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Analise o trecho do poema "Balada dos Loucos", de João da Cruz e Sousa.
Balada dos Loucos
Mudos atalhos afora, na soturnidade de alta noite, eu e ela caminhávamos.
Eu, no calabouço sinistro de uma dor absurda, como de feras devorando entranhas, sentindo uma sensibilidade atroz morder-me, dilacerar-me.
Ela, transfigurada por tremenda alienação, louca, rezando e soluçando baixinho rezas bárbaras.
Eu e ela, ela e eu! – ambos alucinados, loucos, na sensação inédita de uma dor jamais experimentada.
É sintoma característico dos quadros psicóticos a
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Um dos autores mais importantes da teoria das relações internacionais no pós-guerra, Johan Galtung, dedicou sua carreira intelectual ao estudo da paz e da solução de conflitos. Em uma de suas obras, ele oferece um método para a solução pacífica de conflitos.
A esse respeito, preencha corretamente as lacunas do texto a seguir.
Em termos processuais, propõe a superação dos princípios da luta e do adiamento pelo(a) e pelo(a) . Em termos dos resultados, propõe a superação dos princípios da vitória e da retirada pelo(a) e pelo(a) .
A sequência que preenche corretamente as lacunas é
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Considere estes versos do poema "A mão suja" de Carlos Drummond de Andrade.
A mão suja
Minha mão está suja.
Preciso cortá-la.
Não adianta lavar.
A água está podre.
Nem ensaboar.
O sabão é ruim.
A mão está suja,
Suja há muitos anos.
[...]
Este trecho demostra a angustiosa sensação do sujeito de sentir-se sujo e que está relacionada ao quadro
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Leia o texto a seguir para responder a questão.
Atendimento psicossocial: humanização é foco do tratamento em Aracaju
13 de outubro de 2017 – Tirzah Braga
Um cuidado fundamentado na humanização, que envolve arte, família e gestão participativa. Assim é o modelo de tratamento utilizado pela Rede de Atenção Psicossocial (Reaps) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Aracaju. Desde 2003, a política pública instituída pelo Ministério da Saúde tem sido desenvolvida na capital aracajuana como forma de transformar a realidade de milhares de pessoas com transtornos mentais ou por uso de álcool e outras drogas.
As oficinas terapêuticas oferecidas nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps) da cidade são algumas das ações que auxiliam no tratamento humanizado dos pacientes, através da produção de trabalhos manuais, grupos musicais e teatrais, e da prática de atividades esportivas.
Assim como acontece nas seis unidades dos Caps disponibilizadas à população, a assistente social do Caps Arthur Bispo do Rosário, Rosângela Nunes, realiza constantemente reuniões com os pais ou responsáveis das crianças e adolescentes com transtorno mental que são atendidos na unidade. De acordo com ela, o grupo coloca os familiares em igualdade de condição, gerando apoio mútuo.
Para o motorista Vitório Heliotério Júnior, pai de uma das crianças atendidas pelo Caps, as reuniões são fundamentais para a evolução no tratamento dos pacientes. “Aqui nós aprendemos a cuidar e a educar o nosso filho de acordo com a necessidade. Antes a gente não sabia direito como lidar com o comportamento dele, mas com as reuniões nós estamos compreendendo e ele está tendo um desenvolvimento melhor. Acredito que a nossa colaboração em casa tem sido bem positiva”, reconhece.
Além disso, os usuários, trabalhadores e gestores também participam das decisões a respeito do Caps, por meio das assembleias nas unidades. “Eles abordam o que querem nas reuniões, sugerem o que pode melhorar e o que pode ser feito para resolver a situação. Essa cogestão é uma das diretrizes definidas pela Política Nacional de Humanização do Ministério da Saúde que colocamos em prática”, explica Dalmare Sá, coordenador da Reaps.
“O SUS foi criado em 1988 para esse tipo de cuidado, que não olhasse só para a doença, mas sim para todo o contexto. Hoje, a saúde mental é potente por conta disso, ela consegue transcender à (sic) questão da saúde e da doença. Trabalhamos todos os aspectos do indivíduo e vale a pena fazer a diferença na vida das pessoas”, destaca o coordenador da Reaps.
A Política Nacional de Humanização (PNH) foi implantada pelo Ministério de Saúde, em 2003, para efetivar os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) no cotidiano das práticas de atenção e gestão, qualificando a saúde pública no Brasil e incentivando trocas solidárias entre os participantes.
Disponível em: <http://www.faxaju.com.br/index.php/2017/10/13/atendimento-psicossocial- humanizacao-e-foco-do-tratamento-em-aracaju/>. Acesso em: 14 out. 2017 (fragmento adaptado).
“Hoje, a saúde mental é potente por conta disso, ela consegue transcender à (sic) questão da saúde e da doença. Trabalhamos todos os aspectos do indivíduo e vale a pena fazer a diferença na vida das pessoas [...]”.
A respeito do emprego da pontuação e da acentuação nesse trecho, é INCORRETO afirmar que
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Atendimento psicossocial: humanização é foco do tratamento em Aracaju
13 de outubro de 2017 – Tirzah Braga
Um cuidado fundamentado na humanização, que envolve arte, família e gestão participativa. Assim é o modelo de tratamento utilizado pela Rede de Atenção Psicossocial (Reaps) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Aracaju. Desde 2003, a política pública instituída pelo Ministério da Saúde tem sido desenvolvida na capital aracajuana como forma de transformar a realidade de milhares de pessoas com transtornos mentais ou por uso de álcool e outras drogas.
As oficinas terapêuticas oferecidas nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps) da cidade são algumas das ações que auxiliam no tratamento humanizado dos pacientes, através da produção de trabalhos manuais, grupos musicais e teatrais, e da prática de atividades esportivas.
Assim como acontece nas seis unidades dos Caps disponibilizadas à população, a assistente social do Caps Arthur Bispo do Rosário, Rosângela Nunes, realiza constantemente reuniões com os pais ou responsáveis das crianças e adolescentes com transtorno mental que são atendidos na unidade. De acordo com ela, o grupo coloca os familiares em igualdade de condição, gerando apoio mútuo.
Para o motorista Vitório Heliotério Júnior, pai de uma das crianças atendidas pelo Caps, as reuniões são fundamentais para a evolução no tratamento dos pacientes. “Aqui nós aprendemos a cuidar e a educar o nosso filho de acordo com a necessidade. Antes a gente não sabia direito como lidar com o comportamento dele, mas com as reuniões nós estamos compreendendo e ele está tendo um desenvolvimento melhor. Acredito que a nossa colaboração em casa tem sido bem positiva”, reconhece.
Além disso, os usuários, trabalhadores e gestores também participam das decisões a respeito do Caps, por meio das assembleias nas unidades. “Eles abordam o que querem nas reuniões, sugerem o que pode melhorar e o que pode ser feito para resolver a situação. Essa cogestão é uma das diretrizes definidas pela Política Nacional de Humanização do Ministério da Saúde que colocamos em prática”, explica Dalmare Sá, coordenador da Reaps.
“O SUS foi criado em 1988 para esse tipo de cuidado, que não olhasse só para a doença, mas sim para todo o contexto. Hoje, a saúde mental é potente por conta disso, ela consegue transcender à (sic) questão da saúde e da doença. Trabalhamos todos os aspectos do indivíduo e vale a pena fazer a diferença na vida das pessoas”, destaca o coordenador da Reaps.
A Política Nacional de Humanização (PNH) foi implantada pelo Ministério de Saúde, em 2003, para efetivar os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) no cotidiano das práticas de atenção e gestão, qualificando a saúde pública no Brasil e incentivando trocas solidárias entre os participantes.
Disponível em: <http://www.faxaju.com.br/index.php/2017/10/13/atendimento-psicossocial- humanizacao-e-foco-do-tratamento-em-aracaju/>. Acesso em: 14 out. 2017 (fragmento adaptado).
"O SUS foi criado em 1988 para esse tipo de cuidado, que não olhasse só para a doença, mas sim para todo o contexto."
Esse fragmento dá ênfase à função da linguagem que recebe o nome de
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Leia o texto a seguir para responder a questão.
Sem novidades no front
Esperava que o marido voltasse da guerra. Durante os primeiros anos, quando ele certamente não chegaria, preparou compotas. Depois, a partir do momento em que o regresso se tornava uma possibilidade iminente, assou pães, e a cada semana uma torta de peras, enchendo a casa com o perfume açucarado que, antes mesmo do seu sorriso, lhe daria as boas-vindas.
Um dia chegou o vizinho da frente. No outro chegou o vizinho do lado. E seu marido não chegou. Voltaram os gêmeos morenos. Voltaram os três irmãos louros. E seu marido não voltou. Aos poucos, todos os homens da pequena cidade estavam de volta às suas casas. Menos um. O seu.
Paciente, ainda assim ela espanava os vidros de compotas, abria em cruz a massa levedada, e descascava peras.
Há muito a guerra havia terminado, quando a silhueta escura parou hesitante frente ao seu portão. Antes que sequer batesse palmas, foi ela recebê-lo, de avental limpo. E puxando-o pela mão o trouxe para dentro, fez que lavasse o rosto na pia mesmo da cozinha, sentasse à mesa, enfim um homem no espaço que a ele sempre fora dedicado.
Encheu-lhe o copo de vinho, serviu-lhe a fatia de torta. Profunda paz a invadia enquanto o olhava comer esfaimado. E esforçando- se para não perceber que aquele não era o seu marido, começou a fazer-lhe perguntas sobre o front.
COLASANTI, Marina. Contos de Amor Rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. p. 151-
A característica que determina o pertencimento desse texto ao gênero “conto” é o fato de ele
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Em relação à temporalidade da Psicoterapia Breve, é correto afirmar que a
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Leia o texto a seguir para responder a questão.
Atendimento psicossocial: humanização é foco do tratamento em Aracaju
13 de outubro de 2017 – Tirzah Braga
Um cuidado fundamentado na humanização, que envolve arte, família e gestão participativa. Assim é o modelo de tratamento utilizado pela Rede de Atenção Psicossocial (Reaps) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Aracaju. Desde 2003, a política pública instituída pelo Ministério da Saúde tem sido desenvolvida na capital aracajuana como forma de transformar a realidade de milhares de pessoas com transtornos mentais ou por uso de álcool e outras drogas.
As oficinas terapêuticas oferecidas nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps) da cidade são algumas das ações que auxiliam no tratamento humanizado dos pacientes, através da produção de trabalhos manuais, grupos musicais e teatrais, e da prática de atividades esportivas.
Assim como acontece nas seis unidades dos Caps disponibilizadas à população, a assistente social do Caps Arthur Bispo do Rosário, Rosângela Nunes, realiza constantemente reuniões com os pais ou responsáveis das crianças e adolescentes com transtorno mental que são atendidos na unidade. De acordo com ela, o grupo coloca os familiares em igualdade de condição, gerando apoio mútuo.
Para o motorista Vitório Heliotério Júnior, pai de uma das crianças atendidas pelo Caps, as reuniões são fundamentais para a evolução no tratamento dos pacientes. “Aqui nós aprendemos a cuidar e a educar o nosso filho de acordo com a necessidade. Antes a gente não sabia direito como lidar com o comportamento dele, mas com as reuniões nós estamos compreendendo e ele está tendo um desenvolvimento melhor. Acredito que a nossa colaboração em casa tem sido bem positiva”, reconhece.
Além disso, os usuários, trabalhadores e gestores também participam das decisões a respeito do Caps, por meio das assembleias nas unidades. “Eles abordam o que querem nas reuniões, sugerem o que pode melhorar e o que pode ser feito para resolver a situação. Essa cogestão é uma das diretrizes definidas pela Política Nacional de Humanização do Ministério da Saúde que colocamos em prática”, explica Dalmare Sá, coordenador da Reaps.
“O SUS foi criado em 1988 para esse tipo de cuidado, que não olhasse só para a doença, mas sim para todo o contexto. Hoje, a saúde mental é potente por conta disso, ela consegue transcender à (sic) questão da saúde e da doença. Trabalhamos todos os aspectos do indivíduo e vale a pena fazer a diferença na vida das pessoas”, destaca o coordenador da Reaps.
A Política Nacional de Humanização (PNH) foi implantada pelo Ministério de Saúde, em 2003, para efetivar os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) no cotidiano das práticas de atenção e gestão, qualificando a saúde pública no Brasil e incentivando trocas solidárias entre os participantes.
Disponível em: <http://www.faxaju.com.br/index.php/2017/10/13/atendimento-psicossocial- humanizacao-e-foco-do-tratamento-em-aracaju/>. Acesso em: 14 out. 2017 (fragmento adaptado).
Segundo a notícia, o objetivo central do tratamento oferecido pela Rede de Atenção Psicossocial (Reaps) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Aracaju, apontado no primeiro parágrafo, é
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A desinstitucionalização NÃO pode ser definida como
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Segundo Alves e Francisco (2009, p.771) “conceber o homem em movimento é uma das metas da abordagem psicossocial, na consideração de que a consciência e a identidade constituem elementos importantes para a expressão da condição humana.” Essa perspectiva colabora para que seja superada a visão que entende o transtorno mental como unicamente da ordem individual, dissociado da rede em que vive o indivíduo.
Sobre esta abordagem, analise as afirmações a seguir.
I- A abordagem psicossocial possibilita a descoberta do tratamento mais adequado para o sujeito, focando em sua cura e na melhora no transtorno psíquico.
II- A abordagem psicossocial possibilita a inclusão de mais membros que compõem a rede do sujeito nos atendimentos ofertados.
III- É necessário assumir espaços coletivos de decisão, de construção, e, para tanto, a palavra precisa circular.
IV- Para uma maior organização do serviço, é importante que as hierarquias sejam mantidas, sobretudo a hierarquia médico-paciente, terapeuta-paciente.
V- Na clínica ampliada, torna-se necessário fortalecer, no âmbito multidisciplinar e no multiprofissional, as relações dos grupos em um território de vida onde os fazeres se constroem.
Está correto apenas o que se afirma em
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