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No texto “Saberes e práticas da inclusão. Avaliação para identificação das necessidades educacionais especiais” Brasília. MEC/SEESP, 2005, os organizadores afirmam que: “em se tratando de identificar necessidades educacionais especiais, a avaliação do aspecto “estratégias avaliativas” implicará indicadores que permitam conhecer, EXCETO
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1393022
Ano: 2014
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
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Observados os mandamentos da Lei 8.069/90, Estatuto da Criança e do Adolescente, é INCORRETO afirmar:
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Philippe Perrenoud, em seu livro “Avaliação. Da Excelência à Regulação das Aprendizagens. Entre Duas Lógicas”, afirma que “As diferenças e as desigualdades extraescolares – biológicas, psicológicas, econômicas, sociais e culturais – não se transformam em desigualdades de aprendizagem e de êxito escolar, a não ser ao sabor de um funcionamento particular do sistema de ensino, de sua maneira de “tratar" as diferenças.” Nesse sentido, é CORRETO afirmar:
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Sendo a Psicopedagogia uma atividade que trabalha as possíveis raízes dos problemas de aprendizagem tentando saná-los, NÃO se encontra entre as atribuições do Psicopedagogo:
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1383106
Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
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Quando trata da avaliação, o Caderno de introdução aos Parâmetros Curriculares Nacionais: 1.ª a 4.ª séries orientam que “Os critérios de avaliação têm um papel importante, pois explicitam as expectativas de aprendizagem, considerando objetivos e conteúdos propostos para a área e para o ciclo, a organização lógica e interna dos conteúdos, as particularidades de cada momento da escolaridade e as possibilidades de aprendizagem decorrentes de cada etapa do desenvolvimento cognitivo, afetivo e social em uma determinada situação, na qual os alunos tenham boas condições de desenvolvimento do ponto de vista pessoal e social. Os critérios de avaliação apontam as experiências educativas a que os alunos devem ter acesso e são consideradas essenciais para o seu desenvolvimento e socialização. Nesse sentido, os critérios de avaliação devem:
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O distúrbio de desenvolvimento pedagogicamente designado como Dislalia é:
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Alicia Fernàndez, em "A inteligência aprisionada: Abordagem Psicopedagógica Clínica da Criança e Sua Família”, tratando da questão ‘como é que se aprende’, afirma: “O ensinante” pode transformar o ensinar em conhecimento, através de quatro instâncias de elaboração (orgânica, corporal, intelectual e desejante) e somente ao integrar-se ao saber, o conhecimento é aprendido e pode ser utilizado.” Nessa perspectiva, a autora apresenta:
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1376424
Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
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Nos Termos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9.394/96, a educação básica poderá organizar-se em séries anuais, períodos semestrais, ciclos, alternância regular de períodos de estudos, grupos não seriados, com base na idade, na competência e em outros critérios, ou por forma diversa de organização.
A forma adequada de organização deverá ser adotada pela escola:
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Leia atentamente o texto para responder a questão.
QUE PROFISSIONAIS QUEREMOS?
Não sei quanto a vocês, leitores, mas eu quero em todos os campos o melhor profissional. Eu mereço, vocês merecem, todos merecemos, não importa nossa classe social, cor da pele, ascendência, cultura.!$ ^{(B)} !$
Quando digo todos me refiro também aos moradores dos povoadinhos mais remotos, das aldeias sobre palafitas, das encostas deslizantes de tantos morros e beiras de rio que as chuvaradas levam embora ano após ano – algumas continuam como estavam há muito tempo, pois nada se fez.
Todos merecemos o melhor, começando pelos professores das crianças. Com salário digno, com escola que não esteja em ruínas – onde existirem escolas. O número de abandonados pela educação é incalculável.
Quero os melhores engenheiros: que consigam projetar e fiscalizar a construção de pontes sólidas, edifícios firmes, casas confiáveis – também casas populares, porque todos, incluindo os menos favorecidos, merecem o melhor. Estradas transitáveis, e mais que isso, boas – ligando até cidadezinhas afastadas: todos precisamos do melhor, e disso devem cuidar os governos.
Quero políticos ótimos, interessados no bem de seus eleitores, quando forem eleitos, pois muitos conseguem seu lugar sem um voto sequer, por artes de regras bizarras que tanta coisa regem no Brasil.
Quero os melhores policiais, bem preparados, bem armados, psicologicamente bem orientados, e apoiados pela sociedade e pela Justiça, para poderem cumprir o seu dever.
Mas na medicina, ah, na medicina, é que eu quero os melhores profissionais: depois do árduo curso de seis anos, mais uma residência de dois, eventualmente mais especialização, e mestrado, e quem sabe doutorado, para saberem mais e cuidarem melhor de nós, seus pacientes. Mas que sejam valorizados em sua carreira, e que tenham locais onde seja possível trabalhar: outro dia um profissional atuando em uma área menos privilegiada se queixava na imprensa de que não havia nem aspirina nem água no local de trabalho, e foi embora.
Muitos estão nessas condições. A mais alta autoridade em saúde no país declarou (estava na imprensa) que não se importaria de ser atendida por médicos reprovados no Revalida. Fiquei pasma. Então para que médicos? Para que cursos de medicina? Para que essa profissão sacrificada e exigente, se dá na mesma sermos atendidos por aqueles que não passaram num exame básico?!$ ^{(D)} !$
Será mais simples largarmos esse luxo de profissionais formados e aprovados: vamos recorrer só a curandeiros, pajés, benzedeiras – com todo o meu respeito por eles. Dispensar as faculdades de medicina, de direito, de engenharia e outras mais.
E, quem sabe, as escolas, já que o estudo por aqui é cada vez mais negligenciado!$ ^{(A)} !$, dos primeiros anos às universidades: em lugar de exigentes, os currículos estão mais para brincadeira, os professores, atemorizados, não querem reprovar ninguém, muito menos suspender ou expulsar, por pior que seja o delito cometido por algum aluno!$ ^{(C)} !$ – quem sabe, vai um processo de algum pai contra o mestre ou a escola.
Fica a indagação que nos pode fazer qualquer menino de quem exigimos que cumpra sua tarefa: preparar-se para a vida e alguma profissão. A pergunta é: para que estudar se posso entrar na universidade alegando fatores favoráveis ao não estudo? Se cada vez mais o nível do ensino é rebaixado em lugar de ser elevado desde os primeiros anos escolares para que todos cresçam e possam ter uma vida melhor, sejam mais capazes e felizes e o país progrida e cresça na única maneira real, pela educação de todos, e não pela ilimitada tolerância ao medíocre e ao insuficiente?
Questões que anos atrás seriam inusitadas povoam nossas perplexidades e conversas: onde vamos parar? Que nível de profissionais teremos dentro de pouco tempo, em todas as áreas? Certamente não os bem preparados, aprovados, confirmados, que possam atender às naturais e legítimas expectativas de quem, como todos nós, merece o melhor.
(LUFT, Lya. Que profissionais queremos? Revista Veja, 24 de novembro de 2013.)
“Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, [...]” (Art. 5.º da CF)
Marque a alternativa em que a autora ratifica o artigo da Constituição Federal acima citado.
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Entre as funções do Psicopedagogo na escola, uma das ações é realizar diagnóstico psicopedagógico com o intuito de criar possíveis alternativas para prevenção e superação de exclusões sociais, culturais, étnico-raciais, econômicas e outras que dificultam a edificação da escola inclusiva. Essa ação envolve uma análise prioritária:
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