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A proposta de reforma da Seguridade Social ora em pauta bate sistematicamente na tecla de que vem para pôr fim a velha e persistente dimensão das nossas desigualdades: iniquidades de renda na inatividade.
Já se sabe que algo que se repete a marteladas acaba por virar verdade, qualquer que seja seu conteúdo, ainda mais em tempos em que crenças ganham ares de integridade moral.
O fato é que, ao contrário do que reza a cartilha dos agora arautos da luta contra a desigualdade, é justamente entre aposentados e pensionistas que o índice de Gini - que mede a desigualdade, novamente em alta vertiginosa no Brasil nos anos recentes - é o menor. E, claro, isso não é por acaso, mas resultados da elevada efetividade de um regime de repartição como o nosso em redistribuir entre gerações.
Ou seja, retornamos a um nível de desigualdade que prevalecia em tempos de milagre econômico sob um regime autoritário, quando o crescimento se dava fortalecendo a concentração de renda. A prosperidade de então, quando o PIB atingia taxas de crescimento invejáveis, era apropriada por poucos em razão da compressão dos salários e da ausência de políticas sociais redistributivas. Esse cenário muda a partir da promulgação da nova Constituição e da redemocratização do país.
(Adaptado de oglobo.globo.com/opiniao,09/03/2019)
“Já se sabe que algo que se repete a marteladas acaba por virar verdade (...)”. Analisando sintaticamente o período acima, pode-se afirmar que o sujeito do verbo “sabe” é:
 

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A proposta de reforma da Seguridade Social ora em pauta bate sistematicamente na tecla de que vem para pôr fim a velha e persistente dimensão das nossas desigualdades: iniquidades de renda na inatividade.
Já se sabe que algo que se repete a marteladas acaba por virar verdade, qualquer que seja seu conteúdo, ainda mais em tempos em que crenças ganham ares de integridade moral.
O fato é que, ao contrário do que reza a cartilha dos agora arautos da luta contra a desigualdade, é justamente entre aposentados e pensionistas que o índice de Gini - que mede a desigualdade, novamente em alta vertiginosa no Brasil nos anos recentes - é o menor. E, claro, isso não é por acaso, mas resultados da elevada efetividade de um regime de repartição como o nosso em redistribuir entre gerações.
Ou seja, retornamos a um nível de desigualdade que prevalecia em tempos de milagre econômico sob um regime autoritário, quando o crescimento se dava fortalecendo a concentração de renda. A prosperidade de então, quando o PIB atingia taxas de crescimento invejáveis, era apropriada por poucos em razão da compressão dos salários e da ausência de políticas sociais redistributivas. Esse cenário muda a partir da promulgação da nova Constituição e da redemocratização do país.
(Adaptado de oglobo.globo.com/opiniao,09/03/2019)
Analise a palavra sublinhada no seguinte trecho: “... de que vem para pôr fim a velha e persistente dimensão das nossas desigualdades (...)”. Sobre o acento existente, é CORRETO afirmar que:
 

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A proposta de reforma da Seguridade Social ora em pauta bate sistematicamente na tecla de que vem para pôr fim a velha(a) e persistente dimensão das nossas desigualdades: iniquidades de renda na inatividade.
Já se sabe que algo que se repete a marteladas(b) acaba por virar verdade, qualquer que seja seu conteúdo, ainda mais em tempos em que crenças ganham ares de integridade moral.
O fato é que, ao contrário do que reza a cartilha dos agora arautos da luta contra a desigualdade,(c) é justamente entre aposentados e pensionistas que o índice de Gini - que mede a desigualdade, novamente em alta vertiginosa no Brasil nos anos recentes - é o menor. E, claro, isso não é por acaso, mas resultados da elevada efetividade de um regime de repartição como o nosso em redistribuir entre gerações.
Ou seja, retornamos a um nível(d) de desigualdade que prevalecia em tempos de milagre econômico sob um regime autoritário, quando o crescimento se dava fortalecendo a concentração de renda. A prosperidade de então, quando o PIB atingia taxas de crescimento invejáveis, era apropriada por poucos em razão da compressão dos salários e da ausência de políticas sociais redistributivas. Esse cenário muda a partir da promulgação da nova Constituição e da redemocratização do país.
(Adaptado de oglobo.globo.com/opiniao,09/03/2019)
Sabe-se que, no texto, há um caso em que a crase deveria ter sido utilizada e não o foi, ocasionando erro gramatical. Para corrigi-lo, é necessário efetuar a seguinte alteração:
 

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A proposta de reforma da Seguridade Social ora em pauta bate sistematicamente na tecla de que vem para pôr fim a velha e persistente dimensão das nossas desigualdades: iniquidades de renda na inatividade.
Já se sabe que algo que se repete a marteladas acaba por virar verdade, qualquer que seja seu conteúdo, ainda mais em tempos em que crenças ganham ares de integridade moral.
O fato é que, ao contrário do que reza a cartilha dos agora arautos da luta contra a desigualdade, é justamente entre aposentados e pensionistas que o índice de Gini - que mede a desigualdade, novamente em alta vertiginosa no Brasil nos anos recentes - é o menor. E, claro, isso não é por acaso, mas resultados da elevada efetividade de um regime de repartição como o nosso em redistribuir entre gerações.
Ou seja, retornamos a um nível de desigualdade que prevalecia em tempos de milagre econômico sob um regime autoritário, quando o crescimento se dava fortalecendo a concentração de renda. A prosperidade de então, quando o PIB atingia taxas de crescimento invejáveis, era apropriada por poucos em razão da compressão dos salários e da ausência de políticas sociais redistributivas. Esse cenário muda a partir da promulgação da nova Constituição e da redemocratização do país.
(Adaptado de oglobo.globo.com/opiniao,09/03/2019)
A forma verbal no trecho “... quando o PIB atingia taxas de crescimento invejáveis (...)” encontra-se transformada para a voz passiva na seguinte alternativa:
 

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A proposta de reforma da Seguridade Social ora em pauta bate sistematicamente na tecla de que vem para pôr fim a velha e persistente dimensão das nossas desigualdades: iniquidades de renda na inatividade.
Já se sabe que algo que se repete a marteladas acaba por virar verdade, qualquer que seja seu conteúdo, ainda mais em tempos em que crenças ganham ares de integridade moral.
O fato é que, ao contrário do que reza a cartilha dos agora arautos da luta contra a desigualdade, é justamente entre aposentados e pensionistas que o índice de Gini - que mede a desigualdade, novamente em alta vertiginosa no Brasil nos anos recentes - é o menor. E, claro, isso não é por acaso, mas resultados da elevada efetividade de um regime de repartição como o nosso em redistribuir entre gerações.
Ou seja, retornamos a um nível de desigualdade que prevalecia em tempos de milagre econômico sob um regime autoritário, quando o crescimento se dava fortalecendo a concentração de renda. A prosperidade de então, quando o PIB atingia taxas de crescimento invejáveis, era apropriada por poucos em razão da compressão dos salários e da ausência de políticas sociais redistributivas. Esse cenário muda a partir da promulgação da nova Constituição e da redemocratização do país.
(Adaptado de oglobo.globo.com/opiniao,09/03/2019)
“Ou seja, retornamos a um nível de desigualdade que prevalecia em tempos de milagre econômico sob um regime autoritário (...)”.
No trecho acima, há um verbo conjugado no pretérito imperfeito do indicativo, o qual é empregado para:
 

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Enunciado 585094-1

Analisando-se o trecho destacado abaixo do texto e seu contexto, é CORRETO concluir que:

“A proposta de reforma da Seguridade Social ora empauta bate sistematicamente na tecla de que vem parapôr fim a velha e persistente dimensão das nossas desigualdades: iniquidades de renda na inatividade.”(linhas 1 a 5)

 

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585128 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Taubaté-SP
Considere dois números: \( a \, e \, b \) Sabe-se que \( a \) é divisível por 3 e \( b \) é divisível por 7. Avalie as proposições abaixo, considere quais são divisíveis por 21 e, em seguida, assinale a alternativa CORRETA:
I. \( xy. \)
II. \( 3x \, + \, 7y. \)
III. \( 7x \, + \, 3y. \)
Questão Anulada

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585126 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Taubaté-SP
As cinco linhas continuas na figura abaixo são todas congruentes.
Enunciado 585126-1
É CORRETO afirmar que razão do comprimento do segmento \( \overline{AB} \) (linha tracejada) com relação ao comprimento do segmento \( \overline{BD} \) é:
Questão Anulada

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585115 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Taubaté-SP

A figura abaixo representa a rota que Daniel faz diariamente, ao fim do dia, de seu trabalho à sua casa. Ele percorre 16 km de A para B, 15 km de B para C e 4 km de C para D.

Enunciado 585115-1

Se fosse possível para Daniel percorrer seu trajeto de A para B diretamente, qual a distância, em quilômetros, que ele encurtaria em seu percurso?

Questão Anulada

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