Magna Concursos

Foram encontradas 656 questões.

“Os elementos de textualização representam as conexões e as articulações que tornam um texto um todo compreensível e encadeado, e não um conjunto de frases sem sentido.” (SARMENTO, 2013, p. 66)

A partir do conceito apresentado, leia o texto a seguir.

O Show

O cartaz
O desejo
O pai
O dinheiro
O ingresso
O dia
A preparação
A ida
O estádio
A multidão
A expectativa
A música
A vibração
A participação
O fim
A volta
O vazio

Disponível em: <https://www.trabalhosfeitos.com/ensaios/Coer%C3%AAncia- e-Coes%C3%A3o-Textual-o/30567458.html> Acesso em: 6 jan. 2020.

Considerando os elementos da textualidade, ou seja, a coesão e a coerência, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que afirma sobre o texto O Show.

( ) É coerente porque o leitor estabelece as ligações não explícitas entre os termos.

( ) É uma tentativa de narrar a ida de uma pessoa a um show, por isso ele é incoerente.

( ) Não há unidade de sentido por se tratar apenas de uma lista de palavras sem coesão textual.

( ) O leitor o compreende porque tem arquivado em sua memória um modelo do que seja um show.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

A questão se refere ao texto de Mário Quintana.

Das utopias

Se as coisas são inatingíveis...ora!

Não é motivo para não querê-las...

Que tristes os caminhos, se não fora

A mágica presença das estrelas!

Disponível em: <https://www.portugues.com.br/literatura/mario-quintana. html> Acesso em 6 jan. 2020.

Tendo por base os sinais de pontuação presentes no texto de Mário Quintana, avalie as afirmações a seguir.

I – A exclamação no final do texto serve para indicar um estado emocional.

II – Empregou-se, no primeiro verso, a exclamação depois de uma interjeição.

III – As reticências, no primeiro verso, interrompem uma ideia que se quer exprimir.

IV – No segundo verso, as reticências indicam uma suspensão provocada por dúvida.

Está correto apenas o que se afirma em

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

A questão se refere ao texto de Mário Quintana.

Das utopias

Se as coisas são inatingíveis...ora!

Não é motivo para não querê-las...

Que tristes os caminhos, se não fora

A mágica presença das estrelas!

Disponível em: <https://www.portugues.com.br/literatura/mario-quintana. html> Acesso em 6 jan. 2020.

Mário Quintana revela, no poema Das utopias, um trabalho com a linguagem, por exemplo, por meio das rimas – “ora/fora”, “querê-las/estrelas” –, cujo objetivo é próprio da função

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

A questão se refere ao texto de Mário Quintana.

Das utopias

Se as coisas são inatingíveis...ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A mágica presença das estrelas!

Disponível em: <https://www.portugues.com.br/literatura/mario-quintana.
html> Acesso em 6 jan. 2020.

De acordo com o texto de Mário Quintana, nos versos “Que tristes os caminhos, se não fora / A mágica presença das estrelas!”, a expressão sublinhada dá para a palavra “caminhos” o sentido de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

A metonímia ocorre quando uma palavra é utilizada em lugar de outra de sentido semelhante, e há várias situações em que isso pode ocorrer.

A propósito dos diferentes modos de estabelecer a substituição de uma palavra por outra, associe corretamente o tipo de metonímia às frases com sentido figurado.

TIPOS DE METONÍMIA

1 - O singular pelo plural

2 - A parte pelo todo

3 - O continente pelo conteúdo

4 - O autor pela obra

5 - A marca pelo produto

FRASES

( ) Eu gosto de limpar minhas panelas com Bombril.

( ) O ser humano é racional.

( ) Ele tem duzentas cabeças de gado na fazenda.

( ) O menino comeu uma caixa de bombons.

( ) Sempre que tenho dúvida, recorro ao Aurélio.

A sequência correta dessa associação é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

A questão se refere a charge à seguir.

Enunciado 1369241-1

Disponível em: <https://brainly.com.br/tarefa/15117452>. Acesso em 6 jan. 2020.

Sobre as regras de acentuação em vigor com o Novo Acordo Ortográfico, e considerando o contexto de uso das palavras, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I - As palavras “AÍ” e “VARÊIA” possuem acento

PORQUE

II - a primeira é um hiato: A – Í; a segunda é uma paroxítona terminada em tritongo: VA – RÊIA.

Sobre as asserções, é correto afirmar que

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

A questão se refere a charge à seguir.

Enunciado 1369240-1

Disponível em: <https://brainly.com.br/tarefa/15117452>. Acesso em 6 jan. 2020.

“Em contato com outras pessoas, na rua, na escola, no trabalho, observamos que nem todos falam como nós. Isso ocorre por diferentes razões: nascemos e crescemos em regiões e momentos diferentes; frequentamos a escola por menos ou mais tempo; convivemos em determinados grupos ou classes sociais. Essas diferenças no uso da língua constituem as variedades linguísticas.” (CEREJA & MAGALHÃES, 2013, p. 29)

A esse respeito, no último balão da charge, a fala “AÍ VARÊIA” resulta de uma variação linguística que decorre, fundamentalmente, de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

A questão se refere ao texto a seguir

Apagando a si mesmo

O Brasil vive de destruir seu passado. Talvez por isso nunca aprenda

Ruy Castro

Somos um país que destrói documentos, arquivos, registros, gravações e chuta a história pela janela. E só vamos saber disso depois, quando não se pode fazer mais nada. Talvez muitos não se importem. Eu me importo. Um passaporte, uma carteira de identidade, uma certidão de nascimento pode conter informações maravilhosas para um biógrafo. Já salvei alguns desses documentos de serem despejados no lixo por famílias ilustres, onde seriam recolhidos pelos catadores de papel e vendidos para as feiras das praças – quando passariam, subitamente, a valer dinheiro.

Ruy Barbosa, ministro da Fazenda entre 1889 e 1891, mandou queimar os arquivos da escravidão. A medida impediu que os escravocratas exigissem indenização pelos "prejuízos" que teriam sofrido com a Abolição – Ruy respondeu que o justo seria indenizar os escravos –, mas também privou o Brasil de conhecer mais a fundo uma parte fundamental de sua história.

Em 1º de abril de 1964, a Rádio Mayrink Veiga, do Rio, então controlada pelo governo que estava sendo deposto, teve tudo – arquivo, discoteca, até os equipamentos – jogado na rua pelos vitoriosos do momento. Nos anos 60 e 70, burocratas dos governos Costa e Silva e Médici, instalados num andar do prédio de “A Noite”, onde ficava a memória da Rádio Nacional, deixaram material inestimável se perder.

Adalgisa Nery queimou as cartas de Murilo Mendes, apaixonado por ela. Na morte de Carmen Miranda, Mario Cunha, seu ex-namorado, queimou as cartas que ela mandara para ele. Na morte de Mario Cunha, Aurora, irmã de Carmen, queimou as cartas que ele mandara para ela. Gravar material novo, de áudio ou de vídeo, em fitas contendo material já gravado, apagando-o, era praxe das gravadoras e TVs brasileiras até os anos 80.

É o Brasil, notável pela desmemória, sempre apagando a si mesmo. Talvez por isso nunca aprenda.

Folha de são paulo, Opinião, 3 nov. 2019, p. A2. Adaptado.

Na frase “Na morte de Carmen Miranda, Mario Cunha, seu ex-namorado, queimou as cartas que ela mandara para ele.”, a palavra sublinhada possui hífen pelo mesmo motivo que a palavra

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

A questão se refere ao texto a seguir

Apagando a si mesmo

O Brasil vive de destruir seu passado. Talvez por isso nunca aprenda

Ruy Castro

Somos um país que destrói documentos, arquivos, registros, gravações e chuta a história pela janela. E só vamos saber disso depois, quando não se pode fazer mais nada. Talvez muitos não se importem. Eu me importo. Um passaporte, uma carteira de identidade, uma certidão de nascimento pode conter informações maravilhosas para um biógrafo. Já salvei alguns desses documentos de serem despejados no lixo por famílias ilustres, onde seriam recolhidos pelos catadores de papel e vendidos para as feiras das praças – quando passariam, subitamente, a valer dinheiro.

Ruy Barbosa, ministro da Fazenda entre 1889 e 1891, mandou queimar os arquivos da escravidão. A medida impediu que os escravocratas exigissem indenização pelos "prejuízos" que teriam sofrido com a Abolição – Ruy respondeu que o justo seria indenizar os escravos –, mas também privou o Brasil de conhecer mais a fundo uma parte fundamental de sua história.

Em 1º de abril de 1964, a Rádio Mayrink Veiga, do Rio, então controlada pelo governo que estava sendo deposto, teve tudo – arquivo, discoteca, até os equipamentos – jogado na rua pelos vitoriosos do momento. Nos anos 60 e 70, burocratas dos governos Costa e Silva e Médici, instalados num andar do prédio de “A Noite”, onde ficava a memória da Rádio Nacional, deixaram material inestimável se perder.

Adalgisa Nery queimou as cartas de Murilo Mendes, apaixonado por ela. Na morte de Carmen Miranda, Mario Cunha, seu ex-namorado, queimou as cartas que ela mandara para ele. Na morte de Mario Cunha, Aurora, irmã de Carmen, queimou as cartas que ele mandara para ela. Gravar material novo, de áudio ou de vídeo, em fitas contendo material já gravado, apagando-o, era praxe das gravadoras e TVs brasileiras até os anos 80.

É o Brasil, notável pela desmemória, sempre apagando a si mesmo. Talvez por isso nunca aprenda.

Folha de são paulo, Opinião, 3 nov. 2019, p. A2. Adaptado.

A colocação dos pronomes oblíquos átonos é classificada de próclise (antes do verbo), de mesóclise (no meio do verbo) e de ênclise (depois do verbo).

A esse respeito, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que afirma sobre as frases transcritas do texto de Ruy Castro.

( ) Em “Eu me importo.”, não há regra clara para a colocação do pronome oblíquo átono e, por isso, ele pode assumir qualquer uma das três posições: antes, no meio ou depois do verbo.

( ) Na frase “E só vamos saber disso depois, quando não se pode fazer mais nada.”, o pronome oblíquo foi empregado antes do verbo porque o advérbio interrogativo “quando” exige a próclise.

( ) Na frase “Nos anos 60 e 70, burocratas dos governos Costa e Silva e Médici (...) deixaram material inestimável se perder.”, o pronome oblíquo está antes do verbo devido à presença do adjetivo “inestimável.”

( ) Em “Gravar material novo, de áudio ou de vídeo, em fitas contendo material já gravado, apagando-o, era praxe das gravadoras e TVs brasileiras até os anos 80.”, o pronome oblíquo foi empregado depois do verbo “apagando” por causa da pausa (vírgula) antes dele.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

A questão se refere ao texto a seguir

Apagando a si mesmo

O Brasil vive de destruir seu passado. Talvez por isso nunca aprenda

Ruy Castro

Somos um país que destrói documentos, arquivos, registros, gravações e chuta a história pela janela. E só vamos saber disso depois, quando não se pode fazer mais nada. Talvez muitos não se importem. Eu me importo. Um passaporte, uma carteira de identidade, uma certidão de nascimento pode conter informações maravilhosas para um biógrafo. Já salvei alguns desses documentos de serem despejados no lixo por famílias ilustres, onde seriam recolhidos pelos catadores de papel e vendidos para as feiras das praças – quando passariam, subitamente, a valer dinheiro.

Ruy Barbosa, ministro da Fazenda entre 1889 e 1891, mandou queimar os arquivos da escravidão. A medida impediu que os escravocratas exigissem indenização pelos "prejuízos" que teriam sofrido com a Abolição – Ruy respondeu que o justo seria indenizar os escravos –, mas também privou o Brasil de conhecer mais a fundo uma parte fundamental de sua história.

Em 1º de abril de 1964, a Rádio Mayrink Veiga, do Rio, então controlada pelo governo que estava sendo deposto, teve tudo – arquivo, discoteca, até os equipamentos – jogado na rua pelos vitoriosos do momento. Nos anos 60 e 70, burocratas dos governos Costa e Silva e Médici, instalados num andar do prédio de “A Noite”, onde ficava a memória da Rádio Nacional, deixaram material inestimável se perder.

Adalgisa Nery queimou as cartas de Murilo Mendes, apaixonado por ela. Na morte de Carmen Miranda, Mario Cunha, seu ex-namorado, queimou as cartas que ela mandara para ele. Na morte de Mario Cunha, Aurora, irmã de Carmen, queimou as cartas que ele mandara para ela. Gravar material novo, de áudio ou de vídeo, em fitas contendo material já gravado, apagando-o, era praxe das gravadoras e TVs brasileiras até os anos 80.

É o Brasil, notável pela desmemória, sempre apagando a si mesmo. Talvez por isso nunca aprenda.

Folha de são paulo, Opinião, 3 nov. 2019, p. A2. Adaptado.

No trecho “Somos um país que destrói documentos, arquivos, registros, gravações e chuta a história pela janela.”, a palavra sublinhada apresenta o acento grave pelos mesmos motivos que as palavras corretamente acentuadas a seguir.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas