuto leva 20 minutos para encher totalmente um tanque. Se ela despejasse 5 litros por minuto, levaria, para encher totalmente esse mesmo tanque, exatamente, em minutos,
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Observe a imagem a seguir, que mostra alguns ícones em um computador com MS-Windows 7, em sua configuração padrão.
Assinale a alternativa que contém o número de ícones de aplicativos da pasta Acessórios do MS-Windows 7, que estão contidos na imagem exibida.
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Leia a crônica “Não parta”, de Antonio Prata, para responder à questão.
Ter trinta e poucos anos significa, entre outras coisas, que é praticamente impossível reunir cinco casais num jantar sem que haja pelo menos uma grávida. E estar na presença de uma grávida significa, entre outras coisas, que é praticamente impossível falar de qualquer outro assunto que não daquele rotundo e miraculoso acontecimento, a desenrolar-se do lado de lá do umbigo em expansão.
Enquanto a conversa gira em torno dos nomes cogitados, da emoção do ultrassom, dos diferentes modelos de carrinho, o clima costuma ser agradável e os convivas se aprazem diante da vida que se aproxima. Mas eis então que alguém pergunta: “e aí, vai ser parto normal ou cesárea?”, e toda possível harmonia vai pra cucuia.
Num extremo, estão as mulheres que querem parir de cócoras, ao pé de um abacateiro, sob os cuidados de uma parteira de cem anos, tendo como anestesia apenas um chá de flor de macaúba e cantigas de roda de 1924. Na outra ponta, estão as que têm tremedeiras só de pensar em parto normal, pretendem ir direto pra cesárea, tomar uma injeção e acordar algumas horas depois, tendo no colo um bebê devidamente parido, lavado, escovado, penteado e com aquela pulseirinha vip no braço, já com nome, número de série e código de barras.
Os dois lados acusam o outro de violência: as naturebas dizem que a cesárea é um choque; as artificialebas alegam que dar as costas à medicina é uma irresponsabilidade. Eu, que durante meses ouvi calado as discussões, pesei bastante os argumentos e cheguei, enfim, a uma conclusão: abaixo o nascimento! Viva a gravidez!
Imaginem só a situação: os primeiros grãos de consciência germinam em seu cérebro. Você boia num líquido morninho – nem a gravidade, essa pequena e constante chateação, te aborrece. Você recebe alimento pelo umbigo. Você dorme, acorda, dorme, acorda e jamais tem que cortar as unhas dos pés. Então, de repente, o líquido se vai, as paredes te espremem, a fonte seca, a luz te cega e, daí pra frente, meu amigo, é só decadência: cólicas, fome, sede, pernilongos, decepções, contas a pagar. Eis um resumo de nossa existência: nove meses no paraíso, noventa anos no purgatório.
Freud diz que todo amor que buscamos é um pálido substituto de nosso primeiro, único e grande amor: a mãe. Discordo. A mãe já é um pálido substituto de nosso primeiro, único e grande amor: a placenta. Tudo, daí pra frente – as religiões, os relacionamentos amorosos, a música pop, a semiótica* e a novela das oito – é apenas uma busca inútil e desesperada por um novo cordão umbilical, aquele cabo USB por onde fazíamos, em banda larga, o download da felicidade. Do parto em diante, meu caro leitor, meu caro companheiro de infortúnio, a vida é conexão discada, wi-fi mequetrefe, e em vão nos arrastamos por aí, atrás daquela impossível protoconexão.
No próximo jantar, se estiver do lado de uma grávida, jogarei um talher no chão e, ao abaixar para pegá-lo, cochicharei bem rente à barriga: “te segura, garoto! Quando começar a tremedeira, agarra bem nas paredes, se enrola no cordão, carca os pés na borda e não sai, mesmo que te cutuquem com um fórceps, te estendam uma mão falsamente amiga, te sussurrem belas cantigas de roda, de 1924. Te segura, que o negócio aqui é roubada!”.
(Revista Ser Médico. Edição 57 – Outubro/Novembro/Dezembro de 2011. www.cremesp.org.br. Adaptado)
*semiótica: ciência dos modos de produção, de funcionamento e de recepção dos diferentes sistemas de sinais de comunicação entre indivíduos ou coletividades.
Considere o trecho do último parágrafo em que as expressões destacadas exprimem, respectivamente, as ideias de tempo e de concessão.
Quando começar a tremedeira, agarra bem nas paredes, se enrola no cordão, carca os pés na borda e não sai, mesmo que te cutuquem com um fórceps...
A alternativa em que as expressões destacadas exprimem, respectivamente, as mesmas ideias presentes no trecho do texto encontra-se em:
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Um educador físico, ao iniciar a temporada de aprendizagem e prática do basquetebol, realizou uma roda de conversa com a finalidade de verificar o que as crianças sabem sobre o basquetebol; depois houve a apresentação das regras, do jogo e do material utilizado, e, num terceiro momento, a realização de vivências práticas da modalidade em foco.
Diante do exposto, é correto afirmar que professor teve uma atitude
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Leia o texto para responder à questão.
Mais que ouvir
A comunicação é, sem dúvida, um dos grandes entraves na sociedade e no mundo corporativo. A questão nem é tanto a comunicação verbal, o falar, mas, sim, o escutar, por isso venho observando o quanto a paciência e a tolerância com o processo de escuta, importantíssimo para que haja efetivamente a troca de informações, parecem estar reduzidas.
Nada me tira da cabeça que os índices de violência do país refletem, de certo modo, a falta de escuta dos governantes e dos gestores sobre as carências e as insatisfações da população.
As pessoas não se sentem ouvidas, então berram por meio dos atos de violência. Querem a atenção dos demais mas ficam frustradas, pois se sentem ignoradas ou marginalizadas.
No mundo do trabalho também. Entre as maiores queixas dos profissionais está a falta de reconhecimento dos colegas, e é possível incluir nesse pacote a falta de escuta.
Será que estamos atarefados demais para olhar o outro? Será que o contato virtual nos rouba o real? Será que nos acostumamos com estatísticas e números e ficamos menos disponíveis para perceber o outro?
Lembro que escutar é diferente de ouvir. Se você não tem problemas no aparelho auditivo, você ouve. Mas escutar implica estar atento ao que o outro está dizendo e compreendê-lo: não só com palavras, mas também com gestos, postura, expressão facial e tom de voz.
A escuta é uma exigência para as relações sociais, mas está em baixa.
Fazer esse exercício implica olhar e observar cuidadosamente seu interlocutor, compreender o que ele diz e os sentimentos envolvidos, sem julgamentos. É ficar atento também para a fluidez do discurso e as vacilações, pois todos esses detalhes podem revelar o que as palavras não conseguem dizer.
Quando a pessoa sente que é escutada, dá mais abertura para a mudança de atitudes e passa a agir de forma menos melindrada e mais flexível.
(Adriana Gomes. Folha de S. Paulo, 11.05.2014. Adaptado)
Pelas informações do texto, é correto afirmar que
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