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Foram encontradas 50 questões.

2140631 Ano: 2008
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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We keep our bread in the refrigerator, ________ it doesn’t go bad.
 

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2140616 Ano: 2008
Disciplina: Pedagogia
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
Tendo como referência questões relacionadas com o planejamento de ensino, analise as afirmações que seguem.
I. As concepções sobre planejamento, tanto podem estar ligadas à idéia de transformação quanto às de manutenção de realidades ou situações existentes.
II. Objetivos muito amplos e vagos terminam como matéria para reflexões ao invés de impulsionarem a ação pretendida.
III. A busca de um planejamento tecnicamente correto é sempre garantia de sucesso na ação, quando executada.
IV. A ação de planejar do professor não se reduz ao simples preenchimento de formulários para controle administrativo de coordenadores escolares.
São verdadeiras as afirmações
 

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2140612 Ano: 2008
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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If the phone rings, it _______ be for me.
 

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2140605 Ano: 2008
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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____ volleyball is fast becoming ____ popular sport in Brazil.
 

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2140597 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
Um Reino Cheio de Mistério
No dia 21 de setembro comemorou-se o Dia da Árvore, o que deve ter dado trabalho a muito menino do primário, do qual certamente exigiram uma redação sobre o tema: com a alma bocejando, os meninos devem ter dito que a árvore dá sombra, frutos etc.
Mas, ao que eu saiba, não se comemora o dia da planta, ou melhor, da plantação. E esse dia é importante para a experiência humana das crianças e dos adultos. Plantar é criar na Natureza. Criação insubstituível por outro tipo qualquer de criação.
Lembro-me de quando eu era menina e fui passar o dia numa granja. Foi um dia glorioso: lá plantei um pé de milho com muito amor e excitação. Depois, de quando em quando, eu pedia notícias do que havia criado.
Mais tarde, na Suíça, plantei um pé de tomates numa lata grande, bonita. Quando começaram a aparecer os ainda pequenos tomates verdes e duros achei inacreditável que eu mesma lhes tivesse provocado o nascimento: eu entrara no mistério da Natureza. Cada manhã, ao acordar, a primeira coisa que fazia era ir examinar minuciosamente a planta: é como se a planta usasse a escuridão da noite para crescer. Esperar que algo amadureça é uma experiência sem-par: como na criação artística em que se conta com o vagaroso trabalho do inconsciente. Só que as plantas são a própria inconsciência.
Nesse reino, que não é nosso, a planta nasce, cresce, amadurece e morre. Sem nenhum objetivo de satisfazer algum instinto. Ou estarei enganada, e há instintos os mais primários no reino vegetal? Meu tomateiro parecia ter tomates vermelhos porque assim queria, sem nenhuma outra finalidade que não a de ser vermelho, sem a menor intenção de ser útil. A utilização do tomate para se comer é problema dos humanos.
Um dos gestos mais belos e largos e generosos do homem, andando vagarosamente pelo campo lavrado, é o de lançar na terra as sementes.
E quando os tomates ficaram redondos, grandes e vermelhos? Chegara a hora da colheita. Não foi sem alguma emoção que vi num prato da mesa os tomates que eram mais meus que um livro meu. Só que não tive coragem de comê-los. Como se comê-los fosse um sacrilégio, uma desobediência à lei natural. Pois um tomateiro é arte pela arte. Sem nenhum proveito senão o de dar tomate.
O ritmo das plantas é vagaroso: é com paciência e amor que elas crescem.
Entrar no Jardim Botânico é como se fôssemos trasladados para um novo reino. Aquele amontoado de seres livres. O ar que se respira é verde. E úmido. É a seiva que nos embriaga de leve: milhares de plantas cheias da vital seiva. Ao vento as vozes translúcidas das folhas de plantas nos envolvem num suavíssimo emaranhado de sons irreconhecíveis. Sentada ali num banco, a gente não faz nada: fica apenas sentada deixando o mundo ser. O reino vegetal não tem inteligência e só tem um instinto, o de viver. Talvez essa falta de inteligência e de instintos seja o que nos deixa ficar tanto tempo sentada dentro do reino vegetal.
Lembro-me de que no curso primário a professora mandava cada aluno fazer uma redação sobre um naufrágio, um incêndio, o Dia da Árvore. Eu escrevia com a maior má vontade e com dificuldade: já então não sabia seguir senão a inspiração. Mas que seja esta a redação que em pequena me obrigavam a fazer.
(Clarice Lispector. A Descoberta do Mundo)
A passagem “eu mesma lhes tivesse provocado o nascimento”, significa
 

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2140593 Ano: 2008
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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________ live near _____.
 

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2140581 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
Um Reino Cheio de Mistério
No dia 21 de setembro comemorou-se o Dia da Árvore, o que deve ter dado trabalho a muito menino do primário, do qual certamente exigiram uma redação sobre o tema: com a alma bocejando, os meninos devem ter dito que a árvore dá sombra, frutos etc.
Mas, ao que eu saiba, não se comemora o dia da planta, ou melhor, da plantação. E esse dia é importante para a experiência humana das crianças e dos adultos. Plantar é criar na Natureza. Criação insubstituível por outro tipo qualquer de criação.
Lembro-me de quando eu era menina e fui passar o dia numa granja. Foi um dia glorioso: lá plantei um pé de milho com muito amor e excitação. Depois, de quando em quando, eu pedia notícias do que havia criado.
Mais tarde, na Suíça, plantei um pé de tomates numa lata grande, bonita. Quando começaram a aparecer os ainda pequenos tomates verdes e duros achei inacreditável que eu mesma lhes tivesse provocado o nascimento: eu entrara no mistério da Natureza. Cada manhã, ao acordar, a primeira coisa que fazia era ir examinar minuciosamente a planta: é como se a planta usasse a escuridão da noite para crescer. Esperar que algo amadureça é uma experiência sem-par: como na criação artística em que se conta com o vagaroso trabalho do inconsciente. Só que as plantas são a própria inconsciência.
Nesse reino, que não é nosso, a planta nasce, cresce, amadurece e morre. Sem nenhum objetivo de satisfazer algum instinto. Ou estarei enganada, e há instintos os mais primários no reino vegetal? Meu tomateiro parecia ter tomates vermelhos porque assim queria, sem nenhuma outra finalidade que não a de ser vermelho, sem a menor intenção de ser útil. A utilização do tomate para se comer é problema dos humanos.
Um dos gestos mais belos e largos e generosos do homem, andando vagarosamente pelo campo lavrado, é o de lançar na terra as sementes.
E quando os tomates ficaram redondos, grandes e vermelhos? Chegara a hora da colheita. Não foi sem alguma emoção que vi num prato da mesa os tomates que eram mais meus que um livro meu. Só que não tive coragem de comê-los. Como se comê-los fosse um sacrilégio, uma desobediência à lei natural. Pois um tomateiro é arte pela arte. Sem nenhum proveito senão o de dar tomate.
O ritmo das plantas é vagaroso: é com paciência e amor que elas crescem.
Entrar no Jardim Botânico é como se fôssemos trasladados para um novo reino. Aquele amontoado de seres livres. O ar que se respira é verde. E úmido. É a seiva que nos embriaga de leve: milhares de plantas cheias da vital seiva. Ao vento as vozes translúcidas das folhas de plantas nos envolvem num suavíssimo emaranhado de sons irreconhecíveis. Sentada ali num banco, a gente não faz nada: fica apenas sentada deixando o mundo ser. O reino vegetal não tem inteligência e só tem um instinto, o de viver. Talvez essa falta de inteligência e de instintos seja o que nos deixa ficar tanto tempo sentada dentro do reino vegetal.
Lembro-me de que no curso primário a professora mandava cada aluno fazer uma redação sobre um naufrágio, um incêndio, o Dia da Árvore. Eu escrevia com a maior má vontade e com dificuldade: já então não sabia seguir senão a inspiração. Mas que seja esta a redação que em pequena me obrigavam a fazer.
(Clarice Lispector. A Descoberta do Mundo)
Igual a “tomate”, é substantivo masculino
 

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2140510 Ano: 2008
Disciplina: Pedagogia
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
Verifique quais são as afirmações que são verdadeiras e quais são as falsas.
I. A formação do professor abrange duas dimensões: a formação teórico-científica e a formação técnico-prática.
II. O educador, entendido como sujeito que, junto com outros sujeitos, constrói um projeto histórico de desenvolvimento do povo, requer uma formação puramente de natureza cognitiva.
III. A didática, trabalhada como hipertrofia de técnicas e esfacelamento da relação teoria/prática, tem papel muito pequeno na formação de um professor comprometido com um projeto pedagógico, tradutor de um projeto histórico de desenvolvimento do povo.
IV. Para que a didática assuma um papel significativo na formação do educador comprometido com o desenvolvimento do povo, precisa dedicar-se, especialmente, ao ensino de meios e mecanismos que dinamizem o processo de ensino e aprendizagem.
Assinale o correto.
 

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2140500 Ano: 2008
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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By the time I got to the train station, the train __________.
 

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2140492 Ano: 2008
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tauá-CE
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In the sentence “It was late, so I didn’t call you.”, so is used to convey
 

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