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AS QUESTÕES DE 01 A 09 SE REFEREM AO TEXTO A SEGUIR.
Devir Espantalho
Produzindo um espantalho
Fazer o outro dizer o que ele não disse, criar um personagem em cima de uma pessoa real e agir como se esse ente imaginário estivesse presente – é disso que se trata na falácia do espantalho, uma das mais famosas na arte de vencer debates sem precisar ter razão.
Baseada na criação de um duplo, é esse personagem ficcional que deve ser atacado no lugar da pessoa real. É essa pessoa, cujo corpo e cuja presença são como que jogados fora, que é transformada em um boneco num jogo de argumentos. O ônus por ter sido transformada em espantalho é totalmente dela. O arguidor torna-se um embusteiro no momento em que refuta a posição do duplo, ou seja, atacando uma posição que não é defendida pela pessoa real. A falácia não é simplesmente o argumento, mas toda a situação do argumento, como vemos acontecer hoje com as fake News, verdadeira era da desinformação planificada.
O truque da falácia do “homem de palha” está em se bater num suposto argumento fraco, deixando de lado a complexidade do argumento realmente dito que, em geral, não seria fácil de refutar.
Assim como se coloca palha dentro de uma roupa para simular a presença de um ser humano, a falácia do espantalho surge quando palavras são colocadas na boca de alguém. Esse alguém continua ali, mas uma presença espectral vem à tona. O devir espantalho deixa a distância processos de subjetivação, esvaziando pensamento, sensibilidade e capacidade de agir. Num mundo sem ética, em que a subjetividade não é respeitada nem em seus dizeres, a espantalhificação é o destino.
Revista Cult, ano 26, ed. 297, set. 2023, p.41. Adaptado.
“O aposto é o termo de caráter nominal que se junta a um substantivo, a um pronome, ou a um equivalente destes, a título de explicação ou de apreciação. (...) Entre o aposto e o termo a que ele se refere há em geral pausa, marcada na escrita por uma vírgula”. (CUNHA & CINTRA, 2013, p.169-170)
Considerando-se esse conceito, NÃO há aposto no fragmento destacado em
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AS QUESTÕES DE 01 A 09 SE REFEREM AO TEXTO A SEGUIR.
Devir Espantalho
Produzindo um espantalho
Fazer o outro dizer o que ele não disse, criar um personagem em cima de uma pessoa real e agir como se esse ente imaginário estivesse presente – é disso que se trata na falácia do espantalho, uma das mais famosas na arte de vencer debates sem precisar ter razão.
Baseada na criação de um duplo, é esse personagem ficcional que deve ser atacado no lugar da pessoa real. É essa pessoa, cujo corpo e cuja presença são como que jogados fora, que é transformada em um boneco num jogo de argumentos. O ônus por ter sido transformada em espantalho é totalmente dela. O arguidor torna-se um embusteiro no momento em que refuta a posição do duplo, ou seja, atacando uma posição que não é defendida pela pessoa real. A falácia não é simplesmente o argumento, mas toda a situação do argumento, como vemos acontecer hoje com as fake News, verdadeira era da desinformação planificada.
O truque da falácia do “homem de palha” está em se bater num suposto argumento fraco, deixando de lado a complexidade do argumento realmente dito que, em geral, não seria fácil de refutar.
Assim como se coloca palha dentro de uma roupa para simular a presença de um ser humano, a falácia do espantalho surge quando palavras são colocadas na boca de alguém. Esse alguém continua ali, mas uma presença espectral vem à tona. O devir espantalho deixa a distância processos de subjetivação, esvaziando pensamento, sensibilidade e capacidade de agir. Num mundo sem ética, em que a subjetividade não é respeitada nem em seus dizeres, a espantalhificação é o destino.
Revista Cult, ano 26, ed. 297, set. 2023, p.41. Adaptado.
Os verbos de ligação funcionam como um elo entre o sujeito e o predicado e, também, exprimem os diversos aspectos sob os quais se considera a qualidade atribuída ao sujeito.
Considerando-se os verbos destacados nos fragmentos a seguir, todos são de ligação, EXCETO em
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Devir Espantalho
Produzindo um espantalho
Fazer o outro dizer o que ele não disse, criar um personagem em cima de uma pessoa real e agir como se esse ente imaginário estivesse presente – é disso que se trata na falácia do espantalho, uma das mais famosas na arte de vencer debates sem precisar ter razão.
Baseada na criação de um duplo, é esse personagem ficcional que deve ser atacado no lugar da pessoa real. É essa pessoa, cujo corpo e cuja presença são como que jogados fora, que é transformada em um boneco num jogo de argumentos. O ônus por ter sido transformada em espantalho é totalmente dela. O arguidor torna-se um embusteiro no momento em que refuta a posição do duplo, ou seja, atacando uma posição que não é defendida pela pessoa real. A falácia não é simplesmente o argumento, mas toda a situação do argumento, como vemos acontecer hoje com as fake News, verdadeira era da desinformação planificada.
O truque da falácia do “homem de palha” está em se bater num suposto argumento fraco, deixando de lado a complexidade do argumento realmente dito que, em geral, não seria fácil de refutar.
Assim como se coloca palha dentro de uma roupa para simular a presença de um ser humano, a falácia do espantalho surge quando palavras são colocadas na boca de alguém. Esse alguém continua ali, mas uma presença espectral vem à tona. O devir espantalho deixa a distância processos de subjetivação, esvaziando pensamento, sensibilidade e capacidade de agir. Num mundo sem ética, em que a subjetividade não é respeitada nem em seus dizeres, a espantalhificação é o destino.
Revista Cult, ano 26, ed. 297, set. 2023, p.41. Adaptado.
“Os sinais de pontuação são sinais gráficos que representam na escrita recursos específicos da língua falada.” (BUENO, 2014, p. 420)
A esse respeito, leia o fragmento a seguir e avalie o emprego das vírgulas.
“O arguidor torna-se um embusteiro no momento em que refuta a posição do duplo, ou seja, atacando uma posição que não é defendida pela pessoa real.”
As vírgulas foram empregadas no fragmento para separar
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AS QUESTÕES DE 01 A 09 SE REFEREM AO TEXTO A SEGUIR.
Devir Espantalho
Produzindo um espantalho
Fazer o outro dizer o que ele não disse, criar um personagem em cima de uma pessoa real e agir como se esse ente imaginário estivesse presente – é disso que se trata na falácia do espantalho, uma das mais famosas na arte de vencer debates sem precisar ter razão.
Baseada na criação de um duplo, é esse personagem ficcional que deve ser atacado no lugar da pessoa real. É essa pessoa, cujo corpo e cuja presença são como que jogados fora, que é transformada em um boneco num jogo de argumentos. O ônus por ter sido transformada em espantalho é totalmente dela. O arguidor torna-se um embusteiro no momento em que refuta a posição do duplo, ou seja, atacando uma posição que não é defendida pela pessoa real. A falácia não é simplesmente o argumento, mas toda a situação do argumento, como vemos acontecer hoje com as fake News, verdadeira era da desinformação planificada.
O truque da falácia do “homem de palha” está em se bater num suposto argumento fraco, deixando de lado a complexidade do argumento realmente dito que, em geral, não seria fácil de refutar.
Assim como se coloca palha dentro de uma roupa para simular a presença de um ser humano, a falácia do espantalho surge quando palavras são colocadas na boca de alguém. Esse alguém continua ali, mas uma presença espectral vem à tona. O devir espantalho deixa a distância processos de subjetivação, esvaziando pensamento, sensibilidade e capacidade de agir. Num mundo sem ética, em que a subjetividade não é respeitada nem em seus dizeres, a espantalhificação é o destino.
Revista Cult, ano 26, ed. 297, set. 2023, p.41. Adaptado.
As palavras têm sentidos que podem variar, dependendo do contexto em que são empregadas. Saber usá-las equivale a compreender o que elas significam, bem como o que elas querem dizer.
Em relação à significação das palavras, preencha corretamente as lacunas a seguir.
No parágrafo “O truque da falácia do 'homem de palha' está em se bater num suposto argumento fraco, deixando de lado a complexidade do argumento realmente dito que, em geral, não seria fácil de refutar.”, a palavra sublinhada significa _____________. Todavia, em outros contextos, pode ser empregada no sentido de _____________. A esse fenômeno linguístico dá-se o nome de _____________.
A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é:
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AS QUESTÕES DE 01 A 09 SE REFEREM AO TEXTO A SEGUIR.
Devir Espantalho
Produzindo um espantalho
Fazer o outro dizer o que ele não disse, criar um personagem em cima de uma pessoa real e agir como se esse ente imaginário estivesse presente – é disso que se trata na falácia do espantalho, uma das mais famosas na arte de vencer debates sem precisar ter razão.
Baseada na criação de um duplo, é esse personagem ficcional que deve ser atacado no lugar da pessoa real. É essa pessoa, cujo corpo e cuja presença são como que jogados fora, que é transformada em um boneco num jogo de argumentos. O ônus por ter sido transformada em espantalho é totalmente dela. O arguidor torna-se um embusteiro no momento em que refuta a posição do duplo, ou seja, atacando uma posição que não é defendida pela pessoa real. A falácia não é simplesmente o argumento, mas toda a situação do argumento, como vemos acontecer hoje com as fake News, verdadeira era da desinformação planificada.
O truque da falácia do “homem de palha” está em se bater num suposto argumento fraco, deixando de lado a complexidade do argumento realmente dito que, em geral, não seria fácil de refutar.
Assim como se coloca palha dentro de uma roupa para simular a presença de um ser humano, a falácia do espantalho surge quando palavras são colocadas na boca de alguém. Esse alguém continua ali, mas uma presença espectral vem à tona. O devir espantalho deixa a distância processos de subjetivação, esvaziando pensamento, sensibilidade e capacidade de agir. Num mundo sem ética, em que a subjetividade não é respeitada nem em seus dizeres, a espantalhificação é o destino.
Revista Cult, ano 26, ed. 297, set. 2023, p.41. Adaptado.
Falar e escrever um idioma e saber usar as palavras adequadamente equivalem a compreender o que elas significam e, também, o que elas querem dizer para a formação da mensagem.
Considerando-se o contexto em “Devir Espantalho”, associe corretamente as palavras aos seus respectivos significados.
PALAVRAS
1 - Embusteiro
2 - Espectral
3 - Falácia
4 - Refutar
SIGNIFICADOS
( ) discurso falso que se tenta passar por verdadeiro e é capaz de enganar.
( ) relativo ou semelhante à aparição ou a um fantasma.
( ) impostor que se utiliza de mentiras ardilosas com o intuito de enganar.
( ) derruba as afirmações alheias usando alegações irrecusáveis.
A sequência correta dessa associação é:
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Devir Espantalho
Produzindo um espantalho
Fazer o outro dizer o que ele não disse, criar um personagem em cima de uma pessoa real e agir como se esse ente imaginário estivesse presente – é disso que se trata na falácia do espantalho, uma das mais famosas na arte de vencer debates sem precisar ter razão.
Baseada na criação de um duplo, é esse personagem ficcional que deve ser atacado no lugar da pessoa real. É essa pessoa, cujo corpo e cuja presença são como que jogados fora, que é transformada em um boneco num jogo de argumentos. O ônus por ter sido transformada em espantalho é totalmente dela. O arguidor torna-se um embusteiro no momento em que refuta a posição do duplo, ou seja, atacando uma posição que não é defendida pela pessoa real. A falácia não é simplesmente o argumento, mas toda a situação do argumento, como vemos acontecer hoje com as fake News, verdadeira era da desinformação planificada.
O truque da falácia do “homem de palha” está em se bater num suposto argumento fraco, deixando de lado a complexidade do argumento realmente dito que, em geral, não seria fácil de refutar.
Assim como se coloca palha dentro de uma roupa para simular a presença de um ser humano, a falácia do espantalho surge quando palavras são colocadas na boca de alguém. Esse alguém continua ali, mas uma presença espectral vem à tona. O devir espantalho deixa a distância processos de subjetivação, esvaziando pensamento, sensibilidade e capacidade de agir. Num mundo sem ética, em que a subjetividade não é respeitada nem em seus dizeres, a espantalhificação é o destino.
Revista Cult, ano 26, ed. 297, set. 2023, p.41. Adaptado.
“Os diferentes modos de organizar os textos constituem os chamados tipos textuais [que] são poucos. Existem basicamente cinco: narrativo, descritivo, expositivo, argumentativo e injuntivo”. (SARMENTO, 2013, p. 34)
O texto “Devir Espantalho” é, fundamentalmente, argumentativo porque
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AS QUESTÕES DE 01 A 09 SE REFEREM AO TEXTO A SEGUIR.
Devir Espantalho
Produzindo um espantalho
Fazer o outro dizer o que ele não disse, criar um personagem em cima de uma pessoa real e agir como se esse ente imaginário estivesse presente – é disso que se trata na falácia do espantalho, uma das mais famosas na arte de vencer debates sem precisar ter razão.
Baseada na criação de um duplo, é esse personagem ficcional que deve ser atacado no lugar da pessoa real. É essa pessoa, cujo corpo e cuja presença são como que jogados fora, que é transformada em um boneco num jogo de argumentos. O ônus por ter sido transformada em espantalho é totalmente dela. O arguidor torna-se um embusteiro no momento em que refuta a posição do duplo, ou seja, atacando uma posição que não é defendida pela pessoa real. A falácia não é simplesmente o argumento, mas toda a situação do argumento, como vemos acontecer hoje com as fake News, verdadeira era da desinformação planificada.
O truque da falácia do “homem de palha” está em se bater num suposto argumento fraco, deixando de lado a complexidade do argumento realmente dito que, em geral, não seria fácil de refutar.
Assim como se coloca palha dentro de uma roupa para simular a presença de um ser humano, a falácia do espantalho surge quando palavras são colocadas na boca de alguém. Esse alguém continua ali, mas uma presença espectral vem à tona. O devir espantalho deixa a distância processos de subjetivação, esvaziando pensamento, sensibilidade e capacidade de agir. Num mundo sem ética, em que a subjetividade não é respeitada nem em seus dizeres, a espantalhificação é o destino.
Revista Cult, ano 26, ed. 297, set. 2023, p.41. Adaptado.
Considerando-se a leitura do texto, é correto afirmar que
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Os sinais de advertência a seguir possuem seus códigos e descrições de acordo com o Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito (Volume II), EXCETO:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FCM
Orgão: Pref. Timóteo-MG
A violência no trânsito brasileiro é um problema que afeta milhares de pessoas todos os anos. De acordo com o Ministério da Saúde, o país tem uma das maiores taxas de mortalidade no trânsito do mundo, cerca de 1,35 milhão de pessoas por ano, e a violência no trânsito é responsável por um grande número de mortes e ferimentos graves. As causas da violência no trânsito são diversas e incluem desde a falta de investimento em infraestrutura viária, passando pela falta de educação e de respeito dos motoristas, até a impunidade para aqueles que cometem infrações e crimes de trânsito.
Em relação à discussão da violência no trânsito no país, é INCORRETO afirmar:
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ANALISE O CARTAZ DE UMA DAS CAMPANHAS DE VACINAÇÃO DO MINISTÉRIO DA SAÚDE PARA PREVENÇÃO CONTRA A MENINGITE CE CONTRA O HPV, DE 2018, A SEGUIR. AS QUESTÕES 4, 5 E 6 REFEREM-SE A ELE.

Fonte: Fiocruz. Disponível em <https://portal.fiocruz.br/noticia/ministerio-da-saude-inicia-campanha-de-vacinacao-contra-o-hpv>
É correto afirmar que o cartaz da campanha em questão NÃO tem o objetivo de
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