Foram encontradas 30 questões.
O consumo como forma de afeto
Um ponto comum nas divergentes opiniões de pais
sobre os jovens é a crítica ao consumismo exacerbado.
Como entender esse comportamento à luz do que ocorreu
com a sociedade brasileira nas últimas décadas? Para
começar, há um encolhimento da família tradicional. Pais
têm um ou dois filhos, muitas vezes criados por apenas um
deles, já que quase 25% dos casamentos acabam antes dos
dez anos. Mães e pais saem desde cedo de casa para
trabalhar. E, encerrada a licença-maternidade, boa parte das
mulheres (quase 70% delas trabalham fora de casa hoje)
retoma sua lide diária de deslocamentos e dias extenuantes
em escritórios, lojas e fábricas. Os pais continuam correndo
atrás do pão nosso de cada dia.
Culpados pela sensação de que estão longe dos filhos,
eles tentam, muitas vezes, compensar a distância com
presentes. Não é à toa que, em pouco tempo, o quarto dos
pequenos está abarrotado de brinquedos, bonecas,
joguinhos e tudo o mais que estiver ao alcance do cartão de
crédito. Os pequenos percebem logo cedo que a birra, o
choro, a reclamação e o protesto são boa moeda de troca na
hora de conseguir o que querem. Pais com dificuldade de
dizer “não” e filhos ávidos em ganhar resultam em jovens
que consomem.
Nossa sociedade também forneceu o molde para que
essas transformações ocorressem. O valor do indivíduo
passou a ser medido, numa escala maior do que outras, por
aquilo que ele tem. O mérito da pessoa é avaliado hoje de
uma maneira muito superficial, por aquilo que pode ser
mostrado. E o consumo é moeda forte nesse mercado.
Para além do bom ou do ruim, o fenômeno é um reflexo
dos tempos que vivemos. Mas é importante lembrar que
existem outras possibilidades e valores que podem ser
trabalhados com os filhos. Senão, corremos o risco de criar
adultos insuportáveis. As escolhas profissionais, pessoais,
amorosas podem vir influenciadas exclusivamente por esse
viés consumista e individualista. A vida emocional pode ficar
ainda mais solitária, pragmática e chata. Esse futuro é seu
sonho de consumo?
(Jairo Bouer. Revista Época. 2012. Com adaptações.)
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O consumo como forma de afeto
Um ponto comum nas divergentes opiniões de pais
sobre os jovens é a crítica ao consumismo exacerbado.
Como entender esse comportamento à luz do que ocorreu
com a sociedade brasileira nas últimas décadas? Para
começar, há um encolhimento da família tradicional. Pais
têm um ou dois filhos, muitas vezes criados por apenas um
deles, já que quase 25% dos casamentos acabam antes dos
dez anos. Mães e pais saem desde cedo de casa para
trabalhar. E, encerrada a licença-maternidade, boa parte das
mulheres (quase 70% delas trabalham fora de casa hoje)
retoma sua lide diária de deslocamentos e dias extenuantes
em escritórios, lojas e fábricas. Os pais continuam correndo
atrás do pão nosso de cada dia.
Culpados pela sensação de que estão longe dos filhos,
eles tentam, muitas vezes, compensar a distância com
presentes. Não é à toa que, em pouco tempo, o quarto dos
pequenos está abarrotado de brinquedos, bonecas,
joguinhos e tudo o mais que estiver ao alcance do cartão de
crédito. Os pequenos percebem logo cedo que a birra, o
choro, a reclamação e o protesto são boa moeda de troca na
hora de conseguir o que querem. Pais com dificuldade de
dizer “não” e filhos ávidos em ganhar resultam em jovens
que consomem.
Nossa sociedade também forneceu o molde para que
essas transformações ocorressem. O valor do indivíduo
passou a ser medido, numa escala maior do que outras, por
aquilo que ele tem. O mérito da pessoa é avaliado hoje de
uma maneira muito superficial, por aquilo que pode ser
mostrado. E o consumo é moeda forte nesse mercado.
Para além do bom ou do ruim, o fenômeno é um reflexo
dos tempos que vivemos. Mas é importante lembrar que
existem outras possibilidades e valores que podem ser
trabalhados com os filhos. Senão, corremos o risco de criar
adultos insuportáveis. As escolhas profissionais, pessoais,
amorosas podem vir influenciadas exclusivamente por esse
viés consumista e individualista. A vida emocional pode ficar
ainda mais solitária, pragmática e chata. Esse futuro é seu
sonho de consumo?
(Jairo Bouer. Revista Época. 2012. Com adaptações.)
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O consumo como forma de afeto
Um ponto comum nas divergentes opiniões de pais
sobre os jovens é a crítica ao consumismo exacerbado.
Como entender esse comportamento à luz do que ocorreu
com a sociedade brasileira nas últimas décadas? Para
começar, há um encolhimento da família tradicional. Pais
têm um ou dois filhos, muitas vezes criados por apenas um
deles, já que quase 25% dos casamentos acabam antes dos
dez anos. Mães e pais saem desde cedo de casa para
trabalhar. E, encerrada a licença-maternidade, boa parte das
mulheres (quase 70% delas trabalham fora de casa hoje)
retoma sua lide diária de deslocamentos e dias extenuantes
em escritórios, lojas e fábricas. Os pais continuam correndo
atrás do pão nosso de cada dia.
Culpados pela sensação de que estão longe dos filhos,
eles tentam, muitas vezes, compensar a distância com
presentes. Não é à toa que, em pouco tempo, o quarto dos
pequenos está abarrotado de brinquedos, bonecas,
joguinhos e tudo o mais que estiver ao alcance do cartão de
crédito. Os pequenos percebem logo cedo que a birra, o
choro, a reclamação e o protesto são boa moeda de troca na
hora de conseguir o que querem. Pais com dificuldade de
dizer “não” e filhos ávidos em ganhar resultam em jovens
que consomem.
Nossa sociedade também forneceu o molde para que
essas transformações ocorressem. O valor do indivíduo
passou a ser medido, numa escala maior do que outras, por
aquilo que ele tem. O mérito da pessoa é avaliado hoje de
uma maneira muito superficial, por aquilo que pode ser
mostrado. E o consumo é moeda forte nesse mercado.
Para além do bom ou do ruim, o fenômeno é um reflexo
dos tempos que vivemos. Mas é importante lembrar que
existem outras possibilidades e valores que podem ser
trabalhados com os filhos. Senão, corremos o risco de criar
adultos insuportáveis. As escolhas profissionais, pessoais,
amorosas podem vir influenciadas exclusivamente por esse
viés consumista e individualista. A vida emocional pode ficar
ainda mais solitária, pragmática e chata. Esse futuro é seu
sonho de consumo?
(Jairo Bouer. Revista Época. 2012. Com adaptações.)
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Um ponto comum nas divergentes opiniões de pais
sobre os jovens é a crítica ao consumismo exacerbado.
Como entender esse comportamento à luz do que ocorreu
com a sociedade brasileira nas últimas décadas? Para
começar, há um encolhimento da família tradicional. Pais
têm um ou dois filhos, muitas vezes criados por apenas um
deles, já que quase 25% dos casamentos acabam antes dos
dez anos. Mães e pais saem desde cedo de casa para
trabalhar. E, encerrada a licença-maternidade, boa parte das
mulheres (quase 70% delas trabalham fora de casa hoje)
retoma sua lide diária de deslocamentos e dias extenuantes
em escritórios, lojas e fábricas. Os pais continuam correndo
atrás do pão nosso de cada dia.
Culpados pela sensação de que estão longe dos filhos,
eles tentam, muitas vezes, compensar a distância com
presentes. Não é à toa que, em pouco tempo, o quarto dos
pequenos está abarrotado de brinquedos, bonecas,
joguinhos e tudo o mais que estiver ao alcance do cartão de
crédito. Os pequenos percebem logo cedo que a birra, o
choro, a reclamação e o protesto são boa moeda de troca na
hora de conseguir o que querem. Pais com dificuldade de
dizer “não” e filhos ávidos em ganhar resultam em jovens
que consomem.
Nossa sociedade também forneceu o molde para que
essas transformações ocorressem. O valor do indivíduo
passou a ser medido, numa escala maior do que outras, por
aquilo que ele tem. O mérito da pessoa é avaliado hoje de
uma maneira muito superficial, por aquilo que pode ser
mostrado. E o consumo é moeda forte nesse mercado.
Para além do bom ou do ruim, o fenômeno é um reflexo
dos tempos que vivemos. Mas é importante lembrar que
existem outras possibilidades e valores que podem ser
trabalhados com os filhos. Senão, corremos o risco de criar
adultos insuportáveis. As escolhas profissionais, pessoais,
amorosas podem vir influenciadas exclusivamente por esse
viés consumista e individualista. A vida emocional pode ficar
ainda mais solitária, pragmática e chata. Esse futuro é seu
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(Jairo Bouer. Revista Época. 2012. Com adaptações.)
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Um ponto comum nas divergentes opiniões de pais
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com a sociedade brasileira nas últimas décadas? Para
começar, há um encolhimento da família tradicional. Pais
têm um ou dois filhos, muitas vezes criados por apenas um
deles, já que quase 25% dos casamentos acabam antes dos
dez anos. Mães e pais saem desde cedo de casa para
trabalhar. E, encerrada a licença-maternidade, boa parte das
mulheres (quase 70% delas trabalham fora de casa hoje)
retoma sua lide diária de deslocamentos e dias extenuantes
em escritórios, lojas e fábricas. Os pais continuam correndo
atrás do pão nosso de cada dia.
Culpados pela sensação de que estão longe dos filhos,
eles tentam, muitas vezes, compensar a distância com
presentes. Não é à toa que, em pouco tempo, o quarto dos
pequenos está abarrotado de brinquedos, bonecas,
joguinhos e tudo o mais que estiver ao alcance do cartão de
crédito. Os pequenos percebem logo cedo que a birra, o
choro, a reclamação e o protesto são boa moeda de troca na
hora de conseguir o que querem. Pais com dificuldade de
dizer “não” e filhos ávidos em ganhar resultam em jovens
que consomem.
Nossa sociedade também forneceu o molde para que
essas transformações ocorressem. O valor do indivíduo
passou a ser medido, numa escala maior do que outras, por
aquilo que ele tem. O mérito da pessoa é avaliado hoje de
uma maneira muito superficial, por aquilo que pode ser
mostrado. E o consumo é moeda forte nesse mercado.
Para além do bom ou do ruim, o fenômeno é um reflexo
dos tempos que vivemos. Mas é importante lembrar que
existem outras possibilidades e valores que podem ser
trabalhados com os filhos. Senão, corremos o risco de criar
adultos insuportáveis. As escolhas profissionais, pessoais,
amorosas podem vir influenciadas exclusivamente por esse
viés consumista e individualista. A vida emocional pode ficar
ainda mais solitária, pragmática e chata. Esse futuro é seu
sonho de consumo?
(Jairo Bouer. Revista Época. 2012. Com adaptações.)
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1122733
Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Suzano-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Suzano-SP
Provas:
Proletariado se refere à classe social mais baixa que se
formou dentro das sociedades industrializadas. Quanto ao
proletariado, analise as afirmativas a seguir.
I. A classe dos proletários é a classe dos operários,
constituída de indivíduos que se caracterizam pela sua
condição permanente de assalariados e pelos seus
modos de vida e atitudes decorrentes de tal situação.
II. A palavra proletário teve origem entre os romanos, para
descrever o cidadão pobre que só era útil à República
para gerar prole (filho), que, no futuro, iria servir à Pátria.
III. A burguesia é a classe social que está ao lado do
proletariado; trata-se da classe social, do regime capitalista, que abrange todos os grupos ou indivíduos, cujos
interesses se identificam com os dos possuidores de
capital.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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1122729
Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Suzano-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Suzano-SP
Provas:
Dilma Vana Rousseff nasceu em Belo Horizonte, em 14 de
dezembro de 1947. Iniciou sua militância política aos 16
anos e ingressou na luta armada contra a Ditadura Militar.
Foi presa em 1970 por quase três anos e submetida à
tortura. Após deixar a prisão, Dilma se mudou para Porto
Alegre e se formou em Economia na Universidade Federal
do Rio Grande do Sul (UFRGS). Em 1980, ajudou a fundar o
seguinte partido político:
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1122722
Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Suzano-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Suzano-SP
Provas:
Os recursos naturais não renováveis são aqueles que não
se renovam em um espaço de tempo que garanta o suprimento das necessidades do ser humano, sendo, portanto,
uma regeneração lenta. São considerados recursos naturais não renováveis, EXCETO:
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1122721
Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Suzano-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Suzano-SP
Provas:
Em relação ao Plano Real, está INCORRETO o que se a firma
em:
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1122718
Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Suzano-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Suzano-SP
Provas:
O Mercosul atravessa um processo acelerado de fortalecimento econômico, comercial e institucional. Os Estados
Partes consolidaram um modelo de integração pragmático,
voltado para resultados concretos no curto prazo. O
sentido da integração do Mercosul atual é a busca da
prosperidade econômica com democracia, estabilidade
política e respeito aos direitos humanos e liberdades
fundamentais. São membros fundadores do Mercosul,
EXCETO:
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Cadernos
Caderno Container