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Foram encontradas 60 questões.

834195 Ano: 2019
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
Em relação aos transformadores de corrente, TC, e transformadores de potencial, TP, atente para o que se afirma a seguir e assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.
( ) Um TC com especificação 100 - 5 A inserido em um circuito, cuja corrente é de 50 A, fornece uma corrente secundária de 2 A.
( ) Os TCs, dependendo do tipo, podem ser empregados para medição ou proteção.
( ) Ao contrário do TC, quando se desconecta a carga do secundário de um TP, seus terminais devem permanecer em aberto.
( ) Os valores das tensões nominais primária e secundária do TP dependem da tensão nominal do sistema elétrico em que estão ligados.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
 

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834170 Ano: 2019
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
Em uma medição de resistência da malha de terra de um sistema de aterramento, com valores obtidos com o terrômetro, foi traçada a curva mostrada na figura a seguir.
Enunciado 2783935-1
O valor da resistência de terra dessa malha, em !$ Ω !$, é igual a
 

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Considerando a NR 10, assinale a afirmação verdadeira.
 

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781459 Ano: 2019
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
A impedância equivalente referida ao primário, em !$ Ω !$, de um transformador abaixador de 30 kVA, 60 Hz, 2,2 kV/220 V com impedâncias do primário de 0,1 + j0,2 !$ Ω !$ e do secundário de 0,002 + j0,004 !$ Ω !$ é igual a
 

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781301 Ano: 2019
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
Analise o circuito representado na figura abaixo.
Enunciado 2749422-1
A tensão e a resistência equivalentes de Thévenin nos terminais X e Y do circuito acima representado são, respectivamente,
 

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781295 Ano: 2019
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
Considere um circuito RLC em série com R = 8 !$ Ω !$, XL = 12 !$ Ω !$ e XC = 6 !$ Ω !$ alimentado com uma tensão de corrente alternada de 48 V, 60 Hz. O módulo da impedância do circuito, em !$ Ω !$, é igual a
 

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Fé, calma e sabedoria contra o caos: o que recomenda o líder indígena Ailton Krenak
Autor de 'Ideias para adiar o fim do mundo', Ailton Krenak debateu-as em BH, durante o Encontro Internacional Arte, Cultura e Democracia no Século 21
Ana Clara Brant
Em 1987, no contexto das discussões da Assembleia Constituinte, o líder indígena, ambientalista e escritor Ailton Krenak fez um gesto que entrou para a história. Em sinal de luto pelo retrocesso na tramitação dos direitos indígenas, ele pintou o rosto de preto com pasta de jenipapo enquanto discursava no plenário do Congresso Nacional, em Brasília. “Se for para repetir esse gesto, tomara que seja com mais gente. Um homem sozinho não consegue nada. Mas não adianta ficar estressado, angustiado. Mesmo diante desse caos, precisamos não perder a fé e a calma. É preciso resolver as coisas com sabedoria”, afirma Krenak, que esteve em Belo Horizonte na quinta-feira passada (22), como convidado do Encontro Internacional Arte, Cultura e Democracia no Século 21, promovido pela Prefeitura.
Apesar do tom sereno, Krenak não esconde a preocupação, sobretudo com relação às mais recentes tragédias ambientais, como as queimadas em curso na Amazônia. “A Amazônia é um bioma complexo e regulador do clima e distribui chuvas, além de reciclar e limpar o oxigênio do planeta. Os governos europeus sabem dessa importância e por isso estão se manifestando, preocupados com a situação”, observa Krenak. Para os povos indígenas, no entanto, a relação é outra. “É como se fosse uma entidade à qual muitos povos se sentem vinculados e na obrigação de protegê-la.”
Embora valorize a preocupação dos governantes europeus, o líder indígena avalia que eles deveriam ter tomado decisões em relação à proteção da Amazônia há muito tempo, como a suspensão das importações de carne de boi, de frango, soja e minério. “A pecuária, a mineração, tudo isso está devastando nossas paisagens, nosso meio ambiente. França, Alemanha e outros países deveriam colocar alguma restrição na hora de importar esses produtos. Já que nosso presidente decidiu avacalhar tudo, ele mesmo poderia fazer algo nesse sentido. Proibir a venda dessas mercadorias, por exemplo”, sugere.
Krenak é pessimista com as perspectivas do governo de Jair Bolsonaro. Particularmente, ele se refere ao presidente como Nero, o imperador romano famoso por ter incendiado Roma. “Vivemos um período crítico, com ameaças aos direitos humanos, à ideia do Estado de direito. Enquanto existir esse governo agredindo o senso comum, desrespeitando tudo e todos, desmantelando a infraestrutura de governança que recebeu, a gente não tem esperança nenhuma de melhorar. Mas temos que seguir firmes, fortes e resistentes”, afirma.
Atualmente morando em Resplendor (MG), às margens do Rio Doce, região de origem dos Krenak, ele lamenta as condições a que seu povo está submetido, principalmente após o rompimento da barragem da Samarco, em 2015. “Ainda estamos sentindo os efeitos. Estamos refugiados dentro de casa, como se fosse um acampamento dentro do nosso próprio território. Temos caminhão-pipa trazendo água, os animais sendo alimentados com ração. Infelizmente, o Rio Doce ainda vai demorar muito para voltar a ser uma fonte de subsistência. Ouso dizer que ele está pior do que o Arrudas.”
Enquanto isso, o líder indígena segue a filosofia de sua etnia, com a “cabeça na terra”, que é o significado da palavra Krenak. “Cada cultura tem a sua maneira de orar. No nosso caso, a gente se ajoelha e coloca a cabeça na terra para se ligar a ela, fazendo contato com esse planeta tão maravilhoso. É assim que temos que continuar.”
Disponível em:
https://www.em.com.br/app/noticia/cultura/2019/08/ 25/interna_cultura,1079473/fe-calma-e-sabedoria-contra-o-caos-o-que-recomenda-lider-indigena.shtml. Acesso em 19/10/2019.
O texto possibilita o entendimento de que a filosofia da etnia Krenak em relação à terra é de
 

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Fé, calma e sabedoria contra o caos: o que recomenda o líder indígena Ailton Krenak
Autor de 'Ideias para adiar o fim do mundo', Ailton Krenak debateu-as em BH, durante o Encontro Internacional Arte, Cultura e Democracia no Século 21
Ana Clara Brant
Em 1987, no contexto das discussões da Assembleia Constituinte, o líder indígena, ambientalista e escritor Ailton Krenak fez um gesto que entrou para a história. Em sinal de luto pelo retrocesso na tramitação dos direitos indígenas, ele pintou o rosto de preto com pasta de jenipapo enquanto discursava no plenário do Congresso Nacional, em Brasília. “Se for para repetir esse gesto, tomara que seja com mais gente. Um homem sozinho não consegue nada. Mas não adianta ficar estressado, angustiado. Mesmo diante desse caos, precisamos não perder a fé e a calma. É preciso resolver as coisas com sabedoria”, afirma Krenak, que esteve em Belo Horizonte na quinta-feira passada (22), como convidado do Encontro Internacional Arte, Cultura e Democracia no Século 21, promovido pela Prefeitura.
Apesar do tom sereno, Krenak não esconde a preocupação, sobretudo com relação às mais recentes tragédias ambientais, como as queimadas em curso na Amazônia. “A Amazônia é um bioma complexo e regulador do clima e distribui chuvas, além de reciclar e limpar o oxigênio do planeta. Os governos europeus sabem dessa importância e por isso estão se manifestando, preocupados com a situação”, observa Krenak. Para os povos indígenas, no entanto, a relação é outra. “É como se fosse uma entidade à qual muitos povos se sentem vinculados e na obrigação de protegê-la.”
Embora valorize a preocupação dos governantes europeus, o líder indígena avalia que eles deveriam ter tomado decisões em relação à proteção da Amazônia há muito tempo, como a suspensão das importações de carne de boi, de frango, soja e minério. “A pecuária, a mineração, tudo isso está devastando nossas paisagens, nosso meio ambiente. França, Alemanha e outros países deveriam colocar alguma restrição na hora de importar esses produtos. Já que nosso presidente decidiu avacalhar tudo, ele mesmo poderia fazer algo nesse sentido. Proibir a venda dessas mercadorias, por exemplo”, sugere.
Krenak é pessimista com as perspectivas do governo de Jair Bolsonaro. Particularmente, ele se refere ao presidente como Nero, o imperador romano famoso por ter incendiado Roma. “Vivemos um período crítico, com ameaças aos direitos humanos, à ideia do Estado de direito. Enquanto existir esse governo agredindo o senso comum, desrespeitando tudo e todos, desmantelando a infraestrutura de governança que recebeu, a gente não tem esperança nenhuma de melhorar. Mas temos que seguir firmes, fortes e resistentes”, afirma.
Atualmente morando em Resplendor (MG), às margens do Rio Doce, região de origem dos Krenak, ele lamenta as condições a que seu povo está submetido, principalmente após o rompimento da barragem da Samarco, em 2015. “Ainda estamos sentindo os efeitos. Estamos refugiados dentro de casa, como se fosse um acampamento dentro do nosso próprio território. Temos caminhão-pipa trazendo água, os animais sendo alimentados com ração. Infelizmente, o Rio Doce ainda vai demorar muito para voltar a ser uma fonte de subsistência. Ouso dizer que ele está pior do que o Arrudas.”
Enquanto isso, o líder indígena segue a filosofia de sua etnia, com a “cabeça na terra”, que é o significado da palavra Krenak. “Cada cultura tem a sua maneira de orar. No nosso caso, a gente se ajoelha e coloca a cabeça na terra para se ligar a ela, fazendo contato com esse planeta tão maravilhoso. É assim que temos que continuar.”
Disponível em:
https://www.em.com.br/app/noticia/cultura/2019/08/ 25/interna_cultura,1079473/fe-calma-e-sabedoria-contra-o-caos-o-que-recomenda-lider-indigena.shtml. Acesso em 19/10/2019.
Conforme o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, em vigor no Brasil desde 2009, as palavras “Assembleia” e “ideia”, presentes no texto, deixaram de ser acentuadas. Assinale a opção em que a acentuação também foi eliminada e está com grafia ERRADA.
 

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780409 Ano: 2019
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
O semicondutor que é bidirecional em relação à passagem da corrente elétrica é denominado de
 

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780323 Ano: 2019
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
Atente para o que se diz a seguir sobre autotransformadores:
I. Apresentam a desvantagem de não haver isolação elétrica do circuito secundário em relação ao primário.
II. Transferem parte de sua potência por condução, portanto, as perdas no núcleo são menores em comparação com as de um transformador isolado de mesma potência.
III. Podem fornecer tensões de saída variáveis, comportando-se como um divisor de tensão.
É correto o que se afirma em
 

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