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Foram encontradas 50 questões.

Na construção do projeto político- pedagógico, deve- se considerar que ele:

I· é um documento que deve ser produzido na escola;

II· envolve parte da comunidade escolar em sua elaboração;

III· estipula os objetivos da instituição e os meios para seu alcance;

IV· deve observar tanto a realidade da escola quanto da comunidade escolar.

Assinale a alternativa correta:

 

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Nos termos do art. 248 da lei Orgânica do Município de Tailândia/PA, o dever do Município com a educação será efetivado mediante a garantia de, exceto:

 

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Leia o texto e responda o que se pede no comando da questão.

Pais, façam o favor de serem chatos: pais slderados

ou Inibidos diante da tarefa de educar Silo um perigo

Um ginecologista conversa com sua paciente enquanto a examina. Seria uma cena corriqueira, se nao vlssemos seu rosto emergir dentre as pernas da mulher com um cigarro na boca.

São os anos 1960 e a cena da série ~Mad Men- (2007-2015, disponível na Nettlix) ilustra a onipresença do cigarro no mundo àquela época.

Enquanto a propaganda do Mariboro associava cigarro à masculinidade, saúde e natureza, as pesquisas médicas denunciavam que a terra ·onde os homens se encontram- estava mais para "fazenda branca- do que para paraíso dos machões. Pesquisar os efeitos, admiti-los publicamente, lutar contra os interesses financeiros dos gigantes do tabaco - Indústria e propaganda -, implementar medidas de saúde pública para mudança de hábito e diminuição de danos, lutar contra o próprio vício, enfim, tratou-se e trata-se de um longo e interminável processo.

Será que esse exemplo pode nos ajudar a pensar sobre o atual vicio nas redes virtuais? Pesquisas e experiências clinicas se acumulam mostrando os efeitos alarmantes do mergulho no mundo virtual sem mediação e sem restrições: depressão. dificuldades nas relações sociais, sexuais. escolares, distúrbios psíquicos, somáticos, adição, empobrecimento simbólico, violência.

A pesquisa internacional TIC Klds an-line estuda, desde 2012, riscos e oportunidades que o uso da internet oferece a crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos.

Vale ressaltar que as mfdias, diferentemente de outros vícios, são ferramentas fantásticas para a aquisição de conhecimento, para a realização de tarefas cotidianas e para certo tipo de interação social.

Tanto pior, pois fica ainda mais diflcil discriminar joio e trigo, quando as vantagens são evidentes e inegáveis. Mas os riscos também o são e, se perdermos mais tempo desbundados ou Inibidos diante da revolução virtual é porque nos omitimos da nossa responsabilidade de apresentar paulatinamente o mundo às crianças.

Uso restrito e mediado durante toda a Infância, controle de conteúdo, compartilhamento de experiências com os pais, regras de uso mantidas mesmo sob protesto das crianças e aquisição de liberdade gradual são dicas apontadas por especialistas, mas que pais, mães e educadores mais investidos não teriam dificuldade de deduzir sozinhos.

Pais se mostram inibidos por não dominarem as ferramentas e, ao mesmo tempo, por se encontrarem tão ou mais abduzidos pelas novidades virtuais quanto os filhos.

É muito difícil segurar a onda de uma criança quando ela vê que à sua volta "todos os outros pais deixam" ou está "todo mundo usando". Sinal de que falta uma ação coletiva para e d enfrentar os riscos comprovados da virtualidade precoce e desassistida.

Já sabemos que as redes virtuais fazem muito mal, que 5 eus inventores não deixam os próprios filhos usarem, que as pesquisas apontam a necessidade de mediar e restringir o uso. que esperamos? Que todos os outros assumam seu papel, antes de o assumirmos nós mesmos?

Se cada pai/mãe fizesse o servicinho sujo que lhe cabe, de aguentar dizer não - e a cara feia decorrente -, provavelmente sobrariam menos perrengues para quem assume a árdua tarefa de educador.

Depois de uma batalha campal para sustentar perante a filha menor de Idade que ela não poderia Ir à balada de adultos, que " todas- as-minhas-amigas- vão- papal"·, meu marido recebe um telefonema.

Pais que deixaram os filhos Irem - e se arrependeram diante dos riscos envolvidos- ligam para perguntar como ele conseguiu aguentar a tromba da filha.

Resposta sincera? Apesar de vocês.

Vem Iacooelli Diretora do insumo Gerar, autora de

0 Mal-estar na Maternidade" e "Como Criar Filhos no Século XXi". i:: doutora em psicologia pela USP. Fonte: Folha (22/1012019).

Não há sinonimia em:

 

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A educação para a diversidade não é compativel com:

 

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1253901 Ano: 2019
Disciplina: Teologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA

Leia o texto a seguir:

O ensino religioso. com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), ganhou o status de área de conhecimento e, consequentemente, passou por reformulações, agora, o componente curricular de ensino religioso deve garantir aos alunos o desenvolvimento de competências especificas. a saber:

* Conhecer os aspectos estruturantes das diferentes tradições/movimentos re1igiosos e filosofias de vida, a partir de pressupostos científicos, filosóficos, estéticos e éticos;

*Compreender, valorizar e respeitar as manifestações religiosas e filosofias de vida, suas experiências e saberes. em diferentes tempos, espaços e territórios;

* Reconhecer e cuidar de si, do outro, da coletividade e da natureza, enquanto expressão de valor da vida;

* Conviver com a diversidade de crenças, pensamentos, convicções, modos de ser e viver;

* Analisar as relações entre as tradições religiosas e os campos da cultura, da política, da economia, da saúde, da ciência, da tecnologia e do melo ambiente;

*Debater problematizar e posicionar-se frente aos discursos e práticas de intolerancia, discriminação e violência de cunho religioso, de modo a assegurar os direitos humanos no constante exercício da cidadania e da cultura da paz.

BRASIL Base NacionaI Comum Curricular. Brasília, DF. ministério da Educação, 2018. p.437.

Ao ler as competências especificas para o ensino religioso, o professor deve ter como preocupação no seu planejamento de ensino:

 

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1253516 Ano: 2019
Disciplina: Teologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA

Leia a competência seguinte: "Debater, problematizar e posicionar-se frente aos discursos e práticas de intolerância, discriminação e violência de cunho religioso, de modo e assegurar os direitos humanos no constante exercício da cidadania e da cultura da paz". Essa competência destinada a formação do aluno não permite que:

I- o espaço da escola seja destinado as celebrações religiosas de um credo religioso, a fim de evitar o proselitismo em favor deste,
como também, apologia defendendo ideologias que privilegiam uns, em detrimento de outros;

II- a comunidade escolar deva ser chamada para participar dos debates e palestras sobre a intolerância religiosa no espaço da escola, onde todos têm o direito de ser ouvidos e dar opiniões, a fim de se evitar preconceitos e discriminações;

III - a direção da escola e o corpo técnico tenham por obrigação chamar os responsáveis daqueles alunos, quando esses praticarem builying comprometendo a autoestima de outros alunos porque questões religiosas;

IV- quando surgirem problemas em sala de aula de alunos discriminando outros por não concordarem com suas convicções religiosas, o professor deve, imediatamente, evitar qualquer tipo de diálogo ou debate sobre o caso e, mandá-los à coordenação pedagógica.

 

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A interdisciplinaridade se refere a uma concepção de curriculo baseada na:

 

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Leia o texto e responda o que se pede no comando da questão.

Pais, façam o favor de serem chatos: pais slderados

ou Inibidos diante da tarefa de educar Silo um perigo

Um ginecologista conversa com sua paciente enquanto a examina. Seria uma cena corriqueira, se nao vlssemos seu rosto emergir dentre as pernas da mulher com um cigarro na boca.

São os anos 1960 e a cena da série ~Mad Men- (2007-2015, disponível na Nettlix) ilustra a onipresença do cigarro no mundo àquela época.

Enquanto a propaganda do Mariboro associava cigarro à masculinidade, saúde e natureza, as pesquisas médicas denunciavam que a terra ·onde os homens se encontram- estava mais para "fazenda branca- do que para paraíso dos machões. Pesquisar os efeitos, admiti-los publicamente, lutar contra os interesses financeiros dos gigantes do tabaco - Indústria e propaganda -, implementar medidas de saúde pública para mudança de hábito e diminuição de danos, lutar contra o próprio vício, enfim, tratou-se e trata-se de um longo e interminável processo.

Será que esse exemplo pode nos ajudar a pensar sobre o atual vicio nas redes virtuais? Pesquisas e experiências clinicas se acumulam mostrando os efeitos alarmantes do mergulho no mundo virtual sem mediação e sem restrições: depressão. dificuldades nas relações sociais, sexuais. escolares, distúrbios psíquicos, somáticos, adição, empobrecimento simbólico, violência.

A pesquisa internacional TIC Klds an-line estuda, desde 2012, riscos e oportunidades que o uso da internet oferece a crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos.

Vale ressaltar que as mfdias, diferentemente de outros vícios, são ferramentas fantásticas para a aquisição de conhecimento, para a realização de tarefas cotidianas e para certo tipo de interação social.

Tanto pior, pois fica ainda mais diflcil discriminar joio e trigo, quando as vantagens são evidentes e inegáveis. Mas os riscos também o são e, se perdermos mais tempo desbundados ou Inibidos diante da revolução virtual é porque nos omitimos da nossa responsabilidade de apresentar paulatinamente o mundo às crianças.

Uso restrito e mediado durante toda a Infância, controle de conteúdo, compartilhamento de experiências com os pais, regras de uso mantidas mesmo sob protesto das crianças e aquisição de liberdade gradual são dicas apontadas por especialistas, mas que pais, mães e educadores mais investidos não teriam dificuldade de deduzir sozinhos.

Pais se mostram inibidos por não dominarem as ferramentas e, ao mesmo tempo, por se encontrarem tão ou mais abduzidos pelas novidades virtuais quanto os filhos.

É muito difícil segurar a onda de uma criança quando ela vê que à sua volta "todos os outros pais deixam" ou está "todo mundo usando". Sinal de que falta uma ação coletiva para e d enfrentar os riscos comprovados da virtualidade precoce e desassistida.

Já sabemos que as redes virtuais fazem muito mal, que 5 eus inventores não deixam os próprios filhos usarem, que as pesquisas apontam a necessidade de mediar e restringir o uso. que esperamos? Que todos os outros assumam seu papel, antes de o assumirmos nós mesmos?

Se cada pai/mãe fizesse o servicinho sujo que lhe cabe, de aguentar dizer não - e a cara feia decorrente -, provavelmente sobrariam menos perrengues para quem assume a árdua tarefa de educador.

Depois de uma batalha campal para sustentar perante a filha menor de Idade que ela não poderia Ir à balada de adultos, que " todas- as-minhas-amigas- vão- papal"·, meu marido recebe um telefonema.

Pais que deixaram os filhos Irem - e se arrependeram diante dos riscos envolvidos- ligam para perguntar como ele conseguiu aguentar a tromba da filha.

Resposta sincera? Apesar de vocês.

Vem Iacooelli Diretora do insumo Gerar, autora de

0 Mal-estar na Maternidade" e "Como Criar Filhos no Século XXi". i:: doutora em psicologia pela USP. Fonte: Folha (22/1012019).

Não há relação correta entre referente e referido em:

 

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1229871 Ano: 2019
Disciplina: Teologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA

Leia o texto a seguir e responda a questão.

O Povo Bantu e a Aldeia de Deus

Conta a tradição dos antepassados baniu da Africa que, em tempos remotos, Deus habitava em uma aldeia em Rusnela e tinha um pacto com o povo: jamais alguém tentaria vê-lo. Enquanto todos honravam com o combinado, trabalharam felizes e conseguiram aumentos abundantes para todos, dançaram e cantaram nas horas livres e viveram seguros, tendo Deus por vizinho.

Um dia. porém, uma pessoa curiosa deixou uma cabeça de água fresca na porta da cabana, na hora do sol mais quente e, escondeu-se para vigiar. De repente seu mais quente e, escondeu-se para vigiar. De repente seu mais quente e, escondeu-se para v;giar. De repente seu da tarde, quando o sol sumiu atrás do lago, todos sentiram uma estranha saudade. Correram para a cabana de Deus, mas a encontraram vazia.

Houve escassez de caça, pesca e frutas, então, a sobrevivência tomou-se difícil e cansativa. Uma solidão enorme pousou sobre a aldeia e sobre o coração de cada um, e até hoje todos vivem oom saudade de Deus.

Mas nem tudo foi perdido. O Povo bantu de Ruanda crê que as pessoas, após a morte, passam para o outro lado do lago, lá onde o sol desce todas as tardes. É a aldeia de Deus, onde os antepassados vivem com Ele em uma perene festa.

A religião no mundo. O povo bantu e e aldeia de Deus. pp. 60 e 61.

Leia o texto com atenção e marque a alternativa incorreta.

 

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As afirmações seguintes estão relacionadas à história do municipio de Tailândia. Julgue-o sem Verdadeira (F) ou Falsa (F) e marque a alternativa com a sequência correta:

( ) No governo de Alacid da Silva Nunes houve a determinação ao ITERPA de intervenção na questão da terra que trazia tensão social à região.

( ) O levanta implem trabalho do ITERPA estava associado à verificaçao e levantamento de dados que possibilitasses ao órgão pensar e entrar um projeto de colonização na região.

Questão Anulada

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