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Foram encontradas 50 questões.

Um Mercado vende dois tipos de feijão P e R. Feita uma pesquisa sobre o consumo desses produtos durante o mês de Setembro, foram levantados os seguintes dados:

Produto P R P e R Nenhum dos dois
Nº de consumidores consultados 350 280 80 50

Com base nessas informações responda a questão:

Quantas pessoas foram consultadas?

 

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Por quanto devo vender um sítio que comprei por R$ 42.000,00 se desejo lucrar 15% sobre a compra?

 

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“Polícia encontra 39 corpos dentro de caminhão: 'tragédia absoluta”. (Fonte: https://www.diarioonline.com.br/noticias/ mundo-noticias/538891/policia-diz-que-corpos-encon tradosem- caminhao-sao-de-vietnamitas). Sobre o assunto noticiado apenas não se pode afirmar:

 

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Utilize a Lei Municipal n.º 195/2007 (Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Tailândia) para responder a questão.

De acordo com o art. 6º considera-se como necessidade temporária de excepcional interesse do Município, a contratação que vise a, exceto:

 

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Sobre a tecla do logotipo Windows, no Microsoft Windows 10, em. | sua configuração padrão, analise os itens a seguir:

I - Enunciado 1284582-1 + A irá abrir a central de ações.

II- Enunciado 1284582-2+ l irá abriras configurações.

III - Enunciado 1284582-3 + T irá percorrer aplicativos na barra de tarefas.

Marque a alternativa correta.

 

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Maria está utilizando o Microsoft Edge, ao clicar na tecla CTRL+U, executará qual comando?

 

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Utilize a Lei Municipal n.º 195/2007 (Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Tailândia) para responder a questão.

Os Cargos Públicos, nos termos do art. 14, serão considerados, quanto ao nível e complexidade das respectivas atribuições, ' bem como, quanto à qualificação exigida do servidor para o seu exercício. O Cargo Técnico/Científico é aquele para cujo exercício será exigida habilitação em curso legalmente |classificado e regulamentado com o nível:

 

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Leia o texto com atenção e responda o que se pede no comando da questão.

Genialidade Brasileira.

Confusão. Sempre confusão. Espírito crítico de antologia universal. Lado a lado todas as épocas, todas as escolas, todos os matizes. Tudo embrulhado. Tudo errado. E tudo bom. Tudo ótimo. Tudo genial.

Olhem a mania nacional de classificar palavreado de literatura. Tem adjetivos sonoros? É literatura. Os períodos rolam bonito? Literatura. O final é pomposo? Literatura, nem se discute. Tem asneiras? Tem. Muitas? Santo Deus. Mas são grandiloquentes? Se são. Pois então é literatura e da melhor. Quer dizer alguma cousa? Nada. Rima, porém? Rima. Logo é literatura.

O Brasil é o único país de existência geograficamente provada em que não ser literato é inferioridade. Toda gente se sente no dever indeclinável de fazer literatura. Ao menos uma vez ao ano e para gosto doméstico. E toda gente pensa que fazer literatura é falar ou escrever bonito. Bonito entre nós às vezes quer dizer difícil. As vezes tolo. Quase sempre eloquente.

O cavalheiro que encerra a sua oração com um Na anti- | ga Roma ou como disse Barroso Na célebre batalha é orador. Orador, s6? Não. Orador de gênio. O cavalheiro que termina o | seu soneto com um Ó sol! É raio! Ó luz! Ó nume! Ó astro! É poeta. . Também genial. E assim por diante.

Só a gente se agarrando com Nossa Senhora da Aparecida.

Essa falsa noção da genialidade brasileira é a mesma do Brasil, primeiro país no mundo. Não há cidadão perdido em São Luiz do Paraitinga ou São João do Rio do Peixe que não esteja convencido disso. E porque o Brasil é o campeão do universo e o brasileiro o batuta da terra, tudo quanto aqui nasce e existe há de ser forçosamente o que há de melhor neste mundo de Cristo e de nós também. Todos os adjetivos arrebatados e apoteóticos são poucos para tamanha grandeza e tamanha lindeza. Ninguém pode conosco. Nós somos os cueras mesmo.

Qualquer coisinha assume aos nossos olhos de mestiços tropicais proporções magnificentes, assustadoras, insuperáveis, nunca vistas. O Brasil é o mundo. O resto é bobagem. Castro Alves bate Vítor Hugo na curva. O problema da circulação em São Paulo absorve todas as atenções estudiosas. Sem nós a Sociedade das Nações dá em droga. Vocês vão ver. Wagner é canja para Carlos Gomes. Em Berlim como em Sydney, em Leningrado como em Nagasaki só temos admiradores invejosos. O universo inteiro nos contempla. Êta nós!

É por isso que seria excelente de vez em quando uma cartinha como aquela de Remy de Gourmont a Figueiredo Pimentel. Um pouco de água gelada nesta fervura auriverde. Para que o trouxa brasileiro caia na realidade. E deixe-se dessa | história de gênio, grandeza, importância e riquezas incomparáveis que é bobagem.

E não é verdade.

(MACHADO, Alcântara. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de janeiro: Objetiva, 2007.)

“Escrevendo para a França o senhor escreve para um povo mais ou menos cético que não costuma entusiasmar-se senão raramente. Deverá então ser moderado nos elogios, mesmo com relação aos melhores escritores brasileiros." (Remy de Gourmont)

A crônica tem como tema:

 

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Analise o gráfico e responda a questão.

Um jovem tentando aprovação em um concurso obteve as notas registradas no gráfico a seguir.

Enunciado 1283874-1

Qual a moda?

 

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Leia o texto com atenção e responda o que se pede no comando da questão.

Genialidade Brasileira.

Confusão. Sempre confusão. Espírito crítico de antologia universal. Lado a lado todas as épocas, todas as escolas, todos os matizes. Tudo embrulhado. Tudo errado. E tudo bom. Tudo ótimo. Tudo genial.

Olhem a mania nacional de classificar palavreado de literatura. Tem adjetivos sonoros? É literatura. Os períodos rolam bonito? Literatura. O final é pomposo? Literatura, nem se discute. Tem asneiras? Tem. Muitas? Santo Deus. Mas são grandiloquentes? Se são. Pois então é literatura e da melhor. Quer dizer alguma cousa? Nada. Rima, porém? Rima. Logo é literatura.

O Brasil é o único país de existência geograficamente provada em que não ser literato é inferioridade. Toda gente se sente no dever indeclinável de fazer literatura. Ao menos uma vez ao ano e para gosto doméstico. E toda gente pensa que fazer literatura é falar ou escrever bonito. Bonito entre nós às vezes quer dizer difícil. As vezes tolo. Quase sempre eloquente.

O cavalheiro que encerra a sua oração com um Na antiga Roma ou como disse Barroso Na célebre batalha é orador. Orador, s6? Não. Orador de gênio. O cavalheiro que termina o seu soneto com um Ó sol! É raio! Ó luz! Ó nume! Ó astro! É poeta. . Também genial. E assim por diante.

Só a gente se agarrando com Nossa Senhora da Aparecida.

Essa falsa noção da genialidade brasileira é a mesma do Brasil, primeiro país no mundo. Não há cidadão perdido em São Luiz do Paraitinga ou São João do Rio do Peixe que não esteja convencido disso. E porque o Brasil é o campeão do universo e o brasileiro o batuta da terra, tudo quanto aqui nasce e existe há de ser forçosamente o que há de melhor neste mundo de Cristo e de nós também. Todos os adjetivos arrebatados e apoteóticos são poucos para tamanha grandeza e tamanha lindeza. Ninguém pode conosco. Nós somos os cueras mesmo.

Qualquer coisinha assume aos nossos olhos de mestiços tropicais proporções magnificentes, assustadoras, insuperáveis, nunca vistas. O Brasil é o mundo. O resto é bobagem. Castro Alves bate Vítor Hugo na curva. O problema da circulação em São Paulo absorve todas as atenções estudiosas. Sem nós a Sociedade das Nações dá em droga. Vocês vão ver. Wagner é canja para Carlos Gomes. Em Berlim como em Sydney, em Leningrado como em Nagasaki só temos admiradores invejosos. O universo inteiro nos contempla. Êta nós!

É por isso que seria excelente de vez em quando uma cartinha como aquela de Remy de Gourmont a Figueiredo Pimentel. Um pouco de água gelada nesta fervura auriverde. Para que o trouxa brasileiro caia na realidade. E deixe-se dessa | história de gênio, grandeza, importância e riquezas incomparáveis que é bobagem.

E não é verdade.

(MACHADO, Alcântara. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de janeiro: Objetiva, 2007.)

“Escrevendo para a França o senhor escreve para um povo mais ou menos cético que não costuma entusiasmar-se senão raramente. Deverá então ser moderado nos elogios, mesmo com relação aos melhores escritores brasileiros." (Remy de Gourmont)

Conforme o segundo parágrafo, só não é literatura:

 

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