Foram encontradas 40 questões.
Assinale a alternativa em que todas as
características apresentadas são atributos da
redação técnica oficial.
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JUNIÃO. Homem sonha em voltar à lua. Disponível em <https://juniao.com.br/chargecartum/>.
Reescrevendo o trecho da charge acima: “Prevenir é melhor que remediar”, assinale a alternativa que se apresenta correta, sem alterar o significado básico original.
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Assinale a alternativa que apresenta o nome do
documento técnico oficial que se caracteriza por
ser um acordo entre duas ou mais pessoas (físicas
ou jurídicas) para estabelecer, modificar ou
anular uma relação de direito, dentro dos mais
variados assuntos (compra, venda, prestação de
serviços e outros).
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Assinale a alternativa em cujo período a palavra
destacada introduz o sentido de consequência.
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Assinale a alternativa em que a palavra “casa” é
empregada em sentido próprio, literal.
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Leia os enunciados abaixo:
(I) Li um livro muito interessante.
(II) Fiz referência às folhas amareladas do livro.
Juntando os enunciados I e II num só período, fica correta a seguinte alternativa:
(I) Li um livro muito interessante.
(II) Fiz referência às folhas amareladas do livro.
Juntando os enunciados I e II num só período, fica correta a seguinte alternativa:
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Assinale a alternativa cuja lacuna pode ser
preenchida corretamente com “à”.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Óculos escuros
O azul é mais profundo, o verde é mais
denso, o asfalto é mais escuro. Todas as cores se
fortalecem, ganham relevo, se acentuam diante
dos olhos, como se a vida fosse mais colorida e
olhar em volta fosse uma brincadeira muito
interessante, como quando a gente é criança e
descobre todas as possibilidades de um carrinho.
Não tem como dizer que não fica mais
bonito. Fica. Fica e faz bem para a visão. O sol
não bate tão forte, a luminosidade não dói, nem
faz a gente quase fechar os olhos. Não, olhamos
em volta como se fosse normal ser assim, como
se os óculos escuros fossem algo naturalmente
ligado à nossa cabeça, e não um artefato preso
atrás das orelhas.
Não faço a menor ideia de quem foi o
inventor dos óculos escuros, mas foi um gênio. E
ele não precisa ficar triste, se eu não sei o nome
dele, também não sei o nome do inventor da roda
ou de quem domesticou o fogo.
Nem por isso a roda e o fogo não foram
fundamentais para o progresso da humanidade.
Sem eles onde será que estaríamos? E sem a
lança, o arco e a flecha? Também não sei quem
foram os inventores desses instrumentos
essenciais para o ser humano se tornar o dono das
savanas.
Como dizia Raul Seixas, “quem não tem
colírio usa óculos escuros”. É só mais uma
utilidade para um instrumento de mil e uma
utilidades. Serve para esconder olho roxo, para
amenizar ressaca, para não deixar ver para quem
estamos olhando, para ocultar a lágrima de um
velório.
Nos dias de sol, os óculos escuros
ganham mais relevância. São bonitos, facilitam
enfrentar a luminosidade, nos deixam mais
simpáticos, mais inclusivos, mais na moda. É
como se a vida girasse entre festa e poesia, e num
mundo mais colorido, a luz tivesse um papel milagroso com que fizesse a paz algo possível no
mundo real.
Além disso, os óculos escuros protegem
os olhos.
MENDONÇA, Antonio Penteado. Óculos escuros.
Crônicas da cidade. Disponível em
<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2025/09/12/oc
ulos-escuros/>.
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Óculos escuros
O azul é mais profundo, o verde é mais
denso, o asfalto é mais escuro. Todas as cores se
fortalecem, ganham relevo, se acentuam diante
dos olhos, como se a vida fosse mais colorida e
olhar em volta fosse uma brincadeira muito
interessante, como quando a gente é criança e
descobre todas as possibilidades de um carrinho.
Não tem como dizer que não fica mais
bonito. Fica. Fica e faz bem para a visão. O sol
não bate tão forte, a luminosidade não dói, nem
faz a gente quase fechar os olhos. Não, olhamos
em volta como se fosse normal ser assim, como
se os óculos escuros fossem algo naturalmente
ligado à nossa cabeça, e não um artefato preso
atrás das orelhas.
Não faço a menor ideia de quem foi o
inventor dos óculos escuros, mas foi um gênio. E
ele não precisa ficar triste, se eu não sei o nome
dele, também não sei o nome do inventor da roda
ou de quem domesticou o fogo.
Nem por isso a roda e o fogo não foram
fundamentais para o progresso da humanidade.
Sem eles onde será que estaríamos? E sem a
lança, o arco e a flecha? Também não sei quem
foram os inventores desses instrumentos
essenciais para o ser humano se tornar o dono das
savanas.
Como dizia Raul Seixas, “quem não tem
colírio usa óculos escuros”. É só mais uma
utilidade para um instrumento de mil e uma
utilidades. Serve para esconder olho roxo, para
amenizar ressaca, para não deixar ver para quem
estamos olhando, para ocultar a lágrima de um
velório.
Nos dias de sol, os óculos escuros
ganham mais relevância. São bonitos, facilitam
enfrentar a luminosidade, nos deixam mais
simpáticos, mais inclusivos, mais na moda. É
como se a vida girasse entre festa e poesia, e num
mundo mais colorido, a luz tivesse um papel milagroso com que fizesse a paz algo possível no
mundo real.
Além disso, os óculos escuros protegem
os olhos.
MENDONÇA, Antonio Penteado. Óculos escuros.
Crônicas da cidade. Disponível em
<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2025/09/12/oc
ulos-escuros/>.
Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita do trecho acima com a pontuação totalmente correta, mantendo o seu mesmo sentido básico.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Óculos escuros
O azul é mais profundo, o verde é mais
denso, o asfalto é mais escuro. Todas as cores se
fortalecem, ganham relevo, se acentuam diante
dos olhos, como se a vida fosse mais colorida e
olhar em volta fosse uma brincadeira muito
interessante, como quando a gente é criança e
descobre todas as possibilidades de um carrinho.
Não tem como dizer que não fica mais
bonito. Fica. Fica e faz bem para a visão. O sol
não bate tão forte, a luminosidade não dói, nem
faz a gente quase fechar os olhos. Não, olhamos
em volta como se fosse normal ser assim, como
se os óculos escuros fossem algo naturalmente
ligado à nossa cabeça, e não um artefato preso
atrás das orelhas.
Não faço a menor ideia de quem foi o
inventor dos óculos escuros, mas foi um gênio. E
ele não precisa ficar triste, se eu não sei o nome
dele, também não sei o nome do inventor da roda
ou de quem domesticou o fogo.
Nem por isso a roda e o fogo não foram
fundamentais para o progresso da humanidade.
Sem eles onde será que estaríamos? E sem a
lança, o arco e a flecha? Também não sei quem
foram os inventores desses instrumentos
essenciais para o ser humano se tornar o dono das
savanas.
Como dizia Raul Seixas, “quem não tem
colírio usa óculos escuros”. É só mais uma
utilidade para um instrumento de mil e uma
utilidades. Serve para esconder olho roxo, para
amenizar ressaca, para não deixar ver para quem
estamos olhando, para ocultar a lágrima de um
velório.
Nos dias de sol, os óculos escuros
ganham mais relevância. São bonitos, facilitam
enfrentar a luminosidade, nos deixam mais
simpáticos, mais inclusivos, mais na moda. É
como se a vida girasse entre festa e poesia, e num
mundo mais colorido, a luz tivesse um papel milagroso com que fizesse a paz algo possível no
mundo real.
Além disso, os óculos escuros protegem
os olhos.
MENDONÇA, Antonio Penteado. Óculos escuros.
Crônicas da cidade. Disponível em
<https://cronicasdacidade.com.br/cronicas/2025/09/12/oc
ulos-escuros/>.
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