As principais modificações introduzidas no REURB – Nova
Política Nacional, com base na Lei nº 13.645/2017, se refere a
processos de regularização fundiária, políticas de habitação, assentamento irregular, dentre outras. NÃO se refere
ao objetivo da Lei:
A partir de junho de 2008, com a aprovação da Lei nº
11.705, que altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB),
ficou proibido o consumo de qualquer quantidade de
bebida alcoólica por condutores de veículo. Um motorista
com índices alcoólicos acima do estabelecido em Lei pode
comprometer que fator dos designados a seguir para
acontecer acidentes?
O trecho contextualiza a questão. Leia-o
atentamente
São três as abordagens básicas da análise de tráfego: a
macroscópica, que se preocupa em descrever o comportamento das correntes de tráfego; a microscópica, que se
interessa pela interação entre dois veículos consecutivos em
uma corrente de tráfego; e, a mesoscópica, cujas unidades
analisadas são grupamentos de veículos que se formam nos
sistemas viários.
Há várias propostas para a abordagem macroscópica dos
modelos clássicos de Greenshields, Greenberg e Underwood,
conhecida como modelos de fluxo-concentração. Considere uma situação onde a velocidade de fluxo livre é de 60
km/h, a concentração máxima é de 1.000 veículos e o
máximo fluxo é de 600 km/h. Utilizando o modelo
parabólico, oriundo do modelo de Greenshields para a
relação velocidade-concentração, qual seria a velocidade
ótima e a concentração ótima respectivamente?
O trecho contextualiza a questão. Leia-o
atentamente
São três as abordagens básicas da análise de tráfego: a
macroscópica, que se preocupa em descrever o comportamento das correntes de tráfego; a microscópica, que se
interessa pela interação entre dois veículos consecutivos em
uma corrente de tráfego; e, a mesoscópica, cujas unidades
analisadas são grupamentos de veículos que se formam nos
sistemas viários.
Uma das propostas de análise da abordagem macroscópica
e modelo linear de velocidade-concentração foi elaborada
por Greenshields, em 1935. São consideradas variáveis de
interesse para os modelos macroscópicos:
O trecho contextualiza a questão. Leia-o
atentamente
São três as abordagens básicas da análise de tráfego: a
macroscópica, que se preocupa em descrever o comportamento das correntes de tráfego; a microscópica, que se
interessa pela interação entre dois veículos consecutivos em
uma corrente de tráfego; e, a mesoscópica, cujas unidades
analisadas são grupamentos de veículos que se formam nos
sistemas viários.
Há várias propostas de análise para a abordagem macroscópica: modelo de Greenshields, Greenberg e Underwood,
dentre outras. Considere uma situação onde a velocidade
de fluxo livre é de 60 km/h, a concentração máxima é de
1.000 veículos e o máximo fluxo é de 600 km/h. Utilizando
o modelo de Greenshields, qual seria a velocidade dos
carros na via quando a concentração for de 300 veículos
A Engenharia de Tráfego é a parte da Engenharia de Transportes que trata dos problemas de planejamento, operação e controle de tráfego, desenho geométrico, suas redes,
terminais, terrenos adjacentes e a relação com outros
modos de transporte. Os profissionais que trabalham como
engenheiros de tráfego objetivam:
Para dimensionar um semáforo, é necessário seguir um
roteiro, a fim de reduzir ou diminuir falhas no sistema
via/veículo/motorista. NÃO se adéqua à etapa para
dimensionar um semáforo:
O engenheiro de tráfego deve analisar o usuário dos
sistemas de transporte para organizar suas ações de
mobilidade e segurança. A idealização do usuário-padrão
deve ser dentro de uma visão sistêmica pensando em três
fatores relacionados aos motoristas: os estímulos sofridos
pelos usuários; as reações correspondentes; e, o tempo
decorrido entre a ocorrência do estímulo e a materialização da reação do usuário. Tais fatores são conhecidos pela
sigla inglesa PIEV, que remonta a: Percepção, Identificação,
Decisão e Ação. NÃO tem relação com a Percepção:
Identificar obstáculos e antever reações de usuários a eles
é importante para bem desenhar uma rodovia e sua sinalização, evitando, assim, acidentes. Tomando a estrutura
do usuário-padrão que um engenheiro de tráfego deve
idealizar para os seus projetos, pensando em: Percepção,
Identificação, Decisão e Ação, indique o que deve ser
evitado no planejamento para o usuário ter segurança na
identificação de situações pouco convencionais.
A Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) divulgou,
em 2019, que cerca de 1,35 milhão de pessoas morrem a
cada ano em decorrência de acidentes no trânsito. Dentre
os fatores de risco que contribuem com tal estatística, a
OPAS indica que um aumento na velocidade média está
diretamente relacionado tanto com a probabilidade de
ocorrência de um acidente quanto com a gravidade das
suas consequências. Cada aumento de 1% na velocidade
média produz, por exemplo, um aumento de 4% no risco
de acidente fatal e um aumento de 3% no risco de acidente
grave. O risco de morte para pedestres atingidos frontalmente por automóveis aumenta consideravelmente (4,5
vezes de 50 km/h para 65 km/h). Com base nas informações anteriores, o engenheiro de tráfego, para reduzir essa
estatística, deverá, EXCETO: