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Foram encontradas 535 questões.

2519479 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
O cirurgião dentista e sua equipe estão expostos a uma grande variedade de agentes infecciosos. O uso de procedimentos efetivos de controle de infecção e as precauções-padrão no consultório odontológico previnem a infecção cruzada. São princípios que promovem o controle de infecção na prática odontológica, EXCETO.
 

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2519436 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP) é um conceito que se destacou nas pesquisas de Vygotsky, transformando-se em um eixo articulador da teoria, em sua contribuição de cunho educacional e para a compreensão adequada da relação entre aprendizagem e desenvolvimento. Tal teoria implica que:
 

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2519415 Ano: 2016
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
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A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. Além disso, é vedada a acumulação remunerada de cargos públicos, exceto, quando houver compatibilidade de horários, seguindo o que determina a CF/88. Assinale a alternativa ERRADA, com relação a acumulação remunerada de cargos públicos.

 

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2519250 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
Dentre as patologias que acometem a cavidade bucal, a cárie e a doença periodontal ainda se mostram, no Brasil, as de maior prevalência, caracterizando-se como o principal problema no âmbito de odontologia sanitária. Em programas de prevenção na odontologia, a utilização de substâncias evidenciadoras de placas bacterianas tem por finalidade identificar falhas no(a,s):
 

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2519203 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
Acerca do exercício da medicina, pode-se afirmar que “o médico não pode praticar atos profissionais que possam ser danosos ao paciente”. Nesse sentido:
I - A imperícia ocorre quando o médico revela em sua atitude falta ou deficiência de conhecimentos técnicos da profissão. É a falta de observação das normas e despreparo prático necessário para exercer determinada atividade. Devem-se avaliar os progressos científicos que sejam de domínio público, e o profissional deve ter conhecimento para a utilização da técnica indicada para cada tipo de procedimento ou doença. O imperito não sabe, no seu modo de agir, o que um médico deveria saber.
II - A imprudência é a imprevisão do agente em relação às consequências do seu ato ou ação. O profissional médico tem atitudes, não precipitadas, sem ter cautela, sendo resultado da não racionalização. Neste caso, o médico tem perfeito conhecimento do risco, e ignorando a ciência médica, toma a decisão de agir mesmo assim. O imprudente usa terapêuticas sem necessidade e muitas vezes técnicas terapêuticas que podem ser nocivas para o paciente.
III - A negligência acontece pela falta de cuidado ou de precaução com que se executam certos atos. É caracterizada pela inércia, indolência, falta de ação e passividade. É um ato omissivo, oposto da diligência que seria agir com cautela, cuidado e atenção, evitando quaisquer distorções e falhas. O negligente não observa a norma técnica que deveria observar, e que todos os outros observam.
Conclui-se que:
 

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2519201 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
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Texto I
Como o Brasil eliminou o mosquito da dengue nos anos de 1950 e por que é tão difícil repetir a tarefa. (21/02/2016).
No início deste mês, o governo surpreendeu ao editar uma medida provisória que permite o acesso forçado a imóveis no combate ao mosquito Aedes aegypti, que transmite, além da dengue, o zika vírus. Embora pareça invasivo, esse foi um dos métodos usados no início do século passado pelo diretor de Saúde Pública do Rio de Janeiro, Oswaldo Cruz, que ajudou a erradicar o vetor. O temor naquela época eram a febre amarela e a varíola.
O sanitarista montou uma brigada que seguia um modelo militar no combate ao mosquito e aos ratos. Os agentes entravam nas casas das pessoas em busca dos transmissores das doenças. A população também foi incentivada a caçá-los, e o combate ocorria independentemente da época do ano. Em pouco tempo as medidas surtiram efeito e em 1907 a febre amarela foi erradicada do Rio de Janeiro.
Só mais tarde, em 1955, o Brasil inteiro foi considerado livre do mosquito Aedes aegypti. Ima Aparecida Braga, do Programa Nacional de Controle da Dengue, e Denise Valle, do Departamento de Entomologia da Fiocruz, explicam em um artigo que a eliminação do mosquito no Brasil veio de uma ação articulada da Organização Pan-Americana da Saúde e da Organização Mundial da Saúde, iniciada em 1947. As duas organizações decidiram coordenar a erradicação do mosquito no continente, por intermédio do Programa de Erradicação do Aedes aegypti no Hemisfério Oeste. “O Brasil participou da campanha de erradicação continental do mosquito e teve êxito na primeira eliminação desse vetor em 1955. O último foco do mosquito foi extinto no dia 2 de abril daquele ano, na zona rural do Município de Santa Terezinha, Bahia.”
Em 1967, o mosquito foi novamente introduzido no Brasil e eliminado em 1973. Autora do artigo 'Um desafio para a saúde pública brasileira: o controle da dengue', Maria Lucia Penna explica que a erradicação “se deu pela utilização do método perifocal que constituía na aplicação de inseticidas de efeito residual de seis meses em paredes externas e internas de todos os depósitos domiciliares com ou sem água, assim como nas paredes próximas até 1m de distância dos eventuais criadouros. Tal método torna os criadouros preferenciais do mosquito armadilhas mortais para fêmeas, além de eliminar as larvas provenientes dos ovos aderidos às paredes dos recipientes quando estes são novamente preenchidos por água.”
Se o Brasil já conseguiu eliminar o mosquito mais de uma vez, por que parece mais difícil agora? Maria Lucia explica no texto que “a organização atual do espaço dos grandes centros urbanos e a situação da população de mosquitos no País levaram à conclusão de que a erradicação do Aedes aegypti de forma semelhante não é mais viável.”
O pessimismo relacionado à dificuldade de eliminar o mosquito é antigo. Em 2002, o especialista em doenças infecciosas Marcos Boulos disse, em entrevista à Folha de S. Paulo, que é “inviável erradicar o mosquito”.
Na época, ele já dizia que era preciso conscientizar a população no combate ao mosquito também fora da época em que ele se prolifera e argumentava que a expansão da população impedia o controle, como foi feito há mais de cem anos.
Ao HuffPost Brasil, o presidente executivo do Instituto Trata Brasil, Édison Carlos, ressaltou que o combate ao mosquito depende da questão sanitária: “Pouca gente olha a cidade como um todo. O Brasil é muito carente nisso. Só agora estão dando mais atenção ao saneamento básico de forma geral. Não é só a casa das pessoas, mas também na infraestrutura que cabe aos prefeitos, governadores.”
Em nota, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) classificou o momento que o Brasil vive como uma “tragédia sanitária”.
Erradicar o inimigo número 1 do Brasil, como o ministro da Saúde, Marcelo Castro, se refere ao mosquito, é uma tarefa que, segundo os sanitaristas, exige muito investimento em infraestrutura e um amplo trabalho de conscientização da população e dos governantes. A expectativa deles é que o País aproveite o momento para perceber a importância do saneamento básico.
Disponível em> http://www.tratabrasil.org.br/como-o-brasil
-eliminou-o-mosquito-da-dengue-nos-anos-1950-e-por-que-e-tao-dificil-repetir a-tarefa-2<. Data da consulta: 22/02/2016.
Ainda, segundo o texto, as doenças, nele citadas, que podem ser transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti são:
 

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Há alguns fatores que sinalizam para a possibilidade de fraudes e desperdício na gestão do orçamento, e cabe aos gestores públicos tê-los sempre em mente e trabalhar para modificar tais situações, EXCETO:
 

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Da leitura da publicidade a seguir, pode-se depreender:
Enunciado 2800875-1
 

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2519029 Ano: 2016
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
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Do ponto de vista da lógica, a proposição “no mês de novembro, ou choverá ou não choverá no sertão da Paraíba” é uma:
 

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2519016 Ano: 2016
Disciplina: Direitos Humanos
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Soledade-PB
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A Política Nacional de Saúde Mental (PNSM) instituída pela Lei 10.216/2001 define um conjunto de ações para os profissionais que atuam na NASF (Núcleo de Atenção à Saúde da Família.). Assinale a alternativa abaixo que EXCEPTUA a este conjunto.
 

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