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Um futuro mais verde e digital
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em seu discurso anual ressaltou a ideia que tem vertebrado suas entrevistas: levar a Europa a um futuro cada vez mais “verde” e “digital”.
As duas palavras resumem as linhas mestras da política e da economia no futuro. Não é possível fugir à revolução digital que, nos últimos 30 anos, transformou o mundo. Já há algum tempo a lista das principais empresas do planeta não é encabeçada por companhias petrolíferas ou de varejo. Apple, Google, Microsoft, Amazon e Facebook revezam-se nos cinco primeiros lugares. Todas americanas – os Estados Unidos lideram a revolução digital.
A Europa, por sua vez, quer ser líder na transição para a economia verde. “Existem alguns valores que se tornaram transnacionais, e a preservação do planeta é um deles”, diz Cesar Rodríguez-Garavito, professor da Universidade de Nova York. O combate às mudanças climáticas exige a colaboração entre países. Nada mais natural que uma união de nações dê o pontapé inicial.
Lapidado ao longo dos últimos anos, o “European Green Deal” é ambicioso. Seguidas suas diretrizes, negócios relacionados com extração de petróleo e fabricação de carros a gasolina deixarão de existir até meados da próxima década. A ideia é criar círculos virtuosos. Um exemplo: gigantes como a sueca Ikea, marca de lojas de móveis, só trabalham com fornecedores de madeira certificada. O objetivo é inviabilizar, na cadeia global, os que não seguirem as regras sustentáveis.
Numa nova economia com valores compartilhados, a política também vem sendo reinventada. Há um protagonismo crescente da sociedade civil transnacional. Ela congrega atores de diversos países e atua em rede, valendo-se dos recursos da tecnologia. Como no discurso de Von der Leyen, as palavras “verde” e “digital” caminham juntas.
Para Rodríguez-Garavito, tais redes incorporam não apenas organizações não governamentais, mas também universidades e a imprensa independente. Cada uma em seu papel, tendo o conhecimento como arma. Há uma nova forma – digital, verde, colaborativa e globalizada – de pensar a política e a economia atuais.
Uma pesquisa mostra que 86% dos brasileiros entre 16 e 24 anos estão preocupados com as mudanças climáticas, ou seja, a causa ambiental é a mais forte entre os jovens. Trata-se de uma notícia ruim para os políticos (à esquerda e à direita) que demonizam a sociedade civil. Enquanto o mundo inteligente avança, eles prendem seus países no lodo do atraso – e perdem, no caminho, a conexão com os eleitores do futuro.
(João Gabriel de Lima. O Estado de S. Paulo, 18.09.2021. Adaptado)
Considere a frase elaborada a partir das ideias do texto.
A sociedade civil congrega atores de diversos países e atua em rede, valendo-se dos recursos tecnológicos.
Assinale a alternativa em que a frase reescrita preserva o sentido original do texto.
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Um futuro mais verde e digital
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em seu discurso anual ressaltou a ideia que tem vertebrado suas entrevistas: levar a Europa a um futuro cada vez mais “verde” e “digital”.
As duas palavras resumem as linhas mestras da política e da economia no futuro. Não é possível fugir à revolução digital que, nos últimos 30 anos, transformou o mundo. Já há algum tempo a lista das principais empresas do planeta não é encabeçada por companhias petrolíferas ou de varejo. Apple, Google, Microsoft, Amazon e Facebook revezam-se nos cinco primeiros lugares. Todas americanas – os Estados Unidos lideram a revolução digital.
A Europa, por sua vez, quer ser líder na transição para a economia verde. “Existem alguns valores que se tornaram transnacionais, e a preservação do planeta é um deles”, diz Cesar Rodríguez-Garavito, professor da Universidade de Nova York. O combate às mudanças climáticas exige a colaboração entre países. Nada mais natural que uma união de nações dê o pontapé inicial.
Lapidado ao longo dos últimos anos, o “European Green Deal” é ambicioso. Seguidas suas diretrizes, negócios relacionados com extração de petróleo e fabricação de carros a gasolina deixarão de existir até meados da próxima década. A ideia é criar círculos virtuosos. Um exemplo: gigantes como a sueca Ikea, marca de lojas de móveis, só trabalham com fornecedores de madeira certificada. O objetivo é inviabilizar, na cadeia global, os que não seguirem as regras sustentáveis.
Numa nova economia com valores compartilhados, a política também vem sendo reinventada. Há um protagonismo crescente da sociedade civil transnacional. Ela congrega atores de diversos países e atua em rede, valendo-se dos recursos da tecnologia. Como no discurso de Von der Leyen, as palavras “verde” e “digital” caminham juntas.
Para Rodríguez-Garavito, tais redes incorporam não apenas organizações não governamentais, mas também universidades e a imprensa independente. Cada uma em seu papel, tendo o conhecimento como arma. Há uma nova forma – digital, verde, colaborativa e globalizada – de pensar a política e a economia atuais.
Uma pesquisa mostra que 86% dos brasileiros entre 16 e 24 anos estão preocupados com as mudanças climáticas, ou seja, a causa ambiental é a mais forte entre os jovens. Trata-se de uma notícia ruim para os políticos (à esquerda e à direita) que demonizam a sociedade civil. Enquanto o mundo inteligente avança, eles prendem seus países no lodo do atraso – e perdem, no caminho, a conexão com os eleitores do futuro.
(João Gabriel de Lima. O Estado de S. Paulo, 18.09.2021. Adaptado)
No 4º parágrafo, afirma-se que “A ideia é criar círculos virtuosos”. Pode-se concluir corretamente que uma das consequências de círculos virtuosos seria
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Um futuro mais verde e digital
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em seu discurso anual ressaltou a ideia que tem vertebrado suas entrevistas: levar a Europa a um futuro cada vez mais “verde” e “digital”.
As duas palavras resumem as linhas mestras da política e da economia no futuro. Não é possível fugir à revolução digital que, nos últimos 30 anos, transformou o mundo. Já há algum tempo a lista das principais empresas do planeta não é encabeçada por companhias petrolíferas ou de varejo. Apple, Google, Microsoft, Amazon e Facebook revezam-se nos cinco primeiros lugares. Todas americanas – os Estados Unidos lideram a revolução digital.
A Europa, por sua vez, quer ser líder na transição para a economia verde. “Existem alguns valores que se tornaram transnacionais, e a preservação do planeta é um deles”, diz Cesar Rodríguez-Garavito, professor da Universidade de Nova York. O combate às mudanças climáticas exige a colaboração entre países. Nada mais natural que uma união de nações dê o pontapé inicial.
Lapidado ao longo dos últimos anos, o “European Green Deal” é ambicioso. Seguidas suas diretrizes, negócios relacionados com extração de petróleo e fabricação de carros a gasolina deixarão de existir até meados da próxima década. A ideia é criar círculos virtuosos. Um exemplo: gigantes como a sueca Ikea, marca de lojas de móveis, só trabalham com fornecedores de madeira certificada. O objetivo é inviabilizar, na cadeia global, os que não seguirem as regras sustentáveis.
Numa nova economia com valores compartilhados, a política também vem sendo reinventada. Há um protagonismo crescente da sociedade civil transnacional. Ela congrega atores de diversos países e atua em rede, valendo-se dos recursos da tecnologia. Como no discurso de Von der Leyen, as palavras “verde” e “digital” caminham juntas.
Para Rodríguez-Garavito, tais redes incorporam não apenas organizações não governamentais, mas também universidades e a imprensa independente. Cada uma em seu papel, tendo o conhecimento como arma. Há uma nova forma – digital, verde, colaborativa e globalizada – de pensar a política e a economia atuais.
Uma pesquisa mostra que 86% dos brasileiros entre 16 e 24 anos estão preocupados com as mudanças climáticas, ou seja, a causa ambiental é a mais forte entre os jovens. Trata-se de uma notícia ruim para os políticos (à esquerda e à direita) que demonizam a sociedade civil. Enquanto o mundo inteligente avança, eles prendem seus países no lodo do atraso – e perdem, no caminho, a conexão com os eleitores do futuro.
(João Gabriel de Lima. O Estado de S. Paulo, 18.09.2021. Adaptado)
De acordo com o texto, é correto afirmar que
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Em um refeitório há, ao todo, 40 funcionários almoçando, sendo que o número de homens é maior que o número de mulheres em 12 funcionários. O número de mulheres almoçando nesse refeitório, em relação ao número total de funcionários no refeitório, corresponde a:
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Geralmente, determinado serviço é realizado em 5 horas. Entretanto, devido a uma necessidade excepcional, esse serviço tem que ser realizado em \( 3 \over 4 \) do tempo em que é geralmente realizado, mas mantendo-se a segurança necessária de todos os trabalhadores. Nessa ocasião especial, o serviço deverá ser realizado em
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A palavra Talvez, no segundo quadrinho, expressa sentido de
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Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas dos dois primeiros quadrinhos.
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Considerando o emprego do pronome e a sua colocação, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa que apresenta corretamente a reescrita da frase do segundo quadrinho.
É, e se você arranhar ele com os seus cotovelos idiotas ...
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No texto do segundo quadrinho, a palavra SE estabelece, entre as orações, relação de
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A palavra gari é uma homenagem ao empresário francês Aleixo Gary, que se destacou na história da limpeza da cidade do Rio de Janeiro. Em 11 de outubro de 1876, ele assinou um contrato com o Ministério Imperial para organizar o serviço de limpeza da cidade, que incluía a retirada de lixo das casas e praias e o transporte para a Ilha de Sapucaia, atual bairro Caju. A empresa acabou em 1892 e foi criada a Superintendência de Limpeza Pública e Particular da Cidade cujos serviços não eram bons. No ano de 1906, o órgão tinha somente 1.084 animais de carga para trabalharem na coleta de 560 toneladas de lixo. A partir dessa data, teve início a coleta de lixo com equipamentos mecânicos.
(http://guiadoscuriosos.com.br Adaptado)
O emprego do acento indicativo da crase está correto na frase da alternativa:
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