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Foram encontradas 16 questões.

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder às questões que a ele se referem.


Texto 01


O tempo é a vida


1 Tenho ouvido muito as pessoas se queixarem do tempo. Dizem que o tempo passa rápido, ou devagar

demais, que o tempo de ser feliz já passou ou não chega nunca. É comum dizerem que “estão perdendo tempo” e

que isso não pode ocorrer, seja porque “tempo é dinheiro”, seja porque uma hora a grande ficha cairá com a

percepção de que se “era feliz e não sabia”. Estão “correndo contra o tempo” ou “aproveitando o tempo que ainda

5 têm”. Isso em nada diz do tempo, mas da relação que estabelecemos com ele. São frases prontas para produzir

angústia, ansiedade, culpa e tristeza. Como se pudéssemos e devêssemos controlar o tempo. Nessas relações

equivocadas com o tempo, a gente o chama para uma competição. Nem preciso contar para vocês quem perde com

isso O tempo, senhor do universo – na mitologia grega, Cronos era o líder dos titãs – não perde nunca. E aí mais

armadilhas à vista. A tristeza pelo que já passou nos conecta com o tempo do passado. A ansiedade pelo que está

10 por vir nos conecta com o tempo do futuro. Ambas as situações nos tiram da única conexão real com o tempo, a

única que ele respeita: a presença.

Só no presente posso me relacionar com o tempo sem precisar correr ou lamentar. Fluindo com o tempo,

aproveito as possibilidades que a vida me apresenta agora. De modo gentil e leve, posso aprender as lições que

preciso sem culpa ou dor. Fluir no tempo, aceitar sua enormidade e minha submissão nessa relação, abre espaço

15 para a autonomia real (não aquela fantasia de controle). Isso é muito claro quando olhamos para as crianças, e para

o não lugar que o mundo de hoje oferece para a infância. As crianças sabem que o tempo está aí para que

possamos dançar com ele. E dança implica movimento com tônus, equilíbrio, abertura, desejo e presença, e elas são

absolutamente presentificadas. As crianças se encontram no tempo consigo mesmas a partir dos jogos e das

brincadeiras, mas também a partir do maravilhoso “não fazer nada” (que virou “ócio criativo” para ser admitido na

20 vida adulta-capital). Mas os adultos são cruéis na demolição do projeto educacional, e propõem que as crianças

sejam o que elas ainda não são. Solicitam que elas deem o que ainda não têm para dar, como fundamento do que

seria uma boa educação para o sucesso. Educação essa que supostamente lida bem com o tempo, que o

“aproveita”.

E assim aprendemos a atravessar nossa conexão com o tempo da vida, o tempo para nascer e para morrer,

25 para contemplar, plantar e colher. E não o tempo dos “agrotóxicos”, que oferece tudo a qualquer momento, fora das

estações do ano, que não implica espera e que não abre espaço pra gente se conectar com o que temos de mais

sagrado: nosso silêncio. Que possamos fazer as pazes com o tempo, porque disso depende uma relação mais

harmônica com nossos parceiros de mundo.


COELHO, Myrna. O tempo e a vida. Disponível em: <https://vidasimples.co/colunistas/o-tempo-e-a-vida/>. Acesso em: 5 set. 2019. Adaptado.

De acordo com as ideias defendidas no texto,

 

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Texto 01


O tempo é a vida


1 Tenho ouvido muito as pessoas se queixarem do tempo. Dizem que o tempo passa rápido, ou devagar

demais, que o tempo de ser feliz já passou ou não chega nunca. É comum dizerem que “estão perdendo tempo” e

que isso não pode ocorrer, seja porque “tempo é dinheiro”, seja porque uma hora a grande ficha cairá com a

percepção de que se “era feliz e não sabia”. Estão “correndo contra o tempo” ou “aproveitando o tempo que ainda

5 têm”. Isso em nada diz do tempo, mas da relação que estabelecemos com ele. São frases prontas para produzir

angústia, ansiedade, culpa e tristeza. Como se pudéssemos e devêssemos controlar o tempo. Nessas relações

equivocadas com o tempo, a gente o chama para uma competição. Nem preciso contar para vocês quem perde com

isso O tempo, senhor do universo – na mitologia grega, Cronos era o líder dos titãs – não perde nunca. E aí mais

armadilhas à vista. A tristeza pelo que já passou nos conecta com o tempo do passado. A ansiedade pelo que está

10 por vir nos conecta com o tempo do futuro. Ambas as situações nos tiram da única conexão real com o tempo, a

única que ele respeita: a presença.

Só no presente posso me relacionar com o tempo sem precisar correr ou lamentar. Fluindo com o tempo,

aproveito as possibilidades que a vida me apresenta agora. De modo gentil e leve, posso aprender as lições que

preciso sem culpa ou dor. Fluir no tempo, aceitar sua enormidade e minha submissão nessa relação, abre espaço

15 para a autonomia real (não aquela fantasia de controle). Isso é muito claro quando olhamos para as crianças, e para

o não lugar que o mundo de hoje oferece para a infância. As crianças sabem que o tempo está aí para que

possamos dançar com ele. E dança implica movimento com tônus, equilíbrio, abertura, desejo e presença, e elas são

absolutamente presentificadas. As crianças se encontram no tempo consigo mesmas a partir dos jogos e das

brincadeiras, mas também a partir do maravilhoso “não fazer nada” (que virou “ócio criativo” para ser admitido na

20 vida adulta-capital). Mas os adultos são cruéis na demolição do projeto educacional, e propõem que as crianças

sejam o que elas ainda não são. Solicitam que elas deem o que ainda não têm para dar, como fundamento do que

seria uma boa educação para o sucesso. Educação essa que supostamente lida bem com o tempo, que o

“aproveita”.

E assim aprendemos a atravessar nossa conexão com o tempo da vida, o tempo para nascer e para morrer,

25 para contemplar, plantar e colher. E não o tempo dos “agrotóxicos”, que oferece tudo a qualquer momento, fora das

estações do ano, que não implica espera e que não abre espaço pra gente se conectar com o que temos de mais

sagrado: nosso silêncio. Que possamos fazer as pazes com o tempo, porque disso depende uma relação mais

harmônica com nossos parceiros de mundo.


COELHO, Myrna. O tempo e a vida. Disponível em: <https://vidasimples.co/colunistas/o-tempo-e-a-vida/>. Acesso em: 5 set. 2019. Adaptado.

Assinale a alternativa CORRETA, tendo em vista a linguagem do texto.

 

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Texto 01


O tempo é a vida


1 Tenho ouvido muito as pessoas se queixarem do tempo. Dizem que o tempo passa rápido, ou devagar

demais, que o tempo de ser feliz já passou ou não chega nunca. É comum dizerem que “estão perdendo tempo” e

que isso não pode ocorrer, seja porque “tempo é dinheiro”, seja porque uma hora a grande ficha cairá com a

percepção de que se “era feliz e não sabia”. Estão “correndo contra o tempo” ou “aproveitando o tempo que ainda

5 têm”. Isso em nada diz do tempo, mas da relação que estabelecemos com ele. São frases prontas para produzir

angústia, ansiedade, culpa e tristeza. Como se pudéssemos e devêssemos controlar o tempo. Nessas relações

equivocadas com o tempo, a gente o chama para uma competição. Nem preciso contar para vocês quem perde com

isso O tempo, senhor do universo – na mitologia grega, Cronos era o líder dos titãs – não perde nunca. E aí mais

armadilhas à vista. A tristeza pelo que já passou nos conecta com o tempo do passado. A ansiedade pelo que está

10 por vir nos conecta com o tempo do futuro. Ambas as situações nos tiram da única conexão real com o tempo, a

única que ele respeita: a presença.

Só no presente posso me relacionar com o tempo sem precisar correr ou lamentar. Fluindo com o tempo,

aproveito as possibilidades que a vida me apresenta agora. De modo gentil e leve, posso aprender as lições que

preciso sem culpa ou dor. Fluir no tempo, aceitar sua enormidade e minha submissão nessa relação, abre espaço

15 para a autonomia real (não aquela fantasia de controle). Isso é muito claro quando olhamos para as crianças, e para

o não lugar que o mundo de hoje oferece para a infância. As crianças sabem que o tempo está aí para que

possamos dançar com ele. E dança implica movimento com tônus, equilíbrio, abertura, desejo e presença, e elas são

absolutamente presentificadas. As crianças se encontram no tempo consigo mesmas a partir dos jogos e das

brincadeiras, mas também a partir do maravilhoso “não fazer nada” (que virou “ócio criativo” para ser admitido na

20 vida adulta-capital). Mas os adultos são cruéis na demolição do projeto educacional, e propõem que as crianças

sejam o que elas ainda não são. Solicitam que elas deem o que ainda não têm para dar, como fundamento do que

seria uma boa educação para o sucesso. Educação essa que supostamente lida bem com o tempo, que o

“aproveita”.

E assim aprendemos a atravessar nossa conexão com o tempo da vida, o tempo para nascer e para morrer,

25 para contemplar, plantar e colher. E não o tempo dos “agrotóxicos”, que oferece tudo a qualquer momento, fora das

estações do ano, que não implica espera e que não abre espaço pra gente se conectar com o que temos de mais

sagrado: nosso silêncio. Que possamos fazer as pazes com o tempo, porque disso depende uma relação mais

harmônica com nossos parceiros de mundo.


COELHO, Myrna. O tempo e a vida. Disponível em: <https://vidasimples.co/colunistas/o-tempo-e-a-vida/>. Acesso em: 5 set. 2019. Adaptado.

De acordo com o texto, a boa educação é aquela que ensina as pessoas a

 

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O tempo é a vida


1 Tenho ouvido muito as pessoas se queixarem do tempo. Dizem que o tempo passa rápido, ou devagar

demais, que o tempo de ser feliz já passou ou não chega nunca. É comum dizerem que “estão perdendo tempo” e

que isso não pode ocorrer, seja porque “tempo é dinheiro”, seja porque uma hora a grande ficha cairá com a

percepção de que se “era feliz e não sabia”. Estão “correndo contra o tempo” ou “aproveitando o tempo que ainda

5 têm”. Isso em nada diz do tempo, mas da relação que estabelecemos com ele. São frases prontas para produzir

angústia, ansiedade, culpa e tristeza. Como se pudéssemos e devêssemos controlar o tempo. Nessas relações

equivocadas com o tempo, a gente o chama para uma competição. Nem preciso contar para vocês quem perde com

isso O tempo, senhor do universo – na mitologia grega, Cronos era o líder dos titãs – não perde nunca. E aí mais

armadilhas à vista. A tristeza pelo que já passou nos conecta com o tempo do passado. A ansiedade pelo que está

10 por vir nos conecta com o tempo do futuro. Ambas as situações nos tiram da única conexão real com o tempo, a

única que ele respeita: a presença.

Só no presente posso me relacionar com o tempo sem precisar correr ou lamentar. Fluindo com o tempo,

aproveito as possibilidades que a vida me apresenta agora. De modo gentil e leve, posso aprender as lições que

preciso sem culpa ou dor. Fluir no tempo, aceitar sua enormidade e minha submissão nessa relação, abre espaço

15 para a autonomia real (não aquela fantasia de controle). Isso é muito claro quando olhamos para as crianças, e para

o não lugar que o mundo de hoje oferece para a infância. As crianças sabem que o tempo está aí para que

possamos dançar com ele. E dança implica movimento com tônus, equilíbrio, abertura, desejo e presença, e elas são

absolutamente presentificadas. As crianças se encontram no tempo consigo mesmas a partir dos jogos e das

brincadeiras, mas também a partir do maravilhoso “não fazer nada” (que virou “ócio criativo” para ser admitido na

20 vida adulta-capital). Mas os adultos são cruéis na demolição do projeto educacional, e propõem que as crianças

sejam o que elas ainda não são. Solicitam que elas deem o que ainda não têm para dar, como fundamento do que

seria uma boa educação para o sucesso. Educação essa que supostamente lida bem com o tempo, que o

“aproveita”.

E assim aprendemos a atravessar nossa conexão com o tempo da vida, o tempo para nascer e para morrer,

25 para contemplar, plantar e colher. E não o tempo dos “agrotóxicos”, que oferece tudo a qualquer momento, fora das

estações do ano, que não implica espera e que não abre espaço pra gente se conectar com o que temos de mais

sagrado: nosso silêncio. Que possamos fazer as pazes com o tempo, porque disso depende uma relação mais

harmônica com nossos parceiros de mundo.


COELHO, Myrna. O tempo e a vida. Disponível em: <https://vidasimples.co/colunistas/o-tempo-e-a-vida/>. Acesso em: 5 set. 2019. Adaptado.

Assinale a alternativa que contradiz as ideias defendidas no texto.

 

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O tempo é a vida


1 Tenho ouvido muito as pessoas se queixarem do tempo. Dizem que o tempo passa rápido, ou devagar

demais, que o tempo de ser feliz já passou ou não chega nunca. É comum dizerem que “estão perdendo tempo” e

que isso não pode ocorrer, seja porque “tempo é dinheiro”, seja porque uma hora a grande ficha cairá com a

percepção de que se “era feliz e não sabia”. Estão “correndo contra o tempo” ou “aproveitando o tempo que ainda

5 têm”. Isso em nada diz do tempo, mas da relação que estabelecemos com ele. São frases prontas para produzir

angústia, ansiedade, culpa e tristeza. Como se pudéssemos e devêssemos controlar o tempo. Nessas relações

equivocadas com o tempo, a gente o chama para uma competição. Nem preciso contar para vocês quem perde com

isso O tempo, senhor do universo – na mitologia grega, Cronos era o líder dos titãs – não perde nunca. E aí mais

armadilhas à vista. A tristeza pelo que já passou nos conecta com o tempo do passado. A ansiedade pelo que está

10 por vir nos conecta com o tempo do futuro. Ambas as situações nos tiram da única conexão real com o tempo, a

única que ele respeita: a presença.

Só no presente posso me relacionar com o tempo sem precisar correr ou lamentar. Fluindo com o tempo,

aproveito as possibilidades que a vida me apresenta agora. De modo gentil e leve, posso aprender as lições que

preciso sem culpa ou dor. Fluir no tempo, aceitar sua enormidade e minha submissão nessa relação, abre espaço

15 para a autonomia real (não aquela fantasia de controle). Isso é muito claro quando olhamos para as crianças, e para

o não lugar que o mundo de hoje oferece para a infância. As crianças sabem que o tempo está aí para que

possamos dançar com ele. E dança implica movimento com tônus, equilíbrio, abertura, desejo e presença, e elas são

absolutamente presentificadas. As crianças se encontram no tempo consigo mesmas a partir dos jogos e das

brincadeiras, mas também a partir do maravilhoso “não fazer nada” (que virou “ócio criativo” para ser admitido na

20 vida adulta-capital). Mas os adultos são cruéis na demolição do projeto educacional, e propõem que as crianças

sejam o que elas ainda não são. Solicitam que elas deem o que ainda não têm para dar, como fundamento do que

seria uma boa educação para o sucesso. Educação essa que supostamente lida bem com o tempo, que o

“aproveita”.

E assim aprendemos a atravessar nossa conexão com o tempo da vida, o tempo para nascer e para morrer,

25 para contemplar, plantar e colher. E não o tempo dos “agrotóxicos”, que oferece tudo a qualquer momento, fora das

estações do ano, que não implica espera e que não abre espaço pra gente se conectar com o que temos de mais

sagrado: nosso silêncio. Que possamos fazer as pazes com o tempo, porque disso depende uma relação mais

harmônica com nossos parceiros de mundo.


COELHO, Myrna. O tempo e a vida. Disponível em: <https://vidasimples.co/colunistas/o-tempo-e-a-vida/>. Acesso em: 5 set. 2019. Adaptado.

De acordo com o texto, em relação ao tempo, devemos ser

 

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1 Tenho ouvido muito as pessoas se queixarem do tempo. Dizem que o tempo passa rápido, ou devagar

demais, que o tempo de ser feliz já passou ou não chega nunca. É comum dizerem que “estão perdendo tempo” e

que isso não pode ocorrer, seja porque “tempo é dinheiro”, seja porque uma hora a grande ficha cairá com a

percepção de que se “era feliz e não sabia”. Estão “correndo contra o tempo” ou “aproveitando o tempo que ainda

5 têm”. Isso em nada diz do tempo, mas da relação que estabelecemos com ele. São frases prontas para produzir

angústia, ansiedade, culpa e tristeza. Como se pudéssemos e devêssemos controlar o tempo. Nessas relações

equivocadas com o tempo, a gente o chama para uma competição. Nem preciso contar para vocês quem perde com

isso O tempo, senhor do universo – na mitologia grega, Cronos era o líder dos titãs – não perde nunca. E aí mais

armadilhas à vista. A tristeza pelo que já passou nos conecta com o tempo do passado. A ansiedade pelo que está

10 por vir nos conecta com o tempo do futuro. Ambas as situações nos tiram da única conexão real com o tempo, a

única que ele respeita: a presença.

Só no presente posso me relacionar com o tempo sem precisar correr ou lamentar. Fluindo com o tempo,

aproveito as possibilidades que a vida me apresenta agora. De modo gentil e leve, posso aprender as lições que

preciso sem culpa ou dor. Fluir no tempo, aceitar sua enormidade e minha submissão nessa relação, abre espaço

15 para a autonomia real (não aquela fantasia de controle). Isso é muito claro quando olhamos para as crianças, e para

o não lugar que o mundo de hoje oferece para a infância. As crianças sabem que o tempo está aí para que

possamos dançar com ele. E dança implica movimento com tônus, equilíbrio, abertura, desejo e presença, e elas são

absolutamente presentificadas. As crianças se encontram no tempo consigo mesmas a partir dos jogos e das

brincadeiras, mas também a partir do maravilhoso “não fazer nada” (que virou “ócio criativo” para ser admitido na

20 vida adulta-capital). Mas os adultos são cruéis na demolição do projeto educacional, e propõem que as crianças

sejam o que elas ainda não são. Solicitam que elas deem o que ainda não têm para dar, como fundamento do que

seria uma boa educação para o sucesso. Educação essa que supostamente lida bem com o tempo, que o

“aproveita”.

E assim aprendemos a atravessar nossa conexão com o tempo da vida, o tempo para nascer e para morrer,

25 para contemplar, plantar e colher. E não o tempo dos “agrotóxicos”, que oferece tudo a qualquer momento, fora das

estações do ano, que não implica espera e que não abre espaço pra gente se conectar com o que temos de mais

sagrado: nosso silêncio. Que possamos fazer as pazes com o tempo, porque disso depende uma relação mais

harmônica com nossos parceiros de mundo.


COELHO, Myrna. O tempo e a vida. Disponível em: <https://vidasimples.co/colunistas/o-tempo-e-a-vida/>. Acesso em: 5 set. 2019. Adaptado.

De acordo com as ideias defendidas no texto,

 

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