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Foram encontradas 50 questões.

2456308 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
INSTRUÇÃO: Leia a História em quadrinhos do Chico Bento (publicada no número 44, Revista do Chico Bento, em agosto de 2010 – Editora Mauricio de Sousa e Panini Books) e responda à questão.
Enunciado 2685297-1
Na historinha, a ideia de grandeza, para o Chico Bento, expressa
 

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2456224 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
O ensino- aprendizagem em matemática deve utilizar, em etapas definidas, materiais concretos e simbólicos. Na lista abaixo, todos são materiais concretos, EXCETO:
 

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INSTRUÇÃO: A leitura do texto a seguir serve de base para a questão.
Texto 2
Línguas peculiares
Raquel Cozer
Inspirados textos do linguista francês Claude Hagège, professor do Collège de France que fala mais de 20 idiomas, integram o “Dicionário Amoroso das Línguas”. A Estação Liberdade prevê o livro para março, com tradução de Ana Alencar.
O autor escreve verbetes como “Amo (Eu te.)”, fazendo graça com a ideia pouco entusiasmada que passa a expressão romântica italiana “ti voglio bene” (“eu te quero bem”), e “Obrigadinho”, sobre o jeito peculiar de certos brasileiros agradecerem.
“É o paradoxo dos diminutivos: o sufixo português –inho dá, comumente, à palavra que ele marca, o sentido de alguma coisa bem pequena, mas pode se tratar também de alguma coisa maior, como nesse obrigadinho”.
Disponível em: http://abibliotecaderaquel.blogfolha.uol.com.br/
A palavra ideia não se acentua pelos mesmos princípios gramaticais que justificam a ausência do acento gráfico em:
 

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2455792 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
A aprendizagem da matemática na Escola Fundamental apresenta três (3) funções básicas:
1. a função de cálculo,
2. a função informativa e
3. a função social.
Identifique essas funções nas situações abaixo, numerando os parênteses.
( ) Os cientistas já classificaram 56.000 tipos de plantas na flora brasileira.
( ) Ontem a temperatura estava em 26 graus centígrados. Hoje, está em 16 graus. Qual o dia mais frio? Por quê?
( ) O preço de um litro de leite é de R$ 2, 35. Preciso comprar 7 litros. Quanto vou pagar?
( ) O Brasil possui mais de 2 000.000 de habitantes.
( ) Pedro e José são colegas de trabalho. Pedro gasta 30 minutos para chegar ao trabalho. José gasta uma hora e meia. Quem mora mais distante do trabalho?
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é
 

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INSTRUÇÃO: A questão refere -se ao texto 1 a seguir.
Texto 1
A linguagem dos protestos
Com estratégias de contracomunicação e muita criatividade, as manifestações ocuparam o país com palavras e ideias
Por Edgard Murano
A audiência do SPTV 2ª edição, jornalístico da Rede Globo em São Paulo, deve ter estranhado quando luzes verdes refletiram na cabeça do âncora Carlos Tramontina, destoando da iluminação anódina do estúdio. Ao fundo do telejornal, a visão da ponte Octavio Frias de Oliveira, que cruza o rio Pinheiros, na zona sul da cidade, não incluía os cerca de 400 manifestantes que, naquela noite de 11 de julho, protestavam em frente à emissora contra o "monopólio da mídia".
Os feixes de luz que coloriram Tramontina eram canetas-laser apontadas por manifestantes coordenados pelo performer Paulinho Fluxus, que ajudou a preparar a ação com dias de antecedência.
A marcha, uma entre centenas nos últimos dois meses, é um exemplo da sofisticação alcançada pela linguagem de protesto no Brasil. Cada vez mais criativas, provocantes e eficazes na divulgação de suas reivindicações, essas manifestações gravaram seu nome na história da contracomunicação brasileira e desafiaram a mídia tradicional por meio de mensagens que contrariam o establishment. Naquela mesma noite, com um computador e um projetor, o atrevimento dos manifestantes chegou a ponto de estampar na parede do prédio da emissora a frase "Globo sonega", uma alusão às recentes acusações de sonegação fiscal contra a gigante das telecomunicações. E a placa com o nome da ponte que cruza o rio Pinheiros, homenagem ao empresário Octavio Frias (um dos fundadores do jornal Folha de S.Paulo), foi simbolicamente rebatizada como "ponte Jornalista Vladimir Herzog" (morto e torturado pela ditadura em 1975), recebendo um imenso adesivo colado sobre o nome original. A técnica, conhecida como sticker, pertence à chamada street art (com seus grafites, colagens, estênceis etc.), sendo aplicada em sinalizações de trânsito como protesto ou pelo simples prazer de subverter os códigos.
Aparato retórico
Com o atual ímpeto brasileiro de sair às ruas para pedir mudanças e criticar os governantes, atiçado pelo Movimento Passe Livre em São Paulo, um aparato retórico foi mobilizado nas ruas. Cartazes, faixas, slogans, gritos de guerra, pichações, entre outros recursos de contracomunicação, buscaram desestabilizar o discurso institucional e as respostas pré-fabricadas por assessores políticos. Sobretudo, buscaram ressignificar a realidade. Cada palavra dos manifestantes só tinha razão de ser como réplica a um contexto definido de antemão. Para tanto, não raro se valeram da sátira e da paródia para referenciar aquilo a que respondiam.
"A eficácia do discurso do cartaz reside precisamente nesse poder de evocação de discursos anteriormente enunciados e não na relação entre tamanho e quantidade de informação", afirma Eduardo J. M. Camilo no artigo "Minoria tenebrosa, '''Maioria silenciosa'''' – a sátira e a invectiva no cartaz político", no livro Comunicação e Poder [http://bit.ly/14X9xKk].
Entre os cartazes mais fortes fotografados nas ruas desde que os protestos começaram, já virou clássico o que diz "Desculpe o transtorno, estamos mudando o país". A paródia, uma brincadeira com as placas que anunciam obras, rodou o Brasil e foi replicada em diversas manifestações. "Saímos do Facebook", crítica bem-humorada aos chamados "ativistas de sofá", também virou hit. Os altos gastos do governo com a Copa de 2014 também deram a tônica de muitos protestos, e as exigências da Fifa aos brasileiros viraram mote de sátiras virulentas, na linha de "Queremos hospitais padrão Fifa".
"Uma das características do cartaz satírico, numa perspectiva restrita, e da sátira, em geral, é a da reprodução, a da imitação, mas concretizada pelo fenômeno da inversão", explica Eduardo J. M. Camilo.
Bom exemplo do que ele diz é o cartaz "Visite estádio decorado", cujos dizeres foram grafados numa placa em forma de seta que imita anúncios imobiliários, como os pendurados no pescoço de "homens- placas", comuns nas esquinas das grandes cidades.
Reside nessa inversão o principal artifício retórico dos protestos. O próprio ativista, com suas roupas, palavras de ordem e gestual típico de manifestações, é uma tela onde projeta sua mensagem. A pesquisadora Barbara Peccei Szaniecki, em Cartazes Políticos da Contemporaneidade [Redes.com n. 5, em http://bit.ly/14aUIWw], chega a usar o termo "Carnaval" para referir-se às manifestações. "As manifestações carnais são uma recusa de representação transcendente e demanda de cooperação imanente; são o Carnaval de nossos tempos", afirma.
Disponível em: http://revistalingua.uol.com.br/textos/94/a-linguagem-dos-protestos-293651-1.asp [adaptado]
Os altos gastos do governo com a Copa de 2014 também deram a tônica de muitos protestos, e as exigências da Fifa aos brasileiros viraram mote de sátiras virulentas, na linha de "Queremos hospitais padrão Fifa".
Preserva-se o sentido da frase acima, caso a palavra em destaque seja substituída por:
 

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2455188 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
Leia o seguinte excerto:
“O trabalho com produção de textos tem como finalidade formar escritores competentes capazes de produzir textos coerentes, coesos e eficazes”. (PCN – Língua Portuguesa, 1997, p. 65)
Um escritor competente é alguém que:
I) Ao produzir um discurso, conhecendo possibilidades que estão postas culturalmente, sabe relacionar gêneros nos quais seu discurso se realizará escolhendo aquele que for apropriado a seus objetivos e à circunstância enunciativa em questão.
II) Planeja o texto em função do seu objetivo e do leitor a que se destina, sem desconsiderar características específicas do gênero.
III) Sabe elaborar um resumo ou tomar notas durante uma exposição oral; sabe esquematizar suas anotações para estudar um assunto; sabe expressar por escrito suas experiências e opiniões.
IV) Sabe olhar para seu próprio texto e verificar se está confuso, ambíguo, redundante, obscuro ou incompleto. É capaz de revisá-lo e reescrevê-lo até considerá-lo satisfatório para o momento.
A partir da leitura das assertivas acima, podemos afirmar que estão CORRETAS as assertivas
 

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INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao texto 3 a seguir.
Texto 3
Enunciado 2666774-1
Disponível em: http://www.chargeonline.com.br/doano.htm
Dá-se o nome de modo às várias formas assumidas pelo verbo na expressão de um fato. No enunciado do primeiro quadrinho, os verbos ligar e avisar encontram-se no modo:
 

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2454418 Ano: 2013
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
“Os Parâmetros Curriculares Nacionais para o ensino fundamental na área de História foram construídos a partir de uma ótica na qual a História local e do cotidiano são os eixos teóricos que devem ser tomados como referência para trabalhar a experiência dos alunos e os contextos mais amplos [...]. A História local no ensino não deve ser tratada apenas como um conteúdo a ser ensinado, mas constituir-se em uma estratégia pedagógica, que trate metodologicamente os conteúdos a partir da realidade local”. (adaptado de HORN, Geraldo Balduíno; GERMINARI, Geyso Dongley. O ensino de Historia e seu currículo: teoria e método. Petrópolis: Vozes, 2006. p. 119- 120).
Com base nos conhecimentos sobre o ensino de História para as séries iniciais, utilizar-se da História local como estratégia pedagógica significa
 

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A alternativa em que a base de formação de uma nova palavra NÃO se aplica é:
 

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2453985 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
A psicomotricidade contribui para a formação e estruturação do esquema corporal durante o desenvolvimento da criança e tem como objetivo principal
 

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