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Como a arte pode ajudar a melhorar a saúde mental
A arte sempre esteve presente na vida humana. Desde
os primeiros homens das cavernas, a expressão artística
cresceu e se desenvolveu em paralelo com as sociedades e
desempenha um papel fundamental em diversos aspectos
da vida, entre eles, a saúde.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde
(OMS), as artes adequadas para ajudar a
compreender e comunicar conceitos e emoções,
estimulando todos os sentidos e até mesmo a capacidade de
empatia. O que, segundo o órgão global, especialmente benéfico para a saúde mental.
Pesquisas realizadas pelo escritório regional da Europa
da OMS mostraram que o uso de mídias artísticas no
cuidado da saúde pode ter uma variedade de benefícios.
Segundo um relatório divulgado em 2019 e que analisou os
resultados de mais de 3 mil estudos, as artes um papel importante na prevenção de problemas de saúde,
na promoção da saúde como humana como um todo e no
gerenciamento e tratamento de doenças ao longo da vida.
Por exemplo, estudos de intervenções artísticas
específicas, que incluíram canto, percussão em grupo,
magia, dança, fotografia diária e visitas a instituições
culturais, mostraram impactos positivos em todos os tipos
de bem-estar individuais e sociais. Entre alguns dos ganhos
reportados estão melhorias na vitalidade, rejuvenescimento,
resiliência, propósito e qualidade de vida.
O relatório da OMS também afirma que atividades
como fazer e ouvir música, dança, artes plásticas e visitas a
locais culturais estão associadas ao controle e prevenção do
estresse e a um menor nível de ansiedade. Além disso, o
envolvimento com as artes também pode ajudar a reduzir o
risco de desenvolvimento de transtornos mentais, como
depressão, tanto na adolescência como na velhice.
“A participação em atividades artísticas pode aumentar
a auto-estima, a auto-aceitação e a autoconfiança, que
ajudam a proteger contra transtornos mentais. Por
exemplo, crianças e adolescentes que participam de
atividades artísticas têm melhora nos níveis de bem-estar,
socialização e resiliência”, afirma o documento da OMS.
Por fim, o órgão de saúde também ressalta que incluir
as artes na prestação de cuidados de saúde pode trazer
benefícios além do bem-estar diário, podendo influenciar
em como as pessoas lidam com problemas que
podem abalar a saúde mental.
Segundo o relatório, a arte ajuda a navegar
emocionalmente em situações como o processo de
tratamento de alguma doença ou lesão, entender emoções
difíceis em momentos de emergência e eventos
desafiadores e melhora a capacidade de resolução de
conflitos através do desenvolvimento de habilidades
cognitivas, emocionais e sociais.
(Fonte: National Geographic — adaptado.)
A participação em atividades artísticas pode aumentar a auto-estima, a auto-aceitação e a autoconfiança, que ajudam a proteger contra transtornos mentais.
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Como a arte pode ajudar a melhorar a saúde mental
A arte sempre esteve presente na vida humana. Desde
os primeiros homens das cavernas, a expressão artística
cresceu e se desenvolveu em paralelo com as sociedades e
desempenha um papel fundamental em diversos aspectos
da vida, entre eles, a saúde.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde
(OMS), as artes adequadas para ajudar a
compreender e comunicar conceitos e emoções,
estimulando todos os sentidos e até mesmo a capacidade de
empatia. O que, segundo o órgão global, especialmente benéfico para a saúde mental.
Pesquisas realizadas pelo escritório regional da Europa
da OMS mostraram que o uso de mídias artísticas no
cuidado da saúde pode ter uma variedade de benefícios.
Segundo um relatório divulgado em 2019 e que analisou os
resultados de mais de 3 mil estudos, as artes um papel importante na prevenção de problemas de saúde,
na promoção da saúde como humana como um todo e no
gerenciamento e tratamento de doenças ao longo da vida.
Por exemplo, estudos de intervenções artísticas
específicas, que incluíram canto, percussão em grupo,
magia, dança, fotografia diária e visitas a instituições
culturais, mostraram impactos positivos em todos os tipos
de bem-estar individuais e sociais. Entre alguns dos ganhos
reportados estão melhorias na vitalidade, rejuvenescimento,
resiliência, propósito e qualidade de vida.
O relatório da OMS também afirma que atividades
como fazer e ouvir música, dança, artes plásticas e visitas a
locais culturais estão associadas ao controle e prevenção do
estresse e a um menor nível de ansiedade. Além disso, o
envolvimento com as artes também pode ajudar a reduzir o
risco de desenvolvimento de transtornos mentais, como
depressão, tanto na adolescência como na velhice.
“A participação em atividades artísticas pode aumentar
a auto-estima, a auto-aceitação e a autoconfiança, que
ajudam a proteger contra transtornos mentais. Por
exemplo, crianças e adolescentes que participam de
atividades artísticas têm melhora nos níveis de bem-estar,
socialização e resiliência”, afirma o documento da OMS.
Por fim, o órgão de saúde também ressalta que incluir
as artes na prestação de cuidados de saúde pode trazer
benefícios além do bem-estar diário, podendo influenciar
em como as pessoas lidam com problemas que
podem abalar a saúde mental.
Segundo o relatório, a arte ajuda a navegar
emocionalmente em situações como o processo de
tratamento de alguma doença ou lesão, entender emoções
difíceis em momentos de emergência e eventos
desafiadores e melhora a capacidade de resolução de
conflitos através do desenvolvimento de habilidades
cognitivas, emocionais e sociais.
(Fonte: National Geographic — adaptado.)
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Como a arte pode ajudar a melhorar a saúde mental
A arte sempre esteve presente na vida humana. Desde
os primeiros homens das cavernas, a expressão artística
cresceu e se desenvolveu em paralelo com as sociedades e
desempenha um papel fundamental em diversos aspectos
da vida, entre eles, a saúde.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde
(OMS), as artes adequadas para ajudar a
compreender e comunicar conceitos e emoções,
estimulando todos os sentidos e até mesmo a capacidade de
empatia. O que, segundo o órgão global, especialmente benéfico para a saúde mental.
Pesquisas realizadas pelo escritório regional da Europa
da OMS mostraram que o uso de mídias artísticas no
cuidado da saúde pode ter uma variedade de benefícios.
Segundo um relatório divulgado em 2019 e que analisou os
resultados de mais de 3 mil estudos, as artes um papel importante na prevenção de problemas de saúde,
na promoção da saúde como humana como um todo e no
gerenciamento e tratamento de doenças ao longo da vida.
Por exemplo, estudos de intervenções artísticas
específicas, que incluíram canto, percussão em grupo,
magia, dança, fotografia diária e visitas a instituições
culturais, mostraram impactos positivos em todos os tipos
de bem-estar individuais e sociais. Entre alguns dos ganhos
reportados estão melhorias na vitalidade, rejuvenescimento,
resiliência, propósito e qualidade de vida.
O relatório da OMS também afirma que atividades
como fazer e ouvir música, dança, artes plásticas e visitas a
locais culturais estão associadas ao controle e prevenção do
estresse e a um menor nível de ansiedade. Além disso, o
envolvimento com as artes também pode ajudar a reduzir o
risco de desenvolvimento de transtornos mentais, como
depressão, tanto na adolescência como na velhice.
“A participação em atividades artísticas pode aumentar
a auto-estima, a auto-aceitação e a autoconfiança, que
ajudam a proteger contra transtornos mentais. Por
exemplo, crianças e adolescentes que participam de
atividades artísticas têm melhora nos níveis de bem-estar,
socialização e resiliência”, afirma o documento da OMS.
Por fim, o órgão de saúde também ressalta que incluir
as artes na prestação de cuidados de saúde pode trazer
benefícios além do bem-estar diário, podendo influenciar
em como as pessoas lidam com problemas que
podem abalar a saúde mental.
Segundo o relatório, a arte ajuda a navegar
emocionalmente em situações como o processo de
tratamento de alguma doença ou lesão, entender emoções
difíceis em momentos de emergência e eventos
desafiadores e melhora a capacidade de resolução de
conflitos através do desenvolvimento de habilidades
cognitivas, emocionais e sociais.
(Fonte: National Geographic — adaptado.)
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Tijolos da Mesopotâmia revelam anomalia antiga no campo
magnético da Terra
O campo magnético da Terra não foi sempre o
mesmo. O polo Norte e o polo Sul já trocaram de lugar
algumas vezes ao longo das eras geológicas. Além disso, sua
intensidade aumenta e diminui com o tempo, às vezes de
maneira desigual.
Essas mudanças deixam cicatrizes químicas em certos
minerais, que se tornam boas pistas para investigar o
passado da magnetosfera. Átomos de ferro presentes, por
exemplo, podem ter se alinhado ao campo em um certo
ponto do passado, e então permanecido travados nessa
posição — o que os torna uma janela para um instante exato
da história do planeta.
Como esses blocos de argila têm inscrições indicando
o nome do déspota que governava o território na época de
sua fabricação, torna-se possível cruzar o dado histórico com
o químico, o que torna a datação extremamente precisa.
O estudo confirma a existência de um fenômeno
chamado “anomalia geomagnética da Idade do Ferro no
Levante”. Entre 1050 e 550 a.C., o campo magnético da
Terra era estranhamente forte na região do Levante (os
arredores de Iraque, Jordânia, Síria e Israel), por razões
ainda misteriosas. Evidências dessa anomalia já haviam sido
detectadas em lugares distantes, mas dados vindos do
próprio Oriente Médio eram escassos.
“Muitas vezes dependemos de métodos de datação,
como radiocarbono, para ter uma noção da cronologia na
antiga Mesopotâmia. No entanto, alguns dos vestígios
culturais mais comuns, como tijolos e cerâmicas, não podem
ser facilmente datados porque não contêm material
orgânico (ou seja, material com átomos de carbono)”, diz
Mark Altaweel, coautor do artigo, em declaração à
imprensa. “Este trabalho agora ajuda a criar uma importante
base que permite que outros se beneficiem da datação
absoluta usando o arqueomagnetismo.”
Em sua fala, Altaweel se refere ao método de datação
mais comum da arqueologia, em que os pesquisadores
descobrem quando um objeto foi fabricado (ou, no caso de
um ser vivo, quando ele viveu) pela taxa a que átomos de
carbono radioativos presentes nessa coisa se desmancham
em outros átomos, mais estáveis. Grosso modo, quanto mais
antigo o item, menos carbono radioativo haverá nele.
A equipa espera que a área de pesquisa incipiente do
arqueomagnetismo — a busca por assinaturas do campo
magnético da Terra em artefatos arqueológicos —, aumente
a precisão com que conhecemos a história desse escudo
invisível que circunda o planeta (e, de quebra, que melhore
nossa capacidade de datar o passado da nossa própria
espécie).
(Fonte: Superinteressante — adaptado.)
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Tijolos da Mesopotâmia revelam anomalia antiga no campo
magnético da Terra
O campo magnético da Terra não foi sempre o mesmo. O polo Norte e o polo Sul já trocaram de lugar algumas vezes ao longo das eras geológicas. Além disso, sua intensidade aumenta e diminui com o tempo, às vezes de maneira desigual.
Essas mudanças deixam cicatrizes químicas em certos minerais, que se tornam boas pistas para investigar o passado da magnetosfera. Átomos de ferro presentes, por exemplo, podem ter se alinhado ao campo em um certo ponto do passado, e então permanecido travados nessa posição — o que os torna uma janela para um instante exato da história do planeta.
Como esses blocos de argila têm inscrições indicando o nome do déspota que governava o território na época de sua fabricação, torna-se possível cruzar o dado histórico com o químico, o que torna a datação extremamente precisa.
O estudo confirma a existência de um fenômeno chamado “anomalia geomagnética da Idade do Ferro no Levante”. Entre 1050 e 550 a.C., o campo magnético da Terra era estranhamente forte na região do Levante (os arredores de Iraque, Jordânia, Síria e Israel), por razões ainda misteriosas. Evidências dessa anomalia já haviam sido detectadas em lugares distantes, mas dados vindos do próprio Oriente Médio eram escassos.
“Muitas vezes dependemos de métodos de datação, como radiocarbono, para ter uma noção da cronologia na antiga Mesopotâmia. No entanto, alguns dos vestígios culturais mais comuns, como tijolos e cerâmicas, não podem ser facilmente datados porque não contêm material orgânico (ou seja, material com átomos de carbono)”, diz Mark Altaweel, coautor do artigo, em declaração à imprensa. “Este trabalho agora ajuda a criar uma importante base que permite que outros se beneficiem da datação absoluta usando o arqueomagnetismo.”
Em sua fala, Altaweel se refere ao método de datação mais comum da arqueologia, em que os pesquisadores descobrem quando um objeto foi fabricado (ou, no caso de um ser vivo, quando ele viveu) pela taxa a que átomos de carbono radioativos presentes nessa coisa se desmancham em outros átomos, mais estáveis. Grosso modo, quanto mais antigo o item, menos carbono radioativo haverá nele.
A equipa espera que a área de pesquisa incipiente do arqueomagnetismo — a busca por assinaturas do campo magnético da Terra em artefatos arqueológicos —, aumente a precisão com que conhecemos a história desse escudo invisível que circunda o planeta (e, de quebra, que melhore nossa capacidade de datar o passado da nossa própria espécie).
(Fonte: Superinteressante — adaptado.)
Não estamos conseguindo achar a chave deste problema.
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Tijolos da Mesopotâmia revelam anomalia antiga no campo
magnético da Terra
O campo magnético da Terra não foi sempre o mesmo. O polo Norte e o polo Sul já trocaram de lugar algumas vezes ao longo das eras geológicas. Além disso, sua intensidade aumenta e diminui com o tempo, às vezes de maneira desigual.
Essas mudanças deixam cicatrizes químicas em certos minerais, que se tornam boas pistas para investigar o passado da magnetosfera. Átomos de ferro presentes, por exemplo, podem ter se alinhado ao campo em um certo ponto do passado, e então permanecido travados nessa posição — o que os torna uma janela para um instante exato da história do planeta.
Como esses blocos de argila têm inscrições indicando o nome do déspota que governava o território na época de sua fabricação, torna-se possível cruzar o dado histórico com o químico, o que torna a datação extremamente precisa.
O estudo confirma a existência de um fenômeno chamado “anomalia geomagnética da Idade do Ferro no Levante”. Entre 1050 e 550 a.C., o campo magnético da Terra era estranhamente forte na região do Levante (os arredores de Iraque, Jordânia, Síria e Israel), por razões ainda misteriosas. Evidências dessa anomalia já haviam sido detectadas em lugares distantes, mas dados vindos do próprio Oriente Médio eram escassos.
“Muitas vezes dependemos de métodos de datação, como radiocarbono, para ter uma noção da cronologia na antiga Mesopotâmia. No entanto, alguns dos vestígios culturais mais comuns, como tijolos e cerâmicas, não podem ser facilmente datados porque não contêm material orgânico (ou seja, material com átomos de carbono)”, diz Mark Altaweel, coautor do artigo, em declaração à imprensa. “Este trabalho agora ajuda a criar uma importante base que permite que outros se beneficiem da datação absoluta usando o arqueomagnetismo.”
Em sua fala, Altaweel se refere ao método de datação mais comum da arqueologia, em que os pesquisadores descobrem quando um objeto foi fabricado (ou, no caso de um ser vivo, quando ele viveu) pela taxa a que átomos de carbono radioativos presentes nessa coisa se desmancham em outros átomos, mais estáveis. Grosso modo, quanto mais antigo o item, menos carbono radioativo haverá nele.
A equipa espera que a área de pesquisa incipiente do arqueomagnetismo — a busca por assinaturas do campo magnético da Terra em artefatos arqueológicos —, aumente a precisão com que conhecemos a história desse escudo invisível que circunda o planeta (e, de quebra, que melhore nossa capacidade de datar o passado da nossa própria espécie).
(Fonte: Superinteressante — adaptado.)
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Tijolos da Mesopotâmia revelam anomalia antiga no campo
magnético da Terra
O campo magnético da Terra não foi sempre o mesmo. O polo Norte e o polo Sul já trocaram de lugar algumas vezes ao longo das eras geológicas. Além disso, sua intensidade aumenta e diminui com o tempo, às vezes de maneira desigual.
Essas mudanças deixam cicatrizes químicas em certos minerais, que se tornam boas pistas para investigar o passado da magnetosfera. Átomos de ferro presentes, por exemplo, podem ter se alinhado ao campo em um certo ponto do passado, e então permanecido travados nessa posição — o que os torna uma janela para um instante exato da história do planeta.
Como esses blocos de argila têm inscrições indicando o nome do déspota que governava o território na época de sua fabricação, torna-se possível cruzar o dado histórico com o químico, o que torna a datação extremamente precisa.
O estudo confirma a existência de um fenômeno chamado “anomalia geomagnética da Idade do Ferro no Levante”. Entre 1050 e 550 a.C., o campo magnético da Terra era estranhamente forte na região do Levante (os arredores de Iraque, Jordânia, Síria e Israel), por razões ainda misteriosas. Evidências dessa anomalia já haviam sido detectadas em lugares distantes, mas dados vindos do próprio Oriente Médio eram escassos.
“Muitas vezes dependemos de métodos de datação, como radiocarbono, para ter uma noção da cronologia na antiga Mesopotâmia. No entanto, alguns dos vestígios culturais mais comuns, como tijolos e cerâmicas, não podem ser facilmente datados porque não contêm material orgânico (ou seja, material com átomos de carbono)”, diz Mark Altaweel, coautor do artigo, em declaração à imprensa. “Este trabalho agora ajuda a criar uma importante base que permite que outros se beneficiem da datação absoluta usando o arqueomagnetismo.”
Em sua fala, Altaweel se refere ao método de datação mais comum da arqueologia, em que os pesquisadores descobrem quando um objeto foi fabricado (ou, no caso de um ser vivo, quando ele viveu) pela taxa a que átomos de carbono radioativos presentes nessa coisa se desmancham em outros átomos, mais estáveis. Grosso modo, quanto mais antigo o item, menos carbono radioativo haverá nele.
A equipa espera que a área de pesquisa incipiente do arqueomagnetismo — a busca por assinaturas do campo magnético da Terra em artefatos arqueológicos —, aumente a precisão com que conhecemos a história desse escudo invisível que circunda o planeta (e, de quebra, que melhore nossa capacidade de datar o passado da nossa própria espécie).
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Tijolos da Mesopotâmia revelam anomalia antiga no campo
magnético da Terra
O campo magnético da Terra não foi sempre o mesmo. O polo Norte e o polo Sul já trocaram de lugar algumas vezes ao longo das eras geológicas. Além disso, sua intensidade aumenta e diminui com o tempo, às vezes de maneira desigual.
Essas mudanças deixam cicatrizes químicas em certos minerais, que se tornam boas pistas para investigar o passado da magnetosfera. Átomos de ferro presentes, por exemplo, podem ter se alinhado ao campo em um certo ponto do passado, e então permanecido travados nessa posição — o que os torna uma janela para um instante exato da história do planeta.
Como esses blocos de argila têm inscrições indicando o nome do déspota que governava o território na época de sua fabricação, torna-se possível cruzar o dado histórico com o químico, o que torna a datação extremamente precisa.
O estudo confirma a existência de um fenômeno chamado “anomalia geomagnética da Idade do Ferro no Levante”. Entre 1050 e 550 a.C., o campo magnético da Terra era estranhamente forte na região do Levante (os arredores de Iraque, Jordânia, Síria e Israel), por razões ainda misteriosas. Evidências dessa anomalia já haviam sido detectadas em lugares distantes, mas dados vindos do próprio Oriente Médio eram escassos.
“Muitas vezes dependemos de métodos de datação, como radiocarbono, para ter uma noção da cronologia na antiga Mesopotâmia. No entanto, alguns dos vestígios culturais mais comuns, como tijolos e cerâmicas, não podem ser facilmente datados porque não contêm material orgânico (ou seja, material com átomos de carbono)”, diz Mark Altaweel, coautor do artigo, em declaração à imprensa. “Este trabalho agora ajuda a criar uma importante base que permite que outros se beneficiem da datação absoluta usando o arqueomagnetismo.”
Em sua fala, Altaweel se refere ao método de datação mais comum da arqueologia, em que os pesquisadores descobrem quando um objeto foi fabricado (ou, no caso de um ser vivo, quando ele viveu) pela taxa a que átomos de carbono radioativos presentes nessa coisa se desmancham em outros átomos, mais estáveis. Grosso modo, quanto mais antigo o item, menos carbono radioativo haverá nele.
A equipa espera que a área de pesquisa incipiente do arqueomagnetismo — a busca por assinaturas do campo magnético da Terra em artefatos arqueológicos —, aumente a precisão com que conhecemos a história desse escudo invisível que circunda o planeta (e, de quebra, que melhore nossa capacidade de datar o passado da nossa própria espécie).
(Fonte: Superinteressante — adaptado.)
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magnético da Terra
O campo magnético da Terra não foi sempre o mesmo. O polo Norte e o polo Sul já trocaram de lugar algumas vezes ao longo das eras geológicas. Além disso, sua intensidade aumenta e diminui com o tempo, às vezes de maneira desigual.
Essas mudanças deixam cicatrizes químicas em certos minerais, que se tornam boas pistas para investigar o passado da magnetosfera. Átomos de ferro presentes, por exemplo, podem ter se alinhado ao campo em um certo ponto do passado, e então permanecido travados nessa posição — o que os torna uma janela para um instante exato da história do planeta.
Como esses blocos de argila têm inscrições indicando o nome do déspota que governava o território na época de sua fabricação, torna-se possível cruzar o dado histórico com o químico, o que torna a datação extremamente precisa.
O estudo confirma a existência de um fenômeno chamado “anomalia geomagnética da Idade do Ferro no Levante”. Entre 1050 e 550 a.C., o campo magnético da Terra era estranhamente forte na região do Levante (os arredores de Iraque, Jordânia, Síria e Israel), por razões ainda misteriosas. Evidências dessa anomalia já haviam sido detectadas em lugares distantes, mas dados vindos do próprio Oriente Médio eram escassos.
“Muitas vezes dependemos de métodos de datação, como radiocarbono, para ter uma noção da cronologia na antiga Mesopotâmia. No entanto, alguns dos vestígios culturais mais comuns, como tijolos e cerâmicas, não podem ser facilmente datados porque não contêm material orgânico (ou seja, material com átomos de carbono)”, diz Mark Altaweel, coautor do artigo, em declaração à imprensa. “Este trabalho agora ajuda a criar uma importante base que permite que outros se beneficiem da datação absoluta usando o arqueomagnetismo.”
Em sua fala, Altaweel se refere ao método de datação mais comum da arqueologia, em que os pesquisadores descobrem quando um objeto foi fabricado (ou, no caso de um ser vivo, quando ele viveu) pela taxa a que átomos de carbono radioativos presentes nessa coisa se desmancham em outros átomos, mais estáveis. Grosso modo, quanto mais antigo o item, menos carbono radioativo haverá nele.
A equipa espera que a área de pesquisa incipiente do arqueomagnetismo — a busca por assinaturas do campo magnético da Terra em artefatos arqueológicos —, aumente a precisão com que conhecemos a história desse escudo invisível que circunda o planeta (e, de quebra, que melhore nossa capacidade de datar o passado da nossa própria espécie).
(Fonte: Superinteressante — adaptado.)
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Tijolos da Mesopotâmia revelam anomalia antiga no campo
magnético da Terra
O campo magnético da Terra não foi sempre o mesmo. O polo Norte e o polo Sul já trocaram de lugar algumas vezes ao longo das eras geológicas. Além disso, sua intensidade aumenta e diminui com o tempo, às vezes de maneira desigual.
Essas mudanças deixam cicatrizes químicas em certos minerais, que se tornam boas pistas para investigar o passado da magnetosfera. Átomos de ferro presentes, por exemplo, podem ter se alinhado ao campo em um certo ponto do passado, e então permanecido travados nessa posição — o que os torna uma janela para um instante exato da história do planeta.
Como esses blocos de argila têm inscrições indicando o nome do déspota que governava o território na época de sua fabricação, torna-se possível cruzar o dado histórico com o químico, o que torna a datação extremamente precisa.
O estudo confirma a existência de um fenômeno chamado “anomalia geomagnética da Idade do Ferro no Levante”. Entre 1050 e 550 a.C., o campo magnético da Terra era estranhamente forte na região do Levante (os arredores de Iraque, Jordânia, Síria e Israel), por razões ainda misteriosas. Evidências dessa anomalia já haviam sido detectadas em lugares distantes, mas dados vindos do próprio Oriente Médio eram escassos.
“Muitas vezes dependemos de métodos de datação, como radiocarbono, para ter uma noção da cronologia na antiga Mesopotâmia. No entanto, alguns dos vestígios culturais mais comuns, como tijolos e cerâmicas, não podem ser facilmente datados porque não contêm material orgânico (ou seja, material com átomos de carbono)”, diz Mark Altaweel, coautor do artigo, em declaração à imprensa. “Este trabalho agora ajuda a criar uma importante base que permite que outros se beneficiem da datação absoluta usando o arqueomagnetismo.”
Em sua fala, Altaweel se refere ao método de datação mais comum da arqueologia, em que os pesquisadores descobrem quando um objeto foi fabricado (ou, no caso de um ser vivo, quando ele viveu) pela taxa a que átomos de carbono radioativos presentes nessa coisa se desmancham em outros átomos, mais estáveis. Grosso modo, quanto mais antigo o item, menos carbono radioativo haverá nele.
A equipa espera que a área de pesquisa incipiente do arqueomagnetismo — a busca por assinaturas do campo magnético da Terra em artefatos arqueológicos —, aumente a precisão com que conhecemos a história desse escudo invisível que circunda o planeta (e, de quebra, que melhore nossa capacidade de datar o passado da nossa própria espécie).
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