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Em viagem aos EUA, o presidente Jair Bolsonaro pediu o apoio norte-americano para que o Brasil entre, como membro, na OCDE. Sobre essa organização, é correto afirmar que
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Reconhecida como Capital Regional pelo IBGE desde 2008, Sobral tem importante papel na cultura cearense e nacional, com filhos ilustres que levaram o nome da cidade e do estado para o Brasil e para o mundo. Assinale a opção que NÃO corresponde a um artista nascido em Sobral.
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Mulheres dizem não às armas e sabem o porquê
Decreto que facilita posse de armas pode elevar número de feminicídios no Brasil
Ana Carolina Pekny e Natália Pollachi
Há uma estreita relação entre a presença de armas em residências e mortes de mulheres no Brasil. E a preocupação sobre o aumento dos casos de feminicídios cresce com o decreto que facilita a posse de armas, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro. Em 2017, a cada duas horas 44 mulheres foram agredidas fisicamente, 14 foram estupradas e uma foi morta, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Diante desse nível de violência, promotores do armamento civil têm usado a defesa da mulher como um de seus principais argumentos, algo profundamente problemático por vários motivos.
Em primeiro lugar, porque usurpa e distorce a voz feminina. Usurpa, pois, no Brasil este debate tem sido quase exclusivamente masculino. Quando o palanque é compartilhado, é para que mulheres referendem o discurso iniciado e concluído por homens. Distorce, porque nos utiliza como argumento para uma mudança que a maioria de nós não quer. Segundo pesquisa do Datafolha de dezembro de 2018, 61% da população em geral e 70% das mulheres são contra a flexibilização da posse de armas.
Em segundo lugar, porque se vale de duas narrativas deturpadas. De um lado, a narrativa de que homens precisam se armar para defender “suas” mulheres, colocando-as ao lado de suas propriedades e sob os desígnios de uma decisão alheia; de outro, a de que as mulheres precisariam se armar para se defenderem.
O discurso de que é necessário armar os “homens da família” para que se tornem defensores das mulheres ignora que o ambiente doméstico é um dos mais perigosos para esse grupo. Nele ocorreram duas a cada três das agressões contra mulheres e três a cada 10 das mortes violentas (40% delas, com armas de fogo) em 2016, segundo o Datasus. O mesmo levantamento mostra que metade das agressões em casa foram praticadas por pais, padrastos ou parceiros, e que a presença da arma escala as agressões, tornando-as rapidamente letais – 60% das violências contra mulheres praticadas com armas de fogo terminaram em morte, contra 7% dos demais tipos de agressão.
Já a ideia de que mulheres precisam se armar para se defenderem ignora o peso do fator surpresa, que faz com que apenas estar armada não implique em proteção. O uso da arma para autodefesa requer que ela esteja em local de alcance imediato e municiada. Uma arma nessas condições poderia ser tomada e usada contra a vítima ou causar acidentes, especialmente em casas com crianças. Além disso, o uso da arma para defesa pessoal pressupõe treinamento constante, algo muito distante da realidade de quase toda a população.
Por fim, o argumento sugere que cabe às mulheres tentar garantir sua integridade, desviando-se da responsabilidade estatal de garantir sua segurança. Mais eficiente, lógico e seguro seria reforçar a conscientização da= igualdade de direitos, o atendimento integral às vítimas, o investimento no monitoramento das medidas protetivas e na investigação e punição de agressores. A maioria de nós não quer ter que tentar se defender com uma arma em punho, muito menos nos tiroteios que se proliferarão com as duas partes armadas – lembrando que a compra de armas é sempre maior entre homens.
O aumento do número de armas em circulação, em casa ou na rua, expõe as mulheres a mais riscos. Bradar que mais armas evitarão sua vitimização é falacioso e não serve ao propósito de protegê-las, mas sim de abandoná-las à própria sorte. As mulheres dizem não a esse contrassenso. Ouçam-nos.
Ana Carolina Pekny, 33, é pesquisadora do Instituto Sou da Paz. Natália Pollachi, 29, é coordenadora de projetos do Instituto Sou da Paz.
Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/01/19/opinion/1547931975_861982.html Acesso em 03/10/2019.
Em relação aos elementos sublinhados em “Em 2017, a cada duas horas 44 mulheres foram agredidas fisicamente, 14 foram estupradas e uma foi morta, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública...”, é correto afirmar que
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O Decreto 9.013, de 29 de março de 2017, no seu artigo 224, dispõe sobre a classificação de ovos para consumo humano, dividindo-os em duas categorias, A e B, de acordo com suas características qualitativas.
Considere as seguintes características:
I. casca e cutícula de forma normal, lisas, limpas e intactas;
II. cicatrícula com desenvolvimento imperceptível;
III. câmara de ar com altura não superior a 6 mm (seis milímetros);
IV. não submissão ao processo de incubação.
Considera-se característica do ovo tipo A somente o que consta em
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Os cães têm natureza gregária, afiliativa, cooperativa e afetiva. São animais extremamente comunicativos e muito sociais. Estabelecem vínculos afetivos com o grupo em maior grau do que com o ambiente em que vivem, aspecto que os diferencia dos felinos. Durante seu desenvolvimento psicobiológico, o cão apresenta quatro períodos distintos, relacionados principalmente ao seu primeiro ano de vida, quais sejam: 1. neonatal; 2. transição; 3. socialização; 4. juvenil.
Considerando esses períodos, atente para as características descritas a seguir:
I. Nesse período, o filhote aprende a diferenciar os estímulos ambientais benignos dos ameaçadores.
II. Ocorre, nesse período, o desenvolvimento de órgãos sensoriais, com abertura dos olhos e do canal auricular.
III. Período em que o animal apresenta imaturidade dos sistemas fisiológicos básicos e órgãos sensoriais, e seus comportamentos são essencialmente reflexos.
IV. É um período caracterizado principalmente pelo amadurecimento das capacidades motoras, e pelo processo de inserção social.
Corresponde a característica do período de socialização somente o que consta em
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Segundo o artigo 134 do Decreto 9.013, de 29 de março de 2017, as carcaças, as partes da carcaça e os órgãos que apresentam abcessos múltiplos ou disseminados com repercussão no estado geral da carcaça devem ser condenados. Considerando esse artigo, no que concerne à liberação de carcaças, avalie os seguintes itens:
I. carcaças, partes da carcaça ou órgãos que sejam contaminados acidentalmente com material purulento, desde que sejam submetidos a tratamento pelo calor;
II. carcaças que apresentam abcessos múltiplos em um único órgão, ou parte da carcaça, com exceção dos pulmões, sem repercussão nos linfonodos ou no seu estado geral, depois de removidos;
III. carcaças que apresentem abcessos localizados, depois de removidos e condenados os órgãos e áreas atingidas.
De acordo com o referido artigo, é passível de ser liberado somente o que consta em
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Mulheres dizem não às armas e sabem o porquê
Decreto que facilita posse de armas pode elevar número de feminicídios no Brasil
Ana Carolina Pekny e Natália Pollachi
Há uma estreita relação entre a presença de armas em residências e mortes de mulheres no Brasil. E a preocupação sobre o aumento dos casos de feminicídios cresce com o decreto que facilita a posse de armas, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro. Em 2017, a cada duas horas 44 mulheres foram agredidas fisicamente, 14 foram estupradas e uma foi morta, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Diante desse nível de violência, promotores do armamento civil têm usado a defesa da mulher como um de seus principais argumentos, algo profundamente problemático por vários motivos.
Em primeiro lugar, porque usurpa e distorce a voz feminina. Usurpa, pois, no Brasil este debate tem sido quase exclusivamente masculino. Quando o palanque é compartilhado, é para que mulheres referendem o discurso iniciado e concluído por homens. Distorce, porque nos utiliza como argumento para uma mudança que a maioria de nós não quer. Segundo pesquisa do Datafolha de dezembro de 2018, 61% da população em geral e 70% das mulheres são contra a flexibilização da posse de armas.
Em segundo lugar, porque se vale de duas narrativas deturpadas. De um lado, a narrativa de que homens precisam se armar para defender “suas” mulheres, colocando-as ao lado de suas propriedades e sob os desígnios de uma decisão alheia; de outro, a de que as mulheres precisariam se armar para se defenderem.
O discurso de que é necessário armar os “homens da família” para que se tornem defensores das mulheres ignora que o ambiente doméstico é um dos mais perigosos para esse grupo. Nele ocorreram duas a cada três das agressões contra mulheres e três a cada 10 das mortes violentas (40% delas, com armas de fogo) em 2016, segundo o Datasus. O mesmo levantamento mostra que metade das agressões em casa foram praticadas por pais, padrastos ou parceiros, e que a presença da arma escala as agressões, tornando-as rapidamente letais – 60% das violências contra mulheres praticadas com armas de fogo terminaram em morte, contra 7% dos demais tipos de agressão.
Já a ideia de que mulheres precisam se armar para se defenderem ignora o peso do fator surpresa, que faz com que apenas estar armada não implique em proteção. O uso da arma para autodefesa requer que ela esteja em local de alcance imediato e municiada. Uma arma nessas condições poderia ser tomada e usada contra a vítima ou causar acidentes, especialmente em casas com crianças. Além disso, o uso da arma para defesa pessoal pressupõe treinamento constante, algo muito distante da realidade de quase toda a população.
Por fim, o argumento sugere que cabe às mulheres tentar garantir sua integridade, desviando-se da responsabilidade estatal de garantir sua segurança. Mais eficiente, lógico e seguro seria reforçar a conscientização da= igualdade de direitos, o atendimento integral às vítimas, o investimento no monitoramento das medidas protetivas e na investigação e punição de agressores. A maioria de nós não quer ter que tentar se defender com uma arma em punho, muito menos nos tiroteios que se proliferarão com as duas partes armadas – lembrando que a compra de armas é sempre maior entre homens.
O aumento do número de armas em circulação, em casa ou na rua, expõe as mulheres a mais riscos. Bradar que mais armas evitarão sua vitimização é falacioso e não serve ao propósito de protegê-las, mas sim de abandoná-las à própria sorte. As mulheres dizem não a esse contrassenso. Ouçam-nos.
Ana Carolina Pekny, 33, é pesquisadora do Instituto Sou da Paz. Natália Pollachi, 29, é coordenadora de projetos do Instituto Sou da Paz.
Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/01/19/opinion/1547931975_861982.html Acesso em 03/10/2019.
Analisando o esquema de composição do texto, é correto afirmar que
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O artigo 491 do Decreto 9.013, de 29 de março de 2017, dispõe sobre a certificação de produtos de origem animal. A respeito dessa certificação, são feitas as seguintes afirmações:
I. Os certificados sanitários para produtos de origem animal destinados ao comércio internacional devem ser assinados por um Auditor Fiscal Agropecuário, com formação em Medicina Veterinária ou em áreas afins, como Engenharia de Alimentos.
II. Ao solicitar a emissão de certificado sanitário para produtos de origem animal destinados ao comércio internacional, não é necessário apresentar comprovação de que o produto atende aos requisitos do país importador, sendo esta responsabilidade dividida entre os dois países.
Considerando as afirmações acima, é correto dizer que
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Considerando alguns conceitos usados em epidemiologia, avalie as seguintes afirmações:
I. A presença usual de uma doença em uma determinada área e dentro de limites esperados é definida como endemia.
II. Chama-se coeficiente de letalidade a relação entre o número de óbitos decorrentes de determinada causa e o número de pessoas que foram realmente acometidas pela doença, expresso em índice percentual.
III. Epidemia é a ocorrência, em uma coletividade ou região, de casos que ultrapassam nitidamente a incidência normalmente esperada de uma doença.
IV. Define-se inquérito de prevalência como a estimativa de doenças clínicas, infecções ou animais soropositivos de amostras de populações de animais afetados.
Está correto o que se afirma em
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O hábitat natural no qual um agente infeccioso vive, cresce e se multiplica denomina-se
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