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Instrução: Leia as tiras abaixo para responder à questão.
Tirinha 1:

Tirinha 2:

A acentuação das palavras “pássaros” e árvores” se justifica por:
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Instrução: Leia as tiras abaixo para responder à questão.
Tirinha 1:

Tirinha 2:

Analise as afirmativas a seguir:
I. Ambas as tirinhas fazem crítica social ao tratamento que os seres humanos dão ao meio ambiente.
II. A presença do ponto de exclamação no último quadrinho da tirinha 2 indica o sentimento de revolta do personagem.
III. Na frase “O lugar era perfeito”, o termo destacado cumpre função sintática de predicativo do sujeito.
IV. Tanto na tirinha 1 quanto na 2, a quebra de expectativa do leitor em relação às ações do personagem se dá no 3º quadrinho.
Estão corretas:
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Instrução: O texto a seguir se refere à questão.
Proteger o futebol da violência
O esporte assumiu um papel fundamental na cultura e na economia do país
Publicado em 8 de dezembro de 2023 | 07h40
A temporada no futebol brasileiro terminou nessa quarta-feira (6) marcada pela mesma violência que se fez presente em diversos momentos do ano. Revoltados com o rebaixamento do Santos para a Série B do Brasileirão, torcedores do time provocaram uma confusão que resultou em carros queimados e policiais feridos ao redor do estádio Vila Belmiro.
Ao longo do ano, ameaças a jogadores e seus familiares também foram registradas por parte de torcedores insatisfeitos com os resultados dentro de campo. Trata-se de uma hostilidade que não se justifica sob nenhum aspecto. A derrota é inerente à disputa desportiva, e só não entende isso quem tem falha de caráter e educação.
Não raro, a violência resulta em mortes. Só em 2023 foram pelo menos oito vidas perdidas no futebol brasileiro. Um dos casos de maior repercussão foi o da jovem palmeirense, que não resistiu após ter sido atingida por uma garrafa de vidro no pescoço.
A Lei Pelé define o esporte como um direito individual que tem como base a garantia à segurança. Por sua vez, o Estatuto do Torcedor aumentou a pena de criminosos para três a cinco anos de afastamento dos estádios. E o Código Brasileiro de Justiça Desportiva também responsabiliza os clubes e entidades esportivas na proteção do esporte. Além dessas normas específicas, toda a legislação criminal se aplica ao esporte. O descumprimento desse conjunto de leis contribui para a impunidade e a reincidência de atos de violência no meio do esporte.
A suspensão de torcidas organizadas e as multas aplicadas aos clubes não têm se mostrado punições capazes de coibir a violência, logo, é preciso tratar os crimes no futebol como tal, aplicando penas devidas e responsabilizando individualmente seus autores. As penas devem ser aplicadas tanto na esfera do futebol em si, com a proibição de acesso ao estádio, e na esfera da Justiça comum, quando for o caso.
O futebol assumiu um papel fundamental na cultura e na economia do país. Seus agentes – clubes, imprensa, federações, torcida, etc. – não podem permitir que esse patrimônio seja manchado de sangue.
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Proteger o futebol da violência
O esporte assumiu um papel fundamental na cultura e na economia do país
Publicado em 8 de dezembro de 2023 | 07h40
A temporada no futebol brasileiro terminou nessa quarta-feira (6) marcada pela mesma violência que se fez presente em diversos momentos do ano. Revoltados com o rebaixamento do Santos para a Série B do Brasileirão, torcedores do time provocaram uma confusão que resultou em carros queimados e policiais feridos ao redor do estádio Vila Belmiro.
Ao longo do ano, ameaças a jogadores e seus familiares também foram registradas por parte de torcedores insatisfeitos com os resultados dentro de campo. Trata-se de uma hostilidade que não se justifica sob nenhum aspecto. A derrota é inerente à disputa desportiva, e só não entende isso quem tem falha de caráter e educação.
Não raro, a violência resulta em mortes. Só em 2023 foram pelo menos oito vidas perdidas no futebol brasileiro. Um dos casos de maior repercussão foi o da jovem palmeirense, que não resistiu após ter sido atingida por uma garrafa de vidro no pescoço.
A Lei Pelé define o esporte como um direito individual que tem como base a garantia à segurança. Por sua vez, o Estatuto do Torcedor aumentou a pena de criminosos para três a cinco anos de afastamento dos estádios. E o Código Brasileiro de Justiça Desportiva também responsabiliza os clubes e entidades esportivas na proteção do esporte. Além dessas normas específicas, toda a legislação criminal se aplica ao esporte. O descumprimento desse conjunto de leis contribui para a impunidade e a reincidência de atos de violência no meio do esporte.
A suspensão de torcidas organizadas e as multas aplicadas aos clubes não têm se mostrado punições capazes de coibir a violência, logo, é preciso tratar os crimes no futebol como tal, aplicando penas devidas e responsabilizando individualmente seus autores. As penas devem ser aplicadas tanto na esfera do futebol em si, com a proibição de acesso ao estádio, e na esfera da Justiça comum, quando for o caso.
O futebol assumiu um papel fundamental na cultura e na economia do país. Seus agentes – clubes, imprensa, federações, torcida, etc. – não podem permitir que esse patrimônio seja manchado de sangue.
Leia o trecho a seguir extraído do último parágrafo do texto.
“Seus agentes – clubes, imprensa, federações, torcida, etc. - não podem permitir que esse patrimônio seja manchado de sangue.”
Se o verbo destacado for passado para pretérito perfeito, ele será grafado como:
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Proteger o futebol da violência
O esporte assumiu um papel fundamental na cultura e na economia do país
Publicado em 8 de dezembro de 2023 | 07h40
A temporada no futebol brasileiro terminou nessa quarta-feira (6) marcada pela mesma violência que se fez presente em diversos momentos do ano. Revoltados com o rebaixamento do Santos para a Série B do Brasileirão, torcedores do time provocaram uma confusão que resultou em carros queimados e policiais feridos ao redor do estádio Vila Belmiro.
Ao longo do ano, ameaças a jogadores e seus familiares também foram registradas por parte de torcedores insatisfeitos com os resultados dentro de campo. Trata-se de uma hostilidade que não se justifica sob nenhum aspecto. A derrota é inerente à disputa desportiva, e só não entende isso quem tem falha de caráter e educação.
Não raro, a violência resulta em mortes. Só em 2023 foram pelo menos oito vidas perdidas no futebol brasileiro. Um dos casos de maior repercussão foi o da jovem palmeirense, que não resistiu após ter sido atingida por uma garrafa de vidro no pescoço.
A Lei Pelé define o esporte como um direito individual que tem como base a garantia à segurança. Por sua vez, o Estatuto do Torcedor aumentou a pena de criminosos para três a cinco anos de afastamento dos estádios. E o Código Brasileiro de Justiça Desportiva também responsabiliza os clubes e entidades esportivas na proteção do esporte. Além dessas normas específicas, toda a legislação criminal se aplica ao esporte. O descumprimento desse conjunto de leis contribui para a impunidade e a reincidência de atos de violência no meio do esporte.
A suspensão de torcidas organizadas e as multas aplicadas aos clubes não têm se mostrado punições capazes de coibir a violência, logo, é preciso tratar os crimes no futebol como tal, aplicando penas devidas e responsabilizando individualmente seus autores. As penas devem ser aplicadas tanto na esfera do futebol em si, com a proibição de acesso ao estádio, e na esfera da Justiça comum, quando for o caso.
O futebol assumiu um papel fundamental na cultura e na economia do país. Seus agentes – clubes, imprensa, federações, torcida, etc. – não podem permitir que esse patrimônio seja manchado de sangue.
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Proteger o futebol da violência
O esporte assumiu um papel fundamental na cultura e na economia do país
Publicado em 8 de dezembro de 2023 | 07h40
A temporada no futebol brasileiro terminou nessa quarta-feira (6) marcada pela mesma violência que se fez presente em diversos momentos do ano. Revoltados com o rebaixamento do Santos para a Série B do Brasileirão, torcedores do time provocaram uma confusão que resultou em carros queimados e policiais feridos ao redor do estádio Vila Belmiro.
Ao longo do ano, ameaças a jogadores e seus familiares também foram registradas por parte de torcedores insatisfeitos com os resultados dentro de campo. Trata-se de uma hostilidade que não se justifica sob nenhum aspecto. A derrota é inerente à disputa desportiva, e só não entende isso quem tem falha de caráter e educação.
Não raro, a violência resulta em mortes. Só em 2023 foram pelo menos oito vidas perdidas no futebol brasileiro. Um dos casos de maior repercussão foi o da jovem palmeirense, que não resistiu após ter sido atingida por uma garrafa de vidro no pescoço.
A Lei Pelé define o esporte como um direito individual que tem como base a garantia à segurança. Por sua vez, o Estatuto do Torcedor aumentou a pena de criminosos para três a cinco anos de afastamento dos estádios. E o Código Brasileiro de Justiça Desportiva também responsabiliza os clubes e entidades esportivas na proteção do esporte. Além dessas normas específicas, toda a legislação criminal se aplica ao esporte. O descumprimento desse conjunto de leis contribui para a impunidade e a reincidência de atos de violência no meio do esporte.
A suspensão de torcidas organizadas e as multas aplicadas aos clubes não têm se mostrado punições capazes de coibir a violência, logo, é preciso tratar os crimes no futebol como tal, aplicando penas devidas e responsabilizando individualmente seus autores. As penas devem ser aplicadas tanto na esfera do futebol em si, com a proibição de acesso ao estádio, e na esfera da Justiça comum, quando for o caso.
O futebol assumiu um papel fundamental na cultura e na economia do país. Seus agentes – clubes, imprensa, federações, torcida, etc. – não podem permitir que esse patrimônio seja manchado de sangue.
Leia: “
... por parte de torcedores insatisfeitos com os resultados dentro de campo.”
Marque a opção em que a palavra sublinhada pertence à mesma classe gramatical daquela em destaque no trecho apresentado:
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Proteger o futebol da violência
O esporte assumiu um papel fundamental na cultura e na economia do país
Publicado em 8 de dezembro de 2023 | 07h40
A temporada no futebol brasileiro terminou nessa quarta-feira (6) marcada pela mesma violência que se fez presente em diversos momentos do ano. Revoltados com o rebaixamento do Santos para a Série B do Brasileirão, torcedores do time provocaram uma confusão que resultou em carros queimados e policiais feridos ao redor do estádio Vila Belmiro.
Ao longo do ano, ameaças a jogadores e seus familiares também foram registradas por parte de torcedores insatisfeitos com os resultados dentro de campo. Trata-se de uma hostilidade que não se justifica sob nenhum aspecto. A derrota é inerente à disputa desportiva, e só não entende isso quem tem falha de caráter e educação.
Não raro, a violência resulta em mortes. Só em 2023 foram pelo menos oito vidas perdidas no futebol brasileiro. Um dos casos de maior repercussão foi o da jovem palmeirense, que não resistiu após ter sido atingida por uma garrafa de vidro no pescoço.
A Lei Pelé define o esporte como um direito individual que tem como base a garantia à segurança. Por sua vez, o Estatuto do Torcedor aumentou a pena de criminosos para três a cinco anos de afastamento dos estádios. E o Código Brasileiro de Justiça Desportiva também responsabiliza os clubes e entidades esportivas na proteção do esporte. Além dessas normas específicas, toda a legislação criminal se aplica ao esporte. O descumprimento desse conjunto de leis contribui para a impunidade e a reincidência de atos de violência no meio do esporte.
A suspensão de torcidas organizadas e as multas aplicadas aos clubes não têm se mostrado punições capazes de coibir a violência, logo, é preciso tratar os crimes no futebol como tal, aplicando penas devidas e responsabilizando individualmente seus autores. As penas devem ser aplicadas tanto na esfera do futebol em si, com a proibição de acesso ao estádio, e na esfera da Justiça comum, quando for o caso.
O futebol assumiu um papel fundamental na cultura e na economia do país. Seus agentes – clubes, imprensa, federações, torcida, etc. – não podem permitir que esse patrimônio seja manchado de sangue.
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Instrução: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Avançar na leitura e na cidadania
No Brasil, 66% dos estudantes de 15 e 16 anos não leem textos com mais de dez páginas – índice bem abaixo do de outros países do continente – segundo pesquisa do Iede
Publicado em 1 de dezembro de 2023 | 07h10
Se é verdade que “nada está no intelecto sem antes ter passado pelos sentidos” (Aristóteles), a maioria dos alunos brasileiros está deixando de absorver conhecimento por meio da leitura.
No Brasil, 66% dos estudantes de 15 e 16 anos não leem textos com mais de dez páginas, segundo levantamento do Centro de Pesquisas em Educação, Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede).
O baixo índice está ligado a diversos fatores pedagógicos e socioeconômicos, que não propiciam ambiente nem tempo hábil para se dedicar aos livros. Falta ainda estímulo por parte das famílias e das escolas, o que é reforçado pelo sucateamento das bibliotecas em instituições públicas de ensino.
Enquanto a máxima aristotélica que abre este texto se concentra no conhecimento individual, uma frase de Monteiro Lobato coloca a leitura no contexto da coletividade: “Uma nação se faz com homens e livros”. Nesse sentido, o Brasil tem muito a avançar. O mesmo levantamento do Iede aponta que, no Chile, o normal é os alunos lerem mais de cem páginas por ano, em média.
Tais ideias do filósofo grego e do escritor brasileiro merecem ser reacendidas para enfrentarmos o desafio de estimular o hábito da leitura mais densa em um mundo conectado. As faixas etárias usadas como base para a pesquisa do Iede correspondem à dos nativos digitais, que praticamente nasceram com um dispositivo que tem acesso à internet nas mãos.
O estímulo ____ (A / À) leitura só pode ser feito por meio de políticas consistentes de acesso nas escolas e comunidades, incentivo ____ (A / À) bibliotecas e promoção de eventos literários. ____ (A / À) própria internet pode ser usada como ferramenta para despertar o interesse pelos livros.
Ler é ampliar o vocabulário, a fluência verbal e a cultura geral, aproximando o indivíduo das possibilidades do mundo acadêmico e do mercado de trabalho.
Mas o mais nobre benefício está na promoção da cidadania, a partir do momento em que o leitor conhece seus direitos. Tudo aquilo que estruturas rígidas de poder querem manter sob as sombras, em códigos que poucos podem decifrar.
O Tempo. Disponível em:
Marque a alternativa que completa adequadamente as lacunas presentes no 6º parágrafo.
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Instrução: O texto a seguir se refere à questão.
Proteger o futebol da violência
O esporte assumiu um papel fundamental na cultura e na economia do país
Publicado em 8 de dezembro de 2023 | 07h40
A temporada no futebol brasileiro terminou nessa quarta-feira (6) marcada pela mesma violência que se fez presente em diversos momentos do ano. Revoltados com o rebaixamento do Santos para a Série B do Brasileirão, torcedores do time provocaram uma confusão que resultou em carros queimados e policiais feridos ao redor do estádio Vila Belmiro.
Ao longo do ano, ameaças a jogadores e seus familiares também foram registradas por parte de torcedores insatisfeitos com os resultados dentro de campo. Trata-se de uma hostilidade que não se justifica sob nenhum aspecto. A derrota é inerente à disputa desportiva, e só não entende isso quem tem falha de caráter e educação.
Não raro, a violência resulta em mortes. Só em 2023 foram pelo menos oito vidas perdidas no futebol brasileiro. Um dos casos de maior repercussão foi o da jovem palmeirense, que não resistiu após ter sido atingida por uma garrafa de vidro no pescoço.
A Lei Pelé define o esporte como um direito individual que tem como base a garantia à segurança. Por sua vez, o Estatuto do Torcedor aumentou a pena de criminosos para três a cinco anos de afastamento dos estádios. E o Código Brasileiro de Justiça Desportiva também responsabiliza os clubes e entidades esportivas na proteção do esporte. Além dessas normas específicas, toda a legislação criminal se aplica ao esporte. O descumprimento desse conjunto de leis contribui para a impunidade e a reincidência de atos de violência no meio do esporte.
A suspensão de torcidas organizadas e as multas aplicadas aos clubes não têm se mostrado punições capazes de coibir a violência, logo, é preciso tratar os crimes no futebol como tal, aplicando penas devidas e responsabilizando individualmente seus autores. As penas devem ser aplicadas tanto na esfera do futebol em si, com a proibição de acesso ao estádio, e na esfera da Justiça comum, quando for o caso.
O futebol assumiu um papel fundamental na cultura e na economia do país. Seus agentes – clubes, imprensa, federações, torcida, etc. – não podem permitir que esse patrimônio seja manchado de sangue.
Para elaborar sua argumentação, o editorial acima lançou mão de alguns recursos próprios desse tipo textual. Analise os itens a seguir:
I. dados estatísticos
II. exemplificação
III. comparação
IV. fatos históricos
V. raciocínio lógico
Quais elementos a seguir fazem parte da construção do texto?
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