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Foram encontradas 60 questões.

1131954 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
A história natural da doença é o curso da doença desde o início até sua resolução, na ausência de intervenção. Em outras palavras, é o modo próprio de evoluir que tem toda doença ou processo, quando se deixa seguir seu próprio curso. O processo inicia-se com a exposição de um hospedeiro suscetível a um agente causal e termina com a recuperação, deficiência ou óbito. Nas doenças infeciosas, o agente biológico pode induzir o processo infecioso por meio da invasão e multiplicação em um organismo suscetível. Assim, define-se como período prodrômico de uma doença o intervalo de tempo que
 

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A conservação de alimentos é um campo muito estudado e desenvolvido dentro das indústrias atualmente. Para aumentar a durabilidade, melhorar a aparência e o sabor dos alimentos, muitas substâncias são adicionadas. Segundo regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária — ANVISA —, os alimentos processados industrialmente devem carregar, em suas embalagens, obrigatoriamente, o nome ou o código do aditivo utilizado, bem como sua quantidade, entre outras informações pertinentes.
Estabeleça a correta associação entre o aditivo químico e sua função, numerando a Coluna II de acordo com a Coluna I.
Coluna I Coluna II
1. Emulsificantes
( ) Usados em substituição ao açúcar.
2. Agentes quelantes
( ) Têm o papel de realçar o odor e o sabor dos alimentos.
3. Flavorizantes
( ) Protegem os alimentos de muitas reações enzimáticas.
4. Edulcorantes
( ) Aumentam a viscosidade de produto.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
 

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Alguns serviços públicos são de realização obrigatória pelos municípios: prestar, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão o transporte coletivo; manter programas de educação infantil e de ensino fundamental, e ofertar serviços de atendimento à saúde da população. Outros são de realização facultativa, ao menos teoricamente, embora essenciais para a realidade de quaisquer municípios: serviço público de coleta de resíduos sólidos; serviço público de coleta e tratamento de efluentes líquidos; serviço de iluminação pública; serviço de limpeza e varrição de ruas; serviço de fornecimento de energia elétrica; serviço de fornecimento de água.
Adaptado de GURGEL, Carlos Sérgio. Serviços Públicos Municipais e seu Papel na Concretização de Direitos Fundamentais no Espaço Urbano. Disponível em: https://jus.com.br/artigos/71867/servicos-publicos-municipais-e-seu-papel-na-concretizacao-de-direitos-fundamentais-no-espaco-urbano
Com base no excerto, é correto afirmar que
 

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1107752 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
Raiva, apesar de ser conhecida desde a antiguidade, continua sendo um problema de saúde pública. De acordo com as Normas Técnicas de Profilaxia da Raiva Humana do Ministério da Saúde, é INCORRETO afirmar que
 

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Mulheres dizem não às armas e sabem o porquê
Decreto que facilita posse de armas pode elevar número de feminicídios no Brasil
Ana Carolina Pekny e Natália Pollachi
Há uma estreita relação entre a presença de armas em residências e mortes de mulheres no Brasil. E a preocupação sobre o aumento dos casos de feminicídios cresce com o decreto que facilita a posse de armas, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro. Em 2017, a cada duas horas 44 mulheres foram agredidas fisicamente, 14 foram estupradas e uma foi morta, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Diante desse nível de violência, promotores do armamento civil têm usado a defesa da mulher como um de seus principais argumentos, algo profundamente problemático por vários motivos.
Em primeiro lugar, porque usurpa e distorce a voz feminina. Usurpa, pois, no Brasil este debate tem sido quase exclusivamente masculino. Quando o palanque é compartilhado, é para que mulheres referendem o discurso iniciado e concluído por homens. Distorce, porque nos utiliza como argumento para uma mudança que a maioria de nós não quer.!$ ^{(A)} !$ Segundo pesquisa do Datafolha de dezembro de 2018, 61% da população em geral e 70% das mulheres são contra a flexibilização da posse de armas.
Em segundo lugar, porque se vale de duas narrativas deturpadas. De um lado, a narrativa de que homens precisam se armar para defender !$ ^{(B)} !$“suas” mulheres, colocando-as ao lado de suas propriedades e sob os desígnios de uma decisão alheia; de outro, a de que as mulheres precisariam se armar para se defenderem.
O discurso de que é necessário armar os “homens da família” para que se tornem defensores das mulheres ignora que o ambiente doméstico é um dos mais perigosos para esse grupo. Nele ocorreram duas a cada três das agressões contra mulheres e três a cada 10 das mortes violentas (40% delas, com armas de fogo) em 2016, segundo o Datasus. O mesmo levantamento mostra que metade das agressões em casa foram praticadas por pais, padrastos ou parceiros, e que a presença da arma escala as agressões, tornando-as rapidamente letais!$ ^{(C)} !$ – 60% das violências contra mulheres praticadas com armas de fogo terminaram em morte, contra 7% dos demais tipos de agressão.
Já a ideia de que mulheres precisam se armar para se defenderem ignora o peso do fator surpresa, que faz com que apenas estar armada não implique em proteção. O uso da arma para autodefesa requer que ela esteja em local de alcance imediato e municiada. Uma arma nessas condições poderia ser tomada e usada contra a vítima ou causar acidentes, especialmente em casas com crianças. Além disso, o uso da arma para defesa pessoal pressupõe treinamento constante, algo muito distante da realidade de quase toda a população.
Por fim, o argumento sugere que cabe às mulheres tentar garantir sua integridade, desviando-se da responsabilidade estatal de garantir sua segurança. Mais eficiente, lógico e seguro seria reforçar a conscientização da= igualdade de direitos, o atendimento integral às vítimas, o investimento no monitoramento das medidas protetivas e na investigação e punição de agressores. A maioria de nós não quer ter que tentar se defender com uma arma em punho, muito menos nos tiroteios que se proliferarão com as duas partes armadas!$ ^{(D)} !$ – lembrando que a compra de armas é sempre maior entre homens.
O aumento do número de armas em circulação, em casa ou na rua, expõe as mulheres a mais riscos. Bradar que mais armas evitarão sua vitimização é falacioso e não serve ao propósito de protegê-las, mas sim de abandoná-las à própria sorte. As mulheres dizem não a esse contrassenso. Ouçam-nos.
Ana Carolina Pekny, 33, é pesquisadora do Instituto Sou da Paz. Natália Pollachi, 29, é coordenadora de projetos do Instituto Sou da Paz.
Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/01/19/opinion/1547931975_861982.html Acesso em 03/10/2019.
Em relação à colocação pronominal padrão, é correto afirmar que há um(a)
 

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1027662 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
Mormo é uma doença contagiosa, geralmente fatal, de curso agudo ou crônico, que acomete principalmente os equídeos, e para a qual não há tratamento eficaz no que diz respeito à eliminação do agente nos animais portadores. Considerando a Instrução Normativa Nº 6, de 16 de janeiro de 2018, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, é correto afirmar que
 

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Mulheres dizem não às armas e sabem o porquê
Decreto que facilita posse de armas pode elevar número de feminicídios no Brasil
Ana Carolina Pekny e Natália Pollachi
Há uma estreita relação entre a presença de armas em residências e mortes de mulheres no Brasil. E a preocupação sobre o aumento dos casos de feminicídios cresce com o decreto que facilita a posse de armas, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro. Em 2017, a cada duas horas 44 mulheres foram agredidas fisicamente, 14 foram estupradas e uma foi morta, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Diante desse nível de violência, promotores do armamento civil têm usado a defesa da mulher como um de seus principais argumentos, algo profundamente problemático por vários motivos.
Em primeiro lugar, porque usurpa e distorce a voz feminina. Usurpa, pois, no Brasil este debate tem sido quase exclusivamente masculino. Quando o palanque é compartilhado, é para que mulheres referendem o discurso iniciado e concluído por homens. Distorce, porque nos utiliza como argumento para uma mudança que a maioria de nós não quer. Segundo pesquisa do Datafolha de dezembro de 2018, 61% da população em geral e 70% das mulheres são contra a flexibilização da posse de armas.
Em segundo lugar, porque se vale de duas narrativas deturpadas. De um lado, a narrativa de que homens precisam se armar para defender “suas” mulheres, colocando-as ao lado de suas propriedades e sob os desígnios de uma decisão alheia; de outro, a de que as mulheres precisariam se armar para se defenderem.
O discurso de que é necessário armar os “homens da família” para que se tornem defensores das mulheres ignora que o ambiente doméstico é um dos mais perigosos para esse grupo. Nele ocorreram duas a cada três das agressões contra mulheres e três a cada 10 das mortes violentas (40% delas, com armas de fogo) em 2016, segundo o Datasus. O mesmo levantamento mostra que metade das agressões em casa foram praticadas por pais, padrastos ou parceiros, e que a presença da arma escala as agressões, tornando-as rapidamente letais – 60% das violências contra mulheres praticadas com armas de fogo terminaram em morte, contra 7% dos demais tipos de agressão.
Já a ideia de que mulheres precisam se armar para se defenderem ignora o peso do fator surpresa, que faz com que apenas estar armada não implique em proteção. O uso da arma para autodefesa requer que ela esteja em local de alcance imediato e municiada. Uma arma nessas condições poderia ser tomada e usada contra a vítima ou causar acidentes, especialmente em casas com crianças. Além disso, o uso da arma para defesa pessoal pressupõe treinamento constante, algo muito distante da realidade de quase toda a população.
Por fim, o argumento sugere que cabe às mulheres tentar garantir sua integridade, desviando-se da responsabilidade estatal de garantir sua segurança. Mais eficiente, lógico e seguro seria reforçar a conscientização da= igualdade de direitos, o atendimento integral às vítimas, o investimento no monitoramento das medidas protetivas e na investigação e punição de agressores. A maioria de nós não quer ter que tentar se defender com uma arma em punho, muito menos nos tiroteios que se proliferarão com as duas partes armadas – lembrando que a compra de armas é sempre maior entre homens.
O aumento do número de armas em circulação, em casa ou na rua, expõe as mulheres a mais riscos. Bradar que mais armas evitarão sua vitimização é falacioso e não serve ao propósito de protegê-las, mas sim de abandoná-las à própria sorte. As mulheres dizem não a esse contrassenso. Ouçam-nos.
Ana Carolina Pekny, 33, é pesquisadora do Instituto Sou da Paz. Natália Pollachi, 29, é coordenadora de projetos do Instituto Sou da Paz.
Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/01/19/opinion/1547931975_861982.html Acesso em 03/10/2019.
No que concerne às regras do uso ou não do hífen, assinale a opção em que todas as palavras estão grafadas corretamente.
 

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A análise efetuada pela Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários do Sistema Unificado de Atenção a Sanidade Agropecuária – SUASA – ou pela autoridade sanitária competente em amostras coletadas pelos servidores do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento é denominada de análise
 

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O conceito de Saúde Única surgiu para traduzir a união indissociável entre a saúde animal, humana e ambiental. A interligação das três áreas da saúde é reconhecida por organizações internacionais como a Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) e a Organização Mundial da Saúde (OMS). As interações ecológicas entre os seres humanos e animais acontecem em diversos ambientes e de diferentes maneiras. Essas interações podem ser responsáveis pela transmissão de doenças entre homens e animais, as conhecidas zoonoses. Atente para o que se diz a seguir sobre zoonoses e assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.
( ) As zoonoses podem ser transmitidas diretamente pelos animais ou indiretamente pelo consumo de produtos de origem animal contaminados, por meio de picadas do inseto vetor ou através de resíduos da produção, que podem contaminar o meio ambiente.
( ) De acordo com estudos filogenéticos de agentes zoonóticos, ocorre tanto a transmissão de origem animal para humanos, quanto de origem humana para animais; exemplos de transmissão doméstica de origem animal incluem casos de tuberculose e de teníases.
( ) Já é sabido que o aquecimento climático, a exploração de novas fronteiras agrícolas e a introdução de vetores como roedores e mosquitos em áreas urbanas alteram a dinâmica de transmissão das zoonoses.
( ) Prever o surgimento ou a volta de epidemias é difícil, mas o ponto chave da prevenção de zoonoses emergentes é realizar a identificação precoce de agentes patogênicos em animais e responder rapidamente antes que a doença se torne uma ameaça para a população humana.
( ) Um bom plano de controle de epidemias abrange vigilância; investigação e treinamento de resposta a surtos; rede de laboratórios; formulação de estratégias para conter as ameaças de doenças ao avaliar seu comportamento; e o preparo para desastres e pandemias, de acordo com cada situação.
Aa sequência correta, de cima para baixo, é:
 

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916568 Ano: 2019
Disciplina: Direito Penal
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE

O abandono e os maus-tratos de animais são crime e, por isso, devem ser denunciados e punidos. O ataque a qualquer animal é um ato de covardia, e, diante disso, a pessoa que toma conhecimento deve ir até a delegacia de polícia mais próxima para lavrar o respectivo boletim de ocorrência. A denúncia de maus-tratos é legitimada pela Lei Federal Nº 9605/98, que considera crime passível de pena, os maus-tratos e abusos contra animais.

Sobre o que dispõe esta Lei, são feitas as afirmações a seguir:

I. Considera essas práticas como crime ambiental.

II. É crime contra a fauna praticar atos de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais domésticos ou domesticados e, no caso de animais silvestres, nativos ou exóticos, esta Lei não prevê pena alguma, deixando isso a cargo do IBAMA, que tem legislação própria nesse sentido.

I II. Incorre nas mesmas penas quem realizar experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, a não ser que seja para fins didáticos ou científicos.

IV. A pena prevista é de 6 meses a 1 ano de detenção.

É correto o que se afirma em

 

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