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Foram encontradas 50 questões.

3674591 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Tremembé-SP
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Assinale a alternativa em que se atende à norma-padrão de regência verbal.
 

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3674590 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Tremembé-SP
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Assinale a alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão de emprego da vírgula e de concordância verbal.
 

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3674589 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Tremembé-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Antes de 2023 e 2024 – os anos mais quentes já registrados – as consequências do calor extremo não estavam no radar das prefeituras nas grandes cidades brasileiras, e o assunto ficava restrito a uma questão puramente meteorológica. Mas as ondas de calor sucessivas levaram os governos a adotar atitudes emergenciais para mitigar os efeitos do calor e diminuir o risco para a população.
Em setembro de 2023, a prefeitura de São Paulo iniciou a Operação Altas Temperaturas, em parceria com o governo do estado, que é mobilizada sempre que os termômetros atingem 32 ºC.
A infraestrutura consiste em 10 tendas que são montadas em pontos estratégicos da cidade e que acolhem qualquer pessoa que precise de um local com temperatura amena para descansar e se hidratar, mas o foco é a população vulnerável e em situação de rua. Há distribuição de água, chá gelado, frutas e bonés para pessoas em situação de rua e vendedores ambulantes.
Em junho de 2024, a prefeitura do Rio de Janeiro implementou um protocolo de alerta, com a classificação de níveis de calor, para ajudar a estabelecer ações públicas nos períodos em que a cidade estiver sob altas temperaturas. A escala vai de 1 a 5.
Nesses dias, a prefeitura adota procedimentos como indicação de equipamentos públicos já existentes que servem como pontos de resfriamento, oferta de estações de hidratação ou distribuição de água e cancelamento ou reagendamento de eventos de médio e grande porte, assim como megaeventos em áreas externas.
(Isadora Rupp, https://www.nexojornal.com.br/expresso/2025/02/23/ clima-calor-extremo-mudancas-climaticas-desigualdade-cidade-solucao, 23.02.2025. Adaptado)
Assinale a alternativa em cujo trecho há vocábulo empregado em sentido figurado.
 

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3674588 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Tremembé-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Antes de 2023 e 2024 – os anos mais quentes já registrados – as consequências do calor extremo não estavam no radar das prefeituras nas grandes cidades brasileiras, e o assunto ficava restrito a uma questão puramente meteorológica. Mas as ondas de calor sucessivas levaram os governos a adotar atitudes emergenciais para mitigar os efeitos do calor e diminuir o risco para a população.
Em setembro de 2023, a prefeitura de São Paulo iniciou a Operação Altas Temperaturas, em parceria com o governo do estado, que é mobilizada sempre que os termômetros atingem 32 ºC.
A infraestrutura consiste em 10 tendas que são montadas em pontos estratégicos da cidade e que acolhem qualquer pessoa que precise de um local com temperatura amena para descansar e se hidratar, mas o foco é a população vulnerável e em situação de rua. Há distribuição de água, chá gelado, frutas e bonés para pessoas em situação de rua e vendedores ambulantes.
Em junho de 2024, a prefeitura do Rio de Janeiro implementou um protocolo de alerta, com a classificação de níveis de calor, para ajudar a estabelecer ações públicas nos períodos em que a cidade estiver sob altas temperaturas. A escala vai de 1 a 5.
Nesses dias, a prefeitura adota procedimentos como indicação de equipamentos públicos já existentes que servem como pontos de resfriamento, oferta de estações de hidratação ou distribuição de água e cancelamento ou reagendamento de eventos de médio e grande porte, assim como megaeventos em áreas externas.
(Isadora Rupp, https://www.nexojornal.com.br/expresso/2025/02/23/ clima-calor-extremo-mudancas-climaticas-desigualdade-cidade-solucao, 23.02.2025. Adaptado)
Considere as passagens:

• … atitudes emergenciais para mitigar os efeitos do calor… (1º parágrafo)
• … qualquer pessoa que precise de um local com temperatura amena… (3º parágrafo)

Considerando o sentido com que foram empregados nos trechos, os vocábulos destacados têm, respectivamente, como antônimo e sinônimo:
 

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3674587 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Tremembé-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Antes de 2023 e 2024 – os anos mais quentes já registrados – as consequências do calor extremo não estavam no radar das prefeituras nas grandes cidades brasileiras, e o assunto ficava restrito a uma questão puramente meteorológica. Mas as ondas de calor sucessivas levaram os governos a adotar atitudes emergenciais para mitigar os efeitos do calor e diminuir o risco para a população.
Em setembro de 2023, a prefeitura de São Paulo iniciou a Operação Altas Temperaturas, em parceria com o governo do estado, que é mobilizada sempre que os termômetros atingem 32 ºC.
A infraestrutura consiste em 10 tendas que são montadas em pontos estratégicos da cidade e que acolhem qualquer pessoa que precise de um local com temperatura amena para descansar e se hidratar, mas o foco é a população vulnerável e em situação de rua. Há distribuição de água, chá gelado, frutas e bonés para pessoas em situação de rua e vendedores ambulantes.
Em junho de 2024, a prefeitura do Rio de Janeiro implementou um protocolo de alerta, com a classificação de níveis de calor, para ajudar a estabelecer ações públicas nos períodos em que a cidade estiver sob altas temperaturas. A escala vai de 1 a 5.
Nesses dias, a prefeitura adota procedimentos como indicação de equipamentos públicos já existentes que servem como pontos de resfriamento, oferta de estações de hidratação ou distribuição de água e cancelamento ou reagendamento de eventos de médio e grande porte, assim como megaeventos em áreas externas.
(Isadora Rupp, https://www.nexojornal.com.br/expresso/2025/02/23/ clima-calor-extremo-mudancas-climaticas-desigualdade-cidade-solucao, 23.02.2025. Adaptado)
A fim de proteger a população dos efeitos das altas temperaturas, prefeituras de grandes cidades brasileiras passaram a adotar medidas como
 

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3674586 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Tremembé-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Janeiro, na casa onde me criei, podia transcorrer em qualquer lugar, desde que ensolarado – estou me lembrando de Guarapari, Araxá, Bertioga, Salvador –, mas nosso julho era sempre na fazenda. Não havia escolha, e ninguém reclamava.
Quando menino, me parecia uma distância enorme a percorrer. Só mais tarde me dei conta de que aquelas terras de meus avós ficavam a 14 km da Praça Sete, o umbigo de Belo Horizonte, município ao qual acabaram sendo integralmente incorporadas. Ficava tão perto que, com a família em férias, meu pai seguia todas as manhãs para o batente em seu consultório.
A sensação de lonjura que me dava tinha a ver com a progressiva piora nas condições dos caminhos sobre os quais, lotado, trafegava o nosso carro – primeiro, um Chevrolet 1939, depois uma sucessão de Kombis, única solução automobilística para um casal que se desdobrou numa dezena de crias.
O asfalto não tardava a dar lugar ao calçamento, e este a uma estrada de terra, à qual não faltavam “costelas”, ondulações que me faziam pensar no plano inclinado de um tanque onde se esfrega a roupa. A certa altura, entrava em nosso campo de visão, à direita, o soturno prédio do Matadouro Municipal.
A fazenda parecia longe, também, pela diferença de temperatura, no inverno muito mais baixa do que em Belo Horizonte. O frio era revoltante aos domingos, quando, nuns restos ainda escuros de madrugada, nossos pais nos acordavam para a missa das 6, a uns poucos quilômetros dali, na capela do sanatório que meu avô fizera construir.
Acho que comecei a perder a fé religiosa naquelas madrugadas em que me obrigavam a deixar o bem-bom das cobertas e seguir, em jejum, para a missa das 6. Foi lá que adquiri o direito irrevogável a uma vaga no Paraíso, não importando que pecados tenha cometido desde então, e quantos venha a cometer ainda. Estará assim compensado, espero, o sofrimento térmico que passei, com o Rodrigo e o Otávio, meus irmãos parelhos, quando nosso pai, um cavalheiro, nos mandava apear do carro e seguir a pé, cedendo a alguém de mais idade (na época, praticamente não havia quem não o fosse) três assentos ainda quentes no Chevrolet 1939.
(Humberto Werneck, https://www.estadao.com.br/cultura/ humberto-werneck/na-toca-mas-viajando/, 05.03.2025. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a alteração da posição do pronome em relação ao verbo, indicada entre colchetes, está em conformidade com a norma-padrão.
 

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3674585 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Tremembé-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Janeiro, na casa onde me criei, podia transcorrer em qualquer lugar, desde que ensolarado – estou me lembrando de Guarapari, Araxá, Bertioga, Salvador –, mas nosso julho era sempre na fazenda. Não havia escolha, e ninguém reclamava.
Quando menino, me parecia uma distância enorme a percorrer. Só mais tarde me dei conta de que aquelas terras de meus avós ficavam a 14 km da Praça Sete, o umbigo de Belo Horizonte, município ao qual acabaram sendo integralmente incorporadas. Ficava tão perto que, com a família em férias, meu pai seguia todas as manhãs para o batente em seu consultório.
A sensação de lonjura que me dava tinha a ver com a progressiva piora nas condições dos caminhos sobre os quais, lotado, trafegava o nosso carro – primeiro, um Chevrolet 1939, depois uma sucessão de Kombis, única solução automobilística para um casal que se desdobrou numa dezena de crias.
O asfalto não tardava a dar lugar ao calçamento, e este a uma estrada de terra, à qual não faltavam “costelas”, ondulações que me faziam pensar no plano inclinado de um tanque onde se esfrega a roupa. A certa altura, entrava em nosso campo de visão, à direita, o soturno prédio do Matadouro Municipal.
A fazenda parecia longe, também, pela diferença de temperatura, no inverno muito mais baixa do que em Belo Horizonte. O frio era revoltante aos domingos, quando, nuns restos ainda escuros de madrugada, nossos pais nos acordavam para a missa das 6, a uns poucos quilômetros dali, na capela do sanatório que meu avô fizera construir.
Acho que comecei a perder a fé religiosa naquelas madrugadas em que me obrigavam a deixar o bem-bom das cobertas e seguir, em jejum, para a missa das 6. Foi lá que adquiri o direito irrevogável a uma vaga no Paraíso, não importando que pecados tenha cometido desde então, e quantos venha a cometer ainda. Estará assim compensado, espero, o sofrimento térmico que passei, com o Rodrigo e o Otávio, meus irmãos parelhos, quando nosso pai, um cavalheiro, nos mandava apear do carro e seguir a pé, cedendo a alguém de mais idade (na época, praticamente não havia quem não o fosse) três assentos ainda quentes no Chevrolet 1939.
(Humberto Werneck, https://www.estadao.com.br/cultura/ humberto-werneck/na-toca-mas-viajando/, 05.03.2025. Adaptado)
No trecho “Janeiro, na casa onde me criei, podia transcorrer em qualquer lugar, desde que ensolarado…” (1o parágrafo), as expressões destacadas podem ser, correta e respectivamente, substituídas por:
 

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3674584 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Tremembé-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Janeiro, na casa onde me criei, podia transcorrer em qualquer lugar, desde que ensolarado – estou me lembrando de Guarapari, Araxá, Bertioga, Salvador –, mas nosso julho era sempre na fazenda. Não havia escolha, e ninguém reclamava.
Quando menino, me parecia uma distância enorme a percorrer. Só mais tarde me dei conta de que aquelas terras de meus avós ficavam a 14 km da Praça Sete, o umbigo de Belo Horizonte, município ao qual acabaram sendo integralmente incorporadas. Ficava tão perto que, com a família em férias, meu pai seguia todas as manhãs para o batente em seu consultório.
A sensação de lonjura que me dava tinha a ver com a progressiva piora nas condições dos caminhos sobre os quais, lotado, trafegava o nosso carro – primeiro, um Chevrolet 1939, depois uma sucessão de Kombis, única solução automobilística para um casal que se desdobrou numa dezena de crias.
O asfalto não tardava a dar lugar ao calçamento, e este a uma estrada de terra, à qual não faltavam “costelas”, ondulações que me faziam pensar no plano inclinado de um tanque onde se esfrega a roupa. A certa altura, entrava em nosso campo de visão, à direita, o soturno prédio do Matadouro Municipal.
A fazenda parecia longe, também, pela diferença de temperatura, no inverno muito mais baixa do que em Belo Horizonte. O frio era revoltante aos domingos, quando, nuns restos ainda escuros de madrugada, nossos pais nos acordavam para a missa das 6, a uns poucos quilômetros dali, na capela do sanatório que meu avô fizera construir.
Acho que comecei a perder a fé religiosa naquelas madrugadas em que me obrigavam a deixar o bem-bom das cobertas e seguir, em jejum, para a missa das 6. Foi lá que adquiri o direito irrevogável a uma vaga no Paraíso, não importando que pecados tenha cometido desde então, e quantos venha a cometer ainda. Estará assim compensado, espero, o sofrimento térmico que passei, com o Rodrigo e o Otávio, meus irmãos parelhos, quando nosso pai, um cavalheiro, nos mandava apear do carro e seguir a pé, cedendo a alguém de mais idade (na época, praticamente não havia quem não o fosse) três assentos ainda quentes no Chevrolet 1939.
(Humberto Werneck, https://www.estadao.com.br/cultura/ humberto-werneck/na-toca-mas-viajando/, 05.03.2025. Adaptado)
Considere as passagens:

• … nosso julho era sempre na fazenda. (1º parágrafo)
• … entrava em nosso campo de visão, à direita, o soturno prédio do Matadouro Municipal. (4º parágrafo)
• … deixar o bem-bom das cobertas e seguir, em jejum, para a missa das 6. (6º parágrafo)

As expressões destacadas apresentam, correta e respectivamente, circunstâncias de:
 

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3674583 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Tremembé-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Janeiro, na casa onde me criei, podia transcorrer em qualquer lugar, desde que ensolarado – estou me lembrando de Guarapari, Araxá, Bertioga, Salvador –, mas nosso julho era sempre na fazenda. Não havia escolha, e ninguém reclamava.
Quando menino, me parecia uma distância enorme a percorrer. Só mais tarde me dei conta de que aquelas terras de meus avós ficavam a 14 km da Praça Sete, o umbigo de Belo Horizonte, município ao qual acabaram sendo integralmente incorporadas. Ficava tão perto que, com a família em férias, meu pai seguia todas as manhãs para o batente em seu consultório.
A sensação de lonjura que me dava tinha a ver com a progressiva piora nas condições dos caminhos sobre os quais, lotado, trafegava o nosso carro – primeiro, um Chevrolet 1939, depois uma sucessão de Kombis, única solução automobilística para um casal que se desdobrou numa dezena de crias.
O asfalto não tardava a dar lugar ao calçamento, e este a uma estrada de terra, à qual não faltavam “costelas”, ondulações que me faziam pensar no plano inclinado de um tanque onde se esfrega a roupa. A certa altura, entrava em nosso campo de visão, à direita, o soturno prédio do Matadouro Municipal.
A fazenda parecia longe, também, pela diferença de temperatura, no inverno muito mais baixa do que em Belo Horizonte. O frio era revoltante aos domingos, quando, nuns restos ainda escuros de madrugada, nossos pais nos acordavam para a missa das 6, a uns poucos quilômetros dali, na capela do sanatório que meu avô fizera construir.
Acho que comecei a perder a fé religiosa naquelas madrugadas em que me obrigavam a deixar o bem-bom das cobertas e seguir, em jejum, para a missa das 6. Foi lá que adquiri o direito irrevogável a uma vaga no Paraíso, não importando que pecados tenha cometido desde então, e quantos venha a cometer ainda. Estará assim compensado, espero, o sofrimento térmico que passei, com o Rodrigo e o Otávio, meus irmãos parelhos, quando nosso pai, um cavalheiro, nos mandava apear do carro e seguir a pé, cedendo a alguém de mais idade (na época, praticamente não havia quem não o fosse) três assentos ainda quentes no Chevrolet 1939.
(Humberto Werneck, https://www.estadao.com.br/cultura/ humberto-werneck/na-toca-mas-viajando/, 05.03.2025. Adaptado)
De acordo com informações presentes no texto, é correto afirmar que a família do autor era
 

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3674582 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Tremembé-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Janeiro, na casa onde me criei, podia transcorrer em qualquer lugar, desde que ensolarado – estou me lembrando de Guarapari, Araxá, Bertioga, Salvador –, mas nosso julho era sempre na fazenda. Não havia escolha, e ninguém reclamava.
Quando menino, me parecia uma distância enorme a percorrer. Só mais tarde me dei conta de que aquelas terras de meus avós ficavam a 14 km da Praça Sete, o umbigo de Belo Horizonte, município ao qual acabaram sendo integralmente incorporadas. Ficava tão perto que, com a família em férias, meu pai seguia todas as manhãs para o batente em seu consultório.
A sensação de lonjura que me dava tinha a ver com a progressiva piora nas condições dos caminhos sobre os quais, lotado, trafegava o nosso carro – primeiro, um Chevrolet 1939, depois uma sucessão de Kombis, única solução automobilística para um casal que se desdobrou numa dezena de crias.
O asfalto não tardava a dar lugar ao calçamento, e este a uma estrada de terra, à qual não faltavam “costelas”, ondulações que me faziam pensar no plano inclinado de um tanque onde se esfrega a roupa. A certa altura, entrava em nosso campo de visão, à direita, o soturno prédio do Matadouro Municipal.
A fazenda parecia longe, também, pela diferença de temperatura, no inverno muito mais baixa do que em Belo Horizonte. O frio era revoltante aos domingos, quando, nuns restos ainda escuros de madrugada, nossos pais nos acordavam para a missa das 6, a uns poucos quilômetros dali, na capela do sanatório que meu avô fizera construir.
Acho que comecei a perder a fé religiosa naquelas madrugadas em que me obrigavam a deixar o bem-bom das cobertas e seguir, em jejum, para a missa das 6. Foi lá que adquiri o direito irrevogável a uma vaga no Paraíso, não importando que pecados tenha cometido desde então, e quantos venha a cometer ainda. Estará assim compensado, espero, o sofrimento térmico que passei, com o Rodrigo e o Otávio, meus irmãos parelhos, quando nosso pai, um cavalheiro, nos mandava apear do carro e seguir a pé, cedendo a alguém de mais idade (na época, praticamente não havia quem não o fosse) três assentos ainda quentes no Chevrolet 1939.
(Humberto Werneck, https://www.estadao.com.br/cultura/ humberto-werneck/na-toca-mas-viajando/, 05.03.2025. Adaptado)
Um dos motivos pelos quais o autor tinha a sensação de que era longo o percurso que costumava fazer até a fazenda da família era o fato de
 

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