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A densidade de um corpo é a razão entre sua massa e seu volume, nessa ordem. A tabela indica alguns dados de três cubos, cujas densidades dI, dII e dIII serão comparadas.
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Cubo |
Medida da aresta | Medida do volume |
Medida da massa |
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I |
20 mm | – |
600 g |
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II |
– | 3 m3 |
210 toneladas |
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III |
– | 0,08 dm3 |
5,44 × 107 mg |
A ordenação correta entre as densidades dos três cubos é:
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Para calcular a altura de um pinheiro, que corresponde na figura a x + y, um topógrafo colocou um teodolito a D metros da base do pinheiro, fazendo a leitura de dois ângulos, como mostra a figura. Sabe-se que x, em metros, é igual ao produto de D pela tangente do ângulo de 12,68º e que y, em metros, é igual ao produto de D pela tangente do ângulo de 0,86º.

Utilizando os valores aproximados das tangentes de 12,68º e 0,86º que são, respectivamente, 0,225 e 0,015, então D é igual a:
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Para medir a área de um terreno plano triangular, denotado por ABC, um engenheiro florestal estabeleceu uma malha quadriculada, como mostra a figura.

A área desse terreno, em m2, é igual a
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Um futuro mais verde e digital
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em seu discurso anual ressaltou a ideia que tem vertebrado suas entrevistas: levar a Europa a um futuro cada vez mais “verde” e “digital”.
As duas palavras resumem as linhas mestras da política e da economia no futuro. Não é possível fugir à revolução digital que, nos últimos 30 anos, transformou o mundo. Já há algum tempo a lista das principais empresas do planeta não é encabeçada por companhias petrolíferas ou de varejo. Apple, Google, Microsoft, Amazon e Facebook revezam-se nos cinco primeiros lugares. Todas americanas – os Estados Unidos lideram a revolução digital.
A Europa, por sua vez, quer ser líder na transição para a economia verde. “Existem alguns valores que se tornaram transnacionais, e a preservação do planeta é um deles”, diz Cesar Rodríguez-Garavito, professor da Universidade de Nova York. O combate às mudanças climáticas exige a colaboração entre países. Nada mais natural que uma união de nações dê o pontapé inicial.
Lapidado ao longo dos últimos anos, o “European Green Deal” é ambicioso. Seguidas suas diretrizes, negócios relacionados com extração de petróleo e fabricação de carros a gasolina deixarão de existir até meados da próxima década. A ideia é criar círculos virtuosos. Um exemplo: gigantes como a sueca Ikea, marca de lojas de móveis, só trabalham com fornecedores de madeira certificada. O objetivo é inviabilizar, na cadeia global, os que não seguirem as regras sustentáveis.
Numa nova economia com valores compartilhados, a política também vem sendo reinventada. Há um protagonismo crescente da sociedade civil transnacional. Ela congrega atores de diversos países e atua em rede, valendo-se dos recursos da tecnologia. Como no discurso de Von der Leyen, as palavras “verde” e “digital” caminham juntas.
Para Rodríguez-Garavito, tais redes incorporam não apenas organizações não governamentais, mas também universidades e a imprensa independente. Cada uma em seu papel, tendo o conhecimento como arma. Há uma nova forma – digital, verde, colaborativa e globalizada – de pensar a política e a economia atuais.
Uma pesquisa mostra que 86% dos brasileiros entre 16 e 24 anos estão preocupados com as mudanças climáticas, ou seja, a causa ambiental é a mais forte entre os jovens. Trata-se de uma notícia ruim para os políticos (à esquerda e à direita) que demonizam a sociedade civil. Enquanto o mundo inteligente avança, eles prendem seus países no lodo do atraso – e perdem, no caminho, a conexão com os eleitores do futuro.
(João Gabriel de Lima. O Estado de S. Paulo, 18.09.2021. Adaptado)
Considere as frases a seguir.
- Conscientização acerca da sustentabilidade e fortalecimento da participação pública têm se tornado constantes. de notícias negativas para políticos que menosprezam a sociedade civil.
- É interesse de todos os cidadãos que valores transnacionais, como a preservação do planeta.
- Empresas como Apple e Amazon disputando os primeiros lugares na lista das principais empresas do mundo.
Em conformidade com a concordância verbal estabelecida pela norma-padrão, as lacunas das frases devem ser preenchidas, respectivamente, por:
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Um futuro mais verde e digital
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em seu discurso anual ressaltou a ideia que tem vertebrado suas entrevistas: levar a Europa a um futuro cada vez mais “verde” e “digital”.
As duas palavras resumem as linhas mestras da política e da economia no futuro. Não é possível fugir à revolução digital que, nos últimos 30 anos, transformou o mundo. Já há algum tempo a lista das principais empresas do planeta não é encabeçada por companhias petrolíferas ou de varejo. Apple, Google, Microsoft, Amazon e Facebook revezam-se nos cinco primeiros lugares. Todas americanas – os Estados Unidos lideram a revolução digital.
A Europa, por sua vez, quer ser líder na transição para a economia verde. “Existem alguns valores que se tornaram transnacionais, e a preservação do planeta é um deles”, diz Cesar Rodríguez-Garavito, professor da Universidade de Nova York. O combate às mudanças climáticas exige a colaboração entre países. Nada mais natural que uma união de nações dê o pontapé inicial.
Lapidado ao longo dos últimos anos, o “European Green Deal” é ambicioso. Seguidas suas diretrizes, negócios relacionados com extração de petróleo e fabricação de carros a gasolina deixarão de existir até meados da próxima década. A ideia é criar círculos virtuosos. Um exemplo: gigantes como a sueca Ikea, marca de lojas de móveis, só trabalham com fornecedores de madeira certificada. O objetivo é inviabilizar, na cadeia global, os que não seguirem as regras sustentáveis.
Numa nova economia com valores compartilhados, a política também vem sendo reinventada. Há um protagonismo crescente da sociedade civil transnacional. Ela congrega atores de diversos países e atua em rede, valendo-se dos recursos da tecnologia. Como no discurso de Von der Leyen, as palavras “verde” e “digital” caminham juntas.
Para Rodríguez-Garavito, tais redes incorporam não apenas organizações não governamentais, mas também universidades e a imprensa independente. Cada uma em seu papel, tendo o conhecimento como arma. Há uma nova forma – digital, verde, colaborativa e globalizada – de pensar a política e a economia atuais.
Uma pesquisa mostra que 86% dos brasileiros entre 16 e 24 anos estão preocupados com as mudanças climáticas, ou seja, a causa ambiental é a mais forte entre os jovens. Trata-se de uma notícia ruim para os políticos (à esquerda e à direita) que demonizam a sociedade civil. Enquanto o mundo inteligente avança, eles prendem seus países no lodo do atraso – e perdem, no caminho, a conexão com os eleitores do futuro.
(João Gabriel de Lima. O Estado de S. Paulo, 18.09.2021. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o sinal indicativo de crase foi empregado corretamente.
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Um futuro mais verde e digital
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em seu discurso anual ressaltou a ideia que tem vertebrado suas entrevistas: levar a Europa a um futuro cada vez mais “verde” e “digital”.
As duas palavras resumem as linhas mestras da política e da economia no futuro. Não é possível fugir à revolução digital que, nos últimos 30 anos, transformou o mundo. Já há algum tempo a lista das principais empresas do planeta não é encabeçada por companhias petrolíferas ou de varejo. Apple, Google, Microsoft, Amazon e Facebook revezam-se nos cinco primeiros lugares. Todas americanas – os Estados Unidos lideram a revolução digital.
A Europa, por sua vez, quer ser líder na transição para a economia verde. “Existem alguns valores que se tornaram transnacionais, e a preservação do planeta é um deles”, diz Cesar Rodríguez-Garavito, professor da Universidade de Nova York. O combate às mudanças climáticas exige a colaboração entre países. Nada mais natural que uma união de nações dê o pontapé inicial.
Lapidado ao longo dos últimos anos, o “European Green Deal” é ambicioso. Seguidas suas diretrizes, negócios relacionados com extração de petróleo e fabricação de carros a gasolina deixarão de existir até meados da próxima década. A ideia é criar círculos virtuosos. Um exemplo: gigantes como a sueca Ikea, marca de lojas de móveis, só trabalham com fornecedores de madeira certificada. O objetivo é inviabilizar, na cadeia global, os que não seguirem as regras sustentáveis.
Numa nova economia com valores compartilhados, a política também vem sendo reinventada. Há um protagonismo crescente da sociedade civil transnacional. Ela congrega atores de diversos países e atua em rede, valendo-se dos recursos da tecnologia. Como no discurso de Von der Leyen, as palavras “verde” e “digital” caminham juntas.
Para Rodríguez-Garavito, tais redes incorporam não apenas organizações não governamentais, mas também universidades e a imprensa independente. Cada uma em seu papel, tendo o conhecimento como arma. Há uma nova forma – digital, verde, colaborativa e globalizada – de pensar a política e a economia atuais.
Uma pesquisa mostra que 86% dos brasileiros entre 16 e 24 anos estão preocupados com as mudanças climáticas, ou seja, a causa ambiental é a mais forte entre os jovens. Trata-se de uma notícia ruim para os políticos (à esquerda e à direita) que demonizam a sociedade civil. Enquanto o mundo inteligente avança, eles prendem seus países no lodo do atraso – e perdem, no caminho, a conexão com os eleitores do futuro.
(João Gabriel de Lima. O Estado de S. Paulo, 18.09.2021. Adaptado)
Considere as frases a seguir.
- A política e a economia têm novas linhas mestras, e as palavras “verde” e “digital” praticamente resumem essas linhas.
- Quanto à lista das principais empresas, há tempos companhias petrolíferas não encabeçam essa lista.
- As regras de sustentabilidade são vitais na cadeia global, por isso há o objetivo de excluir os que desrespeitam tais regras.
De acordo com o emprego e a colocação dos pronomes estabelecidos pela norma-padrão da língua portuguesa, os trechos destacados devem ser substituídos por:
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Um futuro mais verde e digital
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em seu discurso anual ressaltou a ideia que tem vertebrado suas entrevistas: levar a Europa a um futuro cada vez mais “verde” e “digital”.
As duas palavras resumem as linhas mestras da política e da economia no futuro. Não é possível fugir à revolução digital que, nos últimos 30 anos, transformou o mundo. Já há algum tempo a lista das principais empresas do planeta não é encabeçada por companhias petrolíferas ou de varejo. Apple, Google, Microsoft, Amazon e Facebook revezam-se nos cinco primeiros lugares. Todas americanas – os Estados Unidos lideram a revolução digital.
A Europa, por sua vez, quer ser líder na transição para a economia verde. “Existem alguns valores que se tornaram transnacionais, e a preservação do planeta é um deles”, diz Cesar Rodríguez-Garavito, professor da Universidade de Nova York. O combate às mudanças climáticas exige a colaboração entre países. Nada mais natural que uma união de nações dê o pontapé inicial.
Lapidado ao longo dos últimos anos, o “European Green Deal” é ambicioso. Seguidas suas diretrizes, negócios relacionados com extração de petróleo e fabricação de carros a gasolina deixarão de existir até meados da próxima década. A ideia é criar círculos virtuosos. Um exemplo: gigantes como a sueca Ikea, marca de lojas de móveis, só trabalham com fornecedores de madeira certificada. O objetivo é inviabilizar, na cadeia global, os que não seguirem as regras sustentáveis.
Numa nova economia com valores compartilhados, a política também vem sendo reinventada. Há um protagonismo crescente da sociedade civil transnacional. Ela congrega atores de diversos países e atua em rede, valendo-se dos recursos da tecnologia. Como no discurso de Von der Leyen, as palavras “verde” e “digital” caminham juntas.
Para Rodríguez-Garavito, tais redes incorporam não apenas organizações não governamentais, mas também universidades e a imprensa independente. Cada uma em seu papel, tendo o conhecimento como arma. Há uma nova forma – digital, verde, colaborativa e globalizada – de pensar a política e a economia atuais.
Uma pesquisa mostra que 86% dos brasileiros entre 16 e 24 anos estão preocupados com as mudanças climáticas, ou seja, a causa ambiental é a mais forte entre os jovens. Trata-se de uma notícia ruim para os políticos (à esquerda e à direita) que demonizam a sociedade civil. Enquanto o mundo inteligente avança, eles prendem seus países no lodo do atraso – e perdem, no caminho, a conexão com os eleitores do futuro.
(João Gabriel de Lima. O Estado de S. Paulo, 18.09.2021. Adaptado)
A alternativa cujo trecho preserva o sentido do texto e segue a norma-padrão da língua portuguesa encontra- se em:
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Um futuro mais verde e digital
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em seu discurso anual ressaltou a ideia que tem vertebrado suas entrevistas: levar a Europa a um futuro cada vez mais “verde” e “digital”.
As duas palavras resumem as linhas mestras da política e da economia no futuro. Não é possível fugir à revolução digital que, nos últimos 30 anos, transformou o mundo. Já há algum tempo a lista das principais empresas do planeta não é encabeçada por companhias petrolíferas ou de varejo. Apple, Google, Microsoft, Amazon e Facebook revezam-se nos cinco primeiros lugares. Todas americanas – os Estados Unidos lideram a revolução digital.
A Europa, por sua vez, quer ser líder na transição para a economia verde. “Existem alguns valores que se tornaram transnacionais, e a preservação do planeta é um deles”, diz Cesar Rodríguez-Garavito, professor da Universidade de Nova York. O combate às mudanças climáticas exige a colaboração entre países. Nada mais natural que uma união de nações dê o pontapé inicial.
Lapidado ao longo dos últimos anos, o “European Green Deal” é ambicioso. Seguidas suas diretrizes, negócios relacionados com extração de petróleo e fabricação de carros a gasolina deixarão de existir até meados da próxima década. A ideia é criar círculos virtuosos. Um exemplo: gigantes como a sueca Ikea, marca de lojas de móveis, só trabalham com fornecedores de madeira certificada. O objetivo é inviabilizar, na cadeia global, os que não seguirem as regras sustentáveis.
Numa nova economia com valores compartilhados, a política também vem sendo reinventada. Há um protagonismo crescente da sociedade civil transnacional. Ela congrega atores de diversos países e atua em rede, valendo-se dos recursos da tecnologia. Como no discurso de Von der Leyen, as palavras “verde” e “digital” caminham juntas.
Para Rodríguez-Garavito, tais redes incorporam não apenas organizações não governamentais, mas também universidades e a imprensa independente. Cada uma em seu papel, tendo o conhecimento como arma. Há uma nova forma – digital, verde, colaborativa e globalizada – de pensar a política e a economia atuais.
Uma pesquisa mostra que 86% dos brasileiros entre 16 e 24 anos estão preocupados com as mudanças climáticas, ou seja, a causa ambiental é a mais forte entre os jovens. Trata-se de uma notícia ruim para os políticos (à esquerda e à direita) que demonizam a sociedade civil. Enquanto o mundo inteligente avança, eles prendem seus países no lodo do atraso – e perdem, no caminho, a conexão com os eleitores do futuro.
(João Gabriel de Lima. O Estado de S. Paulo, 18.09.2021. Adaptado)
Na frase reescrita com base no texto – A sueca Ikea, a saber uma gigante no mercado de móveis, trabalha exclusivamente com madeira certificada. –, as expressões destacadas trazem, respectivamente, as ideias de
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Um futuro mais verde e digital
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em seu discurso anual ressaltou a ideia que tem vertebrado suas entrevistas: levar a Europa a um futuro cada vez mais “verde” e “digital”.
As duas palavras resumem as linhas mestras da política e da economia no futuro. Não é possível fugir à revolução digital que, nos últimos 30 anos, transformou o mundo. Já há algum tempo a lista das principais empresas do planeta não é encabeçada por companhias petrolíferas ou de varejo. Apple, Google, Microsoft, Amazon e Facebook revezam-se nos cinco primeiros lugares. Todas americanas – os Estados Unidos lideram a revolução digital.
A Europa, por sua vez, quer ser líder na transição para a economia verde. “Existem alguns valores que se tornaram transnacionais, e a preservação do planeta é um deles”, diz Cesar Rodríguez-Garavito, professor da Universidade de Nova York. O combate às mudanças climáticas exige a colaboração entre países. Nada mais natural que uma união de nações dê o pontapé inicial.
Lapidado ao longo dos últimos anos, o “European Green Deal” é ambicioso. Seguidas suas diretrizes, negócios relacionados com extração de petróleo e fabricação de carros a gasolina deixarão de existir até meados da próxima década. A ideia é criar círculos virtuosos. Um exemplo: gigantes como a sueca Ikea, marca de lojas de móveis, só trabalham com fornecedores de madeira certificada. O objetivo é inviabilizar, na cadeia global, os que não seguirem as regras sustentáveis.
Numa nova economia com valores compartilhados, a política também vem sendo reinventada. Há um protagonismo crescente da sociedade civil transnacional. Ela congrega atores de diversos países e atua em rede, valendo-se dos recursos da tecnologia. Como no discurso de Von der Leyen, as palavras “verde” e “digital” caminham juntas.
Para Rodríguez-Garavito, tais redes incorporam não apenas organizações não governamentais, mas também universidades e a imprensa independente. Cada uma em seu papel, tendo o conhecimento como arma. Há uma nova forma – digital, verde, colaborativa e globalizada – de pensar a política e a economia atuais.
Uma pesquisa mostra que 86% dos brasileiros entre 16 e 24 anos estão preocupados com as mudanças climáticas, ou seja, a causa ambiental é a mais forte entre os jovens. Trata-se de uma notícia ruim para os políticos (à esquerda e à direita) que demonizam a sociedade civil. Enquanto o mundo inteligente avança, eles prendem seus países no lodo do atraso – e perdem, no caminho, a conexão com os eleitores do futuro.
(João Gabriel de Lima. O Estado de S. Paulo, 18.09.2021. Adaptado)
No 6º parágrafo, em “Há uma nova forma – digital, verde, colaborativa e globalizada – de pensar a política e a economia atuais.”, os travessões contribuem para
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Um futuro mais verde e digital
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em seu discurso anual ressaltou a ideia que tem vertebrado suas entrevistas: levar a Europa a um futuro cada vez mais “verde” e “digital”.
As duas palavras resumem as linhas mestras da política e da economia no futuro. Não é possível fugir à revolução digital que, nos últimos 30 anos, transformou o mundo. Já há algum tempo a lista das principais empresas do planeta não é encabeçada por companhias petrolíferas ou de varejo. Apple, Google, Microsoft, Amazon e Facebook revezam-se nos cinco primeiros lugares. Todas americanas – os Estados Unidos lideram a revolução digital.
A Europa, por sua vez, quer ser líder na transição para a economia verde. “Existem alguns valores que se tornaram transnacionais, e a preservação do planeta é um deles”, diz Cesar Rodríguez-Garavito, professor da Universidade de Nova York. O combate às mudanças climáticas exige a colaboração entre países. Nada mais natural que uma união de nações dê o pontapé inicial.
Lapidado ao longo dos últimos anos, o “European Green Deal” é ambicioso. Seguidas suas diretrizes, negócios relacionados com extração de petróleo e fabricação de carros a gasolina deixarão de existir até meados da próxima década. A ideia é criar círculos virtuosos. Um exemplo: gigantes como a sueca Ikea, marca de lojas de móveis, só trabalham com fornecedores de madeira certificada. O objetivo é inviabilizar, na cadeia global, os que não seguirem as regras sustentáveis.
Numa nova economia com valores compartilhados, a política também vem sendo reinventada. Há um protagonismo crescente da sociedade civil transnacional. Ela congrega atores de diversos países e atua em rede, valendo-se dos recursos da tecnologia. Como no discurso de Von der Leyen, as palavras “verde” e “digital” caminham juntas.
Para Rodríguez-Garavito, tais redes incorporam não apenas organizações não governamentais, mas também universidades e a imprensa independente. Cada uma em seu papel, tendo o conhecimento como arma. Há uma nova forma – digital, verde, colaborativa e globalizada – de pensar a política e a economia atuais.
Uma pesquisa mostra que 86% dos brasileiros entre 16 e 24 anos estão preocupados com as mudanças climáticas, ou seja, a causa ambiental é a mais forte entre os jovens. Trata-se de uma notícia ruim para os políticos (à esquerda e à direita) que demonizam a sociedade civil. Enquanto o mundo inteligente avança, eles prendem seus países no lodo do atraso – e perdem, no caminho, a conexão com os eleitores do futuro.
(João Gabriel de Lima. O Estado de S. Paulo, 18.09.2021. Adaptado)
Considere os trechos do texto.
- ... em seu discurso anual ressaltou a ideia que tem vertebrado suas entrevistas... (1º parágrafo)
- Enquanto o mundo inteligente avança, eles prendem seus países no lodo do atraso... (último parágrafo)
As expressões destacadas estão empregadas, respectivamente,
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