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1096281
Ano: 2019
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
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Atente para o enunciado a seguir e assinale a opção que o completa corretamente:
“A determinação da idade dos animais por meio da observação da (o) é uma alternativa prática que pode ajudar no controle zootécnico, uma vez que dados exatos dos nascimentos são raramente conhecidos em sistemas de manejo tradicional.
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1084187
Ano: 2019
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
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A alta mortalidade nos plantéis avícolas está relacionada com a falta de cuidados higiênicos. Considerando as práticas higiênico-sanitárias que auxiliam na prevenção de doenças na criação de aves, assinale a opção que corresponde a uma prática correta.
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A organização que se vale de consultoria externa contratando um Headhunter está buscando resolver um problema interno de
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Mulheres dizem não às armas e sabem o porquê
Decreto que facilita posse de armas pode elevar número de feminicídios no Brasil
Ana Carolina Pekny e Natália Pollachi
Há uma estreita relação entre a presença de armas em residências e mortes de mulheres no Brasil. E a preocupação sobre o aumento dos casos de feminicídios cresce com o decreto que facilita a posse de armas, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro. Em 2017, a cada duas horas 44 mulheres foram agredidas fisicamente, 14 foram estupradas e uma foi morta, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Diante desse nível de violência, promotores do armamento civil têm usado a defesa da mulher como um de seus principais argumentos, algo profundamente problemático por vários motivos.
Em primeiro lugar, porque usurpa e distorce a voz feminina. Usurpa, pois, no Brasil este debate tem sido quase exclusivamente masculino. Quando o palanque é compartilhado, é para que mulheres referendem o discurso iniciado e concluído por homens. Distorce, porque nos utiliza como argumento para uma mudança que a maioria de nós não quer.!$ ^{(A)} !$ Segundo pesquisa do Datafolha de dezembro de 2018, 61% da população em geral e 70% das mulheres são contra a flexibilização da posse de armas.
Em segundo lugar, porque se vale de duas narrativas deturpadas. De um lado, a narrativa de que homens precisam se armar para defender !$ ^{(B)} !$“suas” mulheres, colocando-as ao lado de suas propriedades e sob os desígnios de uma decisão alheia; de outro, a de que as mulheres precisariam se armar para se defenderem.
O discurso de que é necessário armar os “homens da família” para que se tornem defensores das mulheres ignora que o ambiente doméstico é um dos mais perigosos para esse grupo. Nele ocorreram duas a cada três das agressões contra mulheres e três a cada 10 das mortes violentas (40% delas, com armas de fogo) em 2016, segundo o Datasus. O mesmo levantamento mostra que metade das agressões em casa foram praticadas por pais, padrastos ou parceiros, e que a presença da arma escala as agressões, tornando-as rapidamente letais!$ ^{(C)} !$ – 60% das violências contra mulheres praticadas com armas de fogo terminaram em morte, contra 7% dos demais tipos de agressão.
Já a ideia de que mulheres precisam se armar para se defenderem ignora o peso do fator surpresa, que faz com que apenas estar armada não implique em proteção. O uso da arma para autodefesa requer que ela esteja em local de alcance imediato e municiada. Uma arma nessas condições poderia ser tomada e usada contra a vítima ou causar acidentes, especialmente em casas com crianças. Além disso, o uso da arma para defesa pessoal pressupõe treinamento constante, algo muito distante da realidade de quase toda a população.
Por fim, o argumento sugere que cabe às mulheres tentar garantir sua integridade, desviando-se da responsabilidade estatal de garantir sua segurança. Mais eficiente, lógico e seguro seria reforçar a conscientização da= igualdade de direitos, o atendimento integral às vítimas, o investimento no monitoramento das medidas protetivas e na investigação e punição de agressores. A maioria de nós não quer ter que tentar se defender com uma arma em punho, muito menos nos tiroteios que se proliferarão com as duas partes armadas!$ ^{(D)} !$ – lembrando que a compra de armas é sempre maior entre homens.
O aumento do número de armas em circulação, em casa ou na rua, expõe as mulheres a mais riscos. Bradar que mais armas evitarão sua vitimização é falacioso e não serve ao propósito de protegê-las, mas sim de abandoná-las à própria sorte. As mulheres dizem não a esse contrassenso. Ouçam-nos.
Ana Carolina Pekny, 33, é pesquisadora do Instituto Sou da Paz. Natália Pollachi, 29, é coordenadora de projetos do Instituto Sou da Paz.
Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/01/19/opinion/1547931975_861982.html Acesso em 03/10/2019.
Em relação à colocação pronominal padrão, é correto afirmar que há um(a)
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A figura abaixo representa uma planilha com preço de um produto A em cinco lojas diferentes.

A fórmula correta para calcular a média dos preços dessa planilha é
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1071119
Ano: 2019
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
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As abelhas são insetos sociais, que vivem em colônias organizadas, nas quais os indivíduos se dividem em castas, com funções bem definidas, cujas tarefas são executadas visando sempre à sobrevivência e manutenção do enxame. As castas são formadas pelos seguintes tipos de abelha: rainha, operária e zangão. As operárias são responsáveis, entre outras atividades, por
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1055507
Ano: 2019
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UECE
Orgão: Pref. Sobral-CE
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Atente para o que se afirma a seguir em relação à segurança do trabalho em geral e, especificamente, em laboratório químico:
I. Segurança de trabalho é o conjunto de medidas técnicas, educacionais e psicológicas empregadas no reconhecimento, avaliação e controle dos riscos que possam advir do trabalho.
II. EPI é o meio ou dispositivo de uso coletivo destinado a preservar a incapacidade das pessoas no exercício de suas funções, quando as medidas de segurança de ordem geral são insuficientes.
III. Oxidante é a substância química que supre oxigênio para as reações químicas, podendo iniciar e alimentar reações de combustão, tais como: óxidos, peróxidos, percloratos e permanganatos.
IV. Em acidentes, no laboratório, que ocorram queimaduras com ácidos, deve-se lavar a área afetada com água em abundância e, em seguida, com vinagre.
Está correto somente o que se afirma em
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Inspeção Sanitária é corretamente definida como
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Fé, calma e sabedoria contra o caos: o que recomenda o líder indígena Ailton Krenak
Autor de 'Ideias para adiar o fim do mundo', Ailton Krenak debateu-as em BH, durante o Encontro Internacional Arte, Cultura e Democracia no Século 21
Ana Clara Brant
Em 1987, no contexto das discussões da Assembleia Constituinte, o líder indígena, ambientalista e escritor Ailton Krenak fez um gesto que entrou para a história. Em sinal de luto pelo retrocesso na tramitação dos direitos indígenas, ele pintou o rosto de preto com pasta de jenipapo enquanto discursava no plenário do Congresso Nacional, em Brasília. “Se for para repetir esse gesto, tomara que seja com mais gente. Um homem sozinho não consegue nada. Mas não adianta ficar estressado, angustiado. Mesmo diante desse caos, precisamos não perder a fé e a calma. É preciso resolver as coisas com sabedoria”, afirma Krenak, que esteve em Belo Horizonte na quinta-feira passada (22), como convidado do Encontro Internacional Arte, Cultura e Democracia no Século 21, promovido pela Prefeitura.
Apesar do tom sereno, Krenak não esconde a preocupação, sobretudo com relação às mais recentes tragédias ambientais, como as queimadas em curso na Amazônia. “A Amazônia é um bioma complexo e regulador do clima e distribui chuvas, além de reciclar e limpar o oxigênio do planeta. Os governos europeus sabem dessa importância e por isso estão se manifestando, preocupados com a situação”, observa Krenak. Para os povos indígenas, no entanto, a relação é outra. “É como se fosse uma entidade à qual muitos povos se sentem vinculados e na obrigação de protegê-la.”
Embora valorize a preocupação dos governantes europeus, o líder indígena avalia que eles deveriam ter tomado decisões em relação à proteção da Amazônia há muito tempo, como a suspensão das importações de carne de boi, de frango, soja e minério. “A pecuária, a mineração, tudo isso está devastando nossas paisagens, nosso meio ambiente. França, Alemanha e outros países deveriam colocar alguma restrição na hora de importar esses produtos. Já que nosso presidente decidiu avacalhar tudo, ele mesmo poderia fazer algo nesse sentido. Proibir a venda dessas mercadorias, por exemplo”, sugere.
Krenak é pessimista com as perspectivas do governo de Jair Bolsonaro. Particularmente, ele se refere ao presidente como Nero, o imperador romano famoso por ter incendiado Roma. “Vivemos um período crítico, com ameaças aos direitos humanos, à ideia do Estado de direito. Enquanto existir esse governo agredindo o senso comum, desrespeitando tudo e todos, desmantelando a infraestrutura de governança que recebeu, a gente não tem esperança nenhuma de melhorar. Mas temos que seguir firmes, fortes e resistentes”, afirma.
Atualmente morando em Resplendor (MG), às margens do Rio Doce, região de origem dos Krenak, ele lamenta as condições a que seu povo está submetido, principalmente após o rompimento da barragem da Samarco, em 2015. “Ainda estamos sentindo os efeitos. Estamos refugiados dentro de casa, como se fosse um acampamento dentro do nosso próprio território. Temos caminhão-pipa trazendo água, os animais sendo alimentados com ração. Infelizmente, o Rio Doce ainda vai demorar muito para voltar a ser uma fonte de subsistência. Ouso dizer que ele está pior do que o Arrudas.”
Enquanto isso, o líder indígena segue a filosofia de sua etnia, com a “cabeça na terra”, que é o significado da palavra Krenak. “Cada cultura tem a sua maneira de orar. No nosso caso, a gente se ajoelha e coloca a cabeça na terra para se ligar a ela, fazendo contato com esse planeta tão maravilhoso. É assim que temos que continuar.”
Disponível em:
https://www.em.com.br/app/noticia/cultura/2019/08/ 25/interna_cultura,1079473/fe-calma-e-sabedoria-contra-o-caos-o-que-recomenda-lider-indigena.shtml. Acesso em 19/10/2019.
O grau do adjetivo em “Ouso dizer que ele está pior do que o Arrudas.” é
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O ativo real resulta da soma
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