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Foram encontradas 519 questões.

738603 Ano: 2015
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Em relação as normas de funcionamento de trânsito, sobre o uso da buzina, assinale a alternativa correta:
 

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738596 Ano: 2015
Disciplina: Braille
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Datilologia (alfabeto manual) usada para expressar nome de pessoas, de localidades e outras palavras que não possuem um sinal, será representada pela palavra
 

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738565 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Que dados antropométricos a enfermagem deve mensurar, quando a prescrição médica necessita do cálculo da superfície corporal?
 

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738539 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
Ao se tratar de uma parada cardiorrespiratória a massagem cardíaca externa compreende compressões torácicas; que são realizadas sobre a porção central do externo. As frequências das compressões devem ser:
 

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738512 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
A resposta que o Brasil quer ouvir
(A causa do surto de malformação cerebral em bebês do
Nordeste é mesmo o zika vírus? A inquietação de uma
médica da Paraíba em busca da verdade)
Para a maioria das mulheres, a gravidez é um momento literalmente mágico. Um espaço para as mais doces e livres projeções sobre o futuro dos filhos. Não tem sido assim com centenas de mães que moram em .Pernambuco e em outros seis Estados do Nordeste. Nos últimos seis meses, elas foram obrigadas a confrontar a realidade cedo demais. Nos primeiros exames de imagens feitos durante a gestação (ou logo após o parto), descobriram que seus bebês sofriam de uma malformação cerebral conhecida como microcefalia. Ela compromete gravemente o desenvolvimento da criança. Nada mais será como antes.
O perímetro da cabeça desses bebês, no nascimento, é inferior à média normal de 34 centímetros.
Em cerca de 90% dos casos, essa condição provoca algum tipo de deficiência mental. Outras consequências costumam ocorrer, como crises de epilepsia, dores de cabeça e nas articulações, visão prejudicada, surdez, problemas intestinais. A microcefalia sempre foi uma doença rara, causada por radiação, consumo de drogas pelas gestantes ou infecção por bactérias e vírus. Por alguma razão desconhecida, a anomalia se tornou expressivamente mais frequente no país. Até a semana passada, 399 casos haviam sido informados ao Ministério da Saúde. Quase o triplo das 197 notificações de 2014.
Nos quatro anos anteriores, o padrão se manteve em torno de uma centena de casos. O alerta ganhou corpo quando as autoridades revelaram a principal suspeita: a infecção das mães pelo vírus zika (novo no Brasil e transmitido pelo mesmo mosquito da dengue) seria a responsável pelo surto.
O Ministério da Saúde revelou que o vírus foi detectado no líquido amniótico (o fluido que envolve o feto) extraído de duas gestantes da Paraíba. Isso fecha o diagnóstico? “Quase. Ainda há uma pequena margem de dúvida”, diz o diretor de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch. A associação entre o vírus e a ocorrência de microcefalia nos bebês é inédita no mundo. Se for comprovada, significará um grande feito científico e uma enorme fonte de preocupação. Um país infestado pelo Aedes aegyipt, onde o vírus zika já circula em 14 Estados e segue em franca expansão de território, engravidar pode se tornar uma escolha arriscada. “As mulheres devem pensar duas vezes”, afirmou Maierovitch.
Por trás do anúncio protocolar sobre o estudo realizado com as duas gestantes da Paraíba, há uma história singular, de incansável busca por respostas. Em setembro, a obstetra Adriana Melo, especialista em medicina fetal, começou a atender em Campina Grande, a 130 quilômetros de João Pessoa, casos que fugiam ao padrão. Tanto na clínica privada quanto no Instituto de Saúde Elpídio de Almeida, um serviço público, ela se surpreendeu ao observar o cérebro dos embriões durante os exames de ultrassonografia. Além do crânio menor, em alguns casos não era possível identificar todas as estruturas do cérebro. Adriana notou a ausência do cerebelo – a estrutura responsável pela manutenção do equilíbrio e da aprendizagem motora. Se essa região não se desenvolver, uma criança não consegue correr, andar de bicicleta, jogar bola. Novos exames, realizados três semanas depois, apontavam calcificações grosseiras e comprovavam que a cabeça não crescia.
Com dois doutorados e 17 anos de experiência, Adriana estava inconformada por não poder oferecer uma explicação às mães. Quando as autoridades de Pernambuco relataram um surto de microcefalia e afirmaram que as gestantes haviam tido manchas vermelhas na pele, Adriana começou a ligar os pontos. O mesmo sintoma ocorrera nas pacientes atendidas por ela na Paraíba. A médica convenceu as secretarias de saúde a custear a viagem de duas pacientes a São Paulo.
Durante um congresso internacional de medicina fetal, elas forma examinadas pelo médico Gustavo Malinger, da Universidade de Tel Aviv, em Israel, um dos mais respeitados especialistas no mundo. Ele considerou que os casos realmente fugiam ao padrão e se surpreendeu com o fato de o Brasil, com mais de 200 notificações da doença, ainda não ter descoberto a razão do problema.
Adriana transformou o comentário incômodo em energia para persistir. No início de novembro, ela coletou as amostras do líquido amniótico na 28ª semana de gestação das duas pacientes em Campina Grande e enviou o material para análise na Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro. Três técnicas diferentes constataram a presença do material genético do vírus nessas amostras. Em visita ao Brasil, a diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Margareth Chan, disse que a entidade acompanha as investigações. “É preciso enfatizar que a ligação com o vírus zika ainda não está determinada”, afirmou. “Precisamos continuar o trabalho.”
Na Paraíba, Adriana organiza um mutirão para estudar outras pacientes. “Tenho ouvido que só dois casos não comprovam nada, mas minha maior preocupação era orientar essas mulheres”, diz Adriana.
“Para mim, elas não são números. É a mãe do Guilherme e a da Catarina.” Com menos de 35 anos e na 30ª semana de gestação, elas sofrem em silêncio. “A cada dia, elas têm de enfrentar uma notícia pior”, diz a médica.
O conjunto de interrogações levou o governo federal a declarar estado de emergência em saúde pública. A medida é justificável, na opinião do infectologista Marcos Boulos, diretor da Coordenadoria de Controle de Doenças da Secretaria Estadual de Saúde, em São Paulo. “O Ministério da Saúde tomou essa decisão pelo medo do escuro”, diz. “Não sabemos o que está acontecendo.”
A medida permite, entre outras coisas, que os governos façam compras ou contratem serviços sem abrir concorrências públicas. “Por enquanto não identificamos nenhuma necessidade de compra de materiais ou insumos adicionais”, disse Maierovitch. “Se essa necessidade surgir, compraremos sem licitação.” O esclarecimento dos casos não é simples. Caso o zika seja realmente o responsável, a mãe deve ter sido picada pelo mosquito nas primeiras semanas de gestação, quando ocorre o desenvolvimento do cérebro do bebê. Depois do nascimento, a criança, mesmo que tenha sido infectada não apresenta mais sinais do vírus. Não seria ético submeter todas as grávidas de fetos com microcefalia a uma punção do líquido amniótico. Ela oferece riscos, inclusive de abortamento.
Estima-se que dezenas de milhares de brasileiros tenham sido infectados – 80% não tiveram sintomas. Até recentemente, os cientistas acreditavam que o vírus tivesse chegado ao país durante a Copa do Mundo. Um artigo publicado em Outubro na revista Emerging Infectius Diseases apresenta outras versão. As cepas que circulam no Brasil são semelhantes às do grande surto ocorrido na região da Polinésia Francesa entre 2013 e 2014. O vírus teria chegado ao Brasil em agosto de 2014, quando atletas de quatro países afetados pelo vírus naquela região participaram de um campeonato internacional de canoagem, no Rio. A análise do líquido amniótico das gestantes da Paraíba, realizada na Fiocruz, confirmou que o vírus tem, realmente, o genótipo asiático – e não o africano. Para aumentar a vigilância, a Secretaria Estadual de Saúde do Rio passou a exigir a notificação obrigatória de casos de grávidas que apresentarem manchas vermelhas na pele. Os brasileiros ganharam mais uma razão para combater os focos do mosquito, capaz de provocar três epidemias simultâneas (dengue, chikungunya e zika). O governo federal adota o princípio da precaução. “Declaramos nossa ignorância, mas não podemos nos omitir”, afirma Maierovitch. As mães desses bebês merecem mais do que isso. Precisam que o Estado garanta o acesso a recursos de fisioterapia, fonoaudiologia e outras formas de reduzir o impacto das sequelas. Fora da arena científica e burocrática, a luta dessas mulheres é por alguma qualidade de vida.
Texto escrito pela jornalista Cristiane Segatto. Revista Época, edição de
23 de novembro de 2015, n 911, São Paulo, Capital.
“Quase. Ainda há uma pequena margem de dúvida”, diz o diretor de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch.”
A construção em destaque contém:
 

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738501 Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Sobre as Hepatites virais assinale a alternativa CORRETA:
 

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738466 Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Criança de 7 anos, normonutrida e apresentando diarreias frequentes. Qual dos seguintes sinais está mais correlacionado com o grau de desidratação?
 

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738452 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Qual das alternativas apresenta o sentido correto de propagação do impulso nervoso em um neurônio?
 

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738446 Ano: 2015
Disciplina: Libras
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
Diferente do ensino escolar e não pode caracterizar-se como um espaço de reforço escolar ou complementação das atividades escolares. São exemplos práticos: o ensino da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) e do código BRAILLE, a introdução e formação do aluno na utilização de recursos, como a comunicação alternativa e os recursos de acessibilidade ao computador, a orientação e mobilidade, a preparação e disponibilização ao aluno de material pedagógico acessível, entre outros.
 

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738433 Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Sobre a Dengue, classifique as afirmativas enquanto verdadeiras ou falsas, assinalando V para verdadeira e F para falsa:
( ) Diminuição da diurese, Hipotensão postural e aumento repentino do hematócrito são alguns dos sinais de alerta na dengue;
( ) Hepatomegalia dolorosa não deve ser considerada um sinal de alerta em um paciente com Dengue, uma vez que esta é comumente encontrada na dengue clássica;
( ) O paciente diagnosticado com Dengue em uma unidade de saúde da família que apresente algum sinal de alarme deve ser referenciado a unidade hospitalar para acompanhamento no leito;
( ) Os Pacientes com Dengue em acompanhamento ambulatorial devem ser avaliados diariamente até a fase crítica da doença vigiando-se os sinais de alerta e manifestações de Dengue grave.
 

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